sábado, 26 de janeiro de 2008

O sofrimento de um escritor (de Ficção Científica) - Isaac Asimov






Em teu cérebro repousam desordenadas as idéias.
Tramas de ficção científica que elabora com grande prazer.
Juntam-se em sua cabeça e de forma obstinada te ferem até se ver inquieto e louco de raiva.
Quando com a mulher amada, sua mente gira como um torvelinho, até o ponto de não mais ouvi-la. Quando em meio a um concerto, recorda o passado e perde uma nota da sinfonia que executava. Ao volante do carro, repara muitos metros depois, ter passado por um sinal vermelho e para completar, caramba, acerta a lateral de um outro veículo, espatifando seus faróis.
Quando teu chefe lhe dá um tapa nas costas (por ter feito um bom trabalho) e te olha com uma cara estúpida, e você diz algo idiota e ele se convence que você bebeu.
Quando coisas assim te sucedem, te deixando aborrecido, não culpe as forças sobrenaturais.
Se és um escritor de ficção científica, você se verá desviado de teu prumo, tão certo quanto as estrelas seguem suas órbitas, tua mente de escritor, surda, muda e cega às tolices da vida que te oprime, enquanto as maravilhas do espaço te apertam num abraço entre estrelas.
Começas com uma nave, mergulhada na vertigem do hiper-espaço, em rota para Castor e que percebe, para sua infelicidade, estar perdida em uma galáxia como a nossa, porém desconhecida.
Sentindo-se aflito pela continuação, inventa uma série de criaturas, vilãs e trapaceiras, de aparência horrível e com as piores e mais perversas intenções.
Nossos bravos heróis, enfrentando estas hordas, se vêem em situações cruciais, uma vez que o inimigo descobriu nossa galáxia e pretende subjuga-la.
Agora vem a complicação, pois precisa resolver a questão, de modo a manter o interesse no relato.
Os terrestres são quatro (não mais que isso) enquanto o número de inimigos é incalculável.
Nossos heróis são capturados e levados até os tirânicos e desprezíveis líderes que perguntam
‘Onde fica a Terra?’ e eles permanecem silenciosos, com a bravura que encantará os seus leitores.
Espera um pouco... Vejamos, assim não dá! Esqueceu da mocinha! Inventa uma e a faz boa e pura (com algum atrativo sexual) e não a veste por demais. Faz com que faça parte da tripulação, assim também será capturada e os inimigos lhe devorarão com olhos lascivos.
Há um desejo intenso nos olhos dos malvados, o que não espanta; a mocinha é de perto linda e suave como uma pluma.
Não, melhor corrigir esta parte e desfazer a parte da sedução, pois como os inimigos são répteis, não seriam atraídos por ela.
Que então assustem a mocinha, ameaçando com suas armas, para tentar arrancar a confissão dos terrestres. Então estes conseguem romper suas algemas, escreva algumas cenas violentas de luta. Cada terrestre é um lutador nato e seus punhos valem por dezenas.
E chegado a este ponto da história sua cabeça já estará dando voltas.
Já não sabe onde estás, nem onde estacionou o carro, sua gravata está torta e não tem idéia das horas, nem se dá conta do que estão a falar, nem por que te olham daquele jeito, duvidando se és um tipo esquisito ou se está louco, o que explica o brilho dos olhos, até que finalmente concluem que está fora de si.
Mas a tortura passou.
E foi por gosto e por prazer de deixar no papel antes em branco, as palavras bem escolhidas, por ter acabado de escrever um novo conto de ficção científica.
Isaac Asimov - 1957

ISAAC ASIMOV

Isaac Asimov (2 de Janeiro 1920 – 6 de Abril 1992) nasceu em um gueto (Petrovichi) da cidade russa de Smolensk, com 3 anos de idade sua família imigrou para os EUA, instalando-se no Brooklyn, Nova York. Entrou para a universidade aos 15 anos e aos 18 vendeu sua primeira história para a revista ´Amazing Stories´. Ainda muito jovem, aos 28 anos, descontados os anos em que serviu na Segunda Guerra, Asimov conseguiu seu Ph. D. em bioquímica. Ensinou a matéria entre 1949 e 1958 na Universidade de Boston. A partir de 1958 viveu exclusivamente de escrever, não só romances e contos como também livros de popularização científica, estudos sobre a Bíblia, sobre Shakespeare, humor, história etc, num total de mais de 400 livros.

Além das séries Fundação, Império e Robôs, escreveu uma série juvenil de caráter educativo, Lucky Starr, usando o pseudônimo 'Paul French'.

É considerado um dos três mestres da FC, junto com Robert A. Heinlein e Arthur Charles Clarke.
Asimov também elaborou as famosas Três Leis Fundamentais da Robótica:

Primeira Lei - Um robô não pode causar dano a um ser humano nem , por omissão, permitir que um ser humano sofra.

Segunda Lei - Um robô deve obedecer às ordens dadas por seres humanos, exceto quando essas ordens entrarem em conflito com a Primeira Lei.

Terceira Lei - Um robô deve proteger sua própria existência, desde que essa proteção não se choque com a Primeira nem com a Segunda Lei da robótica.

