quarta-feira, 17 de dezembro de 2008

Vampire academy - Richelle Mead



Primeiro livro da série que está cogitada para se tornar a sucessora de 'Buffy, a caça vampiro'.

Lissa Dragomir is a Moroi princess: a mortal vampire with an unbreakable bond to the earth's magic. She must be protected at all times from Strigoi; the fiercest and most dangerous vampires--the ones who never die.

The powerful blend of human and vampire blood that flows through Rose Hathaway, Lissa's best friend, makes her a Dhampir; she is dedicated to a dangerous life of protecting Lissa from the Strigoi, who are hell-bent on making her one of them.

After two years of illicit freedom, Rose and Lissa are caught and dragged back to St. Vladimir's Academy, hidden in the deep forests of Montana. Rose will continue her Dhampir education. Lissa will go back to being Queen of the elite Moroi social scene. And both girls will resume breaking hearts.

Fear made Lissa and Rose run away from St. Vladimir's--but their world is fraught with danger both inside and out of the Academy's iron gates. Here, the cutthroat ranks of the Moroi perform unspeakable rituals and their secretive nature and love of the night creates an enigmatic world full of social complexities. Rose and Lissa must navigate through this dangerous world, confront the temptation of forbidden romance, and never once let their guard down, lest the Strigoi make Lissa one of them forever...


Vampire academy (livro 1) - Richelle Mead [ Download ]

terça-feira, 16 de dezembro de 2008

Pulp - 100 capas fantásticas











100 Capas [ Download ]

A cidade inteira dorme e outros contos breves - Ray Bradbury


'A cidade inteira dorme e outros contos breves' traz 13 contos do mestre da Ficção Científica(FC) Ray Bradbury, autor dos clássicos 'Fahrenheit 451' e 'As crônicas mercianas'.

Ray Bradbury é um escritor que usa as convenções do gênero fantástico para tornar nosso fantasmas mais reais.
O ficcionista norte-americano oscila entre o terror psicológico, as alegorias mágicas e a invenção de mundos alternativos - às vezes fundindo-se num único relato, mas sempre fazendo com que a imaginação seja um elemento inerente à realidade.

Sumário

Prefácio
Uma pequena viagem
O lixeiro
O visitante
O messias
A autêntica múmia egípcia feita em casa
A cidade inteira dorme
O homem ilustrado
O homem em chamas
As frutas no fundo da fruteira
O dragão
O pedestre
O alçapão
A hora zero

A cidade inteira dorme e outros contos breves - Ray Bradbury [ Download ]

segunda-feira, 15 de dezembro de 2008

Burning Chrome - William Gibson


'Burning Chrome'(1986) é uma coleção de contos escritos por William Gibson.
A maioria das histórias se passa no universo da trilogia Sprawl.

Conteúdo:

* "Johnny Mnemonic"
* "The Gernsback Continuum"
* "Fragments of a Hologram Rose"
* "The Belonging Kind," com John Shirley
* "Hinterlands"
* "Red Star, Winter Orbit," com Bruce Sterling
* "New Rose Hotel"
* "The Winter Market"
* "Dogfight," com Michael Swanwick
* "Burning Chrome"

Burning Chrome - William Gibson [ Download ]

domingo, 14 de dezembro de 2008

William Gibson


William Ford Gibson (17 de Março de 1948), escritor, nasceu na Carolina do Sul.
Aos seis anos de idade perdeu o pai, e seis anos depois a mãe. Em sua biografia, Gibson declarou que a perda dos pais o fez sentir-se 'exilado', e o fato fez com que se aproximasse mais dos livros , tornando-se um ávido leitor de Ficção Científica (FC).

Seu primeiro livro 'Neuromancer' (1984), foi um marco, ao antecipar tecnologias e criar conceitos como o ciberespaço. O livro inaugura uma nova tendência, que foi além da literatura e influenciou toda uma geração, nas mais diversas áreas de atividade.

Além de 'Neuromancer', mais outros dois livros, 'Count Zero'(1986) e 'Mona Lisa Overdrive' (1988), compõe a sua primeira trilogia, chamada 'Sprawl Trilogy'.

Gibson foi chamado de 'Raymond Chandler da era digital', pela forma de construir um background onde circulam seus estranhos e ricos personagens, fazendo referência ao romance 'noir'.

Na sua segunda trilogia (Bridge Trilogy), as histórias se passam numa San Francisco em um futuro próximo. São eles 'Virtual Light'(1993), 'Idoru'(1996) e 'All Tomorrow's Parties'(1999).

De uma de suas coletâneas, 'Burning Chrome', foram adaptados dois contos para o cinema, 'Johnny Mnemonic' (1995), com Keanu Reeves no papel principal e 'New Rose Hotel' (1998), estrelando Christopher Walken e Willem Dafoe.

