Welcome to the world of science fiction, sometimes known familiarly as “SF,” but rarely
“Sci-Fi,” which is generally considered to be pejorative by aficionados of the genre, and more appropriate for films than literature.
Science fiction is one of the three subdivisions of fantastic literature, the other two being fantasy fiction and supernatural horror. Although definitions vary and some individual works may blur the distinction between one branch and another, most fantastic or speculative stories and novels can—by general consensusbe placed in one of the three categories. Science fiction is the youngest of the three, but since the late 1940s it has been by far the most popular, and the total number of science fiction titles published in book form presently exceeds that of fantasy and supernatural fiction combined.
That dominance has been challenged during the last few years by the increasing popularity of fantasy fiction.
This book provides a broad overview of the field, its major authors and works.
With more than 18,000 identified books and countless short stories,it obviously would be impossible to cover the field exhaustively in a single volume. Included here are profiles of most of the more significant writers, describing the highlights of their careers, their selected works, and their places in the overall spectrum of science fiction. Additionally, there are entries on specific stories, novels, or series.
The works chosen for individual treatment are either of extraordinary quality or historical significance, including many that have proven popular in high school and college classrooms, or are included as examples of a subset of the field not sufficiently described elsewhere in the book. Keep in mind that the most “important” work is not necessarily the best written, although that is often the case as well.
Sometimes, less important authors happened to produce a story whose significance is unrelated to the quality of the writing. Such authors might have suggested a concept that spawned superior imitations or involved an idea too unique to be repeated.
CONTENTS
Introduction
Entries A–Z
Glossary
Nebula and Hugo Award Winners
Bibliography of Science Fiction Works
Selected Bibliography of Secondary Sources
Index
Encyclopedia of Science Fiction - Don D'Ammassa - 545 páginas [ Download ]
sábado, 13 de dezembro de 2008
Encyclopedia of Science Fiction
sexta-feira, 12 de dezembro de 2008
Jumper - Steven Gould

I felt like celebrating.
At eleven, Central Standard Time, I jumped to Millie's bedroom. I was dressed in white slacks and the turquoise Hawaiian shirt I'd bought. Her dress was waiting in Texas, but I carried an orchid lei with me, to put around her neck.
The bedside light, one of those gooseneck things with a metal shade, was pushed to one side, casting the bed in shadow. I took a step forward, thinking she'd fallen asleep, when something gleamed in the shadowed bed.
I twisted to the side and something struck me a glancing blow on my leg. Bang, I thought, and jumped to an alcove at Adams Cowley Shock Trauma in Baltimore.
I looked down at my leg. A silver tube, six inches long, one inch in diameter, hung from my leg. At one end, a wire-thin antenna projected. From the other, a stainless-steel rod, perhaps a quarter-inch thick, stuck in my pants, then out again, two inches later, ending in a barbed point, like a harpoon of some kind. There was a clear fluid accumulating at the tip and I bent forward. The point was hollow.
Well, Cox hadn't lied. It was a tranquilizer. But Christ, if that barbed point had struck straight on, it would be buried in my leg and I wouldn't be able to pull it out.
There was some blood, too, but it looked like it had just grazed me, snagging in the pants.
And the antenna meant it was some kind of homing device.
The picture was chilling. The harpoon would bury itself in my leg and I would jump away.
Before I could get the harpoon out, the tranquilizer would put me under.
And the homing device would do the rest. Could they track it by satellite?
How long before they would get here? Also, did they develop this simply for me, or were they using an existing technology for an ongoing problem, i.e., were there more teleports that they'd hunted down?
I jumped to Central Park, dark, cold, inadequately dressed in my short-sleeved Hawaiian shirt and sandals. My pocketknife cut the harpoon free. I considered smashing it.
What have they done with Millie?
I waited five minutes, then jumped again, to the truck stop in Minnesota. A large gravel truck, empty, was pulling out of the lot. I jumped across the gap and threw the harpoon into the back. I heard it clang hollowly; then the truck accelerated down the access road toward the on ramp.
I wondered where it was going.
Jumper - Steven Gould [ Download ]
Ficção Científica filosófica ?

Viagem para Arcturus (Voyage to Arcturus) é considerado uma obra prima do escritor escocês David Lindsay. Publicado pela primeira vez em 1920, é uma combinação de fantasia, filosofia e ficção científica(FC), uma exploração da natureza do bem e do mal, e de seu relacionamento com a existência.
Viagem para Arcturus é tido por muitos como um dos melhores romance de FC do século 20 e que influenciou diversos escritores na época de sua publicação, como C.S.Lewis.
A Voyage to Arcturus - David Lindsay [ Download ]
Ficção Científica, Direito e Ética
Introdução
É muito provável que, numa primeira análise, o primeiro elemento do título que
escolhemos para o presente artigo pareça praticamente irreconciliável com os demais,
descontada que seja qualquer tentativa fantasiosa de criar uma ponte discursiva entre
realidades só artificialmente relacionáveis. Esperamos todavia que, chegados à última
linha, possamos já ter adiantado pelo menos um vislumbre da efectiva e frutuosa ligação
entre o género literário comummente denominado ficção científica e aquelas duas áreas
do conhecimento e da reflexão humanas.
Introdução
I - Uma aproximação à própria noção de ficção científica
II - A ficção científica como meio privilegiado para abordagem das
questões filosóficas em geral e dos problemas legais e éticos em particular
III - Alguns dos temas mais frequentemente explorados pelos autores
IV - Ficção Científica e Política. A ficção científica como futurologia?
Conclusão
Bibliografia
Ficção Científica, Direito e Ética - Sandra Mónica Martins Reis Pinto [ Download ]
quarta-feira, 10 de dezembro de 2008
terça-feira, 9 de dezembro de 2008
Filmes de FC como recurso didático e como um meio de sensibilização para a ética planetária