O 'bom doutor', como era conhecido, foi membro (ainda que relutante) da MENSA e possuia um Q.I. altíssimo, tem um um asteroíde batizado com seu nome e curiosamente tinha medo de voar (só o fez duas vezes) e portanto realizar grandes viagens era muito difícil para ele...nos últimos anos de vida, descobriu o conforto dos navios cruzeiros, onde inclusive realizou palestras científicas. Dizia lamentar não saber nadar ou andar de bicicleta e mal sabia dirigir.


Asimov morreu em 1992 e dez anos depois, foi revelado em sua biografia que morrera por consequência da AIDS contraída em uma transfusão de sangue, durante uma cirurgia de ponte de safena em 1983.

Mazel Tov Asimov !!

Asimov On Line
Asimov e a Mensa
Guia para ler Asimov

Fundação I, II e III [ Download ]
A Fundação e a Terra [ Download ]
As crônicas da Fundação [ Download ]
Os robôs [ Download ]
Eu robô [ Download ]
A Terra tem espaço [ Download ]
Júpiter à venda [ Download ]
Caça aos robôs [ Download ]
Os novos robôs [ Download ]
Os robôs do amanhecer [ Download ]
Sonhos de robô [ Download ]
Visões de robô [ Download ]
Império 1 - 827 Era Galática [ Download ]
Império 2 - Poeira de estrelas [ Download ]
Império 3 - As correntes do espaço [ Download ]
Nós os marcianos [ Download ]
O cair da noite [ Download ]
Mistérios [ Download ]
O despertar dos deuses [ Download ]
O homem bicentenário - coletânea [ Download ]
Lucky Starr - As cavernas de Marte [ Download ]
Lucky Starr - Os oceanos de Vênus [ Download ]
Lucky Starr - O vigilante das estrelas [ Download ]
Lucky Starr - O grande sol de Mercúrio [ Download ]
Lucky Starr - Os aneís de Saturno [ Download ]
Viagem Fantástica [ Download ]
Viagem Fantástica II [ Download ]

O futuro começou - os primeiros contos de Asimov [ Download ]
Sobre la Ciencia Ficction [ Download ]

GEORGE ORWELL

Eric Arthur Blair (25 de Junho 1903 – 21 Janeiro 1950), era o nome de batismo do escritor britânico George Orwell nascido em Bengala, Índia. Reconhecido por ser seus ensaios sobre política e cultura, assim como seus romances, Orwell está entre os mais admirados ensaístas ingleses do século 20; mas ficou mais conhecido por dois livros escritos no final de sua curta vida, a alegoria política 'Animal Farm' e '1984'. Esta última descrevia uma distopia totalitarista tão bem que o adjetivo 'Orwelliano' é comumente usado para descrever mecanismos de controle do pensamento. Trabalhou também como oficial de polícia em Burma, professor, assistente de livraria em Londres, foi voluntário na Guerra Civil espanhola, segurança e vigia durante a Segunda Guerra Mundial, comentarista da BBC, editor literário e correspondente de guerra.

Orwell não gozou em vida o sucesso e respeito que lhe é conferido atualmente, morreu doente e na miséria. Em seu testamento, pediu que não fossem escritas biografias a seu respeito, o que não foi respeitado.


1984 [ Download ]

A revolução dos bichos (Animal Farm) [ Download ]

terça-feira, 22 de janeiro de 2008

FRANK BELKNAP LONG

Frank Belknap Long (27 Abril 1903 - 3 Janeiro 1994) foi um prolífico escritor americano de horror, fantasia, ficção científica, poesia, romance gótico e não-ficção, porém ficou mais conhecido pelos contos curtos de horror, incluindo sua contribuição ao mito Cthulhu. Recebeu os prêmios World Fantasy Award, Bram Stoker Award e o First Fandom Hall of Fame Award (1977).


Este estranho manãna [ Download ]
Nosotros, los invisibles [ Download ]
El hombre de las mil piernas [ Download ]
Los devoradores del espacio [ Download ]

EDWARD ELMER SMITH (E.E. 'DOC' SMITH)

'The skylark of space'


Edward Elmer Smith (2 de Maio 1890 - 31 de Agosto 1965) também conhecido como E.E. Smith, E.E. "Doc" Smith e 'Doc' Smith ficou conhecido pelas séries 'Lensman' e 'Skylark' entre outras.

Dr. Smith teve muitos empregos e possuia o título de doutor em Química, e trabalhou no desenvolvimento dos cereais como conhecemos hoje, antes de servir às forças armadas americanas durante a Segunda Guerra Mundial.

Em 'Triplanetary', um de seus romances, Smith demonstra familiaridade com explosivos e a manufatura de munição, sua especialidade dos tempos de guerra.

'Doc' Smith era amigo pessoal de Robert A.Heinlein.

Suas histórias são comumente chamadas de 'space operas' e se caracterizam pela ação constante; apesar disso, seus romances são considerados de Ficção Científica por extrapolarem a ciência conhecida na primeira metade do século dezenove.

Dizia que quanto mais improvável a tecnologia que inventava, melhor!


Triplanetário [ Download ]
Triplanetary [ Download ]
La estrella apagada (The skylark of space) [ Download ]

domingo, 20 de janeiro de 2008

DAVID BRIN

O polêmico Glen David Brin (6 de Outubro 1950) ganhou os dois prêmios de Ficção Científica em língua inglesa mais respeitados, o Hugo e o Nebula. Atualmente mora no sudoeste da Califórnia onde trabalha como professor, além de servir como consultor da NASA eventualmente.