Gibson trabalhou em um roteiro (não filmado) para a franquia Alien e também escreveu episódios para a série de tv Arquivo-X ('Kill Switch' e 'First Person Shooter').

Mais recentemente Gibson passou a praticar um estilo mais tradicional, abandonando as distopias que o tornaram famoso. O sombrio 'Pattern Recognition'(2003) foi o primeiro desta nova fase, e mais recentemente 'Spook Country'(2007).

Neuromancer [ Download ]
Count Zero [ Download ]
Monalisa Overdrive [ Download ]
The bridge trilogy (Virtual Light, Idoru e All Tomorrow's Parties) [ Download ]
Pattern Recognition [ Download ]
Spook Country [ Download ]

Alien 3 (roteiro não filmado) [ Download ]

Curiosidades sobre WG:
A palavra 'DOWNLOAD' aparece pela primeira vez, com o significado que conhecemos, no livro Neuromancer.
O nome 'Matrix', do filme dos irmãos Wachowski, foi tirado da obra de Gibson.
Por conta de ter escrito 'Neuromancer' e a maioria dos seus primeiros trabalhos, em uma velha máquina de escrever, ele frequentemente desmente o boato de que não utiliza computadores.

Blog de William Gibson

DAILYLIT


Que tal ao invés de passar horas por semana lendo emails, usar este tempo para ler um livro ?
Esta é a proposta do site DAILYLIT.
Você escolhe um livro (em inglês) e todo dia o site te envia um pequeno trecho do livro, algo que leve mais ou menos, cinco minutos para ler.

Não somente no seu computador, mas também no seu PDA, Treo, Blackberry, Sidekick ou Iphone, e ainda é possível escolher receber por RSS.

É uma ideía legal para quem não tem tempo para se dedicar inteiramente, ou pra quem tem aquele tempo ocioso no ônibus, no metro, no caminho de volta pra casa ou no intervalo do almoço, etc.

O registro é gratuito e a maioria dos livros também.

Entre as várias opções, você encontra:

Future Imperfect - Keith Laumer
Little Brother - Cory Doctorow
1632 - Eric Flint
There Will be Dragons - John Ringo
Overclocked - Cory Doctorow
The Mysterious Island - Jules Verne
Star Soldiers - Andre Norton
Time Traders - Andre Norton
Interstellar Patrol - Anvil and Flint
Roo'd - Joshua Klein
The Night Land - William Hope
Dracula - Bram Stoker
Frankenstein - Mary Wollstonecraft Shelley
The Masque of the Red Death - Edgar Allan Poe
The Legend of Sleepy Hollow - Washington Irving

Dailylit

sábado, 13 de dezembro de 2008

Encyclopedia of Science Fiction


Welcome to the world of science fiction, sometimes known familiarly as “SF,” but rarely
“Sci-Fi,” which is generally considered to be pejorative by aficionados of the genre, and more appropriate for films than literature.

Science fiction is one of the three subdivisions of fantastic literature, the other two being fantasy fiction and supernatural horror. Although definitions vary and some individual works may blur the distinction between one branch and another, most fantastic or speculative stories and novels can—by general consensusbe placed in one of the three categories. Science fiction is the youngest of the three, but since the late 1940s it has been by far the most popular, and the total number of science fiction titles published in book form presently exceeds that of fantasy and supernatural fiction combined.

That dominance has been challenged during the last few years by the increasing popularity of fantasy fiction.

This book provides a broad overview of the field, its major authors and works.

With more than 18,000 identified books and countless short stories,it obviously would be impossible to cover the field exhaustively in a single volume. Included here are profiles of most of the more significant writers, describing the highlights of their careers, their selected works, and their places in the overall spectrum of science fiction. Additionally, there are entries on specific stories, novels, or series.

The works chosen for individual treatment are either of extraordinary quality or historical significance, including many that have proven popular in high school and college classrooms, or are included as examples of a subset of the field not sufficiently described elsewhere in the book. Keep in mind that the most “important” work is not necessarily the best written, although that is often the case as well.

Sometimes, less important authors happened to produce a story whose significance is unrelated to the quality of the writing. Such authors might have suggested a concept that spawned superior imitations or involved an idea too unique to be repeated.


CONTENTS

Introduction
Entries A–Z
Glossary
Nebula and Hugo Award Winners
Bibliography of Science Fiction Works
Selected Bibliography of Secondary Sources
Index


Encyclopedia of Science Fiction - Don D'Ammassa - 545 páginas [ Download ]

sexta-feira, 12 de dezembro de 2008

Jumper - Steven Gould



I felt like celebrating.

At eleven, Central Standard Time, I jumped to Millie's bedroom. I was dressed in white slacks and the turquoise Hawaiian shirt I'd bought. Her dress was waiting in Texas, but I carried an orchid lei with me, to put around her neck.

