quinta-feira, 23 de outubro de 2008

Complete Idiot's Guide to Publishing Science Fiction

"Karl Schroeder and I co-wrote this comprehensive guide to science fiction publishing that was published in 2000. Despite its age, it has held up remarkably well, especially the pieces on how to write your stories and prepare your manuscripts. I get a lot of questions from starting writers about how to break in, and I always point them as this book."
Cory Doctorow


Complete Idiot's Guide to Publishing Science Fiction-Karl Shroeder/Cory Doctorow [ Download ]

Como a ficção científica conquistou a atualidade


"As novas tecnologias de informação e a comunicação mediada por computador têm produzido mudanças profundas nas condições de subjetividade e possibilidades de experiência humana. Curiosamente, pesquisadores e artistas que se dedicam à questão convergem para temáticas de ficção científica. A proposta deste artigo é tentar compreender como a ficção científica, de gênero literário menor, restrito a fãs, conquistou a vanguarda artística e acadêmica, tornando-se a ficção da atualidade."

Como a ficção científica conquistou a atualidade: tecnologias de informação e mudanças na subjetividade - Fátima Regis de Oliveira [ Download ]

quarta-feira, 22 de outubro de 2008

Jornada nas estrelas: da ficção científica à ufologia



"Os roteiristas de Jornada sempre foram pródigos em colocar a tripulação defronte ou no encalço de poderes e mistérios que ultrapassavam os limites do conhecido mas que, na aparência, pareciam humanos, demasiado humanos.
Era uma fórmula corrente entre os ficcionistas de referirem-se às injunções da vida, quer fossem elas inerentes a entidades equiparáveis a deuses ou aos próprios homens.
No episódio 'Errand Of Mercy' (Missão De Misericórdia, escrito e co-produzido por Gene L. Coon e dirigido por John Newland), Kirk e Spock descem ao planeta Orgânia, habitado por uma cultura que o tricorder (misto de computador, sensor e gravador portátil) indica estar estagnada há dez milênios em patamares medievais, a fim de evitarem a invasão do Império Klingon, raça militarista e guerreira que de primeira e grande inimiga da Federação, evocando os russos, passaria a aliada a partir de A Nova Geração.
Entretanto, para surpresa das duas partes em disputa, os organianos revelam-se seres totalmente incorpóreos e puramente energéticos. A forma humanóide que haviam assumido e as construções erguidas à sua volta constituíam-se em meros convencionalismos para que os visitantes pudessem ter pontos de referência decodificáveis.
Como disse Spock, 'Os organianos estão para nós na escala da evolução assim como estamos para a ameba'."

Jornada nas estrelas: da ficção científica à ufologia - A transposição das telas para o cenário ufológico - Cláudio Tsuyoshi Suenaga [ Download ]

Pale blue dot - A Vision of the Human Future - Carl Sagan


WANDERERS: AN INTRODUCTION

YOU ARE HERE
ABERRATIONS OF LIGHT
THE GREAT DEMOTIONS
A UNIVERSE NOT MADE FOR US
IS THERE INTELLIGENT LIFE ON EARTH?
THE TRIUMPH OF VOYAGER AMONG THE MOONS OF SATURN THE FIRST NEW PLANET AN AMERICAN SHIP AT THE FRONTIERS OF THE SOLAR SYSTEM
SACRED BLACK EVENING AND MORNING STAR
THE GROUND MELTS
THE GIFT OF APOLLO
EXPLORING OTHER WORLDS AND PROTECTING THIS ONE
THE GATES OF THE WONDER WORLD OPEN SCALING HEAVEN
ROUTINE INTERPLANETARY VIOLENCE
THE MARSH OF CAMARINA
REMAKING THE PLANETS
DARKNESS
TO THE SKY!
TIPTOEING THROUGH THE MILKY WAY
ABOUT THE AUTHOR
ACKNOWLEDGMENTS
REFERENCES

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IDIOS KOSMOS - Claves para Philip K. Dick


INTRODUCCIÓN

PARTE I. VIVIR EN LA DESMESURA

Capítulo 1. Historia Clínica.
Capítulo 2. "Paperback Writter".
Etapa Política (1951-1960)
Etapa Metafísica (1961-1970)
Etapa Mesiánica (1970-1981)
Capítulo 3. Un Sincretismo Californiano

PARTE 2. VINO VIEJO EN ENVASES DESCARTABLES

Capítulo 4. Falsificaciones, apariencias, ilusiones
Capítulo 5. Entropía y Caritas
Capítulo 6. Dioses y Demiurgos.
Capítulo 7. Salvator Salvandus.

