sexta-feira, 31 de outubro de 2008

Os Prazeres e os Perigos de Ensinar Ficção Científica à Nível Universitário

Os Prazeres e os Perigos de Ensinar Ficção Científica à Nível Universitário
Science Fiction Studies

Introdução:

Cursos regulares de ficção científica foram introduzidos em muitas universidades americanas à partir do início da década de 1960. Embora os tradicionalistas tenham torcido o nariz à novidade, os departamentos administrativos das universidades quase sempre exultavam com a medida, pelo retorno em publicidade gratuita.
A Science Fiction Studies dedicou um número inteiro, o 70, de 1996, para ensaios sobre o ensino de FC em sala de aula, sua repercussão, aceitação, desafios etc. O presente artigo foi escrito por Barbara Bengels, professora-adjunta da Universidade Hofstra (Hempstead, New York), e uma das pioneiras no ensino de FC. O curso de Bengels, para eventuais interessados, ainda existe e vai bem, obrigado. A.B.L.

Ficção científica é, por sua própria natureza, um esporte perigoso e subversivo. Poucas pessoas a encaram muito seriamente - todavia, como não fazê-lo? Alvin Toffler escreve em O Choque do Futuro, "Nossa crianças deveriam estar estudando Arthur C. Clarke, William Tenn, Robert Heinlein, Ray Bradbury e Robert Sheckley, não porque estes escritores possam falar-lhes sobre espaçonaves e máquinas do tempo, mas, mais importante, porque eles podem conduzir suas mentes através de uma exploração imaginativa da selva de questões políticas, sociais, psicológicas, e éticas que confrontarão estas crianças quando adultas" (425). Em God Bless You, Mr. Rosewater, Kurt Vonnegut faz com que Eliot Rosewater diga à uma platéia de escritores de ficção científica, "Eu amo vocês, seus filhos da puta... Vocês são tudo o que eu leio agora. Vocês são os únicos que falam sobre as mudanças realmente espantosas que estão acontecendo... Vocês são os únicos que têm coragem de se importar com o futuro, que realmente percebem o que as máquinas fazem conosco, o que os enganos, erros, acidentes e catástrofes tremendos fazem conosco. Vocês são os únicos otários o suficiente para agonizar sobre tempo e distância sem limite, sobre mistérios que nunca morrerão..."

Assim, se a ficção científica merece estudo, como poderia ser melhor apresentada num campus universitário, num curso acadêmico sério? (Claramente, eu não sou da escola "mande isso para a sarjeta à qual pertence", iniciada por uma fã ardorosa, Dena Benatan, quando ela expressava sua preocupação de que o escrutínio acadêmico poderia minar o campo da FC, fazendo-a excessivamente auto-consciente) (Hartwell 188). Quais são os perigos e prazeres de tentar ensinar FC na sala de aula? Eu gostaria de falar sobre as dificuldades inerentes e únicas de ensinar um corpo de literatura que está mudando no momento em que tentamos examiná-lo; eu gostaria de transmitir o entusiasmo e o sentimento de assombro que continuam a separar a ficção científica de qualquer outra forma de literatura.

Os problemas de ensinar FC começam fora da sala de aula, nomeadamente convencer seus administradores à permitir que tal curso seja enfim ensinado. Eu fui sortuda.

Comecei o meu nos anos 70, quando a relevância ditava o currículo. O New York Times iniciara sua coluna regular de ficção científica e talvez isso fôsse autorização suficiente. Eu também frisava que faria uma abordagem histórica, começando com os clássicos, mas isto não me livrou dos sorrisos polidos dos meus colegas e dos sorrisos de absoluto desdém dos tradicionalistas mais rígidos.

Até hoje, quase vinte e cinco anos depois, eu ainda constantemente me sinto como se devesse me desculpar por ensinar um curso que eu amo e que penso que é importante; em último caso, eu entro em modo justificativo, explicando quantas pérolas literárias estão incluídas no meu currículo e quão intelectualmente desafiante o curso é. Nunca, contudo, eu senti que ele tinha recebido o respeito que merece - mas eu sei, e meus estudantes sabem, que vale a pena de verdade.

O que me leva ao próximo dilema: enquanto alguns membros da faculdade questionam a validade da ficção científica como um curso universitário, os estudantes não o fazem - e eles chegam em manadas.

Os cursos de Milton podem ter vagas sobrando; FC requer múltiplas seções.
Isto obviamente cria uma potencial má vontade. Para somar ao problema, os estudantes freqüentemente requisitam um segundo curso semestral, e então eu tentei propôr um curso separado de FC Moderna. Absolutamente fora de questão, me disseram. O motivo? Obviamente porque isso atrairia ainda mais estudantes para longe dos tradicionais cursos de Inglês. Eu compreendi a situação e retrocedi - mas não sem um sentimento de perda.

Outra situação irritante que encontrei, emergiu quando o curso de FC - o qual eu tinha planejado e lutado por ele - foi temporariamente dado à uma professora incompetente e desinformada, mas que tinha estabilidade, porque os alunos não queriam participar de nada do que ela ensinasse. Ficção científica, no entanto, era uma tamanha atração que eles estavam querendo pegar o curso, à despeito dela. (Eu tentei apresentá-la aos vários periódicos de crítica de FC que existem, mas ela assegurou-me que não estava interessada; quando eu descobri que seu programa inteiro consistia de Frankenstein, todos os livros de Duna, e 2001, percebi imediatamente seu objetivo - e saí de cena.)

Uma vez que um curso de ficção científica tenha sido aprovado, um novo conjunto de problemas emerge. Por exemplo, encomendar os livros de estudo pode ser um desafio. Livros de ficção científica estão disponíveis hoje, esgotados amanhã. Uma de minhas antologias favoritas, The Road to Science Fiction, em quatro volumes, editada por James Gunn, está esgotada nos EUA enquanto, não obstante, tenha sido editada e traduzida e será brevemente impressa na Alemanha com um novo volume, o 5, acrescentado. Entrementes, eu estou constantemente batalhando para encontrar outra antologia de contos igualmente boa, barata e abrangente - por enquanto, sem sucesso. Em qualquer dado semestre, eu posso ter de substituir um dos livros de um autor por outro, rastrear qual editora publica um determinado romance, e simplesmente descartar um trabalho seminal porque ele não está mais disponível.

Existem dois outros problemas únicos de preparação: na maioria dos cursos, se eu quero ler a crítica de um livro, eu sei exatamente onde encontrá-la. Freqüentemente, todavia, não há qualquer material de crítica disponível sobre um trabalho de FC em particular.

Um de meus primeiros artigos foi uma comparação de Odd John e Sirius de Olaf Stapledon. Naquela época, em meados dos anos 1970, não havia muita crítica de FC existente.
Mesmo à um curto tempo atrás, quando eu submeti um artigo sobre "A Martian Odissey" de Stanley Weinbaum, não havia necessidade de alocar horas para procurar no CD-ROM. De fato, críticas literárias não estavam disponíveis nos computadores de nossas bibliotecas mesmo dois anos atrás, outro pequeno lembrete de quão rapidamente nossas vidas estão sendo mudadas pela nova tecnologia.

De fato, não ter muitas críticas disponíveis é uma espada de dois gumes: permite-nos escrever a nossa própria. Temos muito mais oportunidade no campo da FC para publicar - mas, ali jaz outra questão: a maioria dos nossos autores de FC ainda estão vivos (e eu, por exemplo, não desejaria que fosse de outro jeito). Todavia, enquanto um crítico e estudioso possa estar escrevendo o trabalho "definitivo" sobre um autor, o autor em questão pode ter acabado de entrar numa nova fase em seu desenvolvimento como escritor.
Eu sei de pelo menos dois casos em que um excelente pesquisador estava tentando publicar um livro sobre um brilhante e prolífico autor (Fred Pohl em um caso e Isaac Asimov no outro) mas à cada vez que o "último" capítulo era finalizado, o sujeito do livro aparecia com mais dois novos volumes seus, deixando seu crítico-biógrafo comendo poeira.

Quando você finalmente está pronto para entrar na sala de aula e lecionar para sua primeira classe, um grande problema vêm à tona quase imediatamente.
Tente definir o que ficção científica é, e você entenderá o que quero dizer.

O paciente não fica quieto na mesa enquanto você o examina.
É mais produtivo examinar a composição de uma classe típica - aqui não há nada dos agrupamentos homogêneos do Inglês tradicional! Não somente eu tenho uma audiência de interesses muito diversificados, mas tenho também alguns estudantes que não têm a mais pálida idéia do que seja FC (mas eles sabem que parece mais fácil que Shakespeare). Outros pensam que ficção científica é Jornadas nas Estrelas e mais Jornada nas Estrelas - ou Star Wars e Robocop. De fato, existem sempre uns poucos estudantes que entram em choque total quando percebem que lerão mais do que assistirão FC por todo o semestre.

Eu sei que para muitos destes estudantes, este será provavelmente o último curso de Inglês que eles farão; é minha esperança e responsabilidade deixá-los tão entusiasmados pela ficção científica que desejarão continuar lendo, mesmo quando não fôr mais exigido que o façam.

A gama de experiência dos estudantes com FC é fenomenal e enquanto uma certa percentagem de qualquer dada classe está lá porque o curso pareceu-lhes fácil e "divertido", eu sempre tenho uns poucos estudantes que não são meramente interessados em ficção científica, eles são verdadeiros fanáticos. É sempre possível encontrar estudantes que desejam compartilhar seu entusiasmo sobre uma área particular do campo de um autor favorito, e dado que é impossível para mim saber tudo sobre um assunto tão vasto, eu aprecio grandemente quaisquer lacunas que eles me ajudem a preencher.