Possibilidades dos filmes de FC como recurso didático
O uso da ficção científica como recurso didático em aulas de física e outras disciplinas
vem sendo proposto por diversos autores e implementado por diversos professores. Porém,
ainda faltam estudos sistemáticos que fundamentem essa prática e permitam a análise de seus
desdobramentos. Neste trabalho apresentaremos algumas fundamentações básicas a respeito
do uso da ficção científica em sala de aula no ensino médio procurando construir os
instrumentos de análise dessa proposta de inovação, e mostrar, a partir da análise de exemplos
concretos, as possibilidades e desdobramentos possíveis dessa prática.
Possibilidades dos filmes de FC como recurso didático [ Download ]
Piassi, Luís P. C. Pietrocola, Maurício Faculdade de Educação da USP.
Filmes de FC como um meio de sensibilização para a ética planetária
Neste trabalho, discorre-se sobre a urgência de uma formação ética aos herdam um planeta cada vez mais globalizado. Parte-se do princípio de que, se a globalização faz vislumbrar uma época de nos vermos como uma única família humana, ela também apresenta os perigos regidos pela mesquinhez e falta de consciência relacionada com a sustentabilidade ambiental. Discorre-se também sobre a grave realidade constatada nas salas de aula do Ensino Médio da escola pública. Buscou-se verificar se a ficção científica sob a forma fílmica pode ser um recurso didático nas salas de aula por meio de dois filmes. A proposta é atender a demanda de um ensino interdisciplinar e contextualizado, favorecer discussões sobre ética planetária e resgatar a emoção e a imaginação nas aulas por meio de dois filmes de ficção científica, Contato e Corrida Silenciosa.
Filmes de FC como um meio de sensibilização para a ética planetária [ Download ]
Eduardo Yoshikazu Nishitani - Mestrando em Educação, Arte e História da Cultura Pra. Dra. Petra Sanchez Sanchez – Doutorado em Ciências pela USP Universidade Presbiteriana Mackenzie
segunda-feira, 8 de dezembro de 2008
Antología de la ciencia ficción española 1982 - 2002
- Agradecimientos
- Ciencia ficción española: un análisis en perspectiva, por Julián Díez
- Mein Führer, por Rafael Marín
- La estrella, por Eliá Barceló
- El rebaño, por César Mallorquí
- El centro muerto, por León Arsenal
- El bosque de hielo, por Juan Miguel Aguilera
- Otro día sin noticias tuyas, por Juan Carles Planells
- Un jinete solitario, por Rodolfo Martínez
- Nada personal, por Armando Boix
- Los herederos, por Daniel Mares
- Días de tormenta, por Ramón Muñoz
- Una esfera perfecta, por Eduardo Vaquerizo
- Entre líneas, por José Antonio Cotrina
- Recomendaciones
- Bibliografía
COMPILACIÓN Y PRÓLOGO DE JULIÁN DÍEZ
domingo, 7 de dezembro de 2008
Arena Sensible
(...La ciencia-ficción, la vida artificial, y la inteligencia artificial tienen algo en común: buscan respuestas a las grandes preguntas que siem-pre han planteado los filósofos utilizando analogías entre los elemen-tos “reales” que se pretenden analizar (el Universo, la vida y la inteli-gencia) y otros ficticios, simulados o imaginados...)
(...A pesar de que la acción de la mayoría de los relatos de la ficción científica se sitúa en el futuro, no se puede definir ésta como una lite-ratura de anticipación en el sentido estricto de predicción del porve-nir. En ciencia-ficción, especular con lo que podría suceder si se di-eran determinadas condiciones es, entre otras cosas, un modo privile-giado de analizar el presente a la luz de sus posibilidades implícitas. La finalidad básica de la ciencia-ficción es ampliar nuestra perspecti-va, ofreciendo una visión más distanciada, más libre de prejuicios circunstanciales, en definitiva, más objetiva.
El distanciamiento de la realidad que se obtiene con la ciencia-ficción nada tiene que ver con una “evasión” de la realidad. Al igual que el pintor que se aleja del cuadro para lograr una visión de conjun-to, y tal como en la literatura se recurre a la metáfora a la hora de expresar una idea, el alejamiento de la ciencia-ficción produce una disminución de los efectos anestésicos propios de la rutina. Gracias a esto, se consigue un análisis más lúcido y objetivo de la realidad.
La ciencia-ficción no es predicción: es especulación. Por lo gene-ral no pretende adivinar el futuro a partir de un presente conocido, sino especular con lo que podría suceder si se dieran determinadas condiciones....)
Arena Sensible - Manuel de la Herrán Gascón [ Download ]
A.E.Van Vogt
Alfred Elton Van Vogt (26 de Abril, 1912 - 26 de Janeiro, 2000), renomado escritor nascido no Canadá, reconhecido como um dos mais prolíficos escritores da Ficção Científica Americana.
Depois de um início de carreira, onde seu estilo se identificava com aquele encontrado em revistas populares ('pulp magazines'), Van Vogt decidiu se dedicar ao gênero que adotaria a partir dai, a Ficção Científica (FC).
Logo em sua primeira história publicada, 'Black Destroyer' (Astounding Science Fiction, 1939), sobre alienígenas que capturam a tripulação de uma nave exploratória, ele definiu com seu estilo aventuresco e imaginativo, o que seria mais tarde definido como a Época de Ouro da Ficção Científica americana.
Para muitos, Van Vogt, junto com Robert A.Heinlein e Isaac Asimov, seriam os 3 maiores escritores de FC de toda história.
Black Destroyer/Destructor Negro [ Download ]
Coleção A.E.Van Vogt [ Download ]
( 'Asylum', 'Concealment', 'Empire of the Atom', 'Enchanted Village', 'Moonbeast',
'More than Superhuman', 'Recrutation Station', 'Rogue Ship', 'Slan', 'Supermind',
'The battle of forever', 'The book of Ptah', 'The players of Null-A', 'The rat,the snake and others stories', 'The rull', 'The silkie', 'The voyage of Space Beagle', 'The weapon makers',
'The weapon shops of Isher', 'The witch', 'The wizard of Linn', 'The world of Null-A',
'Transfinite the essential', 'Transgalactic', 'Vault of the beast')
sábado, 6 de dezembro de 2008
Espaço: 1999, Neuromancer e Flesh

A data... 13 de setembro.
O ano... 1999.
O desastre... a Lua é lançada fora de sua órbita por uma explosão extensiva dos poços do armazenamento de lixo nuclear, assim fazendo com que ficasse vagando no espaço.
Espaço: 1999 [ Download ]

Neuromancer é a história de Henry Dorsett Case, um hacker do futuro que usa sofisticado equipamento para penetrar no ciberespaço e roubar dados valiosos. O cyberspace gibsoniano é uma região virtual tridimensional onde praticamente toda a informação do planeta está reunida, à disposição de quem souber encontrá-la e conseguir ultrapassar as barreiras de segurança.
Neuromancer [ Download ]

No século 23 D.C, quase todos os animais da Terra haviam desaparecido, e o homem alimentava-se quase que exclusivamente de carne de insetos. Todavia o homem continuava a desejar alimentar-se de verdadeira carne. Com a descoberta da viagem no tempo, homem foi capaz de arranjar carne pelo seu regresso no tempo que foi até 65 milhões de anos, voltando assim à época dos dinossauros...
Flesh [ Download ]
Aliens R Us - The Other in Science Fiction Cinema

Science fiction explores space – ‘in a galaxy far, far away’, The Outer Limits, Space: Above and Beyond. It projects us into imagined futures – ‘Beam me up, Scottie.’ Yet as a genre the space that science fiction most intimately explores is interior and human; to tell future stories
it recycles the structure and tropes of ancient narrative tradition and to devise dramatic tension it deploys issues and angst that are immediately present.
The fiction in science fiction is the fiction of space, outer space, and time, future time. Far from being the essential object of its concern the devices of space and time are window dressing,
landscape and backdrop. The ‘science’ offered by science fiction is populist dissection of the psyche of Western civilisation, its history, preoccupations and project of future domination – past, present and future.
Science fiction is a time machine that goes nowhere, for wherever its goes it materialises the same conjunctions of the spacetime continuum: the conundrums of Western civilisation. Science fiction shows us not the plasticity but the paucity of the human imagination that has become quagmired in the scientist industrial technological, culturo-socio-psycho babble of a single civilisational paradigm. Science fiction is the fiction of mortgaged futures.
As a genre it makes it harder to imagine other futures, futures not beholden to the complexes, neuroses and reflexes of Western civilisation as we know it. ‘Houston, we have a problem.’
Introduction
Ziauddin Sardar
1. Delicatessen: Eco-Apocalypse in the New French Science Fiction Cinema
Sean Cubitt
2. Rewriting the ‘American Dream’: Postmodernism and Otherness in Independence Day
Jan Mair
3. Displacements of Gender and Race in Space: Above and Beyond
Nickianne Moody
4. Star Trek: First Contact: The Hybrid, the Whore and the Machine
Christine Wertheim
5. Japanimation: Techno-Orientalism, Media Tribes and Rave Culture
Toshiya Ueno
6. Wicked Cities: The Other in Hong Kong Science Fiction
Gregory B Lee and Sunny S K Lam
7. Saying ‘Yours’ and ‘Mine’ in Deep Space Nine
Kirk W Junker and Robert Duffy
8. False and Double Consciousness: Race, Virtual Reality
and the Assimilation of Hong Kong Action Cinema in The Matrix
Peter X Feng
9. Global Visions and European Perspectives
Dimitris Eleftheriotis
Notes on Contributors
Index
Aliens R Us - The Other in Science Fiction Cinema
Edited by Ziauddin Sardar and Sean Cubitt [ Download ]
quarta-feira, 3 de dezembro de 2008
Orientalism in U. S. Cinema from Blade Runner to The Matrix
Table of Contents
INTRODUCTION
PART 1: HOLLYWOOD, CYBERPUNK, AND THE "ORIENT"
Chapter One The Hollywood Orient
Chapter Two The Cyberpunk Orient
PART 2: MULTICULTURAL NIGHTMARES
Chapter Three Blade Runner and the Beginnings of Hollywood Cyberpunk
Chapter Four The Orientalized City
PART 3: MULTIRACIAL DREAMS
Chapter Five Cinematic Asiaphilia: Martial Arts, Anime, and The Matrix
Chapter Six The Orient Disembodied
CONCLUSION
Filmography
References
Vita
Orientalism in US Cinema from Blade Runner to The Matrix [ Download ]
Chi Hyun Park, Ph.D. -The University of Texas at Austin, 2004
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Capacitor Fantástico
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20:26
Tag: artigos, Blade Runner, Ciberpunk, cinema, Ficção Científica
Consejos para escribir Ciencia Ficcíon - Miquel Barceló

De hecho nadie puede enseñar a escribir ciencia ficción, aunque muchas veces se ha intentado. Escribir ficción es una habilidad acumulativa: a fuerza de escribir se van dominando las técnicas narrativas y se obtienen mejores resultados.
Hay gente especialmente dotada que, de forma natural y espontánea, es capaz de escribir muy bien desde el primer momento. Son pocos. La mayoría de los escritores ha de realizar muchas pruebas e intentos para aprender a resolver los variados problemas que plantea el hecho de escribir historias y entretener a los lectores.
A pesar de esto, recientemente han aparecido muchos libros, artículos y cursos que
"enseñan" a escribir y que, en realidad, pueden evitar perder mucho tiempo en las primeras
pruebas. Se trata, simplemente, de dar a conocer algunas de las cosas que los escritores van
aprendiendo con el tiempo y la experiencia. Pero nadie debe pensar que se trata de recetas
seguras.
Consejos para escribir Ciencia Ficcíon -Miquel Barcelo [ Download ]
A apropriação da literatura cyberpunk pela esfera feminina de ação