The bedside light, one of those gooseneck things with a metal shade, was pushed to one side, casting the bed in shadow. I took a step forward, thinking she'd fallen asleep, when something gleamed in the shadowed bed.

I twisted to the side and something struck me a glancing blow on my leg. Bang, I thought, and jumped to an alcove at Adams Cowley Shock Trauma in Baltimore.

I looked down at my leg. A silver tube, six inches long, one inch in diameter, hung from my leg. At one end, a wire-thin antenna projected. From the other, a stainless-steel rod, perhaps a quarter-inch thick, stuck in my pants, then out again, two inches later, ending in a barbed point, like a harpoon of some kind. There was a clear fluid accumulating at the tip and I bent forward. The point was hollow.

Well, Cox hadn't lied. It was a tranquilizer. But Christ, if that barbed point had struck straight on, it would be buried in my leg and I wouldn't be able to pull it out.
There was some blood, too, but it looked like it had just grazed me, snagging in the pants.
And the antenna meant it was some kind of homing device.

The picture was chilling. The harpoon would bury itself in my leg and I would jump away.
Before I could get the harpoon out, the tranquilizer would put me under.
And the homing device would do the rest. Could they track it by satellite?

How long before they would get here? Also, did they develop this simply for me, or were they using an existing technology for an ongoing problem, i.e., were there more teleports that they'd hunted down?

I jumped to Central Park, dark, cold, inadequately dressed in my short-sleeved Hawaiian shirt and sandals. My pocketknife cut the harpoon free. I considered smashing it.
What have they done with Millie?

I waited five minutes, then jumped again, to the truck stop in Minnesota. A large gravel truck, empty, was pulling out of the lot. I jumped across the gap and threw the harpoon into the back. I heard it clang hollowly; then the truck accelerated down the access road toward the on ramp.

I wondered where it was going.

Jumper - Steven Gould [ Download ]

Ficção Científica filosófica ?



Viagem para Arcturus (Voyage to Arcturus) é considerado uma obra prima do escritor escocês David Lindsay. Publicado pela primeira vez em 1920, é uma combinação de fantasia, filosofia e ficção científica(FC), uma exploração da natureza do bem e do mal, e de seu relacionamento com a existência.
Viagem para Arcturus é tido por muitos como um dos melhores romance de FC do século 20 e que influenciou diversos escritores na época de sua publicação, como C.S.Lewis.

A Voyage to Arcturus - David Lindsay [ Download ]

Ficção Científica, Direito e Ética

Introdução

É muito provável que, numa primeira análise, o primeiro elemento do título que
escolhemos para o presente artigo pareça praticamente irreconciliável com os demais,
descontada que seja qualquer tentativa fantasiosa de criar uma ponte discursiva entre
realidades só artificialmente relacionáveis. Esperamos todavia que, chegados à última
linha, possamos já ter adiantado pelo menos um vislumbre da efectiva e frutuosa ligação
entre o género literário comummente denominado ficção científica e aquelas duas áreas
do conhecimento e da reflexão humanas.

Introdução
I - Uma aproximação à própria noção de ficção científica
II - A ficção científica como meio privilegiado para abordagem das
questões filosóficas em geral e dos problemas legais e éticos em particular
III - Alguns dos temas mais frequentemente explorados pelos autores
IV - Ficção Científica e Política. A ficção científica como futurologia?
Conclusão
Bibliografia

Ficção Científica, Direito e Ética - Sandra Mónica Martins Reis Pinto [ Download ]

quarta-feira, 10 de dezembro de 2008

A Cyborg Manifesto : Donna Haraway


A Cyborg Manifesto : Donna Haraway [ Download ]
Science, Technology, and Socialist-Feminism in the Late Twentieth Century

terça-feira, 9 de dezembro de 2008

Site Sombrias Escrituras


Sombrias Escrituras

Filmes de FC como recurso didático e como um meio de sensibilização para a ética planetária


Possibilidades dos filmes de FC como recurso didático

O uso da ficção científica como recurso didático em aulas de física e outras disciplinas
vem sendo proposto por diversos autores e implementado por diversos professores. Porém,
ainda faltam estudos sistemáticos que fundamentem essa prática e permitam a análise de seus
desdobramentos. Neste trabalho apresentaremos algumas fundamentações básicas a respeito
do uso da ficção científica em sala de aula no ensino médio procurando construir os
instrumentos de análise dessa proposta de inovação, e mostrar, a partir da análise de exemplos
concretos, as possibilidades e desdobramentos possíveis dessa prática.

Possibilidades dos filmes de FC como recurso didático [ Download ]
Piassi, Luís P. C. Pietrocola, Maurício Faculdade de Educação da USP.