Eu nunca vou esquecer, por exemplo, o estudante que deu à classe uma demonstração do sintetizador MOOG original (seu co-inventor é um professor da Hofstra), mostrando como os filmes de FC criam sua trilha sonora do outro mundo. Obviamente, um dos grandes prazeres de ensinar ficção científica é os estudantes que você têm. Eles são alguns dos mais interessantes, mais entusiasmados e entusiasmantes, mais agradecidos estudantes que vocês possam imaginar - também freqüentemente os mais brilhantes.
Vamos encarar isso: a maioria das pessoas que se voltaram para a ficção científica têm a mente aberta, desejosos de explorar novas idéias, altamente inteligentes, e muito criativos. (Sim, e algumas vezes eles são muito, muito esquisitos: como Damon Knight disse certa vez, todos os escritores de FC começaram como sapos. Eu tive muitos pulando pulando para dentro e para fora da minha sala de aula durante anos.)
Eu tive estudantes que foram ser grandes autores de quadrinhos na DC, estudantes que publicaram seus primeiros romances - romances de verdade - enquanto ainda estavam no primário, e estudantes que se vestem de preto e dançam nas estradas à noite. Fãs de ficção científica são um segmento especial da população por causa de sua disposição para audaciosamente examinar novas idéias - e para debater sobre elas interminavelmente.

Há um senso especial de comunidade no mundo da FC que encontra seu caminho direto na sala de aula; novas idéias podem ser lançadas de um para o outro, criando discussões em sala de aula muito excitantes: novas palavras, novos mundos, novos conceitos, todos para serem explorados juntos.

Finalmente então, meu prazer em ensinar ficção científica está integralmente atado às razões pelas quais eu amo lê-la: é um conteúdo realmente excitante! Nós vivemos num mundo de ficção científica e não podemos abrir nossos jornais sem ler histórias de FC transformadas em verdade: no New York Times, manchetes dizem "Cometa Vai Atingir Júpiter", "Funerais Domésticos Drive-Through Ganham Aceitação", "3 Cientistas Dizem Que a Viagem no Tempo Não Está Muito Distante"; artigos em revistas descrevem congelamento à vácuo de nossos animais de estimação, panfletos oferecem oportunidades para piquenique em Three Mile Island.

Quando eu não estou lendo as notícias, eu estou mandando e-mails para uma filha ou ouvindo outra ponderando que se ela pudesse clonar à si mesma, então ela poderia dizer à sua filha algum dia, "Eu sei exatamente o que você está pensando!"

Nos mais de vinte anos desde que eu comecei a ensinar ficção científica, o mundo e sua tecnologia mudaram enormemente. A ficção científica, por sua própria natureza, sugere que o futuro será ainda mais estranho do que podemos imaginar; isso nos faz flexíveis, tolerantes ao que virá; ela se esforça para nos fazer ansiosos por conhecer esse futuro - ou nos dá a previdência para evitá-lo. Se eu puder exitosamente ajudar meus estudantes a se prepararem para o futuro em que viverão - e fazê-los gostar de ler também - todos os perigos e políticas que eu encaro tornam-se um pequeno preço à pagar.

TRABALHOS CITADOS:

Hartwell, David. Age of Wonders. New York: Walker and Co., 1984.
Toffler, Alvin. Future Shock. New York: Bantam, 1970.
Vonnegut, Kurt, Jr. God Bless You, Mr. Rosewater. New York: Dell Publishing Co., 1972.

traduzido por Alexis B.Lemos

domingo, 26 de outubro de 2008

Os melhores contos de medo, horror e morte



SUMÁRIO
Morrer de medo, viver de medo

1. MEDO, SUSTO E HORROR

Edgar Allan Poe - O poço e o pêndulo
O gato preto
Charles Dickens - O Capitão Assassino
Sheridan Le Fanu - Estranho incidente na vida do pintor Schalken
Bram Stoker - O hóspede de Drácula
Horacio Quiroga - O travesseiro de penas
H.P. Lovecraft - Os ratos nas paredes
Emilia Pardo Bazán - A ressuscitada
Franz Kafka - O abutre
Humberto de Campos - Os olhos que comiam carne
Ambrose Bierce - Um acontecimento na ponte de Owl Creek
Robert Louis Stevenson - Markheim


2. MEDO, CLIMA E COTIDIANO

Nathaniel Hawthorne - O experimento do dr. Heidegger
Vladimir Korolenko - A voz do vento
Gustave Flaubert - A lenda de são Julião Hospitaleiro
Inglês de Souza - Acauã
Honoré de Balzac - O recruta
Machado de Assis - A causa secreta
Rudyard Kipling - O retorno de Imray
G.K. Chesterton - A rua zangada
D.H. Lawrence - O campeão do cavalinho de balanço
Jerome K. Jerome - O dançarino
Arthur Machen - Abrindo a porta
Edith Wharton - Uma garrafa de Perrier
Dino Buzzati - O sonho da escada
Flávio Moreira da Costa - Os mortos
Obras do organizador

Os melhores contos de medo, horror e morte - organiz. Flávio Moreira da Costa [ Download ]

Ficção Científica: uma narrativa da subjetividade homem-máquina


(Na virada do século XX para o XXI assistimos a um fato curioso: os monstros e os mundos possíveis da ficção científica parecem escapar das páginas de livros e telas de cinema e se materializar em nossos laboratórios.
O rato com orelha humana nas costas, o computador enxadrista Deep Blue, o canadense Steve Mann – o cyberman,1 o ciberespaço e a realidade virtual são alguns exemplos. Esses seres e mundos híbridos, frutos das tecnologias de informação e da comunicação mediada por computador, indicam a perda de nitidez nas fronteiras modernas entre orgânico/maquínico, natural/artificial, físico/não-físico, corpo/mente, factual/ficcional produzindo dois eixos de
problematizações que interessam a este artigo. O primeiro eixo refere-se às mudanças dos conceitos e relações entre humanos e técnica que nos faz repensar as fronteiras ontológicas e epistemológicas modernas. O segundo remete ao fato de os seres e mundos híbridos parecerem personagens e paisagens da ficção científica, o que desperta a curiosidade por entender
como o termo híbrido ficção científica tornou-se tão adequado para descrever o contexto cultural e científico da Atualidade...)


Ficção Científica: uma narrativa da subjetividade homem-máquina
Fátima Regis de Oliveira - [ Download ]

Ilustração de Beksinski

sábado, 25 de outubro de 2008

Site e evento Steampunk no Brasil


Senhoras e Senhores a Sociedade Paulista Steampunk convida a todos os admiradores deste gênero para o Primeiro Evento Steampunk Paulista que acontecera neste dia 29/11/2008.

Mais informações, no site Sociedade Paulista Steampunk

Escritoras de ciencia ficción y fantasía

¿Nos contará de los otros mundos allá entre las estrellas, de los otros hombres, las otras vidas?
Ursula K. Le Guin

"Creo que si hay un género propio de este siglo que acaba es la ciencia ficción: la expresión de las inquietudes, reflexiones, perspectivas que ofrecen a la imaginación creadora, los descubrimientos de la ciencia, el avance de la tecnología y los cambios sociales que han conmocionado profundamente la concepción tradicional del mundo. Y así, transgrediendo los límites de los
espacios que nos son familiares (nuestro mundo-planeta), y del tiempo conocido (presente y pasado históricos), este género se convierte en una ficción especulativa sobre el futuro que nos aguarda –no sólo en sus aspectos científico-tecnológicos, sino también políticos, sociales, humanos -, y una especulación asimismo sobre otros mundos, otras dimensiones de la realidad
que pudieran existir.

Excluida con frecuencia por la crítica de la literatura general (la “gran literatura”), bajo la etiqueta de ciencia ficción (CF) se han publicado sin embargo un ingente número de obras. De la ciencia ficción dura a las novelas de aventuras espaciales (space opera); de la fantasía heroica al ciberpunk, o a las utopías y antiutopías, es una narrativa tan diversa en subgéneros y temas
como desigual en calidad literaria.

Sin duda, todavía hoy sigue teniendo mucho de guetto: la mayoría de los autores escriben exclusivamente ciencia ficción, al igual que hay un público especializado en su afición al género. Éste cuenta con sus propias revistas y fanzines, asociaciones, convenciones e incluso premios literarios. Un dato curioso –y digno de mayor estudio- es el notable número de matrimonios
compuestos por autora y autor de CF, y que con frecuencia escriben en colaboración parte de su obra.

