segunda-feira, 31 de dezembro de 2007

The BABYLON Project RPG

O RPG baseado em Babylon 5 [ Download ]

domingo, 16 de dezembro de 2007

O Fantástico visionário e o Fantástico cotidiano - Organização de Ítalo Calvino




O FANTÁSTICO VISIONÁRIO

Jan Potocki - História do demoníaco Pacheco
Joseph von Eichendorff - Sortilégio de outono
E. T. A. Hoffmann - O Homem de Areia
Walter Scott - A história de Willie, o vagabundo
Honoré de Balzac - O elixir da longa vida
Philarète Chasles - O olho sem pálpebra
Gérard de Nerval - A mão encantada
Nathaniel Hawthorne - O jovem Goodman Brown
Nikolai V Gogol - O nariz
Théophile Gautier - A morte amorosa
Prosper Mérimée - A Vênus de Ille
Joseph Sheridan Le Fanu - O fantasma e o consertador de ossos


O FANTÁSTICO COTIDIANO

Edgar Allan Poe - O coração denunciador
Hans Christian Andersen - A sombra
Charles Dickens - 0 sinaleiro
Ivan S. Turguêniev - 0 sonho
Nikolai S. Leskov - 0 espanta-diabo
Auguste Villiers de I'Isle-Adam - É de confundir!
Guy de Maupassant - A noite
Vernon Lee - Amour Dure
Ambrose Bierce - Chickamauga
Jean Lorrain - Os buracos da máscara
Robert Louis Stevenson - 0 demônio da garrafa
Henry James - Os amigos dos amigos
Rudyard Kipling - Os construtores de pontes
Herbert G. Wells - Em terra de cego


O Fantástico visionário e o Fantástico cotidiano [ Download ]

H.P. LOVECRAFT - 40 contos




01 - A morte alada
02 - A árvore
03 - A casa abandonada
04 - A coisa na soleira da porta
05 - A história do Necronomicon
06 - A lua
07 - A maldição de Sarnath
08 - A memória
09 - A música de Erich Zann
10 - À procura de Iranon
11 - A tumba
12 - A última carta de HPL
13 - Algumas notas
14 - Azathot
15 - Carter
16 - Celephais
17 - Dagon
18 - Desespero
19 - Ex-Oblivione
20 - Fechado na catacumba
21 - Nas montanhas da loucura
22 - Notas quanto à escrever Ficção Fantástica
23 - Nyarlathotep
24 - O ancião
25 - O caso de Charles Dexter Ward
26 - O chamado de Cthulhu
27 - O desafio
28 - O executor
29 - O festival
30 - O horror de Dunwich
31 - O horror no museu
32 - O inominável
33 - O terrível velho
34 - Os gatos de Ultar
35 - Os sonhos
36 - Outros deuses
37 - Polaris
38 - Um sussurro nas trevas
39 - Vento frio
40 - Yuggoth
40 contos de H.P.Lovecraft [ Download ]
Desenho de Drew Posada

SNOW CRASH - Neal Stephenson



SNOW CRASH é o terceiro romance de Neal Stephenson e foi lançado em 1992.

Diferente de outros autores ciberpunk, Neal se caracteriza por se utilizar de fortes doses de humor negro.

SNOW CRASH pode confundir os leitores com sua estrutura caótica, repleta de referências históricas, linguisticas, antropológicas, arqueológicas, religiosas, políticas e filosóficas, entre outras.

SNOW CRASH se passa em um mundo onde o sistema político-econômico foi radicalmente modificado. A história se passa em Los Angeles, neste futuro hipotético, o governo cedeu a maior parte do controle para organizações privadas, empresas de entretenimento, franchising, etc.

Mercenários armados competem por contratos nacionais de defesa, a segurança e a paz estão sob admnistração da segurança privada. Companhias responsáveis pela gerência de auto-estradas, se esforçam em atrair mais e mais motoristas e toda correspondência e serviços de entregas são feitos por couriers contratados. Os remanescentes do antigo governo agora exercem um poder reduzido, irrelevante nesta dinâmica sociedade.

Neal explora o conceito de anarco-capitalismo, encontrado em outros de seus livros.

A hiperinflação desvalorizou o dólar e a nota de quatrilhão é a mais comum.