Seu romance de estreía, o cultuado 'The Postman' se tornou filme, com Kevin Costner no papel principal e na direção, porém todos os elementos de FC foram retirados da trama, além de Brin não ter podido trabalhar no roteiro adaptado, como gostaria.
Recentemente causou polêmica ao declarar que "a mitologia futurista elaborada por George Lucas está difundindo uma visão elitista e antidemocrática sob o disfarce de diversão escapista."



The postman [ Download ]
El carteiro [ Download ]

C S LEWIS

Clive Staples Lewis (29 de Novembro 1898 – 22 de Novembro 1963) conhecido como C.S.Lewis nasceu em Belfast, Irlanda, mas viveu grande parte de sua vida na Inglaterra. Lewis é mais conhecido por seu trabalho com literatura medieval e pela sua série para crianças, chamada 'As crônicas de Narnia'. Lewis também escreveu Ficção Científica e sua trilogia 'Ransom' ( 'Out of the silent planet' é um dos volumes) foi fruto de uma conversa com o amigo J.R.Tolkien.

Site sobre C.S.Lewis


Sociedade brasileira sobre C.S.Lewis

As crônicas de Narnia - Volume I - O sobrinho do mago [ Download ]
Out of the silent planet [ Download ]

BRUCE STERLING

O americano Bruce Sterling (14 de Abril 1954) foi o organizador da antologia Mirrorshades e junto com William Gibson, Tom Maddox, Rudy Rucker, John Shirley, Lewis Shiner e Pat Cadigan, é considerado um dos fundadores do subgênero da Ficção Científica, o distópico e depressivo Cyberpunk.

Bruce serviu como inspiração para diversos projetos, que contaram com a sua colaboração, como o 'Dead Media', uma coleção de textos científicos sobre invenções tecnológicas do passado;
( http://www.deadmedia.org/ )
e o Movimento Viridiano, uma tentativa de se criar uma preocupação ecológica, desvinculada do movimento verde ( http://www.viridiandesign.org/ ).

Hacker crackdown - La caza de Hackers [ Download ]
Mozart in mirrorshades [ Download ]
Artificial kid - El chico artificial [ Download ]

sábado, 19 de janeiro de 2008

ALDOUS HUXLEY

Aldous Leonard Huxley (26 de Julho 1894 – 22 de Novembro 1963) nasceu na Inglaterra e emigrou para os EUA. Sua família era conhecida por produzir brilhantes cientistas. Mais conhecido por seus romances e ensaios, também escreveu contos curtos, poesia, diários de viagem e roteiros para cinema.

Uma característica comum em seu trabalho é servir como análise crítica de normas e padrões sociais. Ao final de sua vida, Huxley foi considerado um dos líderes do pensamento moderno.

Regresso ao Admirável Mundo Novo [ Download ]

HUGO GERNSBACK



Em 1926, o surgimento da revista 'AMAZING STORIES' coroava o nascimento da ficção científica moderna como gênero literário especializado e HUGO GERNSBACK (16 de Agosto 1884 - 19 de Agosto 1967), inventor, editor e escritor, nascido em Luxemburgo e emigrado para os EUA ainda jovem, se converteu no primeiro artífice deste movimento, merecendo ter recebido o título de 'Pai da Ficção Científica'.

Em sua homenagem foi criado o prêmio Hugo, um dos mais importantes e conhecidos prêmios do mundo e concedido pela World Science Fiction Society.

'The Most Amazing creatures' foi publicada no número de abril de 1927 da 'Amazing Stories' (ilustração de Virgil Finlay).

Site Oficial sobre Hugo Gernsback

LAS MAS EXTRAÑAS CRIATURAS - Hugo Gernsback [ Download ]

quarta-feira, 2 de janeiro de 2008

Fantasticon 2008


Organizado por Sílvio Alexandre, o Evento “Fantasticon” é uma conferência sobre literatura fantástica, horror e ficção científica, que ocorre dentro do “Encontro Internacional de RPG”, de São Paulo, o maior evento sobre o assunto da América Latina.

A Fantasticon 2008 será realizado nos dias 5 e 6 de julho de 2008, junto com o XVI EIRPG, no Colégio Marista Arquidiocesano, Rua Domingos de Moraes, 2565 – Vila Mariana – São Paulo – SP.

terça-feira, 1 de janeiro de 2008

A Biblioteca Fantástica





Graças à parceria entre o CAPACITOR FANTÁSTICO e o Projeto Biblioteca Fantástica,
estaremos trazendo para vocês em 2008, o maior acervo existente de livros de Ficção Científica,
Terror, Fantasia, Mistério e Fantástico, com ênfase nos seus autores.



Outra novidade para 2008 é que estaremos recebendo por email, sugestões e pedidos.
Sabe aquele livro que você leu quando era garoto, e que nunca mais conseguiu encontrá-lo, pois mande um e-mail pra gente e o CAPACITOR FANTÁSTICO vai procurar para você!