A literatura cyberpunk corresponde a um tipo de ficção científica, surgida a partir dos anos 80, que coloca em primeiro plano as tecnologias digitais envolvidas, por exemplo, na produção de ciborgues. Neuromancer, de William Gibson, de 1984 (primeiro romance da trilogia Matrix, que tanto inspiraria o trabalho homônimo dos irmãos Warshowski no campo do cinema), é considerado o locus classicus desse subgênero literário.
Este, além de lidar com a idéia do ciberespaço (um termo cunhado por Gibson para descrever o espaço metafórico onde a informação armazenada eletronicamente pode ser experimentada sensorialmente), inclui entre seus componentes a presença da modificação tecnológica do corpo humano, da degradação ambiental e de encraves culturais pós-nacionais.
Seus heróis sao hackers e outros derivados de meios high tech e música pop, e seu estilo narrativo ecoa as histórias de aventura e de detetives, o que tem levado autoras como Jenny Wolmark a afirmar que a literatura cyberpunk é “marcada fortemente pelo masculino”.
Andrew Ross vai mais longe, afirmando que “Mal se precisa arranhar a superfície do gênero cyberpunk, não importa quanta maturidade tenha sido empregada em sua concepção, para expor o edifício barroco das fantasias masculinas adolescentes”.
A apropriação da literatura cyberpunk pela esfera feminina de ação
Lucia de La Rocque [ Download ]
domingo, 30 de novembro de 2008
Resident Evil - Coleção 6 livros

Latham Weekly - 2 de Junho de 1998
"Assassinatos bizarros cometidos em Raccoon City"
RACCOON CITY – O corpo mutilado de Anna Mitaki de 42 anos foi descoberto ontem num terreno abandonado não muito longe de sua casa no nordeste de Raccoon City, fazendo-a ser a quarta vítima dos supostos “assassinos canibais”. De acordo com relatórios do investigador de outras vítimas recentes, o corpo de Anna mostrou ter sido parcialmente comido. As marcas das mordidas são aparentemente humanas. Logo depois do descobrimento de Anna por dois corredores à aproximadamente nove horas da noite passada, Chefe Irons fez um breve discurso insistindo que o RPD está “trabalhando solicitamente para apreender os criminosos por tantos crimes horríveis” e que ele está consultando com oficiais da cidade sobre mais medidas de proteção para os cidadãos de Raccoon City. Em adição, outros três morreram de provável ataque animal em Raccoon Forest há algumas semanas, aumentando o número de vítimas para sete...
"Mansão de Spencer destruída em incêndio explosivo"
RACCOON CITY – Há aproximadamente 2 A.M. de Quinta-feira, os moradores do distrito de Victory Lake foram acordados por uma explosão que trovejou através do noroeste de Raccoon Forest, aparentemente causada por um incêndio que ocorreu na mansão abandonada de Spencer e aprimorada pelos produtos químicos guardados no subsolo. Devido às barricada colocadas no perímetro da floresta (por causa dos recentes assassinatos em Raccoon City), os bombeiros foram incapazes de salvar o que restou dela. Depois de três horas de batalha contra o fogo enfurecido, a mansão de trinta e um anos e a adjacente casa de empregados foram complemente arruinadas. Construída pelo Lorde Oswell Spencer, aristocrata europeu e um dos fundadores da companhia farmacêutica Umbrella Inc, a propriedade foi projetada pelo premiado arquiteto George Trevor como hospedaria para as pessoas importantes da companhia, mas foi fechada logo depois de finalizada por razões desconhecidas.
Raccoon Times - 26 de Agosto de 1998
Plano "manter a cidade segura"
RACCOON CITY - Na frente da prefeitura, o Prefeito Harris anunciou ontem à tarde, em uma coletiva, que o conselho da cidade estará contratando pelo menos dez novos policiais para se juntar à polícia de Raccoon, por causa dos assassinatos brutais que atormentaram Raccoon no começo deste verão e devido a suspensão do S.T .A.R.S.. Junto com o Chefe Irons e todo os membros do conselho de Raccoon, Harris assegurou os cidadão e repórteres que a cidade será mais uma vez uma comunidade segura na qual se vive e trabalha, e que a investigação dos onze assassinatos "canibais" e dos três ataques animais fatais estão longe da solução.
Associated Press, 6 de Outubro, 1998
Milhares morrem quando o fogo atinge as comunidades nas montanhas, Doença misteriosa pode estar envolvida
Nova York, NY - A isolada população das montanhas de Raccoon City, PA, foi oficialmente declarada uma área de desastre por oficiais estaduais e federais, enquanto dedicados bombeiros continuam travando guerra contra as labaredas e o número de mortos continua aumentando. Estima-se agora que mais de sete mil pessoas foram mortas pelos explosivos que atingiram Raccoon na manhã de Domingo, 4 de Outubro. Está sendo considerado o pior desastre nos Estados Unidos em termos de vidas perdidas, desde a era industrial, e enquanto as organizações nacionais de auxílio e a imprensa internacional se concentra nas barricadas ao redor das ruínas ainda em chamas da cidade, amigos chocados e familiares dos cidadãos de Raccoon se reuniram, esperando por notícias em Latham.
Carlos tinha acabado de desligar o chuveiro quando o telefone tocou. Ele enrolou a toalha na cintura e correu pela bagunçada sala de estar. Com tanta pressa em atender ao telefone quase tropeçou numa caixa de livros ainda fechada; ele ainda não teve tempo de achar uma secretária eletrônica desde que se mudou para a cidade, e apenas a nova base tinha seu número. Não valeria a pena perdeu nenhuma ligação, principalmente por ser a Umbrella que pagava suas contas. Ele puxou o gancho com a mão ensopada e tentou não parecer sem fôlego. “Alô?”. “Carlos, aqui é Mitch Hirami”. Inconscientemente, Carlos ergueu um pouco sua postura, ainda segurando a úmida toalha. “Sim, senhor”. Hirami era seu líder de esquadrão. Carlos só o encontrou duas vezes, pouco tempo para ter uma sólida leitura dele, mas parecia competente o bastante - tal como os outros caras do esquadrão.
Encarado pela morte eminente, cercado por infectados e pessoas morrendo, enquanto destroços do helicóptero em chamas choviam do céu, tudo o que Rodrigo Juan Raval conseguia pensar era a garota. Nela e em um jeito de sair de lá.
Ela também morrerá – – anda!
Ele mergulhou para se proteger atrás de uma lápide em branco enquanto o cemitério chacoalhava. Com um som de metal se estilhaçando em alta velocidade, uma grande parte do helicóptero em chamas caiu no canto mais distante do cemitério, espirrando combustível nos apodrecidos prisioneiros e soldados. Brilhantes e oleosas linhas de combustível espalharam-se pelo chão como lava grudenta – – e quando Rodrigo caiu no chão, sentiu uma tremenda dor na barriga, duas de suas costelas quebrando contra um pedaço de mármore escuro escondido debaixo do mato. A dor foi súbita e terrível, paralisante. Mas de alguma forma ele não desmaiou.
Resident Evil - Coleção (6 livros) [ Download ]
Mais Resident Evil no site Face your fear of Resident Evil
Los mejores relatos de fantasia II - Ellen Kushner
ÍNDICE
La caza del unicornio, Joan D. Vinge (The Hunt of the Unicorn, 1980)
El hombre que vendía magia, Nicholas Stuart Gray (The Man Who Sold Magic, 1956 )
Peter Kagan y el viento, Gordon Bok (Peter Kagan and the Wind, 1971)
Isla cuarenta y siete, R. A. Lafferty (The Fotry-seventh Island, 1980)
Lamia y lord Cromis, M. John Harrison (The Lamia and Lord Cromis, 1975)
Heridas de guerra, Lynn Abbey (War Wounds, 1980)
Disfrutar es gratis, Alan Garner (Feel Free, 1967)
La palabra que libera, Úrsula K. Le Guin (The Word of Unbinding, 1964)
Poemas de ensueño, Gordon Grant (Dream Poems, 1980)
La Asociación Cultural Yukio Mishima de Kudzu Valley, Georgia, Michael Bishop
(The Yukio Mishima Cultural Association of Kudzu Valley, Georgia, 1980)
El dominio del brujo, Elizabeth A. Lynn (Wizard's Domain, 1980)
Los mejores relatos de fantasia II - Ellen Kushner [ Download ]
The Terror - Dan Simmons