PARTE 3. EL ALMA ESCINDIDA
Capítulo 8. VALIS: el Apocalipsis de 1974
Capítulo 9. No "hubo inmediata respuesta".
Capítulo 10. Esquizoidia y Gnosis.

APÉNDICE
Crítica androide y crítica empática.
El cerebro dividido

BIBLIOGRAFÍA
LAS NOVELAS DE PHILIP K. DICK.
NOVELAS DE PUBLICACIÓN PÓSTUMA
ANTOLOGÍAS DE CUENTOS
Entrevistas con Philip K. Dick.
Bibliografía
Crítica

IDIOS KOSMOS - Claves para Philip K. Dick - Pablo Cmpanna (92) - [ Download ]

terça-feira, 21 de outubro de 2008

Ridley Scott compara BLADE RUNNNER com ANNIE, A PEQUENA ORFÃ

No dia 14 de Julho, em Los Angeles, um evento único, reuniu no antigo set de filmagem de Blade
Runner, nos estúdios Warner Brothers, o diretor Ridley Scott, o co-roteirista Hampton Fancher e
convidados.

Para os fãs de BLADE RUNNER foi uma ocasião especial, não apenas pela primeira apresentação
totalmente digital (som e video) do filme, mas por poder testemunhar durante a sessão de
perguntas e respostas, um acalorado debate entre Scott e Fancher, sobre a questão de Deckard ser ou não um replicante.

O evento beneficente, que teve todos seus ingressos vendidos, foi organizado visando levantar
fundos para a organização Brain Trust, dedicada ao produtor e artista Paul Prischman, que sofre
de câncer no cérebro.

Após a exibição do filme, ovacionado pela plateía presente, Ridley subiu ao palco e respondeu
perguntas, como o por que do filme ainda permanecer tão popular.

'Pelo fato de que, apesar de terem sido feitos muitos filmes de Ficção Científica desde BLADE
RUNNER, poucos são realmente bons. Talvez apenas um para cada dez.'

Scott acha que deve muito de sua habilidade como diretor, por ter sido operador de câmera em seus primeiros filmes e comerciais.

'Eu era o cara atrás das câmeras de DUELISTAS, em ALIEN e LEGEND, mas quando vim para os EUA para filmar BLADE RUNNER, fui proibido de ser meu próprio cameraman. Era como para um pintor, ter as mãos arrancadas. Tudo para mim acontece ali no visor da câmera. Você trabalha essencialmente como um fotógrafo, e penso que outros diretores deveriam tentar, porque a integração, a comunhão com os atores fica bem mais próxima. E os atores gostam de saber que você se importa, que não está indiferente, mas ligado a eles por trás das lentes. É muito importante.'

Um dos aspectos conhecidos sobre BLADE RUNNER foi o esquema rigoroso de filmagem noturna, onde por 16 semanas, a equipe de produção dificilmente via a luz do dia. Perguntado se isso havia contribuído para compor o aspecto sombrio do filme, a resposta surpreendeu a todos: Revista sem quadrinhos.

'Eu acho que Batman e Super-homem eram noturnos, e para popularizar BLADE RUNNER, eu queria que fosse como uma tira de quadrinhos. Hampton estava sempre me mostrando
quadrinhos, e nós falavamos muito a respeito disso. Annie*, a pequena orfã é sombria - Daddy
Warbucks é tão sinistro - é como O SILÊNCIO DOS INOCENTES! Repleta de pequenas coisas terriveis e corpos em espaços pequenos, eu prestei muita atenção nos desenhos, particularmente de Harold Gray - eles eram bons para a época.