Hay en la ciencia ficción creaciones que han pasado, por derecho propio, a formar parte de la historia de la literatura, y que no sólo han cuestionado nuestra concepción de la realidad, sino también presentan críticas radicales a las sociedades existentes, y a las manipulaciones de la tecnología y la ciencia.
Pero también hay otro gran número escritas para un consumo rápido, de pura evasión, por lo cual poco tienen de auténtica ficción especualtiva, y sí, con frecuencia, son ejemplo de los defectos que se achacan al género: no sólo falta de calidad en lo que al lenguaje literario se refiere, sino una tendencia al maniqueísmo y moralismo más tópicos, al servicio de unos valores culturales, sociales y políticos conservadores, tendencia que se agudiza, como veremos, en el tratamiento que muchos autores dan a las mujeres en sus obras... Lola Robles. "

ÍNDICE

Prólogo
Autoras por orden alfabético
Antologías de escritoras de ciencia ficción y fantasía
Bibliografía crítica
.Mujeres y ciencia ficción
.Obras generales
.Ciencia ficción en España y América Latina
Antologías de ciencia ficción consultadas
Antologías de ciencia ficción española y latinoamericana consultadas
Revistas y fanzines consultados
Sitios web consultados
Índice de autoras españolas y Latinoamericanas
Índice de autoras que usan seudónimo
Índice de seudónimos

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Steam and Steel - a guide to fantasy steamworks



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On Writing - Stephen King


This is a short book because most books about writing are fulled with bullshit. Fiction writers, present company included, don’t understand very much about what they do—not why it
works when it’s good, not why it doesn’t when it’s bad.
I figured the shorter the book, the less the bullshit.
One notable exception to the bullshit rule is The Elements of Style, by William Strunk Jr. and E. B. White. There is little or no detectable bullshit in that book.
(Of course it’s short; at eighty pages it’s much shorter than this one.)
I’ll tell you right now that every aspiring writer should read The Elements of Style.
Rule 17 in the chapter titled Principles of Composition is “Omit needless words.” I will try to do that here.


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sexta-feira, 24 de outubro de 2008

Star Wars Incredible cross-sections - The Phantom Menace




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Antologia de La Ciencia Ficción espanhola - 1982-2002

La ciencia ficción española ha alcanzado su madurez con el cambio del milenio. Después de los difíciles años de gestación, recogidos ya en la histórica "Lo mejor de la ciencia ficción española", las dos décadas que centran la antología de Julián Díez han marcado la consolidación literaria del género en España y la aparición de la mejor generación de autores.

Doce nombres y doce historias que son un fiel reflejo de la vitalidad de la ciencia ficción española, de su riqueza imaginativa y de su calidad literaria. Doce voces que marcan el territorio, los temas y las preocupaciones de su generación, y señalan las sendas de futuro en un género dominado por la literatura anglosajona.

El magnífico estudio introductorio de Julián Díez ofrece la historia y las claves para entender la ciencia ficción en España. Todo ello convierte esta antología en un punto de referencia ineludible para los amantes de la buena literatura.

Incluye:

* Agradecimientos
* Ciencia ficción española: un análisis en perspectiva, por Julián Díez
* Mein Führer, por Rafael Marín
* La estrella, por Eliá Barceló
* El rebaño, por César Mallorquí
* El centro muerto, por León Arsenal
* El bosque de hielo, por Juan Miguel Aguilera
* Otro día sin noticias tuyas, por Juan Carles Planells
* Un jinete solitario, por Rodolfo Martínez
* Nada personal, por Armando Boix
* Los herederos, por Daniel Mares
* Días de tormenta, por Ramón Muñoz
* Una esfera perfecta, por Eduardo Vaquerizo
* Entre líneas, por José Antonio Cotrina
* Recomendaciones
* Bibliografía


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Quantum Dreams - The art of Stephan Martiniere





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De King Kong a Einstein - La Física de la Ciencia Ficción


Reseña: La ciencia ficción es un poderoso vehículo con el que pueden traspasarse incluso los límites de la imaginación humana. Permite entrever el sueño de la inmortalidad, hace posible el viaje espacial a distantes sistemas estelares o revisitar el pasado de la Tierra.

Un vehículo de exploración que, de la mano de los mitos del género como Frankenstein, Superman o Terminator, constituye no sólo un mero entretenimiento sino una vía alternativa de aproximación al mundo de la ciencia. La búsqueda de los principios físicos que rigen el universo se convierte así en un reto fascinante, lúdico y sorprendente., a la vez que ejercita el espíritu crítico y conveniente escepticismo. Odiseas en tierras de gigantes, gorilas e insectos colosales; hombres menguantes y universos contenidos en una gota de agua; cruceros por el océano de la noche, recalando en mundos livianos y planetas de gravedad aplastante; improbables superhéroes que sortean los límites de la física; delirios de sabios locos jugando a ser dios con electricidad; temerarios viajeros en plena cruzada al centro de la Tierra; holocaustos nucleares y tierras anegadas por mares infinitos; náufragos a la deriva por los procelosos corredores del tiempo; cronoseísmos, hiperespacio y agujeros de gusano. Son algunas paradas de este viaje alucinante al mundo de la física.

Prólogo

1. King Kong, hombres menguantes y universos en una gota de agua

1.1. Atención: cuidado con las hormigas
1.2. La física de Gulliver: gigantes y enanos
1.3. Veinte mil leguas de viaje submicroscópico
1.4. Máquinas y artilugios de éste y otros mundos

2. Una odisea en el espacio: del Enterprise al Halcón Milenario

2.1. Cinco, cuatro, tres, dos, uno…¡Ignición!
2.2. De la Tierra a …¡Barsoom!
2.3. “Jefe oro a jefe rojo: en posición”
2.4. Mares cilíndricos, esferas de Dyson y estaciones orbitales
2.5. Se busca botones para ascensor espacial
2.6. ¿Rayos? ¡Rayos! Sinfonía para otra guerra de las galaxias

3. De Superman al hombre invisible: ídolos con pies de barro

3.1. Flash, el relámpago humano
3.2. Del hombre murciélago al hombre araña
3.3. Superman, un superhéroe modélico
3.4. Nuevos hombres para el mañana
3.5. En busca del hombre invisible

4. ¿Sueña Frankenstein con ovejas eléctricas?

4.1. Fantasías eléctricas y magnéticas
4.2. El monstruo de Frankenstein y la electrobiología
4.3. Emulando a los dioses: recetas para la inmortalidad
4.4. Los (pseudo) poderes de la mente

5. Leyendas de un planeta llamado Tierra

5.1 Pic-nic en el centro de la Tierra
5.2 Holocaustos: del mundo de Mad Max al invierno nuclear
5.3 Tornados, volcanes y otras catástrofes
5.4 Del martillo de Lucifer al martillo de Dios

6. Guía para viajeros del tiempo

6.1 Próxima estación: siglo XX. Correspondencia con otras líneas de tiempo
6.2 ¿Dentro de cien años todos calvos? Trances hipnóticos y criogenia
6.3 Nietos psicópatas, casualidad y paradojas
6.4 La física de los viajes en el tiempo
6.5 Naves generacionales e imperio galácticos
6.6 Agujeros de gusano y otros legados de la realidad general


De King Kong a Einstein - La física en la ciencia ficción
- Manuel Moreno Lupiáez e Jordi José Pont [ Download ]

Los mejores relatos de fantasia - Avram Davidson


Tienda de chatarra, John Brosnan (Junk Shop, 1968)
Del tiempo y la Tercera Avenida, Alfred Bester (Of Time and Third Avenue, 1951)
Cada cual su botella, John Collier (Bottle Party, 1939)
Tal como está, Robert Silverberg (As Is, 1968)
La capa, Robert Bloch (The Cloak, 1939)
Piedra de toque, Terry Carr (Touchstone, 1964)
Doctor Bhumbo Singh, Avram Davidson (Dr. Bhumbo Singh, 1982)
El héroe es único, Harlan Ellison (The Cheese Stands Alone, 1981)
El tritón malasio, Jane Yolen (The Malaysian Mer, 1982)
Bébase entero: contra la locura de masas, Ray Bradbury (Drink Entire: Against the
Madness of Crowds, 1975)
Elephas Frumenti, L. Sprague de Camp (Elephas Frumenti, 1950)
Tellero Bo, Theodore Sturgeon (Shottle Bop, 1948)
El huevo de cristal, H. G. Wells (The Crystal Egg, 1900)
La mujer del vestido genético, Daniel Gilbert (The Woman in the Designer Genes,1980)

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quinta-feira, 23 de outubro de 2008

Cyberpunk, Feitiçaria e Paranóia - Universo RPG

"Podemos traçar algumas diferenças entre a literatura cyberpunk e as outras formas de ficção científica realizadas até então: a tecnologia aparecia não como uma projeção de como vai ser o futuro - como no caso de The Shape of Things to Come (Os Ventos da Mudança), de H. G. Wells, mas para criar um cenário capaz de gerar uma alegoria crítica da sociedade atual. O próprio futuro não é mais o longínquo – como em A Fundação, de Isaac Asimov, que fala sobre um império do ano 5000 –; mas as décadas de 2010 e 2020, do ponto de vista da década de 1980. Os protagonistas não são heróis virtuosos escolhidos para uma missão a Júpiter – como 2001, de Arthur Clark. São pessoas comuns, integrantes do povo, com os vícios e defeitos humanos. (Lemos e Pérsio, 2002)"

Cyberpunk, Feitiçaria e Paranóia - Novas Tecnologias e Subjetividade no RPG
Claudio Faria Marques [ Download ]

Manual de una Maquina Del Tiempo e Los mejores ordenadores en la Ciencia Ficción


Manual de una Maquina Del Tiempo
Si hay un tema "clásico" por excelencia en la ciencia ficción es el del viaje en el tiempo. Ya sea para cazar a un dinosaurio, para explorar un futuro remoto o para pasear junto a nuestros antepasados, la posibilidad de burlar a la flecha del tiempo ha despertado la imaginación de la mayor parte de los escritores del genero. A continuación daremos nuestro propio paseo por algunas de las mejores obras sobre este apasionante tema.
¿CUANTOS TIPOS DE VIAJE EN EL TIEMPO CONOCEMOS?