FELIZ 2008 e boas leituras para todos!

segunda-feira, 31 de dezembro de 2007

The BABYLON Project RPG

O RPG baseado em Babylon 5 [ Download ]

domingo, 16 de dezembro de 2007

O Fantástico visionário e o Fantástico cotidiano - Organização de Ítalo Calvino




O FANTÁSTICO VISIONÁRIO

Jan Potocki - História do demoníaco Pacheco
Joseph von Eichendorff - Sortilégio de outono
E. T. A. Hoffmann - O Homem de Areia
Walter Scott - A história de Willie, o vagabundo
Honoré de Balzac - O elixir da longa vida
Philarète Chasles - O olho sem pálpebra
Gérard de Nerval - A mão encantada
Nathaniel Hawthorne - O jovem Goodman Brown
Nikolai V Gogol - O nariz
Théophile Gautier - A morte amorosa
Prosper Mérimée - A Vênus de Ille
Joseph Sheridan Le Fanu - O fantasma e o consertador de ossos


O FANTÁSTICO COTIDIANO

Edgar Allan Poe - O coração denunciador
Hans Christian Andersen - A sombra
Charles Dickens - 0 sinaleiro
Ivan S. Turguêniev - 0 sonho
Nikolai S. Leskov - 0 espanta-diabo
Auguste Villiers de I'Isle-Adam - É de confundir!
Guy de Maupassant - A noite
Vernon Lee - Amour Dure
Ambrose Bierce - Chickamauga
Jean Lorrain - Os buracos da máscara
Robert Louis Stevenson - 0 demônio da garrafa
Henry James - Os amigos dos amigos
Rudyard Kipling - Os construtores de pontes
Herbert G. Wells - Em terra de cego


O Fantástico visionário e o Fantástico cotidiano [ Download ]

H.P. LOVECRAFT - 40 contos




01 - A morte alada
02 - A árvore
03 - A casa abandonada
04 - A coisa na soleira da porta
05 - A história do Necronomicon
06 - A lua
07 - A maldição de Sarnath
08 - A memória
09 - A música de Erich Zann
10 - À procura de Iranon
11 - A tumba
12 - A última carta de HPL
13 - Algumas notas
14 - Azathot
15 - Carter
16 - Celephais
17 - Dagon
18 - Desespero
19 - Ex-Oblivione
20 - Fechado na catacumba
21 - Nas montanhas da loucura
22 - Notas quanto à escrever Ficção Fantástica
23 - Nyarlathotep
24 - O ancião
25 - O caso de Charles Dexter Ward
26 - O chamado de Cthulhu
27 - O desafio
28 - O executor
29 - O festival
30 - O horror de Dunwich
31 - O horror no museu
32 - O inominável
33 - O terrível velho
34 - Os gatos de Ultar
35 - Os sonhos
36 - Outros deuses
37 - Polaris
38 - Um sussurro nas trevas
39 - Vento frio
40 - Yuggoth
40 contos de H.P.Lovecraft [ Download ]
Desenho de Drew Posada

SNOW CRASH - Neal Stephenson



SNOW CRASH é o terceiro romance de Neal Stephenson e foi lançado em 1992.

Diferente de outros autores ciberpunk, Neal se caracteriza por se utilizar de fortes doses de humor negro.

SNOW CRASH pode confundir os leitores com sua estrutura caótica, repleta de referências históricas, linguisticas, antropológicas, arqueológicas, religiosas, políticas e filosóficas, entre outras.

SNOW CRASH se passa em um mundo onde o sistema político-econômico foi radicalmente modificado. A história se passa em Los Angeles, neste futuro hipotético, o governo cedeu a maior parte do controle para organizações privadas, empresas de entretenimento, franchising, etc.

Mercenários armados competem por contratos nacionais de defesa, a segurança e a paz estão sob admnistração da segurança privada. Companhias responsáveis pela gerência de auto-estradas, se esforçam em atrair mais e mais motoristas e toda correspondência e serviços de entregas são feitos por couriers contratados. Os remanescentes do antigo governo agora exercem um poder reduzido, irrelevante nesta dinâmica sociedade.

Neal explora o conceito de anarco-capitalismo, encontrado em outros de seus livros.

A hiperinflação desvalorizou o dólar e a nota de quatrilhão é a mais comum.

O metaverse, concebido por Neal, é o sucessor da internet, constituindo a visão do autor de como uma realidade virtual baseada em internet, irá evoluir em um futuro próximo.

Neal Stephenson disse que o título foi concebido na tentativa de explicar o efeito causado por uma falha (crash) de um Apple MacIntosh, nos primórdios da computação, cujo resultado parecia vagamente com estática. 'Snow Crash'.

Snow Crash [ Download versão em inglês ]
Snow Crash [ Download versão em espanhol ]

quinta-feira, 13 de dezembro de 2007

The Origins of Beowulf: From Vergil to Wiglaf



O livro sugere que o épico inglês BEOWULF foi escrito no inverno de 826, como um requiem ao Rei Beornwulf. A cada capítulo, o autor pretende através de meticulosa análise literária, desvendar, os mistérios desta obra, de origem tão controversa quanto fascinante.