'Enquanto eu filmava BLADE RUNNER, eu tinha em mente que faziamos um cartoon. Você poderia colocar Batman nos cenários do filme - e funcionaria. Acho que BLADE RUNNER é uma tirinha de quadrinhos sofisticada.'

Como sempre, em qualquer discussão sobre BLADE RUNNER, a grande pergunta:
Deckard era ou não um replicante? E por que o unicórnio foi escolhido como simbolo?

'Eu tinha que encontrar algo que fosse único, e que Gaff não pudesse ter pensado simplesmente. Eu já estava pensando no meu filme seguinte, LEGEND, onde haveriam unicórnios, então pensei, por que não usar um unicórnio? Assim eu já poderia testar como faria aquele maldito chifre parecer real.'

Havia outro aspecto do sonho de Deckard que atormentava o diretor - o cenário de fundo.

'Já que todo o filme se passa em uma paisagem urbana; onde se travaria a parte psicológica, da
sua imaginação? Eu pensei, deveria ser na natureza. Este é um dos motivos pelo qual o final original não faz sentido, quando eles fogem para a natureza. Pois, se haviam lugares como aquele, por que eles iriam escolher viver naquela porcaria de cidade? O sonho deveria ser o único momento do filme em que, na natureza, se encontra a beleza e a normalidade; talvez por isso tentamos fazer Deckard um pouco romântico.

Scott diz que seu atual entendimento do filme o fez mudar seu pensamento em relação a Deckard.
'Compreendo agora o ponto principal do filme - se eu conseguisse defini-lo com uma palavra, esta
seria paranoia. Se o principal personagem, o detetive, o caçador, o BLADE RUNNER, ao olhar as
fichas dos replicantes e penetrar no meio deles (que são tão humanos quanto é possível ser),
começaria a pensar, por que trabalhava para o departamento, eles não estariam querendo testá-lo, como um nexus seven? Isso se chama paranoia. O conceito inteiro de Deckard ser um replicante, envolve o origami de Gaff - Gaff não estava no livro, ele é uma invenção, para colocar mais tensão na história, então, ao final do filme, ele deixa claro, o que ele diz é "sei algo sobre seus pensamentos que só você poderia saber - e o único jeito de eu saber disso é por que sou parte da equipe que o criou."'

Neste ponto, o co-roteirista Hampton Fancher, que sempre negou a possibilidade se Deckard ser
outra coisa se não humano, balançou a cabeça e disse: 'Ridley não sabe o que diz, está
completamente errado.'

A audiência explodiu em gargalhadas, e Fancher continuou:

'Sua ideía é complexa demais. Acho que existe uma metáfora que funciona bem no filme - para mim pelo menos, é como se deseja alguma coisa e se fracassa; sempre acontece isso. Nunca temos certeza de estarmos sendo genuínos, verdadeiros. Não sinto a autenticidade - talvez Ridley sim.
(Risos)

Ele continua:
'A questão sobre ser ou não um replicante, deve permanecer uma dúvida eterna. Não tem uma resposta e é o que eu sempre digo, é o que Pound dizia, a arte duradoura é aquela que não oferece resposta. Gosto de me perguntar sobre Deckard, gosto quando me perguntam, mas penso que é uma tolice respondê-la...não me interessa.'

O moderador decide então interromper e pergunta para a audiência, quem acha que Deckard era - ou não - um replicante. Surpreendente a reação é quase dividida, mas com pequena vantagem para um Deckard de laboratório.

Ao final, Ridley respondeu uma última pergunta sobre os rumores de conflitos no set, entre o diretor e a equipe durante as filmagens.

Scott admitiu que seus filmes são difíceis de serem feitos, mas que as pessoas que não estavam contentes de trabalhar nele, não deviam estar no negócio de cinema.

texto original



*Harold Gray criador de 'Annie, a pequena orfã', publicou mais de mil tiras entre 1924 e 1927.
A história é sobre uma menina que foge do orfanato e acaba adotada por Daddy, salva o vira-latas Sandy, entra para o circo e conhece o elefante Pee Wee, e então, sozinha e sem
dinheiro, bota o pé na estrada numa série de perigosas, porém edificantes aventuras.