Filmes de FC como um meio de sensibilização para a ética planetária

Neste trabalho, discorre-se sobre a urgência de uma formação ética aos herdam um planeta cada vez mais globalizado. Parte-se do princípio de que, se a globalização faz vislumbrar uma época de nos vermos como uma única família humana, ela também apresenta os perigos regidos pela mesquinhez e falta de consciência relacionada com a sustentabilidade ambiental. Discorre-se também sobre a grave realidade constatada nas salas de aula do Ensino Médio da escola pública. Buscou-se verificar se a ficção científica sob a forma fílmica pode ser um recurso didático nas salas de aula por meio de dois filmes. A proposta é atender a demanda de um ensino interdisciplinar e contextualizado, favorecer discussões sobre ética planetária e resgatar a emoção e a imaginação nas aulas por meio de dois filmes de ficção científica, Contato e Corrida Silenciosa.

Filmes de FC como um meio de sensibilização para a ética planetária [ Download ]
Eduardo Yoshikazu Nishitani - Mestrando em Educação, Arte e História da Cultura Pra. Dra. Petra Sanchez Sanchez – Doutorado em Ciências pela USP Universidade Presbiteriana Mackenzie

segunda-feira, 8 de dezembro de 2008

Antología de la ciencia ficción española 1982 - 2002


  • Agradecimientos
  • Ciencia ficción española: un análisis en perspectiva, por Julián Díez
  • Mein Führer, por Rafael Marín
  • La estrella, por Eliá Barceló
  • El rebaño, por César Mallorquí
  • El centro muerto, por León Arsenal
  • El bosque de hielo, por Juan Miguel Aguilera
  • Otro día sin noticias tuyas, por Juan Carles Planells
  • Un jinete solitario, por Rodolfo Martínez
  • Nada personal, por Armando Boix
  • Los herederos, por Daniel Mares
  • Días de tormenta, por Ramón Muñoz
  • Una esfera perfecta, por Eduardo Vaquerizo
  • Entre líneas, por José Antonio Cotrina
  • Recomendaciones
  • Bibliografía
Antología de la ciencia ficción española 1982 - 2002 [ Download ]
COMPILACIÓN Y PRÓLOGO DE JULIÁN DÍEZ

domingo, 7 de dezembro de 2008

Arena Sensible




(...La ciencia-ficción, la vida artificial, y la inteligencia artificial tienen algo en común: buscan respuestas a las grandes preguntas que siem-pre han planteado los filósofos utilizando analogías entre los elemen-tos “reales” que se pretenden analizar (el Universo, la vida y la inteli-gencia) y otros ficticios, simulados o imaginados...)

(...A pesar de que la acción de la mayoría de los relatos de la ficción científica se sitúa en el futuro, no se puede definir ésta como una lite-ratura de anticipación en el sentido estricto de predicción del porve-nir. En ciencia-ficción, especular con lo que podría suceder si se di-eran determinadas condiciones es, entre otras cosas, un modo privile-giado de analizar el presente a la luz de sus posibilidades implícitas. La finalidad básica de la ciencia-ficción es ampliar nuestra perspecti-va, ofreciendo una visión más distanciada, más libre de prejuicios circunstanciales, en definitiva, más objetiva.

El distanciamiento de la realidad que se obtiene con la ciencia-ficción nada tiene que ver con una “evasión” de la realidad. Al igual que el pintor que se aleja del cuadro para lograr una visión de conjun-to, y tal como en la literatura se recurre a la metáfora a la hora de expresar una idea, el alejamiento de la ciencia-ficción produce una disminución de los efectos anestésicos propios de la rutina. Gracias a esto, se consigue un análisis más lúcido y objetivo de la realidad.
La ciencia-ficción no es predicción: es especulación. Por lo gene-ral no pretende adivinar el futuro a partir de un presente conocido, sino especular con lo que podría suceder si se dieran determinadas condiciones....)


Arena Sensible - Manuel de la Herrán Gascón [ Download ]

A.E.Van Vogt


Alfred Elton Van Vogt (26 de Abril, 1912 - 26 de Janeiro, 2000), renomado escritor nascido no Canadá, reconhecido como um dos mais prolíficos escritores da Ficção Científica Americana.
Depois de um início de carreira, onde seu estilo se identificava com aquele encontrado em revistas populares ('pulp magazines'), Van Vogt decidiu se dedicar ao gênero que adotaria a partir dai, a Ficção Científica (FC).
Logo em sua primeira história publicada, 'Black Destroyer' (Astounding Science Fiction, 1939), sobre alienígenas que capturam a tripulação de uma nave exploratória, ele definiu com seu estilo aventuresco e imaginativo, o que seria mais tarde definido como a Época de Ouro da Ficção Científica americana.