Los mejores ordenadores en la Ciencia Ficción
¿Cuál es el computador mejor construido de la ciencia ficción?. La verdad es que hay muy pocos ordenadores que sean "creibles" en la ciencia ficcion: ¿La razon?. Como norma general, o son demasiado "humanos"... o simplemente no existen. En muchas obras, el ordenador no se comporta como una maquina, con ambiciones de maquina. Es un personaje mas de la obra, y resultan tan "empaticos" que uno no puede dejar de considerarlos como un ser humano mas, con todas las virtudes y defectos de este planteamiento.


Manual de una Maquina Del Tiempo e Los mejores ordenadores en la Ciencia Ficción
- Cristóbal Perez-Castejón [ Download ]

Construção e destruição dos estereótipos de gênero nas séries televisivas de Ficção Científica no século XXI


Existe um acordo geral de que a primeira obra literária de Ficção Científica foi escrita
por uma mulher.
Falamos de Frankenstein, de Mary Shelly, publicada em 1818.
A qualificação como Ficção Científica vem do fato de se tratar de acontecimentos verossímeis embora irreais; verossímeis devido aos conhecimentos científicos e tecnológicos do momento, ou devido à futura projeção científica da humanidade. Essa é uma diferença fundamental com a literatura fantástica nas suas diversas manifestações, pois a literatura fantástica, a diferença da Ficção Científica, mostra mundos impossíveis, irreais, fruto das elaborações onde mitos, lendas e mágica se misturam. Assim em Frankenstein, pela primeira vez, os conhecimentos científicos de uma época servem para fazer crível o fantástico: o monstro é uma criação humana, não surge, como o caso de Drácula, do mito ou da lenda.


Construção e destruição dos estereótipos de gênero nas séries televisivas de Ficção Científica no século XXI - Dra. Cristina Amich Elías [ Download ]

Complete Idiot's Guide to Publishing Science Fiction

"Karl Schroeder and I co-wrote this comprehensive guide to science fiction publishing that was published in 2000. Despite its age, it has held up remarkably well, especially the pieces on how to write your stories and prepare your manuscripts. I get a lot of questions from starting writers about how to break in, and I always point them as this book."
Cory Doctorow


Complete Idiot's Guide to Publishing Science Fiction-Karl Shroeder/Cory Doctorow [ Download ]

Como a ficção científica conquistou a atualidade


"As novas tecnologias de informação e a comunicação mediada por computador têm produzido mudanças profundas nas condições de subjetividade e possibilidades de experiência humana. Curiosamente, pesquisadores e artistas que se dedicam à questão convergem para temáticas de ficção científica. A proposta deste artigo é tentar compreender como a ficção científica, de gênero literário menor, restrito a fãs, conquistou a vanguarda artística e acadêmica, tornando-se a ficção da atualidade."

Como a ficção científica conquistou a atualidade: tecnologias de informação e mudanças na subjetividade - Fátima Regis de Oliveira [ Download ]

quarta-feira, 22 de outubro de 2008

Jornada nas estrelas: da ficção científica à ufologia



"Os roteiristas de Jornada sempre foram pródigos em colocar a tripulação defronte ou no encalço de poderes e mistérios que ultrapassavam os limites do conhecido mas que, na aparência, pareciam humanos, demasiado humanos.
Era uma fórmula corrente entre os ficcionistas de referirem-se às injunções da vida, quer fossem elas inerentes a entidades equiparáveis a deuses ou aos próprios homens.
No episódio 'Errand Of Mercy' (Missão De Misericórdia, escrito e co-produzido por Gene L. Coon e dirigido por John Newland), Kirk e Spock descem ao planeta Orgânia, habitado por uma cultura que o tricorder (misto de computador, sensor e gravador portátil) indica estar estagnada há dez milênios em patamares medievais, a fim de evitarem a invasão do Império Klingon, raça militarista e guerreira que de primeira e grande inimiga da Federação, evocando os russos, passaria a aliada a partir de A Nova Geração.
Entretanto, para surpresa das duas partes em disputa, os organianos revelam-se seres totalmente incorpóreos e puramente energéticos. A forma humanóide que haviam assumido e as construções erguidas à sua volta constituíam-se em meros convencionalismos para que os visitantes pudessem ter pontos de referência decodificáveis.
Como disse Spock, 'Os organianos estão para nós na escala da evolução assim como estamos para a ameba'."

Jornada nas estrelas: da ficção científica à ufologia - A transposição das telas para o cenário ufológico - Cláudio Tsuyoshi Suenaga [ Download ]

Pale blue dot - A Vision of the Human Future - Carl Sagan


WANDERERS: AN INTRODUCTION

YOU ARE HERE
ABERRATIONS OF LIGHT
THE GREAT DEMOTIONS
A UNIVERSE NOT MADE FOR US
IS THERE INTELLIGENT LIFE ON EARTH?
THE TRIUMPH OF VOYAGER AMONG THE MOONS OF SATURN THE FIRST NEW PLANET AN AMERICAN SHIP AT THE FRONTIERS OF THE SOLAR SYSTEM
SACRED BLACK EVENING AND MORNING STAR
THE GROUND MELTS
THE GIFT OF APOLLO
EXPLORING OTHER WORLDS AND PROTECTING THIS ONE
THE GATES OF THE WONDER WORLD OPEN SCALING HEAVEN
ROUTINE INTERPLANETARY VIOLENCE
THE MARSH OF CAMARINA
REMAKING THE PLANETS
DARKNESS
TO THE SKY!
TIPTOEING THROUGH THE MILKY WAY
ABOUT THE AUTHOR
ACKNOWLEDGMENTS
REFERENCES

Pale Blue Dot - Carl Sagan [ Download ]

IDIOS KOSMOS - Claves para Philip K. Dick


INTRODUCCIÓN

PARTE I. VIVIR EN LA DESMESURA

Capítulo 1. Historia Clínica.
Capítulo 2. "Paperback Writter".
Etapa Política (1951-1960)
Etapa Metafísica (1961-1970)
Etapa Mesiánica (1970-1981)
Capítulo 3. Un Sincretismo Californiano

PARTE 2. VINO VIEJO EN ENVASES DESCARTABLES

Capítulo 4. Falsificaciones, apariencias, ilusiones
Capítulo 5. Entropía y Caritas
Capítulo 6. Dioses y Demiurgos.
Capítulo 7. Salvator Salvandus.

PARTE 3. EL ALMA ESCINDIDA
Capítulo 8. VALIS: el Apocalipsis de 1974
Capítulo 9. No "hubo inmediata respuesta".
Capítulo 10. Esquizoidia y Gnosis.

APÉNDICE
Crítica androide y crítica empática.
El cerebro dividido

BIBLIOGRAFÍA
LAS NOVELAS DE PHILIP K. DICK.
NOVELAS DE PUBLICACIÓN PÓSTUMA
ANTOLOGÍAS DE CUENTOS
Entrevistas con Philip K. Dick.
Bibliografía
Crítica

IDIOS KOSMOS - Claves para Philip K. Dick - Pablo Cmpanna (92) - [ Download ]

terça-feira, 21 de outubro de 2008

Ridley Scott compara BLADE RUNNNER com ANNIE, A PEQUENA ORFÃ

No dia 14 de Julho, em Los Angeles, um evento único, reuniu no antigo set de filmagem de Blade
Runner, nos estúdios Warner Brothers, o diretor Ridley Scott, o co-roteirista Hampton Fancher e
convidados.

Para os fãs de BLADE RUNNER foi uma ocasião especial, não apenas pela primeira apresentação
totalmente digital (som e video) do filme, mas por poder testemunhar durante a sessão de
perguntas e respostas, um acalorado debate entre Scott e Fancher, sobre a questão de Deckard ser ou não um replicante.

O evento beneficente, que teve todos seus ingressos vendidos, foi organizado visando levantar
fundos para a organização Brain Trust, dedicada ao produtor e artista Paul Prischman, que sofre
de câncer no cérebro.

Após a exibição do filme, ovacionado pela plateía presente, Ridley subiu ao palco e respondeu
perguntas, como o por que do filme ainda permanecer tão popular.

'Pelo fato de que, apesar de terem sido feitos muitos filmes de Ficção Científica desde BLADE
RUNNER, poucos são realmente bons. Talvez apenas um para cada dez.'

Scott acha que deve muito de sua habilidade como diretor, por ter sido operador de câmera em seus primeiros filmes e comerciais.

'Eu era o cara atrás das câmeras de DUELISTAS, em ALIEN e LEGEND, mas quando vim para os EUA para filmar BLADE RUNNER, fui proibido de ser meu próprio cameraman. Era como para um pintor, ter as mãos arrancadas. Tudo para mim acontece ali no visor da câmera. Você trabalha essencialmente como um fotógrafo, e penso que outros diretores deveriam tentar, porque a integração, a comunhão com os atores fica bem mais próxima. E os atores gostam de saber que você se importa, que não está indiferente, mas ligado a eles por trás das lentes. É muito importante.'

Um dos aspectos conhecidos sobre BLADE RUNNER foi o esquema rigoroso de filmagem noturna, onde por 16 semanas, a equipe de produção dificilmente via a luz do dia. Perguntado se isso havia contribuído para compor o aspecto sombrio do filme, a resposta surpreendeu a todos: Revista sem quadrinhos.