segunda-feira, 20 de outubro de 2008

THE CAMBRIDGE COMPANION TO SCIENCE FICTION

Part 1. The history
1 Science fiction before the genre
brian stableford
2 The magazine era: 1926–1960
brian attebery
3 New Wave and backwash: 1960–1980
damien broderick
4 Science fiction from 1980 to the present
john clute
5 Film and television
mark bould
6 Science fiction and its editors
gary k. wolfe

Part 2. Critical approaches
7 Marxist theory and science fiction
istvan csicsery-ronay, jr
8 Feminist theory and science fiction
Veronica hollinger
9 Postmodernism and science ction
andrew m. butler
10 Science fiction and queer theory
wendy pearson

Part 3. Sub-genres and themes
11 The icons of science fiction
gwyneth jones
12 Science fiction and the life sciences
joan slonczewski and michael levy
13 Hard science fiction
kathryn cramer
14 Space opera
gary westfahl
15 Alternate history
andy duncan
16 Utopias and anti-utopias
edward james
17 Politics and science fiction
ken macleod
18 Gender in science fiction
helen merrick
19 Race and ethnicity in science fiction
elisabeth anne leonard
20 Religion and science fiction
farah mendlesohn

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domingo, 19 de outubro de 2008

A PSICANÁLISE DOS CONTOS DE FADAS - BRUNO BETTELHEIM


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Fortaleza Digital - Dan Brown


Prólogo
Plaza de Espana Sevilha, Espanha 11:00 hs da manhã

Dizem que, quando chega a hora da morte, tudo se torna claro. Ensei Tankado sabia agora que isso era verdade. Quando caiu no chão com fortes dores, apertando o peito com a mão, percebeu a dimensão terrível do seu erro. Algumas pessoas se aproximaram, cercando-o e tentando ajudar. Mas Tankado não queria ajuda. Era tarde demais. Levantou a mão esquerda, tremendo, e esticou os dedos. Olhem para a minha mão! As pessoas em volta olhavam, mas ele percebia que não estavam entendendo. Em um de seus dedos havia um anel dourado entalhado. Por um breve instante, as inscrições do anel reluziram ao sol da Andaluzia. Ensei Tankado sabia que essa seria a última luz que jamais veria.

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Planet of the apes - Pierre Boulle


CHAPTER ONE

Jinn and Phyllis were spending a wonderful holiday, in space, as far away as possible from the inhabited stars.

In those days interplanetary voyages were an everyday occurrence, and interstellar travel not uncommon. Rockets took tourists to the wondrous sites of Sirius, or financiers to the famous stock exchanges of Arcturus and Aldebaran. But Jinn and Phyllis, a wealthy leisured couple, were distinguished in their cosmos for their originality and a few grainsof poetry.

They wandered over the universefor their pleasure —by sail.


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Antologia de la Literatura Fantástica - Borges, Ocampo e Bioy Casares



La antología que presentamos

Para formarla hemos seguido un criterio hedónico; no hemos partido de la intención de publicar una antología. Una noche de 1937 hablábamos de literatura fantástica, discutíamos los cuentos que nos parecían mejores; uno de nosotros dijo que si los reuniér amos y agregáramos los fragmentos del mismo carácter anotados en nuestros cuadernos, obtendríamos un buen libro.

Compusimos este libro.
Analizado con un criterio histórico o geográfico parecerá irregular. No hemos buscado, ni rechazado, los nombres célebres. Este volumen es, simplemente, la reunión de los textos de la literatura fantástica que nos parecen mejores. Omisiones. Hemos debido resignarnos, por razones de espacio, a algunas omisiones. Nos queda material para una segunda antología de la literatura fantástica.

Deliberadamente hemos omitido: a E. T. W. Ho-fmann, a Sheridan Le Fanu, a Ambrose Bierce, a M. R. James, a Walter de la Mare. Aclaración. La narra ción titu lada El Destino es Chambón perteneció a una proyectada novela de Arturo Cancela y Pilar de Lusarreta sobre la revolución del 90. Gratitudes. A la señora Juana González de Lugones y al señor Leopoldo Lugones (hijo), por el permiso de incluir un cuento de Leopoldo Lugones.