The origins of Beowulf: From Vergil to Wiglaf [ Download ]

Anatomy for fantasy artists


Em um único volume, um curso prático e fácil para desenhistas, ilustradores e apreciadores de
graphic novels, comics, quadrinhos, útil também para ilustradores e animadores.
O autor, um bem sucedido artista, ensina o desenho básico da anatomia, assim como noções de perspectiva e composição. A partir disso, ensina como distorcer, desenvolver e transformar a figura humana, dando a aparência pretendida, de monstros a criaturas mágicas, guerreiros, cyber-seres, herois super-musculosos... Mais de 300 ilustrações!
Anatomy for fantasy artists [ Download ]

terça-feira, 11 de dezembro de 2007

EU SOU A LENDA (I am legend - Richard Matheson)



Terminada a guerra, manifesta-se estranha epidemia, trazida pelas tempestades de poeira e pelos mosquitos. Durante o dia, as pessoas permanecem em coma profundo; à noite, despertam repentinamente e saem em busca de alimento. Mas só de um: sangue.
Médicos e cientistas não conseguem encontrar sua cura.
O que é mais grave: a epidemia se alastra rapidamente, desorganizando toda a estrutura social.
Todos ou quase todos acabam sendo atingidos pela nova Peste e a única solução é queimar os corpos numa gigantesca fornalha: porque, de outra forma, os mortos retornam, sedentos de sangue.


Eu sou a Lenda - versão doc [ Download ]

Eu sou a Lenda - versão pdf [ Download ]








sábado, 8 de dezembro de 2007

Projeto Gutenberg



O projeto Gutenberg foi criado por Michael Hart, o inventor do livro eletrônico ou ebook (1971).

O projeto oferece gratuitamente, obras de autores consagrados, em diversos formatos e idiomas.

Seu acervo conta hoje com mais de cem mil títulos, se tornando uma referência mundial na sua especialidade.

O projeto é mantido na sua grande parte por parcerias, doações e o trabalho de voluntários.

São quase três milhões de downloads por mês.

Seu catálogo é composto de obras em domínio público ou aquelas sob licença de copyright especial.

O NECRONOMICON



O livro-personagem do filme 'The Evil Dead' (A morte do Demônio - 1981), também conhecido como 'Book of the Dead', de Sam Raimi, realmente existe.

O Necronomicon (Livro de Nomes Mortos) também conhecido por Al Azif (Uivo dos Demônios Noturnos) foi escrito por Abdul Alhazred, em torno de 730 d.C, em Damasco.

Ao contrário do que se pensa, não se trata somente de um compilado de rituais e encantos, e sim de uma narrativa dividida em sete volumes, numa linguagem obscura e abstrata. Alguns trechos isolados descrevem rituais e fórmulas mágicas, de forma que o leitor tenha uma idéia mais clara dos métodos de evocações utilizados. Além de abordar também as civilizações antediluvianas e mitologia antiga, tendo sua provável base no Gênese, no Apocalipse de São João e no apócrifo Livro de Enoch.

Reúne um alfabeto de 21 letras, dezenove chaves (invocações) em linguagem enochiana, mais de 100 quadros mágicos compostos de até 240 caracteres, além de grande conhecimento oculto.
Segundo o Necronomicon, muitas espécies além do gênero humano habitaram a Terra.

Estes seres denominados Antigos, vieram de outras esferas semelhantes ao Sistema Solar.
São sobre-humanos detentores de poderes devastadores, e sua evocação só é possível através de rituais específicos descritos no Livro.

Até mesmo a palavra árabe para designar antigo, é derivado do verbo hebreu cair.
Portanto, seriam Anjos Caídos.

O autor do Necronomicon, Abdul Alhazred, nasceu em Sanna no Iêmen. Em busca de sabedoria, vagou de Alexandria ao Pundjab, passando muitos anos no deserto despovoado do sul da Arábia. Alhazred dominava vários idiomas e era um excelente tradutor. Possuía também habilidades como poeta, o que proporcionava um aspecto dispersivo em suas obras, incluindo o Necronomicon.

Abdul Alhazred era familiarizado com a filosofia do grego Proclos, além de matemática, astronomia, metafísica e cultura de povos pré-cristãos, como os egípcios e os caldeus. Durante suas sessões de estudo, o sábio acendia um incenso que combinava várias ervas, entre elas o ópio e o haxixe.

Alhazred adaptou a interpretação de alguns neoplatonistas sobre o Necronomicon. Nesta versão, um grupo de anjos enviado para proteger a Terra tomou as mulheres humanas como suas esposas, procriando e gerando uma raça de gigantes que se pôs a pecar contra a natureza, caçando aves, peixes, répteis e todos os animais da Terra, consumindo a carne e o sangue uns dos outros. Os anjos caídos lhes ensinaram a confeccionar jóias, armas de guerra e cosméticos; além de ensinar encantos, astrologia e outros segredos.

Existe uma grande semelhança dos personagens e enredos das narrações do Necronomicon em diversas culturas.
O mito escandinavo do apocalipse, chamado Ragnarok, é sugerido em certas passagens do Livro; além dos Djins Árabes e Anjos Hebraicos, que seriam versões dos deuses escandinavos citados. Este conceito também é análogo à tradição judaica dos Nephilins.

Uma tradução latina do Necronomicon foi feita em 1487 pelo padre alemão Olaus Wormius, que era secretário de Miguel Tomás de Torquemada, inquisidor-mor da Espanha. É provável que Wormius tenha obtido o manuscrito durante a perseguição aos mouros.

O Necronomicon deve ter exercido grande fascínio sobre Wormius, para levá-lo a arriscar-se em traduzi-lo numa época e lugar tão perigosos. Uma cópia do livro foi enviada ao abade João Tritêmius, acompanhada de uma carta que continha uma versão blasfema de certas passagens do Gênese.