'Eu acho que Batman e Super-homem eram noturnos, e para popularizar BLADE RUNNER, eu queria que fosse como uma tira de quadrinhos. Hampton estava sempre me mostrando
quadrinhos, e nós falavamos muito a respeito disso. Annie*, a pequena orfã é sombria - Daddy
Warbucks é tão sinistro - é como O SILÊNCIO DOS INOCENTES! Repleta de pequenas coisas terriveis e corpos em espaços pequenos, eu prestei muita atenção nos desenhos, particularmente de Harold Gray - eles eram bons para a época.

'Enquanto eu filmava BLADE RUNNER, eu tinha em mente que faziamos um cartoon. Você poderia colocar Batman nos cenários do filme - e funcionaria. Acho que BLADE RUNNER é uma tirinha de quadrinhos sofisticada.'

Como sempre, em qualquer discussão sobre BLADE RUNNER, a grande pergunta:
Deckard era ou não um replicante? E por que o unicórnio foi escolhido como simbolo?

'Eu tinha que encontrar algo que fosse único, e que Gaff não pudesse ter pensado simplesmente. Eu já estava pensando no meu filme seguinte, LEGEND, onde haveriam unicórnios, então pensei, por que não usar um unicórnio? Assim eu já poderia testar como faria aquele maldito chifre parecer real.'

Havia outro aspecto do sonho de Deckard que atormentava o diretor - o cenário de fundo.

'Já que todo o filme se passa em uma paisagem urbana; onde se travaria a parte psicológica, da
sua imaginação? Eu pensei, deveria ser na natureza. Este é um dos motivos pelo qual o final original não faz sentido, quando eles fogem para a natureza. Pois, se haviam lugares como aquele, por que eles iriam escolher viver naquela porcaria de cidade? O sonho deveria ser o único momento do filme em que, na natureza, se encontra a beleza e a normalidade; talvez por isso tentamos fazer Deckard um pouco romântico.

Scott diz que seu atual entendimento do filme o fez mudar seu pensamento em relação a Deckard.
'Compreendo agora o ponto principal do filme - se eu conseguisse defini-lo com uma palavra, esta
seria paranoia. Se o principal personagem, o detetive, o caçador, o BLADE RUNNER, ao olhar as
fichas dos replicantes e penetrar no meio deles (que são tão humanos quanto é possível ser),
começaria a pensar, por que trabalhava para o departamento, eles não estariam querendo testá-lo, como um nexus seven? Isso se chama paranoia. O conceito inteiro de Deckard ser um replicante, envolve o origami de Gaff - Gaff não estava no livro, ele é uma invenção, para colocar mais tensão na história, então, ao final do filme, ele deixa claro, o que ele diz é "sei algo sobre seus pensamentos que só você poderia saber - e o único jeito de eu saber disso é por que sou parte da equipe que o criou."'

Neste ponto, o co-roteirista Hampton Fancher, que sempre negou a possibilidade se Deckard ser
outra coisa se não humano, balançou a cabeça e disse: 'Ridley não sabe o que diz, está
completamente errado.'

A audiência explodiu em gargalhadas, e Fancher continuou:

'Sua ideía é complexa demais. Acho que existe uma metáfora que funciona bem no filme - para mim pelo menos, é como se deseja alguma coisa e se fracassa; sempre acontece isso. Nunca temos certeza de estarmos sendo genuínos, verdadeiros. Não sinto a autenticidade - talvez Ridley sim.
(Risos)

Ele continua:
'A questão sobre ser ou não um replicante, deve permanecer uma dúvida eterna. Não tem uma resposta e é o que eu sempre digo, é o que Pound dizia, a arte duradoura é aquela que não oferece resposta. Gosto de me perguntar sobre Deckard, gosto quando me perguntam, mas penso que é uma tolice respondê-la...não me interessa.'

O moderador decide então interromper e pergunta para a audiência, quem acha que Deckard era - ou não - um replicante. Surpreendente a reação é quase dividida, mas com pequena vantagem para um Deckard de laboratório.

Ao final, Ridley respondeu uma última pergunta sobre os rumores de conflitos no set, entre o diretor e a equipe durante as filmagens.

Scott admitiu que seus filmes são difíceis de serem feitos, mas que as pessoas que não estavam contentes de trabalhar nele, não deviam estar no negócio de cinema.

texto original



*Harold Gray criador de 'Annie, a pequena orfã', publicou mais de mil tiras entre 1924 e 1927.
A história é sobre uma menina que foge do orfanato e acaba adotada por Daddy, salva o vira-latas Sandy, entra para o circo e conhece o elefante Pee Wee, e então, sozinha e sem
dinheiro, bota o pé na estrada numa série de perigosas, porém edificantes aventuras.

segunda-feira, 20 de outubro de 2008

THE CAMBRIDGE COMPANION TO SCIENCE FICTION

Part 1. The history
1 Science fiction before the genre
brian stableford
2 The magazine era: 1926–1960
brian attebery
3 New Wave and backwash: 1960–1980
damien broderick
4 Science fiction from 1980 to the present
john clute
5 Film and television
mark bould
6 Science fiction and its editors
gary k. wolfe

Part 2. Critical approaches
7 Marxist theory and science fiction
istvan csicsery-ronay, jr
8 Feminist theory and science fiction
Veronica hollinger
9 Postmodernism and science ction
andrew m. butler
10 Science fiction and queer theory
wendy pearson

Part 3. Sub-genres and themes
11 The icons of science fiction
gwyneth jones
12 Science fiction and the life sciences
joan slonczewski and michael levy
13 Hard science fiction
kathryn cramer
14 Space opera
gary westfahl
15 Alternate history
andy duncan
16 Utopias and anti-utopias
edward james
17 Politics and science fiction
ken macleod
18 Gender in science fiction
helen merrick
19 Race and ethnicity in science fiction
elisabeth anne leonard
20 Religion and science fiction
farah mendlesohn

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domingo, 19 de outubro de 2008

A PSICANÁLISE DOS CONTOS DE FADAS - BRUNO BETTELHEIM


A PSICANÁLISE DOS CONTOS DE FADAS - BRUNO BETTELHEIM [ Download ]

Fortaleza Digital - Dan Brown


Prólogo
Plaza de Espana Sevilha, Espanha 11:00 hs da manhã

Dizem que, quando chega a hora da morte, tudo se torna claro. Ensei Tankado sabia agora que isso era verdade. Quando caiu no chão com fortes dores, apertando o peito com a mão, percebeu a dimensão terrível do seu erro. Algumas pessoas se aproximaram, cercando-o e tentando ajudar. Mas Tankado não queria ajuda. Era tarde demais. Levantou a mão esquerda, tremendo, e esticou os dedos. Olhem para a minha mão! As pessoas em volta olhavam, mas ele percebia que não estavam entendendo. Em um de seus dedos havia um anel dourado entalhado. Por um breve instante, as inscrições do anel reluziram ao sol da Andaluzia. Ensei Tankado sabia que essa seria a última luz que jamais veria.

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Planet of the apes - Pierre Boulle


CHAPTER ONE

Jinn and Phyllis were spending a wonderful holiday, in space, as far away as possible from the inhabited stars.

In those days interplanetary voyages were an everyday occurrence, and interstellar travel not uncommon. Rockets took tourists to the wondrous sites of Sirius, or financiers to the famous stock exchanges of Arcturus and Aldebaran. But Jinn and Phyllis, a wealthy leisured couple, were distinguished in their cosmos for their originality and a few grainsof poetry.

They wandered over the universefor their pleasure —by sail.


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Antologia de la Literatura Fantástica - Borges, Ocampo e Bioy Casares



La antología que presentamos

Para formarla hemos seguido un criterio hedónico; no hemos partido de la intención de publicar una antología. Una noche de 1937 hablábamos de literatura fantástica, discutíamos los cuentos que nos parecían mejores; uno de nosotros dijo que si los reuniér amos y agregáramos los fragmentos del mismo carácter anotados en nuestros cuadernos, obtendríamos un buen libro.

Compusimos este libro.
Analizado con un criterio histórico o geográfico parecerá irregular. No hemos buscado, ni rechazado, los nombres célebres. Este volumen es, simplemente, la reunión de los textos de la literatura fantástica que nos parecen mejores. Omisiones. Hemos debido resignarnos, por razones de espacio, a algunas omisiones. Nos queda material para una segunda antología de la literatura fantástica.

Deliberadamente hemos omitido: a E. T. W. Ho-fmann, a Sheridan Le Fanu, a Ambrose Bierce, a M. R. James, a Walter de la Mare. Aclaración. La narra ción titu lada El Destino es Chambón perteneció a una proyectada novela de Arturo Cancela y Pilar de Lusarreta sobre la revolución del 90. Gratitudes. A la señora Juana González de Lugones y al señor Leopoldo Lugones (hijo), por el permiso de incluir un cuento de Leopoldo Lugones.

A los amigos, escritores y lectores, por su colaboración.
ADOLFO BIOY CASARES, Buenos Aires, 1940

Antologia de La Literatura Fantástica - Jorge Luis Borges, Silvina Ocampo e Adolfo Bioy Casares
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sábado, 18 de outubro de 2008

Beyond Star Trek : Physics from alien invasions to the end of time



A combination of science and entertainment offers discussion on unanswered questions ranging from the existence of life on Mars and alien abductions to intergalactic space travel by humans and the possibilities of government conspiracies.