Apontado pela crítica, como o melhor romance de 2007, o autor e vencedor do Hugo, Dan Simmons, reconstitui à sua maneira, a trágica expedição Franklin ao Ártico de 1840, acrescentando aspectos sobrenaturais e criando uma intensa e assustadora obra, e que já está sendo produzida para as telas pelo cinema hollywoodiano.
The Terror- Dan Simmons [ Download ]
Matrix - Bem-vindo ao deserto do real - William Irwin
"LIBERTE SUA MENTE!"
Para começarmos a entender Matrix é fundamental que façamos a pergunta essencial do filme: O que é a Matrix?
Nas telas do cinema, Matrix é um mundo de sonhos gerado por computador, o qual, por meio de uma realidade virtual, simula o nosso mundo como é hoje.
O fenômeno Matrix pode ser compreendido, se considerarmos as influências dos temas que aparecem, direta ou indiretamente, no roteiro do filme.
Citarei alguns exemplos: distopia, esperança, filosofia, 1984 de George Orwell, artes marciais, cybercultura, agentes secretos, conspirações, romance, Alice no País das Maravilhas de Lewis Carroll, messianismo, mitologia grega e céltica.
Admirável Mundo Novo de Aldous Huxley, ficção científica e assim por diante.
Poderia começar pelo messianismo — crença na vinda do Salvador, Jesus, Messias, Buda, Krishna, Noé, rei Artur... Mas começarei pela Filosofia, que, segundo o Aurélio:
Filosofia
1. é o estudo que visa compreensão da realidade, no sentido de aprendê-la na sua totalidade:
2. Razão; Sabedoria.
Vamos a Matrix! Morpheus tem aspectos diferentes: algumas vezes o relaciono com o "Mestre" da Grande Fraternidade Branca, que tem de ensinar o seu discípulo, Neo, a vencer a ilusão (Maya) para desta forma, enfrentar a Matrix.
Para que isso aconteça, Neo tem de transformar-se em Mestre, por meio dos
softwares (programas) que começa seu aprendizado.
Por outro lado, Morpheus é um deus da mitologia grega, filho da noite e do sono, deus dos sonhos, filho de Hypnos. Deus que proporciona o repouso necessário ao homem fatigado para que este possa, por meio dos sonhos, libertar o adormecido de seus pesares.
Matrix - Bem-vindo ao deserto do real - William Irwin [ Download ]
sábado, 29 de novembro de 2008
Douglas Adams

Douglas Noël Adams (11 de Março 11, 1952 – 11 de Maio, 2001), também conhecido pelos fãs como Bop ou Bob, ou pelas suas inicias DNA. Cômico britânico, atuou e escreveu peças para o rádio, e ficou mais conhecido pelo seu livro 'O Guia do mochileiro das galáxias' (Hitchhiker's Guide to the Galaxy); tendo vendido até o ano de sua morte, mais de 15 milhões de exemplares além de ter escrito para a série televisiva de humor nonsense Monty Python's Flying Circus.
Os fãs e amigos de Adams o descreviam também como um ativista ambiental, um assumido ateísta radical e amante dos automóveis possantes, câmeras, computadores Macintosh e outros 'apetrechos tecnológicos'.
O biólogo Richard Dawkins dedicou-lhe seu livro 'The God Delusion' e nele descreve como Adams compreendeu a teoria da evolução e, conseqüentemente, tornou-se um ateísta. Adams era um entusiasta de novas tecnologias, tendo escrito sobre email e usenet antes de tornarem-se amplamente conhecidos. Até o fim de sua vida, Adams foi um requisitado professor de tópicos que incluím ambiente e tecnologia..
O Guia do mochileiro das galáxias [ Download ]
O restaurante do fim do universo [ Download ]
A vida, o Universo e tudo mais [ Download ]
Dirk Gently's Holistic Detective Agency [ Download ]
Last Chance to See [ Download ]
Starship Titanic [ Download ]
The long dark tea-time of the soul [ Download ]
Fundamentalmente inofensiva [ Download ]
Informe sobre la Tierra [ Download ]
Site oficial - Douglas Adams
Morto até o anoitecer - Charlaine Harris

Capítulo 1
Esperei pelo vampiro durante anos, até que, um dia, ele entrou no bar.
Desde que os vampiros começaram a “sair do caixão” (como se dizia, por gozação) quatro anos atrás, eu tinha a esperança de que algum deles aparecesse em Bon Temps. Tínhamos todas as minorias em nossa cidadezinha — por que não teríamos a mais nova, os mortos-vivos agora legalmente reconhecidos? Mas o norte caipira da Louisiana, na verdade, não era muito sedutor para vampiros, ao que parecia; por outro lado, Nova Orleans era um centro legítimo para eles — por causa daquela coisa toda de Anne Rice, certo?
A distância entre Bon Temps e Nova Orleans não é assim tão grande, e todos que vinham ao bar diziam que, se você jogasse uma pedra numa esquina daqui, acertaria um lá.
Embora fosse mais sensato não fazer isso.
Mas eu esperava pelo meu próprio vampiro.
Pode-se notar que não saio muito. E não é porque eu não seja bonita. Eu sou. Sou loura, de olhos azuis, tenho 25 anos, minhas pernas são fortes e meu peito é volumoso, e tenho uma cinturinha de vespa. Eu fico bem no uniforme de verão de garçonete que Sam estabeleceu para nós: calções pretos, camiseta branca, meias brancas, Nikes pretos.
Mas eu tenho um inconveniente. É como eu tento definir esta coisa.
Os fregueses de bar afirmam que sou louca.
Em todo caso, o resultado é que eu quase nunca arranjo um namorado. Portanto, pequenas amabilidades fazem uma grande diferença para mim.
E ele sentou-se numa de minhas mesas — digo, o vampiro.
Saquei imediatamente o que ele era. Espantou-me que ninguém mais ao redor tivesse se virado para olhar. As pessoas não notavam! Mas, para mim, a pele dele tinha um pequeno brilho, e reconheci a sua condição no ato.
A alegria foi tanta que eu poderia dançar, e de fato ensaiei um passo caminhando pelo bar. Sam Merlotte, meu chefe, ergueu o olhar da bebida que estava preparando e deu-me um sorrisinho. Apanhei minha bandeja e a toalha e rumei na direção da mesa do vampiro. Tinha a esperança de que meu batom estivesse ainda firme e que meu rabo-de-cavalo não tivesse saído do lugar.
Eu sou meio ansiosa, e sentia meu sorriso puxando os cantos de minha boca para cima.
Ele parecia perdido em seus pensamentos, e eu tive oportunidade de dar uma boa olhada nele de alto a baixo antes que erguesse os olhos. Ele tinha pouco menos que l,82m, calculei.
Tinha cabelos castanho-escuros bem espessos, penteados diretamente para trás e chegando à gola de sua camisa, e suas longas costeletas pareciam curiosamente fora de moda.
Naturalmente, era pálido; claro, ora, pois estava morto, se você acredita naquelas velhas histórias. A teoria politicamente correta, aquela que os vampiros defendiam em público, é que a criatura era vítima de um vírus que a deixava aparentemente morta por alguns dias e, portanto, alérgica à luz do sol, prata e alho. Os detalhes variavam conforme os jornais que você lesse.
Eles andavam cheios de matérias sobre vampiros, ultimamente.
Morto até o amanhecer (Dead until dark) - Charlaine Harris [ Download]
sexta-feira, 28 de novembro de 2008
Os prêmios na ficção científica