Por sua ousadia, Wormius foi acusado de heresia e queimado juntamente com as cópias de sua tradução. Porém, especula-se que uma cópia teria sobrevivido à inquisição, conservada e guardada no Vaticano.

Site: Sprectrum - Portal brasileiro de cultura obscura

Necronomicon [ Download versão em inglês ] [ Download versão em espanhol ]


sábado, 1 de dezembro de 2007

25 anos de BLADE RUNNER - Holden/Hospital deleted scene



Holden é um Blade Runner, testando novos empregados da Corporação Tyrell, tentando identificar os replicantes que possam estar infiltrados na empresa.
Ele subestima um replicante modelo nexus 6, Leon Kowalsky, e é baleado por ele, como vemos no início do filme.
Mais tarde, o chefe Bryant, menciona que Holden está sendo mantido vivo por máquinas.
("He can breathe okay, as long as nobody unplugs him.")
Deckard vai visitar Holden no hospital, na espera de saber mais detalhes sobre o replicante fugitivo.
Holden diz que a segurança da Corporação encontrou algumas pessoas tentando violar o departamento de registros e que matou um deles.
Na autópsia, descobriram que o intruso era um replicante. Holden também menciona que a máquina Voigt-Kampf não identificou Leon como um replicante (antes que este atirasse).
Esta cena no hospital foi cortada do filme.


Holden/Hospital scene [ Download ]


25 anos de BLADE RUNNER - 20 Ensaios




01- A incerteza do ser
02- An exploration of what it is to be human
03- At home with replicants: The architecture od Blade Runner
04- Tee-ve or not tee-ve
05- A retrospective
06- Decoding Perversety
07- Do humans dream in negative strips
08- Eye disbelieve
09- Eyes in Blade Runner
10- Identities and differences
11- Image is everything
12- Is Blade Runner a misogenist text
13- No alternatives: Technology spontaneously approching 'humanity'
14- Post-humanism and ecocide in William Gibson's Neuromancer and Ridley Scott's Blade Runner
15- Technology and Control - A dystopian vision of the future in Blade Runner
16- The Blade Runner screenwriter's
17- The future of our discontents
18- The least scary option - Blade Runner and the future city
19- Thresholds of splendor - Mythic and Symbolic subtexts in Blade Runner
20- Who are the toymakers

(and a selective bibliography of Blade Runner materials in the UC Berkeley libraries)

Ensaios [ Download ]


Sites: BLADEZONE , Blade Runner PHOTOS , Blade Runner Warner Movie , 2018 - Off-World

25 anos de BLADE RUNNER - FAQ



01. What is Blade Runner?

02. What book is it based on?

03. Is the sound track available?

04. What are replicants?

05. Who/what is ?

06. I don't like the voice-overs/ending.

07. What are the different versions of Blade Runner?

08. Memorable Quotes

09. What is the significance of the unicorn?

10. What is the significance of the chess game?

11. Problems in Blade Runner

12. Trivia / What makes Blade Runner popular/special?

13. More questions/answers

14. Is Deckard a replicant?


BLADE RUNNER FAQ [ Download ]

25 anos de BLADE RUNNER - The official comics adaptation (Marvel)





The official comics adaptation [ Download ]

25 anos de BLADE RUNNER - 'The Long Tomorrow - Moebius'


Parte do visual de BLADE RUNNER, foi inspirado em uma história de Dan O’Banon e Moebius (Jean Giraud) chamada ‘The Long Tomorrow’ que fazia parte da edição francesa de ‘Wonders of The Universe’.


The Long Tomorrow [ Download ]

25 anos de BLADE RUNNER - Curiosidades sobre o filme



A origem do nome BLADE RUNNER

Apesar de vagamente baseado no livro de Philip K.Dick, o nome Blade Runner foi retirado de uma história de Alan E.Nourse, chamada ‘The Bladerunner’, que William S.Burroughts comprou os direitos para realizar um filme em 1979.
Apesar da similaridade, só o nome os dois possuem em comum.

A influência de 'The Long Tomorrow' e Moebius

Parte do visual do filme, foi inspirado em uma história de Dan O’Banon e Moebius (Jean Giraud) chamada ‘The Long Tomorrow’ que fazia parte da edição francesa de ‘Wonders of The Universe’. Giraud já havia feito a concepção dos trajes de ‘Tron’, o um filme dos estúdios Walt Disney.

Origamis

Ao deixar seu apartamento com Rachael, ao fim do filme, ela encontra um origami de um unicórnio. O unicórnio foi a última das figuras criadas por Gaff.
Quando Gaff e Deckard estão no escritório de Bryant e Deckard insiste em permanecer fora da força policial, Gaff faz um origami de galinha. ‘You’re afraid to do this”.
Mais tarde, Gaff faria um homem com uma ereção. ‘You’re attracted to her”, e finalmente o unicórnio “You’re dreaming, you cant run away with her, but she wont live”.
O unicórnio costuma ser associado a pureza, à virgindade. Lendas dizem que só uma virgem (Rachael) pode capturar um unicórnio.
Uma das explicações para a retirada da seqüência do sonho com o unicórnio, seria a de Scott admitir que deixaria muito obvio, ser Deckard outro replicante.
Apesar disto, a unicórnio é mantido na versão de 1982 (Theatrical) , mas os produtores vetaram por considerá-la “muito artística”.