Para muitos, Van Vogt, junto com Robert A.Heinlein e Isaac Asimov, seriam os 3 maiores escritores de FC de toda história.

Black Destroyer/Destructor Negro [ Download ]

Coleção A.E.Van Vogt [ Download ]
( 'Asylum', 'Concealment', 'Empire of the Atom', 'Enchanted Village', 'Moonbeast',
'More than Superhuman', 'Recrutation Station', 'Rogue Ship', 'Slan', 'Supermind',
'The battle of forever', 'The book of Ptah', 'The players of Null-A', 'The rat,the snake and others stories', 'The rull', 'The silkie', 'The voyage of Space Beagle', 'The weapon makers',
'The weapon shops of Isher', 'The witch', 'The wizard of Linn', 'The world of Null-A',
'Transfinite the essential', 'Transgalactic', 'Vault of the beast')

sábado, 6 de dezembro de 2008

Espaço: 1999, Neuromancer e Flesh



A data... 13 de setembro.
O ano... 1999.
O desastre... a Lua é lançada fora de sua órbita por uma explosão extensiva dos poços do armazenamento de lixo nuclear, assim fazendo com que ficasse vagando no espaço.


Espaço: 1999 [ Download ]





Neuromancer é a história de Henry Dorsett Case, um hacker do futuro que usa sofisticado equipamento para penetrar no ciberespaço e roubar dados valiosos. O cyberspace gibsoniano é uma região virtual tridimensional onde praticamente toda a informação do planeta está reunida, à disposição de quem souber encontrá-la e conseguir ultrapassar as barreiras de segurança.

Neuromancer [ Download ]






No século 23 D.C, quase todos os animais da Terra haviam desaparecido, e o homem alimentava-se quase que exclusivamente de carne de insetos. Todavia o homem continuava a desejar alimentar-se de verdadeira carne. Com a descoberta da viagem no tempo, homem foi capaz de arranjar carne pelo seu regresso no tempo que foi até 65 milhões de anos, voltando assim à época dos dinossauros...

Flesh [ Download ]

Aliens R Us - The Other in Science Fiction Cinema


Science fiction explores space – ‘in a galaxy far, far away’, The Outer Limits, Space: Above and Beyond. It projects us into imagined futures – ‘Beam me up, Scottie.’ Yet as a genre the space that science fiction most intimately explores is interior and human; to tell future stories
it recycles the structure and tropes of ancient narrative tradition and to devise dramatic tension it deploys issues and angst that are immediately present.

The fiction in science fiction is the fiction of space, outer space, and time, future time. Far from being the essential object of its concern the devices of space and time are window dressing,
landscape and backdrop. The ‘science’ offered by science fiction is populist dissection of the psyche of Western civilisation, its history, preoccupations and project of future domination – past, present and future.

Science fiction is a time machine that goes nowhere, for wherever its goes it materialises the same conjunctions of the spacetime continuum: the conundrums of Western civilisation. Science fiction shows us not the plasticity but the paucity of the human imagination that has become quagmired in the scientist industrial technological, culturo-socio-psycho babble of a single civilisational paradigm. Science fiction is the fiction of mortgaged futures.

As a genre it makes it harder to imagine other futures, futures not beholden to the complexes, neuroses and reflexes of Western civilisation as we know it. ‘Houston, we have a problem.’

Introduction
Ziauddin Sardar

1. Delicatessen: Eco-Apocalypse in the New French Science Fiction Cinema
Sean Cubitt
2. Rewriting the ‘American Dream’: Postmodernism and Otherness in Independence Day
Jan Mair
3. Displacements of Gender and Race in Space: Above and Beyond
Nickianne Moody
4. Star Trek: First Contact: The Hybrid, the Whore and the Machine
Christine Wertheim
5. Japanimation: Techno-Orientalism, Media Tribes and Rave Culture
Toshiya Ueno
6. Wicked Cities: The Other in Hong Kong Science Fiction
Gregory B Lee and Sunny S K Lam
7. Saying ‘Yours’ and ‘Mine’ in Deep Space Nine
Kirk W Junker and Robert Duffy
8. False and Double Consciousness: Race, Virtual Reality
and the Assimilation of Hong Kong Action Cinema in The Matrix
Peter X Feng
9. Global Visions and European Perspectives
Dimitris Eleftheriotis

Notes on Contributors
Index

Aliens R Us - The Other in Science Fiction Cinema
Edited by Ziauddin Sardar and Sean Cubitt [ Download ]

quarta-feira, 3 de dezembro de 2008

Orientalism in U. S. Cinema from Blade Runner to The Matrix


Table of Contents
INTRODUCTION
PART 1: HOLLYWOOD, CYBERPUNK, AND THE "ORIENT"
Chapter One The Hollywood Orient
Chapter Two The Cyberpunk Orient
PART 2: MULTICULTURAL NIGHTMARES
Chapter Three Blade Runner and the Beginnings of Hollywood Cyberpunk
Chapter Four The Orientalized City
PART 3: MULTIRACIAL DREAMS
Chapter Five Cinematic Asiaphilia: Martial Arts, Anime, and The Matrix
Chapter Six The Orient Disembodied
CONCLUSION
Filmography
References
Vita