"...No caso do Brasil, para um Jabuti, existem dezenas de concursos de maior e menor prestígio, a maioria destinada ao escritor iniciante. Um desenvolvimento recente são concursos literários que não analisam obras completas, mas romances ou livros de conto em andamento, com o fim de fornecer uma bolsa para o término do projeto escolhido. É o caso do Programa Petrobrás Cultural
Há, enfim, prêmios outorgados - para o conjunto da obra ou para um feito literário em particular que os organizadores do prêmio consideram particularmente relevante. O mais famoso deles é certamente o Prêmio Nobel e suas variantes como o Prêmio Camões, para a língua portuguesa, ou o Prêmio Miguel de Cervantes, para a língua espanhola, o Goethe Prize da Alemanha.
No Brasil, e no campo da ficção científica, nosso primeiro prêmio provavelmente pertenceu a essa última categoria - o troféu Monólito Negro, entregue a Arthur C. Clarke durante o Festival Internacional do Cinema e o Simpósio de FC no Rio de Janeiro em 1969. O Simpósio aconteceu embutido dentro do Festival e foi idéia do fã, tradutor e editor de FC José Sanz. Consta que Sanz pretendia que o troféu fosse entregue anualmente a um grande realizador da FC mundial, mas isso acabou não acontecendo. Não era, evidentemente, um prêmio destinado ao melhor gênero no Brasil. Clarke ficou com a peça única, obra em hematita criada pelo escultor Caio Mourão.
O editor baiano Gumercindo Rocha Dorea, que quase sozinho foi responsável pela Primeira Onda da Ficção Científica Brasileira na década de 60, chegou a anunciar na quarta capa de sua edição de Os Senhores do Sonho (Unearthly Neighbors; 1964), de Chad Oliver, um concurso literário para romance inédito de FC, o "Prêmio Bartolomeu de Gusmão". A proposta era de um concurso anual, mantido por Dorea e pelo livreiro Adonias Filho, pagando Cr$ 300.000,00. Mas ele não se realizou - aparentemente por falta de concorrentes.
Dessa forma, o primeiro concurso brasileiro de FC de que se tem notícia acabou sendo o Prêmio Fausto Cunha, de contos, promovido pelo Clube de Ficção Científica Antares de Porto Alegre, com duas ou três edições na primeira metade da década de 80. Homenageava o autor da Geração GRD Fausto Cunha (1923-2004), e dele participaram autores que se tornariam relativamente conhecidos, nos anos seguintes: Jorge Luiz Calife, Gerson Lodi-Ribeiro, Miguel Carqueija.
O Clube de Leitores de FC, na gestão de Dorea, teve seu concurso de contos, com apenas uma edição, em meados da década de 90.
O primeiro concurso de âmbito verdadeiramente nacional, porém, foi o Prêmio Jerônimo Monteiro, realizado pela Editora Record e pela Isaac Asimov Magazine em 1990. Recebeu 444 contos de 17 estados brasileiros. Os três classificados foram Roberto Schima (em primeiro com "Como a Neve de Maio"), Cid Fernandez (em segundo, com "Lost") e Roberto de Sousa Causo (em terceiro, com "Patrulha para o Desconhecido"). Além de prêmio em dinheiro, os três foram publicados na revista.
A revista semi-profissional Scarium MegaZine, de Marco Bourguignon, mantém um concurso de contos - e a edição N.º 23, recém-lançada, traz os contos vencedores da terceira edição do concurso. Recentemente, o concurso FC do B, da BHB Eventos, uma empresa extra-fandom, movimentou as coisas com esse concurso de contos, com os classificados reunidos no volume
FC do B: Ficção Científica Brasileira: Panorama 2006/2007.
O primeiro prêmio do tipo melhores do ano foi criado por mim em 1988, o Prêmio Nova de Ficção Científica. Na época, votavam os colaboradores do meu fanzine, Anuário Brasileiro de Ficção Científica, e as categorias eram poucas: conto, livro e fanzine. Conforme a FC evoluía no Brasil, as categorias se alteravam para acompanhar essa evolução. Em 1990 ele foi dividido em dois campos: profissional e amador, definidos da maneira mais simples possível - é "profissional" o que fosse publicado em veículos ou por editoras profissionais, e amador o que fosse publicado em fanzine ou em edição do autor..."
Roberto de Sousa CausoLeia o texto completo
Conheça também o Anuário Brasileiro de Literatura Fantástica 2007
quarta-feira, 26 de novembro de 2008
Before the golden age - Isaac Asimov
Before the Golden Age é uma antologia composta por 25 histórias de Ficção científica, inicialmente publicadas nos anos 30, em revistas populares (pulp magazines).
Estas histórias, selecionadas por Asimov, tem por principal critério de escolha, terem sido responsáveis por influenciá-lo em seu início de carreira.
A antologia inclui também o conto 'BIG GAME', escrita por Asimov e que nunca foi vendida.
A qualidade da antologia, devido a sua abrangência, vai de embaraçosa à excelente, contudo, fornece uma retrospectiva histórica única do gênero em seu início.
1931
* "The Man Who Evolved" by Edmond Hamilton
* "The Jameson Satellite" by Neil R. Jones
* "Submicroscopic" by Capt. S.P. Meek
* "Awlo of Ulm" by Capt. S.P. Meek
* "Tetrahedra of Space" by P. Schuyler Miller
* "The World of the Red Sun" by Clifford D. Simak
1932
* "Tumithak of the Corridors" by Charles R. Tanner
* "The Moon Era" by Jack Williamson
1933
* "The Man Who Awoke" by Laurence Manning
* "Tumithak in Shawm" by Charles R. Tanner
1934
* "Colossus" by Donald Wandrei
* "Born of the Sun" by Jack Williamson
* "Sidewise in Time" by Murray Leinster
* "Old Faithful" by Raymond Z. Gallun
1935
* "Parasite Planet" by Stanley G. Weinbaum
* "Proxima Centauri" by Murray Leinster
* "The Accursed Galaxy" by Edmond Hamilton
1936
* "He Who Shrank" by Henry Hasse
* "The Human Pets of Mars" by Leslie Frances Stone
* "The Brain Stealers of Mars" by John W. Campbell
* "Devolution" by Edmond Hamilton
* "Big Game" by Isaac Asimov
1937
* "Other Eyes Watching" by John W. Campbell
* "Minus Planet" by John D. Clark
* "Past, Present, and Future" by Nat Schachner
1938
* "The Men and the Mirror" by Ross Rocklynne
Before the golden age - A sci-fi anthology of the 1930s - Editado por Isaac Asimov [ Download ]
H.G. Wells - Complete works
English novelist, journalist, sociologist, and historian, whose science-fiction stories have been filmed many times. Wells's best known books are THE TIME MACHINE (1895), THE
INVISIBLE MAN (1897), and THE WAR OF THE WORLDS (1898).
Wells wrote over a hundred of books, about fifty of them novels.
"No one would have believed, in the last years of the nineteenth century, that human affairs were being watched keenly and closely by intelligences greater than man's and yet as mortal as his own; that as men busied themselves about their affairs they were scrutinized and studied, parhaps almost as narrowly as a man with a microscope might scrutinize the transient creatures that swarm and multiply in a drop of water." (from War of the Worlds)
Along with George Orwell's Nineteen-Eighty-Four and Aldous Huxley's Brave New World, which was an pessimistic answer to scientific optimism, Wells's novels are among the classical works
of science-fiction, but his romantic and enthusiastic conception of technology later turned more doubtfull. His bitter side is seen early in the novel BOON (1915), which was a parody of Henry James.
H.G. Wells was born in Bromley, Kent. His father was a shopkeeper and a professional cricketer, and his mother served from time to time as a housekeeper at the nearby estate of Uppark.
His father's business failed and to elevate the family to middle-class status, Wells was apprenticed like his brothers to a draper, spending the years between 1880 and 1883 in Windsor and Southsea. Later he recorded these years in KIPPS (1905). In the story Arthur Kipps is raised by his aunt and uncle. Kipps is also apprenticed to a draper. After learning that he has been left a fortune, Kipps enters the upper-class society, which Wells describes with sharp social criticism.
In 1883 Wells became a teacher/pupil at Midhurst Grammar Scool.
He obtained a scholarship to the Normal School of Science in London and studied there biology under T.H. Huxley. However, his interest faltered and in 1887 he left without a degree.
He taught in private schools for four years, not taking his B.S. degree until 1890.
Next year he settled in London, married his cousin Isabel and continued his career as a teacher in a correspondence college. From 1893 Wells became a full-time writer.