A narração em 'Off'

Scott inicialmente filmou sem a narração de Harrison Ford , e esta foi a versão inicial exibida nas premieres em Dallas e San Diego.
Porém, a idéia do estúdio era de recriar o estilo do filme noir, imortalizado pelo ‘The Malteses Falcon’ ( O Falcão Maltes) .

O final feliz
O fim que conhecemos também foi sugestão do estúdio, pois Scott desejava terminar com o casal entrando no elevador. Os estúdios preferiram um fim menos ambíguo e feliz.
As cenas aéreas utilizadas na versão de 1982 foram restos de filmagens do filme de Kubrick, ‘The Shinning’ (O iluminado).

Mary

Mary era o nome da quinta replicante. Supostamente um modelo de dona-de-casa. Algumas referências à ela se encontram no script reescrito às pressas.

Problemas e mais problemas

Porque Holden precisava aplicar o teste VK em Leon, se ele possuía uma foto e sabia como se parecia ?

Bryant diz a Deckard que existem 6 replicantes, 3 machos e 3 fêmeas. Obviamente Roy e Leon, são dois dos machos e Pris e Zhora, duas das fêmeas. Bryant também diz que um outro replicante foi “fritado” tentando entrar no prédio de Tyrell, mas não especifica quem, se macho ou fêmea. No primeiro roteiro, Mary era a quinta replicante e Hodge era o sexto.

Na primeira versão do script, Tyrell era um replicante e Roy descobre a verdade devido a uma chave que ele e Sebastian possuíam.
Naquela versão, o verdadeiro Tyrell se encontrava numa cela de criogenia.
Depois de Tyrell ser morto por Roy, este obrigava Sebastian a mostrar-lhe a cripta onde jazia Tyrell, vítima de um acidente de laboratório.

Quando a mulher cambodiana põe a escama de cobra no microscópio eletrônico, ela não a retira do saco plástico. Nós devíamos então estar vendo a foto ampliada de um plástico.
Além disto, o número dado a Deckard é diferente daquele na imagem.
A imagem ampliada utilizada não foi a de uma escama de cobra, mas da folha de marijuana.

Quando Zhora voa através dos vidros, distingue-se claramente ser um duble, que em nada se parece com a atriz. Além disto, usa botas pequenas, diferentes daquelas calcadas por Zhora no vestiário.

Quando Leon joga Deckard contra o pára-brisa do carro, este já estava quebrado, pois a cena foi refilmada sem um novo pára-brisa.

Nos filmes exibidos, a seqüência é:
Deckard mata Zhora e compra uma garrafa de saque Tsing Tao. Gaff aparece e o informa de Bryant.
Deckard então vê Rachael e tenta alcançá-la, mas Leon o acerta.
Na versão com Mary, a seqüência é a seguinte:
Deckard mata Zhora e então vê Rachael olhando para ele. Ele a persegue mas é atacado por Leon, Rachael mata Leon, Deckard compra uma garrafa de Tsing Tao e tenta abraçá-la, quando surge Gaff, que o leva até Bryant que diz faltarem 4 (Roy, Pris, Mary e Rachael)
Quando Mary foi eliminada do script, criou-se um problema. Bryant deveria dizer “3”.
Ao invés de refilmarem a cena, eles mudaram a cena de Deckard comprando Tsyng Tao p/ depois da morte de Leon, então, os 4 seriam Roy,. Pris, Leon (e não Mary) e Rachael.
Mesmo assim, alguns problemas permaneceram.
Ao conversar com Gaff, Deckard aparece com ferimentos da luta com Leon, que ainda não aconteceu.
Naquele momento que compra a garrafa, ele parte atrás de Rachael e se envolve numa briga com Leon e a garrafa não aparece mais, só indo reaparecer então no apartamento, miraculosamente.

Quando Pris entra no elevador de Sebastian, seus cabelos estão secos. Ao entrar no apartamento estão molhados de novo.

A filmagem da cena de amor entre Rachael e Deckard foi filmada entre um intervalo de 3 semanas, entre o inicio e o fim, devido a atriz (Sean Young) ter sido internada por problemas com drogas. É perceptível a mudança da maquiagem de Rachael.

Um buraco de bala é visível em Pris, antes dela receber o primeiro tiro.

Quando Deckard se confronta com Roy e este lhe devolve a arma apos quebrar-lhe alguns dedos, é possível ver a sombra na parede do cameraman, da câmera e do assistente do microfone.

Uma frase de Roy Batty “ I want more life, fucker !” aparece em algumas versões como “I want more life father !”

A cena preferida da atriz Sean Young não foi a da famosa frase “kiss me, kiss me”, pois ela reclamou com Harrison por jogá-la contra a parede com força demais. Sua cena predileta é quando Harrison explica que ela seria um replicante e portanto seria um robô só que com emoções. A atriz chorou de verdade.

Harrison Ford declarou logo apos o filme que não havia gostado de ser um detetive que não investiga coisa alguma. “Eu apenas tinha que estar no ‘plot’, e prestar atenção nas marcações feitas por Scott”.

25 anos de BLADE RUNNER - Roteiros



HOLDEN: You're in a desert, walking along in the sand when all of a sudden you look down and see a...
LEON: What one?
HOLDEN: What?
LEON: What desert?