Orientalism in US Cinema from Blade Runner to The Matrix [ Download ]
Chi Hyun Park, Ph.D. -The University of Texas at Austin, 2004

Consejos para escribir Ciencia Ficcíon - Miquel Barceló


De hecho nadie puede enseñar a escribir ciencia ficción, aunque muchas veces se ha intentado. Escribir ficción es una habilidad acumulativa: a fuerza de escribir se van dominando las técnicas narrativas y se obtienen mejores resultados.

Hay gente especialmente dotada que, de forma natural y espontánea, es capaz de escribir muy bien desde el primer momento. Son pocos. La mayoría de los escritores ha de realizar muchas pruebas e intentos para aprender a resolver los variados problemas que plantea el hecho de escribir historias y entretener a los lectores.

A pesar de esto, recientemente han aparecido muchos libros, artículos y cursos que
"enseñan" a escribir y que, en realidad, pueden evitar perder mucho tiempo en las primeras
pruebas. Se trata, simplemente, de dar a conocer algunas de las cosas que los escritores van
aprendiendo con el tiempo y la experiencia. Pero nadie debe pensar que se trata de recetas
seguras.

Consejos para escribir Ciencia Ficcíon -Miquel Barcelo [ Download ]

A apropriação da literatura cyberpunk pela esfera feminina de ação



A literatura cyberpunk corresponde a um tipo de ficção científica, surgida a partir dos anos 80, que coloca em primeiro plano as tecnologias digitais envolvidas, por exemplo, na produção de ciborgues. Neuromancer, de William Gibson, de 1984 (primeiro romance da trilogia Matrix, que tanto inspiraria o trabalho homônimo dos irmãos Warshowski no campo do cinema), é considerado o locus classicus desse subgênero literário.

Este, além de lidar com a idéia do ciberespaço (um termo cunhado por Gibson para descrever o espaço metafórico onde a informação armazenada eletronicamente pode ser experimentada sensorialmente), inclui entre seus componentes a presença da modificação tecnológica do corpo humano, da degradação ambiental e de encraves culturais pós-nacionais.

Seus heróis sao hackers e outros derivados de meios high tech e música pop, e seu estilo narrativo ecoa as histórias de aventura e de detetives, o que tem levado autoras como Jenny Wolmark a afirmar que a literatura cyberpunk é “marcada fortemente pelo masculino”.

Andrew Ross vai mais longe, afirmando que “Mal se precisa arranhar a superfície do gênero cyberpunk, não importa quanta maturidade tenha sido empregada em sua concepção, para expor o edifício barroco das fantasias masculinas adolescentes”.

A apropriação da literatura cyberpunk pela esfera feminina de ação
Lucia de La Rocque [ Download ]

domingo, 30 de novembro de 2008

Resident Evil - Coleção 6 livros


Latham Weekly - 2 de Junho de 1998
"Assassinatos bizarros cometidos em Raccoon City"
RACCOON CITY – O corpo mutilado de Anna Mitaki de 42 anos foi descoberto ontem num terreno abandonado não muito longe de sua casa no nordeste de Raccoon City, fazendo-a ser a quarta vítima dos supostos “assassinos canibais”. De acordo com relatórios do investigador de outras vítimas recentes, o corpo de Anna mostrou ter sido parcialmente comido. As marcas das mordidas são aparentemente humanas. Logo depois do descobrimento de Anna por dois corredores à aproximadamente nove horas da noite passada, Chefe Irons fez um breve discurso insistindo que o RPD está “trabalhando solicitamente para apreender os criminosos por tantos crimes horríveis” e que ele está consultando com oficiais da cidade sobre mais medidas de proteção para os cidadãos de Raccoon City. Em adição, outros três morreram de provável ataque animal em Raccoon Forest há algumas semanas, aumentando o número de vítimas para sete...