After some years Wells left Isabel for one of his brightest students, Amy Catherine, whom he married in 1895. As a novelist Wells made his debut with The Time Machine, a parody of English class division and a satirical warning that human progress is not inevitable.
The Time Traveller lands in the year 802701 and finds two people: the Eloi, weak and little, who live above ground, and the Morlocks, carnivorous creatures that live below ground. Much of the realism of the story was achieved by carefully studied technical details.
The basic principles of the machine contained materials regarding time as the fourth dimension - years later Albert Einstein published his theory of the four dimensional continuum of space-time. The work was followed by such science-fiction classics as THE ISLAND OF DR. MOREAU (1896), in which a mad scientist transforms animals into human creatures, The Invisible Man (1897), a Faustian story of a scientist who has tampered with nature in pursuit of superhuman powers, and The War of the Worlds (1898), a novel of an invasion of Martians.
The story appeared at a time when Percival Lowell's "observations" of "canals" on Mars arose speculations that there could be life on the Red Planet. Inspite of the technological superiority of the Martians, their plan fails - they start to die off because they have no immunity to the bacteria of Earth. THE FIRST MEN ON THE MOON (1901) was prophetic description of the methodology of space flight, and THE WAR IN THE AIR (1908) was a hybrid that places Kipps-like Cockney hero in the context of a catastrophic aerial war.
Altough Wells's novels were highly entertaining, he also tried to pave way for a wiser attitude about the future of the mankind.
Dissatisfied with his literary work, Wells moved into the novel genre, with LOVE AND MR. LEWISHAM (1900). He strenghtened his reputation as a serous writer with Kipps, TONO-
BUNGAY (1909), and THE HISTORY OF MR. POLLY (1909), an ode to vanished England.
He also published critical pamphlets attacking the Victorian social order, among them
ANTICIPATIONS (1901), MANKIND IN THE MAKING (1903), and A MODERN UTOPIA (1905).
Passionate concern for society led Wells to join in 1903 the socialist Fabian Society in London, but he soon quarreled with the society's leaders, among them George Bernard Shaw.
This experience was basis for his novel THE NEW MACHIAVELLI (1911), where he drew portraits of the noted Fabians. At the outbreak of war in 1914, Wells was involved in a love affair with the young English author Rebecca West, which influenced his work and life deeply.
"Nothing could have been more obvious to the people of the early twentieth century than the rapidity with which war was becoming impossible.
And as certainly they did not see it. They did not see it until the atomic bombs burst in their fumbling hands." (from The World Set Free, 1914)
After WW I Wells published several non-fiction works, among them THE OUTLINE OF HISTORY (1920), THE SCIENCE OF LIFE (1929-39), written in collaboration with Sir Julian Huxley and George Philip Wells, and EXPERIMENT IN AUTOBIOGRAPHY (1934).
At this time Wells had gained the status as a popular celebrity, and he continued to write prolifically.
In 1917 he was a member of Reserch Committee for the League of Nations and published several books about the world organization. In the early 1920s he was a labour candidate for Parliament.
Between the years 1924 and 1933 Wells livend mainly in France.
From 1934 to 1946 he was the International president of PEN. In 1934 he had discussions with both Stalin and Roosevelt, trying to recruit them to his world-saving schemes.
However, he despaired of the whole business when the global war broke the peace for the second time.
"The professional military mind is by necessity an inferior and unimaginative mind; no man of high intellectual quality would willingly imprison his gifts in such calling." (from The Outline of History, 1920)
In THE HOLY TERROR (1939) Wells studied the psychological development of a modern dictator based on the careers of Stalin, Mussolini, and Hitler.
In 1938 Orson Welles' Mercury Theater radio broadcast, based on The War of the Worlds, caused a panic which spread across the United States. Wells lived through World War II in his house on Regent's Park, refusing to let the blitz drive him out of London.
His last book, MIND AT THE END OF ITS TETHER (1945), expressed pessimism about mankind's future prospects. Wells died in London on August 13. 1946.
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domingo, 23 de novembro de 2008
Obras maestras de la Ciecia ficción
ÍNDICE
Biografía de los autores
Introducción
Los destructores de vórtices (The Vortex Blaster. E.E. Smith. Comet. Julio 1941).
Noche (Night John W. Campbell, Jr. (como Don A. Stuart) Astounding. Octubre 1935).
Un lógico llamado Joe (A Logic Named Joe. Murray Leinster. Astounding.1946).
Réquiem (Requiem. Edmond Hamilton. Amazing. Abril 1962).
Con los brazos cruzados (With Folded Hands.... Jack Williamson. Astounding. 1947).
Adaptación (Adaptation. John Wyndham. Astounding. Julio 1949).
El testigo (The Witness. Eric Frank Russell. Other Worlds. Septiembre 1951).
La orden (The Command. L. Sprague de Camp. Astounding. Octubre 1938).
Bondad (Kindness. Lester del Rey. Astounding. Octubre 1944).
"...También paseamos perros" (We Also Walk Dogs. Robert Heinlein. Astounding.Julio 1941).
La aldea encantada (Enchanted Village. A. E. van Vogt. Other Worlds. Julio 1950).
¡Embustero! (Liar!. Isaac Asimov. Astounding. May 1941).
Dios microcósmico (Microcosmic God. Theodore Sturgeon. Astounding. Abril 1941).
Lugar de cobijo (Huddling Place. Clifford D. Simak. Astounding. Julio 1944).
Próximas atracciones (Coming Attraction. Fritz Leiber. Galaxy. Noviembre 1950).
Portal en el tiempo (Doorway Into Time. C. L. Moore. Famous Mysteries. 1943).
¡Guardamos el planeta negro! (We Guard the Black Planet!. Henry Kuttner. Super Science Stories. Noviembre 1942).
El extraño vuelo de Richard Clayton (The Strange Flight of Richard Clayton. Robert Bloch. Amazing. Marzo 1939).
Vela por los vivos (Wake for the Living. Ray Bradbury. Dime Mystery. 1947).
Antes del Edén (Before Eden. Arthur C. Clarke. Amazing. Junio 1961).
Madre (Mother. Philip José Farmer. Thrilling Wonder Stories. Abril 1953).
OBRAS MAESTRAS DE LA CIENCIA FICCIÓN - Sam Moskowitz [Download]
sábado, 22 de novembro de 2008
O restaurante no fim do universo - Douglas Adams
A estória até aqui:
No princípio o Universo foi criado.
Isso irritou muitas pessoas e foi amplamente encarado como um passo
errado.
Muitas raças acreditam que ele tenha sido criado por alguma espécie de
deus, embora os Jatravartids, habitantes de Viltvodle VI, acreditem que o
Universo inteiro escorreu do nariz de um ser chamado Grande Resfriado
Verde.
Os Jatravartids, que vivem sob o medo perpétuo do tempo que chamam
de Vinda do Grande Lenço Branco, são pequenas criaturas azuis com mais
de cinqüenta braços cada, o que os torna um povo singular, por ter sido o
único na história a inventar o desodorante aerossol antes da roda.
A Teoria do Grande Resfriado Verde, no entanto, não é amplamente
aceita fora de Viltvodle VI e assim, sendo o Universo o enigmático lugar que
é, outras explicações vivem sendo procuradas.
Por exemplo, uma raça de seres pandimensionais hiperinteligentes
construiu certa vez um supercomputador gigantesco chamado Pensador
Profundo para calcular de uma vez por todas a Resposta à Questão
Fundamental da Vida, do Universo e de Tudo.
Por sete milhões e meio de anos, Pensador Profundo computou e
calculou, e por fim anunciou que a resposta de fato era Quarenta-e-dois — e
assim outro computador ainda maior teve que ser construído para descobrir
qual era a pergunta afinal.
E esse computador, que foi chamado de Terra, era tão grande que era
frequentemente confundido com um planeta — especialmente pelos
estranhos seres parecidos com macacos que perambulavam por sua
superfície, totalmente ignorantes do fato de que eram simplesmente parte de
um gigantesco programa de computador.
O que é muito estranho, pois sem o conhecimento desse fato básico e
razoavelmente óbvio, nada do que acontecia na Terra poderia fazer o menor
sentido.