O metaverse, concebido por Neal, é o sucessor da internet, constituindo a visão do autor de como uma realidade virtual baseada em internet, irá evoluir em um futuro próximo.

Neal Stephenson disse que o título foi concebido na tentativa de explicar o efeito causado por uma falha (crash) de um Apple MacIntosh, nos primórdios da computação, cujo resultado parecia vagamente com estática. 'Snow Crash'.

Snow Crash [ Download versão em inglês ]
Snow Crash [ Download versão em espanhol ]

quinta-feira, 13 de dezembro de 2007

The Origins of Beowulf: From Vergil to Wiglaf



O livro sugere que o épico inglês BEOWULF foi escrito no inverno de 826, como um requiem ao Rei Beornwulf. A cada capítulo, o autor pretende através de meticulosa análise literária, desvendar, os mistérios desta obra, de origem tão controversa quanto fascinante.

The origins of Beowulf: From Vergil to Wiglaf [ Download ]

Anatomy for fantasy artists


Em um único volume, um curso prático e fácil para desenhistas, ilustradores e apreciadores de
graphic novels, comics, quadrinhos, útil também para ilustradores e animadores.
O autor, um bem sucedido artista, ensina o desenho básico da anatomia, assim como noções de perspectiva e composição. A partir disso, ensina como distorcer, desenvolver e transformar a figura humana, dando a aparência pretendida, de monstros a criaturas mágicas, guerreiros, cyber-seres, herois super-musculosos... Mais de 300 ilustrações!
Anatomy for fantasy artists [ Download ]

terça-feira, 11 de dezembro de 2007

EU SOU A LENDA (I am legend - Richard Matheson)



Terminada a guerra, manifesta-se estranha epidemia, trazida pelas tempestades de poeira e pelos mosquitos. Durante o dia, as pessoas permanecem em coma profundo; à noite, despertam repentinamente e saem em busca de alimento. Mas só de um: sangue.
Médicos e cientistas não conseguem encontrar sua cura.
O que é mais grave: a epidemia se alastra rapidamente, desorganizando toda a estrutura social.
Todos ou quase todos acabam sendo atingidos pela nova Peste e a única solução é queimar os corpos numa gigantesca fornalha: porque, de outra forma, os mortos retornam, sedentos de sangue.


Eu sou a Lenda - versão doc [ Download ]

Eu sou a Lenda - versão pdf [ Download ]








sábado, 8 de dezembro de 2007

Projeto Gutenberg



O projeto Gutenberg foi criado por Michael Hart, o inventor do livro eletrônico ou ebook (1971).

O projeto oferece gratuitamente, obras de autores consagrados, em diversos formatos e idiomas.

Seu acervo conta hoje com mais de cem mil títulos, se tornando uma referência mundial na sua especialidade.

O projeto é mantido na sua grande parte por parcerias, doações e o trabalho de voluntários.

São quase três milhões de downloads por mês.

Seu catálogo é composto de obras em domínio público ou aquelas sob licença de copyright especial.

O NECRONOMICON



O livro-personagem do filme 'The Evil Dead' (A morte do Demônio - 1981), também conhecido como 'Book of the Dead', de Sam Raimi, realmente existe.

O Necronomicon (Livro de Nomes Mortos) também conhecido por Al Azif (Uivo dos Demônios Noturnos) foi escrito por Abdul Alhazred, em torno de 730 d.C, em Damasco.

Ao contrário do que se pensa, não se trata somente de um compilado de rituais e encantos, e sim de uma narrativa dividida em sete volumes, numa linguagem obscura e abstrata. Alguns trechos isolados descrevem rituais e fórmulas mágicas, de forma que o leitor tenha uma idéia mais clara dos métodos de evocações utilizados. Além de abordar também as civilizações antediluvianas e mitologia antiga, tendo sua provável base no Gênese, no Apocalipse de São João e no apócrifo Livro de Enoch.

Reúne um alfabeto de 21 letras, dezenove chaves (invocações) em linguagem enochiana, mais de 100 quadros mágicos compostos de até 240 caracteres, além de grande conhecimento oculto.
Segundo o Necronomicon, muitas espécies além do gênero humano habitaram a Terra.