A los amigos, escritores y lectores, por su colaboración.
ADOLFO BIOY CASARES, Buenos Aires, 1940

Antologia de La Literatura Fantástica - Jorge Luis Borges, Silvina Ocampo e Adolfo Bioy Casares
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sábado, 18 de outubro de 2008

Beyond Star Trek : Physics from alien invasions to the end of time



A combination of science and entertainment offers discussion on unanswered questions ranging from the existence of life on Mars and alien abductions to intergalactic space travel by humans and the possibilities of government conspiracies.


Beyond Star Trek: Physics from alien invasions to the End of Time - Lawrence M. Krauss
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Bestiário de Ciencia Ficcion



En la época medieval, una de las formas literarias predilectas fue el bestiario -descripción enciclopédica de animales- real, supuesto o imaginario. El autor del bestiario trataba no sólo de describir y clasificar las especies que sugería, sino que también presentaba los animales en fábulas cortas que podían ser utilizadas como enseñanza moral o religiosa. Así, el león es el símbolo del coraje real; la hormiga, el de la laboriosidad; y la tortuga, el de la perseverancia.

Através de las páginas de los bestiarios vagaban muchas criaturas familiares como también algunas otras, cuya existencia era, en el mejor caso, bastante incierta:
unicornios, grifos, basiliscos, dragones y otros similares.

Al recopilar los bestiarios, la zoología moderna les ha quitado gran parte de su diversión. Sabemos que nuestro planeta está poblado por muchos seres extraños y asombrosos: oricteropos, pangolines, ornitorrincos, y osos hormigueros; pero también nos hemos enterado que otros monstruos maravillosos como el fénix, el rocho y la quimera no se pueden encontrar aun en el punto más remoto del planeta.

Afortunadamente los escritores de ciencia ficción han intervenido para llenar este vacío del departamento de historia no-natural. A través de las páginas de las revistas de ciencia ficción han desfilado algunos de los animales más inverosímiles y fantásticos creados por la imaginación del hombre, desde el apogeo de los recopiladores de los bestiarios del siglo XII.

El primer escritor que se especializó concientemente en la zoología extraterrestre fue el lamentado Stanley G. Weinbaum. En su breve carrera, a mediados de la década del 30, creó una pasmosa multitud de animales alarmantes, muchos de los cuales figuran en este libro.
El éxito de Weinbaum inspiró a otros a contribuir con su parte de maravillas zoológicas. Reunidos aquí, para nuestro deleite y distracción, hallamos gnurrs, hurkles, hokas, escarabajos bach y una jirafa azul, para nombrar sólo unos de los pocos animales que componen esta fauna fantástica, y que han sido rescatados en estos cuentos por la paciente búsqueda de los escritores de ciencia ficción.

Lamento que este libro no sea más extenso; por cada bestia notable que encontramos aquí, otras dos o tres permanecen olvidadas, prisioneras -por ahora- en los desmenuzados archivos de las viejas revistas de ciencica ficción.

Robert Silverberg

Conteúdo:
El Hurkle es un animalito feliz, Theodore Sturgeon (The Hurkle is happy beast, 1949)
Abuelito, James H. Schmitz (Graridpa, 1955)
La jirafa azul, L. Sprague de Camp (The Blue Giraffe, 1939)
La máquina preservadora, Philip K. Dick (The Preserving Machine, 1953)
Una odisea marciana, Stanley G. Weinbaum (A Martian Odyssey,1934)
El «Sheriff» de Canyon Gulch, Poul Anderson and Gordon R. Dickson (The Sheriff of Canyon Gulch, 1951)
Los «Cáiganse muertos», Clifford D. Simak (Drop Dead, 1956)
Los gnurrs salieron del instrumento, Reginald Bretnor (The Gnurrs Come from the Voodvork Out, 1950)

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A divulgação científica contida nos filmes de Ficção Científica




Um alienígena e um robô saem de um disco voador, pousado no centro de Washington em O dia em que a Terra parou (1951), de Robert Wise; um ônibus espacial chega a uma estação orbital, ao som da valsa Danúbio Azul em 2001: uma odisséia no espaço (1968), de Stanley Kubrick ; ou, ainda, cientistas ouvem a melodia emitida por imenso disco voador, suspenso a poucos metros de suas cabeças, na inesquecível cena de Contatos imediatos do terceiro grau (1977), de Steven Spielberg.