"Mansão de Spencer destruída em incêndio explosivo"
RACCOON CITY – Há aproximadamente 2 A.M. de Quinta-feira, os moradores do distrito de Victory Lake foram acordados por uma explosão que trovejou através do noroeste de Raccoon Forest, aparentemente causada por um incêndio que ocorreu na mansão abandonada de Spencer e aprimorada pelos produtos químicos guardados no subsolo. Devido às barricada colocadas no perímetro da floresta (por causa dos recentes assassinatos em Raccoon City), os bombeiros foram incapazes de salvar o que restou dela. Depois de três horas de batalha contra o fogo enfurecido, a mansão de trinta e um anos e a adjacente casa de empregados foram complemente arruinadas. Construída pelo Lorde Oswell Spencer, aristocrata europeu e um dos fundadores da companhia farmacêutica Umbrella Inc, a propriedade foi projetada pelo premiado arquiteto George Trevor como hospedaria para as pessoas importantes da companhia, mas foi fechada logo depois de finalizada por razões desconhecidas.


Raccoon Times - 26 de Agosto de 1998
Plano "manter a cidade segura"
RACCOON CITY - Na frente da prefeitura, o Prefeito Harris anunciou ontem à tarde, em uma coletiva, que o conselho da cidade estará contratando pelo menos dez novos policiais para se juntar à polícia de Raccoon, por causa dos assassinatos brutais que atormentaram Raccoon no começo deste verão e devido a suspensão do S.T .A.R.S.. Junto com o Chefe Irons e todo os membros do conselho de Raccoon, Harris assegurou os cidadão e repórteres que a cidade será mais uma vez uma comunidade segura na qual se vive e trabalha, e que a investigação dos onze assassinatos "canibais" e dos três ataques animais fatais estão longe da solução.






Associated Press, 6 de Outubro, 1998
Milhares morrem quando o fogo atinge as comunidades nas montanhas, Doença misteriosa pode estar envolvida
Nova York, NY - A isolada população das montanhas de Raccoon City, PA, foi oficialmente declarada uma área de desastre por oficiais estaduais e federais, enquanto dedicados bombeiros continuam travando guerra contra as labaredas e o número de mortos continua aumentando. Estima-se agora que mais de sete mil pessoas foram mortas pelos explosivos que atingiram Raccoon na manhã de Domingo, 4 de Outubro. Está sendo considerado o pior desastre nos Estados Unidos em termos de vidas perdidas, desde a era industrial, e enquanto as organizações nacionais de auxílio e a imprensa internacional se concentra nas barricadas ao redor das ruínas ainda em chamas da cidade, amigos chocados e familiares dos cidadãos de Raccoon se reuniram, esperando por notícias em Latham.



Carlos tinha acabado de desligar o chuveiro quando o telefone tocou. Ele enrolou a toalha na cintura e correu pela bagunçada sala de estar. Com tanta pressa em atender ao telefone quase tropeçou numa caixa de livros ainda fechada; ele ainda não teve tempo de achar uma secretária eletrônica desde que se mudou para a cidade, e apenas a nova base tinha seu número. Não valeria a pena perdeu nenhuma ligação, principalmente por ser a Umbrella que pagava suas contas. Ele puxou o gancho com a mão ensopada e tentou não parecer sem fôlego. “Alô?”. “Carlos, aqui é Mitch Hirami”. Inconscientemente, Carlos ergueu um pouco sua postura, ainda segurando a úmida toalha. “Sim, senhor”. Hirami era seu líder de esquadrão. Carlos só o encontrou duas vezes, pouco tempo para ter uma sólida leitura dele, mas parecia competente o bastante - tal como os outros caras do esquadrão.





Encarado pela morte eminente, cercado por infectados e pessoas morrendo, enquanto destroços do helicóptero em chamas choviam do céu, tudo o que Rodrigo Juan Raval conseguia pensar era a garota. Nela e em um jeito de sair de lá.
Ela também morrerá – – anda!
Ele mergulhou para se proteger atrás de uma lápide em branco enquanto o cemitério chacoalhava. Com um som de metal se estilhaçando em alta velocidade, uma grande parte do helicóptero em chamas caiu no canto mais distante do cemitério, espirrando combustível nos apodrecidos prisioneiros e soldados. Brilhantes e oleosas linhas de combustível espalharam-se pelo chão como lava grudenta – – e quando Rodrigo caiu no chão, sentiu uma tremenda dor na barriga, duas de suas costelas quebrando contra um pedaço de mármore escuro escondido debaixo do mato. A dor foi súbita e terrível, paralisante. Mas de alguma forma ele não desmaiou.