Estes seres denominados Antigos, vieram de outras esferas semelhantes ao Sistema Solar.
São sobre-humanos detentores de poderes devastadores, e sua evocação só é possível através de rituais específicos descritos no Livro.

Até mesmo a palavra árabe para designar antigo, é derivado do verbo hebreu cair.
Portanto, seriam Anjos Caídos.

O autor do Necronomicon, Abdul Alhazred, nasceu em Sanna no Iêmen. Em busca de sabedoria, vagou de Alexandria ao Pundjab, passando muitos anos no deserto despovoado do sul da Arábia. Alhazred dominava vários idiomas e era um excelente tradutor. Possuía também habilidades como poeta, o que proporcionava um aspecto dispersivo em suas obras, incluindo o Necronomicon.

Abdul Alhazred era familiarizado com a filosofia do grego Proclos, além de matemática, astronomia, metafísica e cultura de povos pré-cristãos, como os egípcios e os caldeus. Durante suas sessões de estudo, o sábio acendia um incenso que combinava várias ervas, entre elas o ópio e o haxixe.

Alhazred adaptou a interpretação de alguns neoplatonistas sobre o Necronomicon. Nesta versão, um grupo de anjos enviado para proteger a Terra tomou as mulheres humanas como suas esposas, procriando e gerando uma raça de gigantes que se pôs a pecar contra a natureza, caçando aves, peixes, répteis e todos os animais da Terra, consumindo a carne e o sangue uns dos outros. Os anjos caídos lhes ensinaram a confeccionar jóias, armas de guerra e cosméticos; além de ensinar encantos, astrologia e outros segredos.

Existe uma grande semelhança dos personagens e enredos das narrações do Necronomicon em diversas culturas.
O mito escandinavo do apocalipse, chamado Ragnarok, é sugerido em certas passagens do Livro; além dos Djins Árabes e Anjos Hebraicos, que seriam versões dos deuses escandinavos citados. Este conceito também é análogo à tradição judaica dos Nephilins.

Uma tradução latina do Necronomicon foi feita em 1487 pelo padre alemão Olaus Wormius, que era secretário de Miguel Tomás de Torquemada, inquisidor-mor da Espanha. É provável que Wormius tenha obtido o manuscrito durante a perseguição aos mouros.

O Necronomicon deve ter exercido grande fascínio sobre Wormius, para levá-lo a arriscar-se em traduzi-lo numa época e lugar tão perigosos. Uma cópia do livro foi enviada ao abade João Tritêmius, acompanhada de uma carta que continha uma versão blasfema de certas passagens do Gênese.

Por sua ousadia, Wormius foi acusado de heresia e queimado juntamente com as cópias de sua tradução. Porém, especula-se que uma cópia teria sobrevivido à inquisição, conservada e guardada no Vaticano.

Site: Sprectrum - Portal brasileiro de cultura obscura

Necronomicon [ Download versão em inglês ] [ Download versão em espanhol ]


sábado, 1 de dezembro de 2007

25 anos de BLADE RUNNER - Holden/Hospital deleted scene



Holden é um Blade Runner, testando novos empregados da Corporação Tyrell, tentando identificar os replicantes que possam estar infiltrados na empresa.
Ele subestima um replicante modelo nexus 6, Leon Kowalsky, e é baleado por ele, como vemos no início do filme.
Mais tarde, o chefe Bryant, menciona que Holden está sendo mantido vivo por máquinas.
("He can breathe okay, as long as nobody unplugs him.")
Deckard vai visitar Holden no hospital, na espera de saber mais detalhes sobre o replicante fugitivo.
Holden diz que a segurança da Corporação encontrou algumas pessoas tentando violar o departamento de registros e que matou um deles.
Na autópsia, descobriram que o intruso era um replicante. Holden também menciona que a máquina Voigt-Kampf não identificou Leon como um replicante (antes que este atirasse).
Esta cena no hospital foi cortada do filme.