Beyond Star Trek: Physics from alien invasions to the End of Time - Lawrence M. Krauss
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Bestiário de Ciencia Ficcion



En la época medieval, una de las formas literarias predilectas fue el bestiario -descripción enciclopédica de animales- real, supuesto o imaginario. El autor del bestiario trataba no sólo de describir y clasificar las especies que sugería, sino que también presentaba los animales en fábulas cortas que podían ser utilizadas como enseñanza moral o religiosa. Así, el león es el símbolo del coraje real; la hormiga, el de la laboriosidad; y la tortuga, el de la perseverancia.

Através de las páginas de los bestiarios vagaban muchas criaturas familiares como también algunas otras, cuya existencia era, en el mejor caso, bastante incierta:
unicornios, grifos, basiliscos, dragones y otros similares.

Al recopilar los bestiarios, la zoología moderna les ha quitado gran parte de su diversión. Sabemos que nuestro planeta está poblado por muchos seres extraños y asombrosos: oricteropos, pangolines, ornitorrincos, y osos hormigueros; pero también nos hemos enterado que otros monstruos maravillosos como el fénix, el rocho y la quimera no se pueden encontrar aun en el punto más remoto del planeta.

Afortunadamente los escritores de ciencia ficción han intervenido para llenar este vacío del departamento de historia no-natural. A través de las páginas de las revistas de ciencia ficción han desfilado algunos de los animales más inverosímiles y fantásticos creados por la imaginación del hombre, desde el apogeo de los recopiladores de los bestiarios del siglo XII.

El primer escritor que se especializó concientemente en la zoología extraterrestre fue el lamentado Stanley G. Weinbaum. En su breve carrera, a mediados de la década del 30, creó una pasmosa multitud de animales alarmantes, muchos de los cuales figuran en este libro.
El éxito de Weinbaum inspiró a otros a contribuir con su parte de maravillas zoológicas. Reunidos aquí, para nuestro deleite y distracción, hallamos gnurrs, hurkles, hokas, escarabajos bach y una jirafa azul, para nombrar sólo unos de los pocos animales que componen esta fauna fantástica, y que han sido rescatados en estos cuentos por la paciente búsqueda de los escritores de ciencia ficción.

Lamento que este libro no sea más extenso; por cada bestia notable que encontramos aquí, otras dos o tres permanecen olvidadas, prisioneras -por ahora- en los desmenuzados archivos de las viejas revistas de ciencica ficción.

Robert Silverberg

Conteúdo:
El Hurkle es un animalito feliz, Theodore Sturgeon (The Hurkle is happy beast, 1949)
Abuelito, James H. Schmitz (Graridpa, 1955)
La jirafa azul, L. Sprague de Camp (The Blue Giraffe, 1939)
La máquina preservadora, Philip K. Dick (The Preserving Machine, 1953)
Una odisea marciana, Stanley G. Weinbaum (A Martian Odyssey,1934)
El «Sheriff» de Canyon Gulch, Poul Anderson and Gordon R. Dickson (The Sheriff of Canyon Gulch, 1951)
Los «Cáiganse muertos», Clifford D. Simak (Drop Dead, 1956)
Los gnurrs salieron del instrumento, Reginald Bretnor (The Gnurrs Come from the Voodvork Out, 1950)

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A divulgação científica contida nos filmes de Ficção Científica




Um alienígena e um robô saem de um disco voador, pousado no centro de Washington em O dia em que a Terra parou (1951), de Robert Wise; um ônibus espacial chega a uma estação orbital, ao som da valsa Danúbio Azul em 2001: uma odisséia no espaço (1968), de Stanley Kubrick ; ou, ainda, cientistas ouvem a melodia emitida por imenso disco voador, suspenso a poucos metros de suas cabeças, na inesquecível cena de Contatos imediatos do terceiro grau (1977), de Steven Spielberg.

É difícil avaliar quanto da noção de ciência e tecnologia que as pessoas têm não foi adquirido de filmes de ficção científica como estes, integrantes de um gênero que já abordou, de forma visionária, temas tão diversos quanto a astronáutica ou a clonagem.

Embora não exista um consenso entre os pesquisadores da área sobre o potencial educativo e de divulgação de ciência, ele existe e não é nada desprezível. Algumas obras já foram mencionadas como fonte de inspiração para cientistas.

Em seu livro Fritz Lang: the nature of the beast (New York: St. Martin’s Press, 1997), Patrick McGilligan lembra que foi por causa de A mulher na Lua que, em 1968, nos EUA, o cineasta alemão foi convidado de honra de um Space-Science Seminar, realizado num centro governamental de pesquisa em Huntsville, Alabama.

fonte: Ciência e Cultura

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sexta-feira, 17 de outubro de 2008

Lo Mejor de la Ciencia Ficción Rusa



Esta selección de cuentos ha nacido en la mente del editor, ante todo, como un antídoto contra la
banalidad. En efecto, se ha convertido en tema normal de conversación, ampliamente aprovechado por periodistas y conferenciantes, hablar del «gran florecimiento», de la «extraordinaria importancia», de la ciencia-ficción en la Unión Soviética.

Cualquier persona, dotada de un mínimo de facilidad de palabra, es capaz de improvisar, al menos durante tres cuartos de hora, sobre el tema de la relación entre la fantasía de ciencia-ficción y la mentalidad de la nueva clase de tecnócratas que está tomando las riendas del poder en la Unión Soviética.

También los parangones entre la ciencia-ficción soviética y la americana está al alcance de
cualquier mentalidad. Según el punto de vista del conferenciante, es posible escuchar que la ciencia-ficción soviética es inferior a la americana por un exceso de preocupaciones ideológico-políticas, o que es superior por su mayor limpieza moral y por un mayor y serio empeño humano.
Pero en cuanto se intenta pedir a estos locuaces conferenciantes que den algún nombre, que citen algún ejemplo concreto, entonces un velo de niebla empieza a caer sobre todo y a confundir peligrosamente los contornos.

Pueden estar satisfechos si oyen citar al clásico Nosotros, de Zamjatin, o la Aelita, de Tolstoj, textos que pertenecen, queriendo ser benévolos, a la prehistoria de la ciencia-ficción.

Por lo demás, la contestación que se les da más frecuentemente es que una búsqueda en este campo es muy complicada y que haría falta, un día u otro, afrontar el problema seriamente.
Ahora, el editor, persuadido de que la Unión Soviética no es la Luna, sino un país cercano y
contemporáneo nuestro, tal como lo son Francia, Estados Unidos, Alemania o el Congo, ha hecho lo más sencillo que quedaba por hacer, aunque hasta ahora nadie lo hubiese pensado: enfrentarse con el problema.

Se ha dirigido, para ello, a uno de los mayores expertos europeos en ciencia-ficción, el francés Jacques Bergier, autor de un ejemplar artículo sobre «Ciencia-ficción», en la Enciclopedia de la Pléyade, de Queneau, y habitual lector de la literatura soviética de anticipación. Pero no han faltado ayudas de la misma Unión Soviética. En primer lugar, tenemos el deber de agradecer a los hermanos Strugackij sus amplias sugerencias e informaciones y que hayan puesto a nuestra disposición material preciosísimo y difícilmente recuperable.

Una frase de una carta de los hermanos Strugackij podría citarse aquí como blasón para nuestro trabajo:
«Los cuentos que os hemos indicado, escribían los Strugackij, os los hemos propuesto, simplemente, porque,entre la producción de los últimos años, son los que más nos gustan a nosotros y a nuestros amigos apasionados por la ciencia-ficción».

Por lo tanto, la finalidad de esta antología no es el hacer la historia de la ciencia-ficción en la URSS, sino de proporcionar una verdadera radiografía del estado de la ciencia-ficción en la Unión Soviética, en estos años pletóricos de sputniks, de luniks y de proyectos interplanetarios; de ofrecer al lector occidental una idea, lo más exacta posible, de la mentalidad particular, del tipo de imaginación fantástica, de la carga sentimental del ciudadano soviético que esté destinado, posiblemente, a ser en el breve plazo de unos meses el primer hombre en el espacio.

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Ben Bova - The Future of Science



Where is science heading? Is it taking us on a one-way ride to oblivion, or leading the human spirit upward to the stars? Science fiction writers have been predicting both, for centuries.

"I have but one lamp by which my feet are guided," Patrick Henry said, "and that is the lamp of
experience. I know of no way of judging of the future but by the past."

Look at the past, at the way science and technology have affected the human race. Look far back.
Picture all of humanity from the earliest Homo erectus of a half-million years ago as a single human being. Now picture science as a genie that will grant that person the traditional three wishes of every good fable.

We have already used up one of those wishes. We are working on the second one of them now.
And the future of humankind, the difference between oblivion and infinity, lies in our choice of the third wish.

Our three wishes can be given classical names: Prometheus, Apollo, and Athena.

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Bajo el Signo de Alpha - Antologia de ciencia ficción y fantasia Mexicana


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Autumn - David Moody


Para cada sobrevivente, 100.000 mortos vivos.
Os vivos não tem a menor chance.

A série de ZUMBIS mais premiada.