Infelizmente, porém, pouco antes do momento crítico da conclusão do
programa e leitura do resultado, a Terra foi inesperadamente demolida pelos
vogons para dar lugar — era o que alegavam — a uma via expressa
interestelar, e assim qualquer esperança de descoberta de um sentido para a
vida se perdeu para sempre.
Ou era o que parecia.
Duas dessas estranhas criaturas parecidas com macacos sobreviveram.
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O Guia do mochileiro das galáxias - Douglas Adams
Muito além, nos confins inexplorados da região mais brega da Borda Ocidental
desta Galáxia, há um pequeno sol amarelo e esquecido.
Girando em torno deste sol, a uma distância de cerca de 148 milhões de
quilômetros, há um planetinha verde-azulado absolutamente insignificante, cujas formas de
vida, descendentes de primatas, são tão extraordinariamente primitivas que ainda acham que
relógios digitais são uma grande idéia.
Este planeta tem ou melhor, tinha o seguinte problema: a maioria de seus
habitantes estava quase sempre infeliz. Foram sugeridas muitas soluções para esse
problema, mas a maior parte delas dizia respeito basicamente à movimentação de pequenos
pedaços de papel colorido com números impressos, o que é curioso, já que no geral não
eram os tais pedaços de papel colorido que se sentiam infelizes.
E assim o problema continuava sem solução. Muitas pessoas eram más, e a maioria
delas era muito infeliz, mesmo as que tinham relógios digitais.
Um número cada vez maior de pessoas acreditava que havia sido um erro terrível da
espécie descer das árvores. Algumas diziam que até mesmo subir nas árvores tinha sido uma
péssima idéia, e que ninguém jamais deveria ter saído do mar.
E, então, uma quinta-feira, quase dois mil anos depois que um homem foi pregado
num pedaço de madeira por ter dito que seria ótimo se as pessoas fossem legais umas com
as outras para variar, uma garota, sozinha numa pequena lanchonete em Rickmansworth, de
repente compreendeu o que tinha dado errado todo esse tempo e finalmente descobriu como
o mundo poderia se tornar um lugar bom e feliz. Desta vez estava tudo certo, ia funcionar, e
ninguém teria que ser pregado em coisa nenhuma.
Infelizmente, porém, antes que ela pudesse telefonar para alguém e contar sua
descoberta, aconteceu uma catástrofe terrível e idiota, e a idéia perdeu-se para todo o
sempre.
Esta não é a história dessa garota.
É a história daquela catástrofe terrível e idiota, e de algumas de suas conseqüências.
É também a história de um livro, chamado O Guia do Mochileiro das Galáxias
um livro que não é da Terra, jamais foi publicado na Terra e, até o dia em que ocorreu a
terrível catástrofe, nenhum terráqueo jamais o tinha visto ou sequer ouvido falar dele.
Apesar disso, é um livro realmente extraordinário.
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quinta-feira, 20 de novembro de 2008
O mundo assombrado pelos demônios - Carl Sagan
Este livro é uma defesa apaixonada e apaixonante da ciência e da racionalidade humana.
Carl Sagan, que não tem poupado esforços para divulgar os conhecimentos científicos de forma correta e clara, ataca o vírus do analfabetismo científico que faz, por exemplo, com que a maioria dos americanos pense que os dinossauros conviveram com os seres humanos e que desapareceram no Dilúvio porque não cabiam na Arca de Noé.
Ou que acredite em explicações pseudocientíficas e ficções, do monstro de Loch Ness às estátuas lacrimejantes da Virgem Maria, do Abominável Homem das Neves ao poder das pirâmides e dos cristais, do Santo Sudário a terapias de vidas passadas, de anjos e demônios a seres extraterrestres que seqüestram e estupram.
Para o autor de Pálido Ponto Azul, longe de serem inócuas, essas crenças e modismos podem causar danos terríveis; nos Estados Unidos pais inocentes estão sendo condenados em decorrência de falsas lembranças de abuso sexual de seus filhos, induzidas por terapeutas incompetentes.
Da mesma forma, ele mostra que a crença nos argumentos de autoridade e o declínio da compreensão dos métodos da ciência prejudicam a capacidade de escolha política e põem em risco os valores da democracia.
Como todos os livros de Sagan, O mundo assombrado pelos demônios está cheio de informações surpreendentes, transmitidas com humor e graça.
Seus ataques muitas vezes divertidos à falsa ciência, às concepções excêntricas e aos irracionalismos do momento são acompanhados por lembranças felizes da infância, quando seus pais o colocaram em contato pela primeira vez com os dois modelos de pensamento centrais para o método científico: o ceticismo e a admiração.
Para aqueles que vivem bombardeados diariamente pelos fenômenos "fantásticos" da vida, este livro funciona como um tratamento de desintoxicação. Mais que uma vela bruxeleante, trata-se de um jato de luz destinado a varrer os demônios do obscurantismo que pairam sobre nosso
tempo.
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terça-feira, 18 de novembro de 2008
Space Family Robinson n°1 (1962)
Space Family Robinson was the joint creation of editor and writer Del Connell and artist Dan Spiegle. Connell was the artistic director of Dell and Gold Key, a job he held since the early 1950s after a stint in the art department at Disney. Spiegle is a versatile California-based illustrator who ably turned out an astonishing variety of assignments for Gold Key throughout the '60s, from fanciful fare like their original movie adaptation of Disney's Mary Poppins, to straight adventure like Jonny Quest, to superheroics like Space Ghost and The Green Hornet.
fonte: SFR unofficial site
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quinta-feira, 13 de novembro de 2008
Isaac Asimov's Robots in Time - William F.Wu
In “Robot Visions,” Dr. Isaac Asimov writes about a question inherent in any time travel story—whether individuals traveling in time will alter events that would have occurred without the interference of a time traveler. Most writers who tackle this question write about changing the past and whether doing so is desirable or not. The Good Doctor, once again exhibiting the originality of his own vision, chooses to focus on a more rarely examined concern: of traveling into the future, and the possible consequences of doing so.
Stories that merely take place in the future are not the same as stories about individuals who travel from their own time, whatever it is, to their future. To my knowledge, the first science fiction novel to tell such a story is the classic novel by H. G. Wells,The Time Machine. In it Wells writes of a man who travels to the distant future from Victorian England, the time and place in which Wells was writing the novel. However, Wells presented a dystopian vision of the future as a warning of what could happen if the rigid social and economic divisions of his own society worsened to the extreme. The possibility of avoiding that vision lay not with the time traveler, but with the people who lived in Wells’s time. Wells did not really examine whether his time traveler’s report to his friends back in his own time would bring about a different future.
Two theories of history influence the tale any writer tells about time travel. One belief is that only large forces such as technological advance, economic change, and the development of religions and philosophies determine the direction of history. The other theory is that any event, “no matter how small, sends out ripples of influence that profoundly affect all other events. An historian told me that his colleagues are about evenly divided in their support of these theories.
Authors of time travel stories always write with one or the other implicit, if not explicit, in their work.
I first discovered the science fiction of Isaac Asimov as a child and have read both his fiction and nonfiction in the years since then. Writing time travel stories about his positronic robots and his Three Laws of Robotics is therefore a special honor for me, and I hope you will enjoy theRobots in Time series. By way of introduction, this book presents the late Dr. Asimov’s fantastic “Robot Visions.”
William F. Wu.
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Gold - The Final Science Fiction Collection - Isaac Asimov