Holden/Hospital scene [ Download ]


25 anos de BLADE RUNNER - 20 Ensaios




01- A incerteza do ser
02- An exploration of what it is to be human
03- At home with replicants: The architecture od Blade Runner
04- Tee-ve or not tee-ve
05- A retrospective
06- Decoding Perversety
07- Do humans dream in negative strips
08- Eye disbelieve
09- Eyes in Blade Runner
10- Identities and differences
11- Image is everything
12- Is Blade Runner a misogenist text
13- No alternatives: Technology spontaneously approching 'humanity'
14- Post-humanism and ecocide in William Gibson's Neuromancer and Ridley Scott's Blade Runner
15- Technology and Control - A dystopian vision of the future in Blade Runner
16- The Blade Runner screenwriter's
17- The future of our discontents
18- The least scary option - Blade Runner and the future city
19- Thresholds of splendor - Mythic and Symbolic subtexts in Blade Runner
20- Who are the toymakers

(and a selective bibliography of Blade Runner materials in the UC Berkeley libraries)

Ensaios [ Download ]


Sites: BLADEZONE , Blade Runner PHOTOS , Blade Runner Warner Movie , 2018 - Off-World

25 anos de BLADE RUNNER - FAQ



01. What is Blade Runner?

02. What book is it based on?

03. Is the sound track available?

04. What are replicants?

05. Who/what is ?

06. I don't like the voice-overs/ending.

07. What are the different versions of Blade Runner?

08. Memorable Quotes

09. What is the significance of the unicorn?

10. What is the significance of the chess game?

11. Problems in Blade Runner

12. Trivia / What makes Blade Runner popular/special?

13. More questions/answers

14. Is Deckard a replicant?


BLADE RUNNER FAQ [ Download ]

25 anos de BLADE RUNNER - The official comics adaptation (Marvel)





The official comics adaptation [ Download ]

25 anos de BLADE RUNNER - 'The Long Tomorrow - Moebius'


Parte do visual de BLADE RUNNER, foi inspirado em uma história de Dan O’Banon e Moebius (Jean Giraud) chamada ‘The Long Tomorrow’ que fazia parte da edição francesa de ‘Wonders of The Universe’.


The Long Tomorrow [ Download ]

25 anos de BLADE RUNNER - Curiosidades sobre o filme



A origem do nome BLADE RUNNER

Apesar de vagamente baseado no livro de Philip K.Dick, o nome Blade Runner foi retirado de uma história de Alan E.Nourse, chamada ‘The Bladerunner’, que William S.Burroughts comprou os direitos para realizar um filme em 1979.
Apesar da similaridade, só o nome os dois possuem em comum.

A influência de 'The Long Tomorrow' e Moebius

Parte do visual do filme, foi inspirado em uma história de Dan O’Banon e Moebius (Jean Giraud) chamada ‘The Long Tomorrow’ que fazia parte da edição francesa de ‘Wonders of The Universe’. Giraud já havia feito a concepção dos trajes de ‘Tron’, o um filme dos estúdios Walt Disney.

Origamis

Ao deixar seu apartamento com Rachael, ao fim do filme, ela encontra um origami de um unicórnio. O unicórnio foi a última das figuras criadas por Gaff.
Quando Gaff e Deckard estão no escritório de Bryant e Deckard insiste em permanecer fora da força policial, Gaff faz um origami de galinha. ‘You’re afraid to do this”.
Mais tarde, Gaff faria um homem com uma ereção. ‘You’re attracted to her”, e finalmente o unicórnio “You’re dreaming, you cant run away with her, but she wont live”.
O unicórnio costuma ser associado a pureza, à virgindade. Lendas dizem que só uma virgem (Rachael) pode capturar um unicórnio.
Uma das explicações para a retirada da seqüência do sonho com o unicórnio, seria a de Scott admitir que deixaria muito obvio, ser Deckard outro replicante.
Apesar disto, a unicórnio é mantido na versão de 1982 (Theatrical) , mas os produtores vetaram por considerá-la “muito artística”.

A narração em 'Off'

Scott inicialmente filmou sem a narração de Harrison Ford , e esta foi a versão inicial exibida nas premieres em Dallas e San Diego.
Porém, a idéia do estúdio era de recriar o estilo do filme noir, imortalizado pelo ‘The Malteses Falcon’ ( O Falcão Maltes) .

O final feliz
O fim que conhecemos também foi sugestão do estúdio, pois Scott desejava terminar com o casal entrando no elevador. Os estúdios preferiram um fim menos ambíguo e feliz.
As cenas aéreas utilizadas na versão de 1982 foram restos de filmagens do filme de Kubrick, ‘The Shinning’ (O iluminado).