AUTUMN
AUTUMN: THE CITY
AUTUMN: PURIFICATION
AUTUMN: DISINTEGRATION
AUTUMN: THE HUMAN CONDITION

Espalhe a infecção:
www.theinfected.co.uk

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Asimov Science Ficiton


Editorial: The 2005 Dell Magazines Award
Reflections: The Greatness of Cornelius Drible
Softly Spoke the Gabbleduck by Neal Asher
Point of Origin by Catherine Wells
The Summer of the Seven by Paul Melko
Kath and Quicksilver by Larry Niven & Brenda Cooper
He Woke in Darkness by Harry Turtledove
A Shadow Over the Land by Liz Williams
Bottom Feeding by Tim Pratt
A Birth by Carrie Richerson
Verse
On Books: Peter Heck
The SF Conventional Calendar
Letters

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quinta-feira, 16 de outubro de 2008

Aliens: The Anthropology of Science Fiction


Introduction: The Anthropology of the Alien
George E. Slusser and Eric S. Rabkin

Part One
Searchings: The Quest for the Alien
1. The Alien in Our Minds
Larry Niven
2. Effing the Ineffable
Gregory Benford
3. Border Patrols
Michael Beehler
4. Alien Aliens
Pascal Ducommun
5. Metamorphoses of the Dragon
George E. Slusser

Part Two
Sightings: The Aliens among Us
6. Discriminating Among Friends: The Social Dynamics of the Friendly Alien
John Huntington
7. Sex, Superman, and Sociobiology in Science Fiction
Joseph D. Miller
8. Cowboys and Telepaths/Formulas and Phenomena
Eric S. Rabkin
9. Robots: Three Fantasies and One Big Cold Reality
Noel Perrin
10. Aliens in the Supermarket: Science Fiction and Fantasy for “Inquiring Minds”
George R. Guffey
11. Aliens ‘R’ U.S.: American Science Fiction Viewed from Down Under
Zoe Sofia

Part Three
Soundings: Man as the Alien
12. H. G. Wells’ Familiar Aliens
John R. Reed
13. Inspiration and Possession: Ambivalent Intimacy with the Alien
Clayton Koelb
14. Cybernauts in Cyberspace: William Gibson’s Neuromancer
David Porush
15. The Human Alien: In-Groups and Outbreeding in Enemy Mine
Leighton Brett Cooke
16. From Astarte to Barbie and Beyond: The Serious History of Dolls
Frank McConnell
17. An Indication of Monsters
Colin Greenland


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A Scanner Darkly - Roteiro para o cinema

A Scanner Darkly (O Homem Duplo) é uma produção cinematográfica de 2006, dirigida por Richard Linklater, mesmo diretor de Waking Life. O filme é baseado no livro de mesmo nome de 1977, escrito por Philip K. Dick, autor de ficção científica com muitas adaptações para o cinema, como Minority Report, Paycheck, Total Recall ou Do Androids Dream of Electric Sheep?, que deu origem ao clássico Blade Runner.

A história remete ao tema das drogas, inspirada na própria experiência do autor ou de seus amigos, muitos dos quais mortos ou comprometidos pelo uso dessas substâncias. Em um futuro próximo, uma droga, a "Substância D", altamente viciante e de origem desconhecida passa a ser investigada pela agência "Novo Caminho", que para a tarefa, infiltra um agente entre um grupo de viciados. Embora seja um tempo em que tudo o que se faça seja vigiado, filmado e gravado, a identidade do agente é preservada pela tecnologia que, através de uma roupa, altera a fisionomia e a voz do indivíduo. (fonte Wiki)

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quarta-feira, 15 de outubro de 2008

A Ilha do Tesouro - Robert Louis Stevenson



Robert Louis Stevenson conheceu o sucesso literário em 1883, através da publicação deste livro.
Originalmente intitulada 'The Sea Cook' , Stevenson o escreveu para seu enteado de 12 anos.
O romance se inicia no século XVII, na Inglaterra, onde o pobre orfão Jim Hawkins, vê seu destino sendo mudado ao receber das mãos de um velho pirata, um mapa do tesouro.
Stevenson é considerado o criador do mito do pirata bravo e corajoso, com papagaio no ombro, perna de pau... e uma garrafa de rum.

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Introdução a la Literatura Fantástica - Tzvedan Todorov



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From Alien to The Matrix - Reading Science Fiction film




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segunda-feira, 13 de outubro de 2008

Os Melhores Contos Fantásticos



Conteúdo

Flávio Carneiro - Viagem pelo fantástico

1. Da Antiguidade ao Puritanismo

Bíblia Sagrada - Apocalipse
Narayana - O rato e o eremita
Wu Cheng'en - A sentença
Charles e Mary Lamb - A tempestade
Nathaniel Hawthorne - O jovem Goodman Brown

2. O Apogeu do Século XIX

E.T.A. Hoffmann - O Homem da Areia
Prosper Mérimée - A Vênus de Ille.
Robert Louis Stevenson - O Ladrão de cadáveres
Théophile Gautier - A cafeteira
- A morta apaixonada
Heinrich Heine - Deuses no exílio
Mary Shelley - O imortal mortal
Guy de Maupassant - Quem sabe?
- O Horla
Ivan Turgueniev - Um sonho
I.A. Ireland - Final para um conto fantástico
Edgar Allan Poe - Willian Wilson
A. P. Tchekhov - O sapateiro e a força maligna
Villiers de l'Isle Adam - Vera
Charles Dickens - O sinaleiro
- A história dos duendes que raptaram um coveiro
Honoré de Balzac - O elixir da longa vida
Hans Christian Andersen - A sombra
E Marion Crawford - Na cabine do navio
Charles Baudelaire - O jogador generoso

3. Atravessando o Século XX

Marcel Schwob - A cidade adormecida
Guillaume Apollinaire - O desaparecimento de Honoré Subrac
Saki - Sredni Vashtar
Horacio Quiroga - A insolação
Franz Kafka - Josefina, a cantora ou o Povo dos Ratos
Rudyard Kipling - Rikki-tikki-tavi
Anatole France - A missa das almas
Akutagawa Ryunosuke - Sennin
Oscar Wilde - O foguete notável
Ambrose Bierce - O estranho
Lafcadio Hearn - Um a promessa quebrada
Léon Bloy - Os prisioneiros de Longjumeau
Leopoldo Lugones - Os cavalos de Abdera
Jorge Luis Borges - Tlön, Uqbar; Orbis Tertius
Julio Cortázar - Carta a uma senhorita em Paris
Dino Buzzati - O bicho-papão

4. O Fantástico em bom Português

Manuel Bernardes - Lenda dos bailarins
Machado de Assis - As academias de Sião
Aluísio Azevedo - Demônios
Afonso Arinos - Uma noite sinistra
Eça de Queiroz - O defunto
Raul Brandão - O mistério da árvore
João Guimarães Rosa - Um moço muito branco
Murilo Rubião - Teleco, o coelhinho
Duílio Gomes - O ovo com solenidade

Bônus
Flávio Moreira da Costa - Mensch(s)
Obras do organizador Flávio Moreira da Costa

Os Melhores Contos Fantásticos - Organizado por Flávio Moreira [ Download ]
(Adoramos Ler)

Exploradores do Desconhecido



História em quadrinhos nacional, com ótimo roteiro e ilustrações excelentes, e como nada é perfeito, parece que a série chegou ao fim.

Exploradores do Desconhecido - Operação Salto Quântico

domingo, 12 de outubro de 2008

Jornadas nas Estrelas - Episódios originais - Livro 4



Deixei Star Trek no final de sua segunda temporada para trabalhar como free-lancer de novo. Naquele ano, fiz roteiros para Big Valley, Lancer e Chaparral, assim como duas histórias e um roteiro para a terceira temporada de Star Trek. Nos anos que se seguiram estive muito ocupada como escritora e, inclusive, recebi uma indicação para um prêmio da Associação de Escritores. Star Trek agora vivia através das reprises em estações de tevê no interior do país. Por volta de 1971, as convenções de Star Trek tiveram início.

Star Trek passou a ser incluída nos programas das convenções de ficção científica em geral. Nessa época, contudo, convenções dedicadas apenas a Star Trek começaram a ser organizadas.

Acredito que elas não apenas prolongaram a vida das reprises do seriado, como também conquistaram novos fãs com a “Star Trek completa".

Se alguém tivesse visto apenas a série em reprise, certamente assistira apenas episódios editados. As estações locais costumavam editar uns cinco minutos de história para poder acomodar o grande número de mensagens comerciais. Geralmente era a apresentação do episódio que sofria a incisão, mas o editor de cada emissora podia muito bem cortar as passagens que achasse melhor. Portanto, o mesmo episódio exibido em, vamos dizer, São Francisco, Los Angeles e San Diego poderia ter sido cortado de três formas completamente diferentes. Os organizadores das convenções alugavam cópias diretamente da Paramount e as exibia na íntegra.

Os famosos "bloopers" (erros de gravação) também surgiram nessa época e tornaram-se uma grande atração das Convenções.

Fui convidada para algumas Convenções (os escritores eram muito apreciados pelos fãs de Star Trek, um fato que nós, escritores, adorávamos: podíamos contar histórias sobre a origem e o desenvolvimento dos roteiros, enquanto os atores contavam anedotas sobre a vida em estúdio).

Nessa época surgiu o Star Trek Welcommittee, uma organização nacional que fazia a coordenação e a troca de informações entre os fãs individuais e demais fãs-clube, mantendo-os a par das atividades das convenções. Fiz amizades com muitos desses fãs.