É difícil avaliar quanto da noção de ciência e tecnologia que as pessoas têm não foi adquirido de filmes de ficção científica como estes, integrantes de um gênero que já abordou, de forma visionária, temas tão diversos quanto a astronáutica ou a clonagem.

Embora não exista um consenso entre os pesquisadores da área sobre o potencial educativo e de divulgação de ciência, ele existe e não é nada desprezível. Algumas obras já foram mencionadas como fonte de inspiração para cientistas.

Em seu livro Fritz Lang: the nature of the beast (New York: St. Martin’s Press, 1997), Patrick McGilligan lembra que foi por causa de A mulher na Lua que, em 1968, nos EUA, o cineasta alemão foi convidado de honra de um Space-Science Seminar, realizado num centro governamental de pesquisa em Huntsville, Alabama.

fonte: Ciência e Cultura

A divulgação científica contida nos filmes de Ficção [ Download ]

sexta-feira, 17 de outubro de 2008

Lo Mejor de la Ciencia Ficción Rusa



Esta selección de cuentos ha nacido en la mente del editor, ante todo, como un antídoto contra la
banalidad. En efecto, se ha convertido en tema normal de conversación, ampliamente aprovechado por periodistas y conferenciantes, hablar del «gran florecimiento», de la «extraordinaria importancia», de la ciencia-ficción en la Unión Soviética.

Cualquier persona, dotada de un mínimo de facilidad de palabra, es capaz de improvisar, al menos durante tres cuartos de hora, sobre el tema de la relación entre la fantasía de ciencia-ficción y la mentalidad de la nueva clase de tecnócratas que está tomando las riendas del poder en la Unión Soviética.

También los parangones entre la ciencia-ficción soviética y la americana está al alcance de
cualquier mentalidad. Según el punto de vista del conferenciante, es posible escuchar que la ciencia-ficción soviética es inferior a la americana por un exceso de preocupaciones ideológico-políticas, o que es superior por su mayor limpieza moral y por un mayor y serio empeño humano.
Pero en cuanto se intenta pedir a estos locuaces conferenciantes que den algún nombre, que citen algún ejemplo concreto, entonces un velo de niebla empieza a caer sobre todo y a confundir peligrosamente los contornos.

Pueden estar satisfechos si oyen citar al clásico Nosotros, de Zamjatin, o la Aelita, de Tolstoj, textos que pertenecen, queriendo ser benévolos, a la prehistoria de la ciencia-ficción.

Por lo demás, la contestación que se les da más frecuentemente es que una búsqueda en este campo es muy complicada y que haría falta, un día u otro, afrontar el problema seriamente.
Ahora, el editor, persuadido de que la Unión Soviética no es la Luna, sino un país cercano y
contemporáneo nuestro, tal como lo son Francia, Estados Unidos, Alemania o el Congo, ha hecho lo más sencillo que quedaba por hacer, aunque hasta ahora nadie lo hubiese pensado: enfrentarse con el problema.

Se ha dirigido, para ello, a uno de los mayores expertos europeos en ciencia-ficción, el francés Jacques Bergier, autor de un ejemplar artículo sobre «Ciencia-ficción», en la Enciclopedia de la Pléyade, de Queneau, y habitual lector de la literatura soviética de anticipación. Pero no han faltado ayudas de la misma Unión Soviética. En primer lugar, tenemos el deber de agradecer a los hermanos Strugackij sus amplias sugerencias e informaciones y que hayan puesto a nuestra disposición material preciosísimo y difícilmente recuperable.

Una frase de una carta de los hermanos Strugackij podría citarse aquí como blasón para nuestro trabajo:
«Los cuentos que os hemos indicado, escribían los Strugackij, os los hemos propuesto, simplemente, porque,entre la producción de los últimos años, son los que más nos gustan a nosotros y a nuestros amigos apasionados por la ciencia-ficción».