Mary

Mary era o nome da quinta replicante. Supostamente um modelo de dona-de-casa. Algumas referências à ela se encontram no script reescrito às pressas.

Problemas e mais problemas

Porque Holden precisava aplicar o teste VK em Leon, se ele possuía uma foto e sabia como se parecia ?

Bryant diz a Deckard que existem 6 replicantes, 3 machos e 3 fêmeas. Obviamente Roy e Leon, são dois dos machos e Pris e Zhora, duas das fêmeas. Bryant também diz que um outro replicante foi “fritado” tentando entrar no prédio de Tyrell, mas não especifica quem, se macho ou fêmea. No primeiro roteiro, Mary era a quinta replicante e Hodge era o sexto.

Na primeira versão do script, Tyrell era um replicante e Roy descobre a verdade devido a uma chave que ele e Sebastian possuíam.
Naquela versão, o verdadeiro Tyrell se encontrava numa cela de criogenia.
Depois de Tyrell ser morto por Roy, este obrigava Sebastian a mostrar-lhe a cripta onde jazia Tyrell, vítima de um acidente de laboratório.

Quando a mulher cambodiana põe a escama de cobra no microscópio eletrônico, ela não a retira do saco plástico. Nós devíamos então estar vendo a foto ampliada de um plástico.
Além disto, o número dado a Deckard é diferente daquele na imagem.
A imagem ampliada utilizada não foi a de uma escama de cobra, mas da folha de marijuana.

Quando Zhora voa através dos vidros, distingue-se claramente ser um duble, que em nada se parece com a atriz. Além disto, usa botas pequenas, diferentes daquelas calcadas por Zhora no vestiário.

Quando Leon joga Deckard contra o pára-brisa do carro, este já estava quebrado, pois a cena foi refilmada sem um novo pára-brisa.

Nos filmes exibidos, a seqüência é:
Deckard mata Zhora e compra uma garrafa de saque Tsing Tao. Gaff aparece e o informa de Bryant.
Deckard então vê Rachael e tenta alcançá-la, mas Leon o acerta.
Na versão com Mary, a seqüência é a seguinte:
Deckard mata Zhora e então vê Rachael olhando para ele. Ele a persegue mas é atacado por Leon, Rachael mata Leon, Deckard compra uma garrafa de Tsing Tao e tenta abraçá-la, quando surge Gaff, que o leva até Bryant que diz faltarem 4 (Roy, Pris, Mary e Rachael)
Quando Mary foi eliminada do script, criou-se um problema. Bryant deveria dizer “3”.
Ao invés de refilmarem a cena, eles mudaram a cena de Deckard comprando Tsyng Tao p/ depois da morte de Leon, então, os 4 seriam Roy,. Pris, Leon (e não Mary) e Rachael.
Mesmo assim, alguns problemas permaneceram.
Ao conversar com Gaff, Deckard aparece com ferimentos da luta com Leon, que ainda não aconteceu.
Naquele momento que compra a garrafa, ele parte atrás de Rachael e se envolve numa briga com Leon e a garrafa não aparece mais, só indo reaparecer então no apartamento, miraculosamente.

Quando Pris entra no elevador de Sebastian, seus cabelos estão secos. Ao entrar no apartamento estão molhados de novo.

A filmagem da cena de amor entre Rachael e Deckard foi filmada entre um intervalo de 3 semanas, entre o inicio e o fim, devido a atriz (Sean Young) ter sido internada por problemas com drogas. É perceptível a mudança da maquiagem de Rachael.

Um buraco de bala é visível em Pris, antes dela receber o primeiro tiro.

Quando Deckard se confronta com Roy e este lhe devolve a arma apos quebrar-lhe alguns dedos, é possível ver a sombra na parede do cameraman, da câmera e do assistente do microfone.

Uma frase de Roy Batty “ I want more life, fucker !” aparece em algumas versões como “I want more life father !”

A cena preferida da atriz Sean Young não foi a da famosa frase “kiss me, kiss me”, pois ela reclamou com Harrison por jogá-la contra a parede com força demais. Sua cena predileta é quando Harrison explica que ela seria um replicante e portanto seria um robô só que com emoções. A atriz chorou de verdade.