Pouco após a morte do bom doutor, a HarperPrism publicou uma coleção de seus ensaios e alguns contos, chamada GOLD. O livro se divide em 3 seções.
Na primeira estão 15 contos, nunca publicados em nenhuma coletânea (ao menos até então).
A segunda seção traz algumas introduções escritas para diversas antologias, e a terceira, e talvez a mais interessante, traz o pensamento de Asimov, sobre a arte de escrever.
Apesar da leitura sempre agradável que seus contos proporcionam, a leitura dos ensaios expõe um pouco do que se passava pela cabeça do premiado e cultuado autor, em seus ultimos anos de vida, sua busca por uma definição da Ficção Científica feita nestes dias e de seus subgêneros, com os quais, visivelmente o bom doutor não se sentia muito à vontade.
Conteúdo:
PART ONE: THE FINAL STORIES
CAL
LEFT TO RIGHT
FRUSTRATION
HALLUCINATION
THE INSTABILITY
ALEXANDER THE GOD
IN THE CANYON
GOOD-BYE TO EARTH
BATTLE-HYMN
FEGHOOT AND THE COURTS
FAULT-INTOLERANT
KID BROTHER
THE NATIONS IN SPACE
THE SMILE OF THE CHIPPER
GOLD
PART TWO: ON SCIENCE FICTION
THE LONGEST VOYAGE
INVENTING A UNIVERSE
FLYING SAUCERS AND SCIENCE FIC TION
INVASION
THE SCIENCE FICTION BLOWGUN
THE ROBOT CHRONICLES
GOLDEN AGE AHEAD
THE ALL-HUMAN GALAXY
PSYCHOHISTORY
SCIENCE FICTION SERIES
SURVIVORS
NOWHERE!
OUTSIDERS, INSIDERS
SCIENCE FICTION ANTHOLOGIES
THE INFLUENCE OF SCIENCE FICTION
WOMEN AND SCIENCE FICTION
RELIGION AND SCIENCE FICTION
TIME-TRAVEL
PART THREE: ON WRITING SCIENCE FICTION
PLOTTING
METAPHOR
IDEAS
SUSPENSE
SERIALS
THE NAME OF OUR FIELD
HINTS
WRITING FOR YOUNG PEOPLE
NAMES
ORIGlNALITY
BOOK REVIEWS
WHAT WRITERS GO THROUGH
REVISIONS
IRONY
PLAGIARISM
SYMBOLISM
PREDICTION
BEST-SELLER
PSEUDONYMS
DIALOG
ACKNOWLEDGMENTS
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domingo, 9 de novembro de 2008
Michael Crichton
Dr. John Michael Crichton (23 de Outubro, 1942 - 4 de Novembro, 2008), escritor, produtor de cinema e televisão. Apesar de ser mais conhecido pela adaptação para o cinema de seus livros de ficção científica (Jurassic Park, por exemplo) era reconhecido como um artista de várias facetas e talentos. Um dos fundadores do gênero techno-thriller, unindo ação e ciência.
Muitos de seus romances são ancorados em seu vasto conhecimento científico.
Ainda como estudante (medicina),escreveu sob pseudônimos John Lange e Jeffrey Hudson.
Crichton sabia como poucos, dar uma cara nova e moderna para temas antigos, como fez em 'The Andromeda Strain', influenciado por 'Guerra dos Mundos' de H.G.Wells.
Outra característica de seus escritos era possibilitar sempre finais em aberto, como fez em 'Jurassic Park', 'Esfera', 'TimeLine' e 'Prey'.
Demonstrando sua versatilidade, Crichton escreveu livros científicos, entre eles 'Eletronic Life', um livro dedicado a linguagem de computador BASIC.
Sphere, The Andromeda Strain e Jurassic Park - Michael Crichton [ Download ]
Postado por
Capacitor Fantástico
às
19:16
Tag: Biblioteca Fantástica, Fantasia, Fantástico, Ficção Científica
sábado, 8 de novembro de 2008
A sensação de poder - Isaac Asimov - Parte 1/2
Jehan Shuman estava acostumado a lidar com os homens responsáveis pelas tropas espalhadas pela Terra. Era apenas um civil, mas tinha criado os programas que possibilitaram o surgimento dos mais avançados computadores automáticos de guerra. Consequentemente, os generais ouviam sua opinião. Os líderes das comissões parlamentares também.
Havia um militar e um político no salão especial do Novo Pentágono. O general Weider tinha um rosto bronzeado pelos raios de muitos sóis, e sua pequena boca, cheia de rugas, quase não aparecia. O deputado Brant tinha um rosto suave e olhos claros. Ele fumava um charuto denebiano com a segurança de alguém cujo patriotismo era tão notório que podia se permitir certas liberdades.
Shuman, alto, distinto, um típico programador de elite, encarou-os destemidamente.
- Cavalheiros - disse ele -, esse é Myron Aub.
- É aquele que tem um talento incomum, que você descobriu por acaso - disse Brant, sereno.
- Ah. - Ele estudou o pequeno homem de cabeça oval e careca com uma curiosidade cordial.
Em resposta, o homenzinho torceu os dedos de suas mãos ansiosamente. Nunca tinha visto homens tão importantes em sua vida. Era um técnico envelhecido e sem importância, que há muito tempo tinha fracassado em todos os testes destinados a selecionar as pessoas talentosas da humanidade e se acomodara numa rotina de trabalhos não especializados. Tinha apenas um passatempo que, de pois de descoberto pelo grande programador, acarretara todo esse estardalhaço.
- Acho infantil esse clima de mistério - disse o general Weider.
- Vai deixar de achar em um minuto - disse Shuman. - Esse é o tipo de coisa que não pode vazar para qualquer um... Aub! Havia um pouco de autoritarismo na sua maneira de pronunciar esse nome monossilábico, mas, nesse caso, era o grande programador falando para um simples técnico. - Aub! Quanto é nove vezes sete?
Aub hesitou um pouco. Seus olhos pálidos brilharam, ligeiramente ansiosos.
- Sessenta e três - disse ele.
O deputado Brant levantou as sobrancelhas.
- Ele acertou?
- Veja você mesmo, deputado.
O deputado tirou seu computador de bolso, apertou as teclas duas vezes, olhou para a superfície na palma de sua mão e guardou-o.
- É esse o talento que você trouxe para nos mostrar? Um ilusionista?
- Mais que isso, senhor. Aub decorou algumas operações e com elas faz cálculos num papel.
- Um computador de papel? - disse o general. Ele parecia aflito.
- Não senhor - disse Shuman pacientemente. - Não é um computador de papel. É um simples pedaço de papel. General, o senhor faria a gentileza de sugerir um número?
- Dezessete - disse o general.
-E o senhor, deputado?.
- Vinte e três.
- Ótimo. Aub, multiplique esses números e, por favor, mostre a esses cavalheiros como você faz isso.
- Sim, programador - disse Aub, fazendo uma reverência com a cabeça. Tirou um bloco de um dos bolsos da camisa e do outro uma caneta de bico fino. Sua testa se enrugava enquanto desenhava meticulosamente no papel.
O general Weider interrompeu-o bruscamente.
- Deixe-me ver isso.
Aub entregou-lhe o papel.
- Bem, isso parece com o número dezessete - disse Weider.
O deputado Brant balançou a cabeça.
- Parece sim, mas eu acho que qualquer um pode copiar as figuras de um computador. Talvez até eu possa fazer um dezessete razoável, mesmo sem prática.
- Se vocês deixarem Aub continuar, cavalheiros - disse Shuman, sem se perturbar.
Aub continuou com as mãos um pouco trêmulas. Depois de algum tempo, disse em voz baixa:.
- A resposta é trezentos e noventa e um.
O deputado Brant checou de novo o computador. - Por Deus, é isso mesmo. Como ele adivinhou?.
- Ele não adivinhou, deputado - disse Shuman. - Ele calculou o resultado nesse pedaço de papel.
- Conversa furada - disse o general, impaciente. - O computador é uma coisa, desenhos no papel são outra.
- Explique, Aub - pediu Shuman.
- Pois não, programador. Bem, eu escrevo dezessete, embaixo dele, escrevo vinte e três. Depois, digo comigo mesmo: sete vezes três...
- Só que o problema é dezessete vezes vinte e três interrompeu-o o deputado, cortês.
- Sim, eu sei - disse o pequeno técnico, num tom sério. Mas eu começo por sete vezes três, porque é assim que funciona. Agora, sete vezes três são vinte e um.
- Como é que você sabe isso? - perguntou o deputado.
- É uma questão de memória. É sempre vinte e um no computador. Já conferi um monte de vezes.
- Isso não quer dizer que vai ser assim para sempre, não? disse o deputado.
- Talvez não - gaguejou Aub. - Não sou matemático. Mas as minhas respostas sempre estão certas.
- Continue.
- Sete vezes três é vinte e um, então eu escrevo vinte e um. Depois, um vezes três é três e, então, escrevo o três embaixo do dois de vinte e um.
- Por que embaixo do dois? - perguntou de pronto o deputado.
- Porque.. - Aub olhou desesperado para o seu superior, como se estivesse pedindo ajuda. - É difícil de explicar.
- Se vocês aceitarem o seu trabalho por um momento, podemos deixar os detalhes para os matemáticos.
Brant se acalmou.
- Três mais dois é igual a cinco - disse Aub. - Então o vinte e um vira cinqüenta e um. Você deixa isso de lado um pouquinho e começa de novo. Você multiplica sete por dois, que é catorze e um por dois, que dá dois. Se você colocá-los assim, isso vai dar trinta e quatro. Agora coloque o trinta e quatro embaixo do cinqüenta e um dessa forma e faça a soma, então terá a resposta final, que é trezentos e noventa e um.
Houve um momento de silêncio.
- Não acredito nisso - disse o general Weider. - Ele vem com essa conversa furada e desenha os números, multiplica e soma dessa maneira, mas não acredito. Isso é muito complicado. Não passa de um truque.
- Não, senhor - disse Aub, ansioso. - Só parece complicado porque o senhor não está acostumado. Na verdade, as regras são muito simples e funcionam com qualquer número.
- Qualquer número, hein? - disse o general. - Então, vamos ver. - Pegou o seu computador (um modelo GI de estilo austero)e apertou-o ao acaso. - Escreva cinco sete três oito no papel. Isto é cinco mil, setecentos e trinta e oito.
- Sim, senhor - disse Aub, pegando uma folha em branco.
- Agora - mais toques no seu computador - sete dois três nove. Sete mil, duzentos e trinta e nove.
- Sim, senhor.
- Agora, multiplique esses dois números.
- Isso vai demorar um pouco - disse Aub, com uma voz trêmula.
- Fique à vontade - disse o general.
- Vá em frente, Aub - disse Shuman, incisivo.
Aub pôs-se a trabalhar, inclinando-se para baixo. Virou outra página e mais outra. O general pegou o relógio e viu as horas.
- Você já terminou o seu número de magia, técnico?.
- Estou terminando, senhor. Aqui está, senhor. Quarenta e um milhões, novecentos e trinta e sete mil, trezentos e oitenta e dois. Ele mostrou o resultado rabiscado no papel.
O general Weider sorriu amargamente. Ele pressionou o botão de multiplicação do seu computador e deixou os números rodopiarem até parar. Então ele olhou o resultado e gritou surpreso. - Grande Galáxia, esse cara está certo.
O Presidente da Federação Terrestre tinha adquirido uma expressão macilenta devido à longa permanência nos escritórios; nas audiências, ele permitia que uma expressão vagamente melancólica tomasse conta de suas feições. A guerra denebiana, depois de um breve começo de grande agitação e muita popularidade, tinha se restringido a uma sórdida questão de manobras e contramanobras, com o descontentamento crescendo continuamente na Terra. Provavelmente também estava crescendo em Deneb.
E agora, o deputado Brant, líder do importante Comitê de Apropriações Militares, estava alegre e entusiasmadamente desperdiçando a sua audiência falando barbaridades.
- Calcular sem um computador - disse o presidente, impaciente - é absolutamente impossível..
- Calcular - disse o deputado - é apenas um sistema de manipulação de dados. Uma máquina pode fazer isso, da mesma forma que a mente humana. Deixe-me dar-lhe um exemplo. E, usando as novas habilidades que tinha aprendido, desenvolveu somas e produtos até que o presidente, a despeito de sua desconfiança, se mostrou interessado. - Isso sempre funciona?.
- Sempre, Sr. Presidente. É infalível.
- É difícil de aprender?.
- Passei uma semana até pegar o macete. Acho que o senhor precisaria de menos tempo.
- Isso é um joguinho interessante - disse o presidente, depois de pensar um pouco. - Mas qual a sua utilidade?.
- Qual a utilidade de um bebê recém-nascido, Sr. Presidente? Por enquanto, não tem nenhuma utilidade, mas o senhor não vê, isso aponta o caminho que libertará a máquina. Pense bem Sr. Presidente. - O deputado se levantou e sua voz profunda automaticamente assumiu algumas das entonações que usava nos debates. - A guerra denebiana é uma guerra de computador contra computador. Os computadores deles produzem um escudo impenetrável de contramísseis contra os nossos mísseis, assim como os nossos fazem contra os deles. Quando modernizamos nossos computadores, eles também modernizam os deles, e há cinco anos existe um equilíbrio precário e inútil.
[Parte 2]