Por lo tanto, la finalidad de esta antología no es el hacer la historia de la ciencia-ficción en la URSS, sino de proporcionar una verdadera radiografía del estado de la ciencia-ficción en la Unión Soviética, en estos años pletóricos de sputniks, de luniks y de proyectos interplanetarios; de ofrecer al lector occidental una idea, lo más exacta posible, de la mentalidad particular, del tipo de imaginación fantástica, de la carga sentimental del ciudadano soviético que esté destinado, posiblemente, a ser en el breve plazo de unos meses el primer hombre en el espacio.

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Ben Bova - The Future of Science



Where is science heading? Is it taking us on a one-way ride to oblivion, or leading the human spirit upward to the stars? Science fiction writers have been predicting both, for centuries.

"I have but one lamp by which my feet are guided," Patrick Henry said, "and that is the lamp of
experience. I know of no way of judging of the future but by the past."

Look at the past, at the way science and technology have affected the human race. Look far back.
Picture all of humanity from the earliest Homo erectus of a half-million years ago as a single human being. Now picture science as a genie that will grant that person the traditional three wishes of every good fable.

We have already used up one of those wishes. We are working on the second one of them now.
And the future of humankind, the difference between oblivion and infinity, lies in our choice of the third wish.

Our three wishes can be given classical names: Prometheus, Apollo, and Athena.

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Bajo el Signo de Alpha - Antologia de ciencia ficción y fantasia Mexicana


Bajo el Signo de Alpha [ Download ]

Autumn - David Moody


Para cada sobrevivente, 100.000 mortos vivos.
Os vivos não tem a menor chance.

A série de ZUMBIS mais premiada.

AUTUMN
AUTUMN: THE CITY
AUTUMN: PURIFICATION
AUTUMN: DISINTEGRATION
AUTUMN: THE HUMAN CONDITION

Espalhe a infecção:
www.theinfected.co.uk

Autumn - David Moody [ Download ]

Asimov Science Ficiton


Editorial: The 2005 Dell Magazines Award
Reflections: The Greatness of Cornelius Drible
Softly Spoke the Gabbleduck by Neal Asher
Point of Origin by Catherine Wells
The Summer of the Seven by Paul Melko
Kath and Quicksilver by Larry Niven & Brenda Cooper
He Woke in Darkness by Harry Turtledove
A Shadow Over the Land by Liz Williams
Bottom Feeding by Tim Pratt
A Birth by Carrie Richerson
Verse
On Books: Peter Heck
The SF Conventional Calendar
Letters

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quinta-feira, 16 de outubro de 2008

Aliens: The Anthropology of Science Fiction


Introduction: The Anthropology of the Alien
George E. Slusser and Eric S. Rabkin

Part One
Searchings: The Quest for the Alien
1. The Alien in Our Minds
Larry Niven
2. Effing the Ineffable
Gregory Benford
3. Border Patrols
Michael Beehler
4. Alien Aliens
Pascal Ducommun
5. Metamorphoses of the Dragon
George E. Slusser

Part Two
Sightings: The Aliens among Us
6. Discriminating Among Friends: The Social Dynamics of the Friendly Alien
John Huntington
7. Sex, Superman, and Sociobiology in Science Fiction
Joseph D. Miller
8. Cowboys and Telepaths/Formulas and Phenomena
Eric S. Rabkin
9. Robots: Three Fantasies and One Big Cold Reality
Noel Perrin
10. Aliens in the Supermarket: Science Fiction and Fantasy for “Inquiring Minds”
George R. Guffey
11. Aliens ‘R’ U.S.: American Science Fiction Viewed from Down Under
Zoe Sofia

Part Three
Soundings: Man as the Alien
12. H. G. Wells’ Familiar Aliens
John R. Reed
13. Inspiration and Possession: Ambivalent Intimacy with the Alien
Clayton Koelb
14. Cybernauts in Cyberspace: William Gibson’s Neuromancer
David Porush
15. The Human Alien: In-Groups and Outbreeding in Enemy Mine
Leighton Brett Cooke
16. From Astarte to Barbie and Beyond: The Serious History of Dolls
Frank McConnell
17. An Indication of Monsters
Colin Greenland


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