Harrison Ford declarou logo apos o filme que não havia gostado de ser um detetive que não investiga coisa alguma. “Eu apenas tinha que estar no ‘plot’, e prestar atenção nas marcações feitas por Scott”.

25 anos de BLADE RUNNER - Roteiros



HOLDEN: You're in a desert, walking along in the sand when all of a sudden you look down and see a...
LEON: What one?
HOLDEN: What?
LEON: What desert?

Screenplay by HAMPTON FANCHER July 24, 1980 [ Download ]


INT. BILLIARD ROOM - NIGHT
He ducks back behind the wall.
Suddenly a hand comes tearing through the wall, and pulls Deckard's hand through.
Systematically, Batty breaks two of Deckard's fingers.
BATTY: For Pris... for Zhora... Proud of yourself little man...

Screenplay by HAMPTON FANCHER and DAVID PEOPLES February 23, 1981 [Download ]


"Early in the 21st Century, THE TYRELLCORPORATION advanced Robot evolution into the NEXUS phase - a being virtually identical to a human - known as a Replicant.
The NEXUS 6 Replicants were superior in strength and agility, and at least equal in intelligence, to the genetic engineers who created them.
Replicants were used Off-World as slave labor, in the hazardous exploration and colonization of other planets. After a bloody mutiny by a NEXUS 6combat team in an Off-World colony, Replicants were declared illegal on earth - under penalty of death.
Special police squads - BLADE RUNNER UNITS - had orders to shoot to kill, upon detection, any trespassing Replicant.

This was not called execution.
It was called retirement."


Hampton Fancher trabalhou por anos no seu roteiro, porém, antes mesmo que Ridley Scott aceitasse dirigir, o processo de reescrever o roteiro já acontecia. As duas versões acima foram combinadas para dar origem ao roteiro final e, mesmo durante a filmagem, houve alguma divergência sobre eles, o que fez com que o filme se tornasse consideravelmente diferente deles.

Por este motivo, foram feitas inúmeras tentativas de se criar um roteiro mais próximo do filme como conhecemos, aplicando algo como em 'engenharia-reversa' , transcrevendo o filme em si.

Este é um multi-script, resultado do trabalho de diversos colaboradores, com as ações e diálogos mais significativos das três versões (Workprint, Theatrical e Director's Cut.)

BR_Multi-script [ Download ]


Fonte: http://www.brmovie.com/

25 anos de BLADE RUNNER




Comemorando os 25 anos do lançamento do filme BLADE RUNNER (Caçador de Androídes),
está sendo lançada nos EUA, uma edição especial contendo 5 DVDs:


DVD 1 - Uma nova versão do diretor Ridley Scott's (New "Final Cut") - Restaurada e remasterizada com adição de cenas extras, diálogos, novos efeitos especiais e audio 5.1 Dolby Digital Audio. Também inclui comentários de Ridley Scott e de pessoas que trabalharam atrás das câmeras.

DVD 2 - Documentário - "Dangerous Days: Making of Blade Runner" .

DVD 3 - O filme nas versões:
- "1982 Theatrical Version" - A versão com a narração de Deckard e o final feliz.
- "1982 International Version" - Distribuida nos EUA para o mercado de home video, laserdisc e cable em 1992. Esta versão possui algumas cenas que não se encontram na versão "Theatrical".
-"1992 Director's Cut" - Sem a narração de Deckard, sem o final feliz, mas com a famosa cena do unicórnio, sugerindo que Deckard seja um replicante.

DVD 4 - BONUS Disc "Enhancement Archive" - 80 minutos de cenas que não foram utilizadas, galerias de imagens, entrevistas e testes para os personagens (incluindo o teste p/ Rachael).

DVD 5 - O filme na versão "Workprint Version" - Esta rara versão do filme é considerada por alguns como a mais radical e diferente das versões de BLADE RUNNER. Uma sequência de abertura totalmente diferente, sem a narração de Deckard, sem a sequência do unicórnio, sem final feliz e um diálogo diferente, entre Roy Batty (Rutger Hauer) e seu criador, Tyrrel (Joe Turkell) e uma música tema alternativa. Também inclui comentários de Paul M.Sammon, autor de 'Future Noir: The making of Blade Runner'.



O CAPACITOR FANTÁSTISCO presta uma homenagem ao maior filme de Ficção Científica de todos os tempos.