Screenplay by HAMPTON FANCHER July 24, 1980 [ Download ]


INT. BILLIARD ROOM - NIGHT
He ducks back behind the wall.
Suddenly a hand comes tearing through the wall, and pulls Deckard's hand through.
Systematically, Batty breaks two of Deckard's fingers.
BATTY: For Pris... for Zhora... Proud of yourself little man...

Screenplay by HAMPTON FANCHER and DAVID PEOPLES February 23, 1981 [Download ]


"Early in the 21st Century, THE TYRELLCORPORATION advanced Robot evolution into the NEXUS phase - a being virtually identical to a human - known as a Replicant.
The NEXUS 6 Replicants were superior in strength and agility, and at least equal in intelligence, to the genetic engineers who created them.
Replicants were used Off-World as slave labor, in the hazardous exploration and colonization of other planets. After a bloody mutiny by a NEXUS 6combat team in an Off-World colony, Replicants were declared illegal on earth - under penalty of death.
Special police squads - BLADE RUNNER UNITS - had orders to shoot to kill, upon detection, any trespassing Replicant.

This was not called execution.
It was called retirement."


Hampton Fancher trabalhou por anos no seu roteiro, porém, antes mesmo que Ridley Scott aceitasse dirigir, o processo de reescrever o roteiro já acontecia. As duas versões acima foram combinadas para dar origem ao roteiro final e, mesmo durante a filmagem, houve alguma divergência sobre eles, o que fez com que o filme se tornasse consideravelmente diferente deles.

Por este motivo, foram feitas inúmeras tentativas de se criar um roteiro mais próximo do filme como conhecemos, aplicando algo como em 'engenharia-reversa' , transcrevendo o filme em si.

Este é um multi-script, resultado do trabalho de diversos colaboradores, com as ações e diálogos mais significativos das três versões (Workprint, Theatrical e Director's Cut.)

BR_Multi-script [ Download ]


Fonte: http://www.brmovie.com/

25 anos de BLADE RUNNER




Comemorando os 25 anos do lançamento do filme BLADE RUNNER (Caçador de Androídes),
está sendo lançada nos EUA, uma edição especial contendo 5 DVDs:


DVD 1 - Uma nova versão do diretor Ridley Scott's (New "Final Cut") - Restaurada e remasterizada com adição de cenas extras, diálogos, novos efeitos especiais e audio 5.1 Dolby Digital Audio. Também inclui comentários de Ridley Scott e de pessoas que trabalharam atrás das câmeras.

DVD 2 - Documentário - "Dangerous Days: Making of Blade Runner" .

DVD 3 - O filme nas versões:
- "1982 Theatrical Version" - A versão com a narração de Deckard e o final feliz.
- "1982 International Version" - Distribuida nos EUA para o mercado de home video, laserdisc e cable em 1992. Esta versão possui algumas cenas que não se encontram na versão "Theatrical".
-"1992 Director's Cut" - Sem a narração de Deckard, sem o final feliz, mas com a famosa cena do unicórnio, sugerindo que Deckard seja um replicante.

DVD 4 - BONUS Disc "Enhancement Archive" - 80 minutos de cenas que não foram utilizadas, galerias de imagens, entrevistas e testes para os personagens (incluindo o teste p/ Rachael).

DVD 5 - O filme na versão "Workprint Version" - Esta rara versão do filme é considerada por alguns como a mais radical e diferente das versões de BLADE RUNNER. Uma sequência de abertura totalmente diferente, sem a narração de Deckard, sem a sequência do unicórnio, sem final feliz e um diálogo diferente, entre Roy Batty (Rutger Hauer) e seu criador, Tyrrel (Joe Turkell) e uma música tema alternativa. Também inclui comentários de Paul M.Sammon, autor de 'Future Noir: The making of Blade Runner'.



O CAPACITOR FANTÁSTISCO presta uma homenagem ao maior filme de Ficção Científica de todos os tempos.

quinta-feira, 22 de novembro de 2007

Ciclo Terramar - Tetralogia completa - Ursula K. Le Guin





O Ciclo de Terramar é uma admirável tetralogia, por muitos comparada a clássicos como «Narnia» de C.S. Lewis ou «O Senhor dos Anéis» de J.R.R.Tolkien. Esta magnífica saga, que se tornou numa obra de referência no vastíssimo percurso literário desta escritora norte-americana, tem início com «O Feiticeiro e a Sombra».



O universo de Terramar, simultaneamente tão semelhante e diferente do nosso, é, sem dúvida, uma das maiores criações da literatura fantástica, e o poder misterioso e mágico que emana da narrativa, a sensibilidade que ilumina os momentos de profunda sabedoria, a intensidade das personagens, o estilo elegante e cristalino conquistam-nos de imediato e rapidamente nos arrebata para os meandros dos seus reinos imaginários.


1 - O Feiticeiro e a sombra [ Download ]


2 - Os túmulos de Atuan [ Download ]



3 - A praia mais longínqua [ Download ]



4 - Tehanu - O nome da estrela [ Download ]

Biblioteca Virtual Gratuita - Projeto Democratização da Leitura


segunda-feira, 19 de novembro de 2007

Citações - Philip K. Dick

"A ferramenta básica para se manipular a realidade é a manipulação das palavras. Se você puder controlar o significado das palavras, você pode controlar as pessoas que precisam delas."

Philip K. Dick, How To Build A Universe That Doesn't Fall Apart Two Days Later (1978)

Citações - Philip K.Dick