Um dos fãs que mais impressionava a qualquer pessoa ligada a Star Trek era o jovem George La Forge**. Portador de uma deficiência física de nascença, que o mantinha confinado a uma cadeira-de-rodas, George não perdia uma convenção de Star Trek. Numa delas, Gene Roddenberry chegou a formalmente promovê-lo a almirante da Frota. A mãe de George uma vez disse acreditar firmemente que o interesse do filho por Star Trek tinha dado a George força para viver mais anos do que talvez conseguisse. Star Trek podia orgulhar-se disso ou dos vários jovens que escreviam dizendo que o seriado (ou um episódio específico) os encorajara a seguir uma carreira produtiva, uma educação, ou então os incentivara a trocar um caminho destrutivo de vida para um mais positivo. Alguns deles chegaram a comentar a esperança proporcionada pelo seriado, que os tirara até mesmo de uma depressão suicida. Algumas vezes os episódios apenas os faziam pensar. Star Trek podia ter orgulho disso também.
** Gene Roddenberry posteriormente homenageou esse fã dando seu nome a um dos personagens da Nova Geração, o engenheiro-chefe Geordi LaForge. (N.T.)

As convenções naquele tempo eram grandes, reuniam milhares de pessoas. Algumas convenções doavam seus rendimentos para organizações beneficentes; outras apenas faziam dinheiro para seus promotores. Esse tipo de atração deve ter feito alguém pensar porque, na primavera de 1973, Gene Roddenberry e Lou Scheimer, presidente da Filmation, me convidaram para almoçar. Eles me disseram que a NBC estava interessada em fazer uma versão em desenho animado de Star Trek para sua programação de sábado de manhã. A Filmation faria a animação;

Gene seria o produtor executivo e eu fui convidada a me unir ao time. Assinei contrato como produtora associada e editora de histórias.

Gene estava determinado a fazer de Star Trek um desenho animado que não fosse apenas para crianças. Deveria ser fiel ao seriado original e deveria contar histórias adultas, independente do fato de que a audiência de sábado de manhã era constituída basicamente por crianças. Esperávamos atrair telespectadores mais velhos. Além disso, a animação permitia uma nova dimensão impossível aos filmes com atores de verdade. As histórias poderiam acontecer em ambientes hostis (debaixo d'água, por exemplo). Cenários mais variados e mais complexos poderiam ser criados e novos alienígenas poderiam surgir sem ter de esbarrar na dificuldade de máscaras, maquiagens ou zipers aparecendo.
Apenas nos desenhos animados poderíamos desenvolver tão bem os felinóides carnívoros de Larry Niven, os Kzin. A animação tornou possível a participação de tripulantes alienígenas regulares, como o navegador Arex, com seus três braços e três pernas, e a tenente M'Ress, outra felinóide.
Também permitia aos fãs verem pela primeira (e única) vez como um "ursinho de pelúcia vulcano", o sehlat, realmente se parecia. As vozes pertenciam aos atores da série, Bill Shatner, Leonard Nimoy, DeForest Kelley, George Takei, Jimmy Doohan, Nichelle Nichols e Majel Barret, com a participação especial ocasional de Mark Lenard, que interpretava Sarek.

Participei da Convenção de Ficção Científica Mundial em Toronto naquele final de semana que coincidia com o feriado do Trabalho levando, com muita ansiedade, uma pequena amostra do nosso trabalho. Não tínhamos concluído nenhum episódio ainda e tudo que podíamos exibir era uma breve (um minuto!) seqüência do novo seriado. Eu estava programada para a noite de sábado e durante todo o dia ouvi comentários nada favoráveis quanto à versão animada de Star Trek. Havia previsões terríveis e observações mordazes sobre os desenhos para crianças e o clima estava absolutamente frio quando pedi ao operador que projetasse meu pedaço de filme para um salão lotado de fãs.

Então foi pura magia. A música familiar tomou conta dos alto-falantes e a Enterprise cruzou a tela novamente contra o fundo escuro de estrelas. O título e o nome dos atores também invadiram a tela. Não importava que fosse animação. Não importava que, para os objetivos da animação, o brilho prateado da nave tivesse de ser um cinza escuro para proporcionar o "movimento" na animação. A fidelidade ao original já no primeiro minuto de desenho ganhou a confiança dos fãs. Quando a tela escureceu, a audiência aplaudiu em delírio.

Então começou a propaganda boca a boca. Star Trek - o verdadeiro Star Trek — estava de volta, mesmo que em desenho animado.

O fato de a Associação de Escritores estar em greve entre março e junho daquele ano nos ajudou em nossa insistência quanto a qualidade do material do desenho. Excelentes escritores que provavelmente não estariam disponíveis nesse período encontravam-se sem emprego e trabalhar para um desenho animado era um campo perfeitamente legal para eles, uma vez que isso não fazia parte do estatuto da Associação de Escritores. Por isso chamamos veteranos de Star Trek como Sam Peeples, David Gerrold, Margareth Armen, Stephen Kandel, Paul Schneider e David Harmon para fazer os roteiros da primeira temporada. Walter Koenig escreveu um roteiro para nós. E eu escrevi Yesteryar.
A NBC estava muito preocupada com Yesteryar. Afinal, lá estava eu falando em eutanásia de um animal de estimação em um desenho para as manhãs de sábado: "Não se preocupem!", disse Gene. "Confiem em Dorothy". O resultado da história é o que eu sinto em relação à morte com dignidade de animais sofrendo dores horrorosas ou ferimentos severos. Pelo que eu saiba, a NBC jamais recebeu qualquer carta de protesto a respeito do final do desenho.

Embora a série de desenhos tenha durado duas temporadas, eu trabalhei nela apenas na primeira. Devido à natureza da animação e a extraordinária quantidade de tempo e dinheiro dispensada a um episódio de meia hora, a primeira temporada teve apenas dezesseis histórias. A segunda foi originalmente exibida com apenas seis episódios inéditos misturados aos antigos. Esse curto seriado em desenho animado, assim como seu predecessor, teve sua vida revigorada através das reprises e, posteriormente, através do videocassete e videodisco.

Voltei a escrever para seriados de tevê, como São Francisco Urgente, O Homem de Seis Milhões de Dólares, Elo Perdido e Police Woman. Em 1976, fui editora de histórias da série Viagem Fantástica. Logo depois trabalhei para Logan's Run. Esses dois trabalhos foram conseqüência direta da reputação que adquiri com Star Trek. Roteiros para Os Waltons, Dallas e outras séries ocuparam meu tempo no final dos anos 70.

Durante esse tempo houve uma tentativa de produzir outra série Star Trek.
Não sei por que o projeto não foi avante, mas alguém da Paramount notou o enorme sucesso de Guerra nas Estrelas, em 1977, e lembrou que a empresa também era dona dos direitos de uma aventura de ficção científica. Todos nós sabemos até onde isso levou - especialmente agora que, enquanto estou escrevendo esse texto, um roteiro para um sexto filme de cinema está em preparação. Os filmes tornaram um sucesso tão popular quanto lucrativo e acredito que serviram de incentivo para o anúncio de uma nova série Star Trek, logo depois que a série clássica completou seus 20 anos de existência.

O novo conceito estabelecia uma nova tripulação, especialmente um novo capitão, e a expansão da visão de Star Trek para os anos 80 e 90. Os fãs mais leais odiaram a idéia desde o início. Pela primeira vez, a correspondência que começou a chegar era de protesto. Talvez eles tenham se sentido mais seguros quando souberam que Gene Roddenberry estaria encarregado da nova série, assim como outros nomes familiares à equipe, como Bob Justman, Bill Theiss, John Dwyer, Charles Washburn, David Gerrold e... D.C. Fontana.

Mas um capitão careca? Uma nave com mil tripulantes, inclusive famílias? Um adolescente considerado um gênio e sua mãe médica? Uma mulher como oficial de segurança? Um andróide? Um oficial klingon na ponte? Não me admira que os fãs tivessem lá suas dúvidas. Era algo tão diferente da Star Trek que eles apoiaram tão fielmente durante anos... Afinal de contas, os fãs tinham Star Trek como algo muito seu.

Todos nós envolvidos na evolução de A Nova Geração também tínhamos particularmente nossas dúvidas. A tarefa era difícil de ser feita uma vez, impossível de se fazer duas vezes. Mesmo assim a equipe, o elenco, e todos envolvidos com A Nova Geração estavam determinados a realizar o impossível.

Produzir uma série de tevê é um verdadeiro exercício de loucura. É muito divertido fazer, mas requer longas horas de trabalho exaustivo, inclusive noites e finais de semana. Demanda total dedicação da mente e de nossas energias. Pessoas de criação raramente são muito tensas e a produção de uma série pode significar relações personalidades em conflito. Todos querem que o projeto seja um sucesso, apenas não concordam nos caminhos trilhados para atingir esse sucesso. Quando chega o dia em que o seriado recém-nascido é apresentado à audiência, uma cosa é definitiva: ou cai em seus primeiros passos ou então continua engatinhando e em crescimento. A Nova Geração está agora em seu quarto ano de sucesso.

Deixei a produção da nova série depois dos treze primeiros episódios e agora estou concentrada em escrever roteiros para cinema. Estou muito orgulhosa do fato de ter contribuído para as três versões de Star Trek.
Também tenho orgulho do fato de que escrevi mais roteiros para Star Trek*** do que qualquer outra pessoa e a maioria deles foi bem recebido e é lembrado com carinho pelos fãs.

Aconteceu no outro dia: parei numa livraria para comprar um livro de referência. Quando entreguei meu cartão de crédito, o vendedor naturalmente conferiu o nome e, em seguida, o observou de forma mais atenta.
— É D.C. Fontana?
— Ah... sim
— Céus, eu amei seu trabalho em Star Trek...
Eu também, amigos, eu também.

(Fim da Introdução de DC Fontana) - Dezembro de 1990.

Jornada nas Estrelas - TOS - Livro 4 [ Download ]