Resident Evil - Coleção (6 livros) [ Download ]

Mais Resident Evil no site Face your fear of Resident Evil

Los mejores relatos de fantasia II - Ellen Kushner



ÍNDICE

La caza del unicornio, Joan D. Vinge (The Hunt of the Unicorn, 1980)
El hombre que vendía magia, Nicholas Stuart Gray (The Man Who Sold Magic, 1956 )
Peter Kagan y el viento, Gordon Bok (Peter Kagan and the Wind, 1971)
Isla cuarenta y siete, R. A. Lafferty (The Fotry-seventh Island, 1980)
Lamia y lord Cromis, M. John Harrison (The Lamia and Lord Cromis, 1975)
Heridas de guerra, Lynn Abbey (War Wounds, 1980)
Disfrutar es gratis, Alan Garner (Feel Free, 1967)
La palabra que libera, Úrsula K. Le Guin (The Word of Unbinding, 1964)
Poemas de ensueño, Gordon Grant (Dream Poems, 1980)
La Asociación Cultural Yukio Mishima de Kudzu Valley, Georgia, Michael Bishop
(The Yukio Mishima Cultural Association of Kudzu Valley, Georgia, 1980)
El dominio del brujo, Elizabeth A. Lynn (Wizard's Domain, 1980)



Los mejores relatos de fantasia II - Ellen Kushner [ Download ]

The Terror - Dan Simmons



Apontado pela crítica, como o melhor romance de 2007, o autor e vencedor do Hugo, Dan Simmons, reconstitui à sua maneira, a trágica expedição Franklin ao Ártico de 1840, acrescentando aspectos sobrenaturais e criando uma intensa e assustadora obra, e que já está sendo produzida para as telas pelo cinema hollywoodiano.

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Matrix - Bem-vindo ao deserto do real - William Irwin




"LIBERTE SUA MENTE!"

Para começarmos a entender Matrix é fundamental que façamos a pergunta essencial do filme: O que é a Matrix?

Nas telas do cinema, Matrix é um mundo de sonhos gerado por computador, o qual, por meio de uma realidade virtual, simula o nosso mundo como é hoje.
O fenômeno Matrix pode ser compreendido, se considerarmos as influências dos temas que aparecem, direta ou indiretamente, no roteiro do filme.
Citarei alguns exemplos: distopia, esperança, filosofia, 1984 de George Orwell, artes marciais, cybercultura, agentes secretos, conspirações, romance, Alice no País das Maravilhas de Lewis Carroll, messianismo, mitologia grega e céltica.
Admirável Mundo Novo de Aldous Huxley, ficção científica e assim por diante.

Poderia começar pelo messianismo — crença na vinda do Salvador, Jesus, Messias, Buda, Krishna, Noé, rei Artur... Mas começarei pela Filosofia, que, segundo o Aurélio:
Filosofia
1. é o estudo que visa compreensão da realidade, no sentido de aprendê-la na sua totalidade:
2. Razão; Sabedoria.

Vamos a Matrix! Morpheus tem aspectos diferentes: algumas vezes o relaciono com o "Mestre" da Grande Fraternidade Branca, que tem de ensinar o seu discípulo, Neo, a vencer a ilusão (Maya) para desta forma, enfrentar a Matrix.
Para que isso aconteça, Neo tem de transformar-se em Mestre, por meio dos
softwares (programas) que começa seu aprendizado.
Por outro lado, Morpheus é um deus da mitologia grega, filho da noite e do sono, deus dos sonhos, filho de Hypnos. Deus que proporciona o repouso necessário ao homem fatigado para que este possa, por meio dos sonhos, libertar o adormecido de seus pesares.


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sábado, 29 de novembro de 2008

Douglas Adams
























Douglas Noël Adams (11 de Março 11, 1952 – 11 de Maio, 2001), também conhecido pelos fãs como Bop ou Bob, ou pelas suas inicias DNA. Cômico britânico, atuou e escreveu peças para o rádio, e ficou mais conhecido pelo seu livro 'O Guia do mochileiro das galáxias' (Hitchhiker's Guide to the Galaxy); tendo vendido até o ano de sua morte, mais de 15 milhões de exemplares além de ter escrito para a série televisiva de humor nonsense Monty Python's Flying Circus.

Os fãs e amigos de Adams o descreviam também como um ativista ambiental, um assumido ateísta radical e amante dos automóveis possantes, câmeras, computadores Macintosh e outros 'apetrechos tecnológicos'.

O biólogo Richard Dawkins dedicou-lhe seu livro 'The God Delusion' e nele descreve como Adams compreendeu a teoria da evolução e, conseqüentemente, tornou-se um ateísta. Adams era um entusiasta de novas tecnologias, tendo escrito sobre email e usenet antes de tornarem-se amplamente conhecidos. Até o fim de sua vida, Adams foi um requisitado professor de tópicos que incluím ambiente e tecnologia..

O Guia do mochileiro das galáxias [ Download ]
O restaurante do fim do universo [ Download ]
A vida, o Universo e tudo mais [ Download ]
Dirk Gently's Holistic Detective Agency [ Download ]
Last Chance to See [ Download ]
Starship Titanic [ Download ]
The long dark tea-time of the soul [ Download ]
Fundamentalmente inofensiva [ Download ]
Informe sobre la Tierra [ Download ]

Site oficial - Douglas Adams

Morto até o anoitecer - Charlaine Harris




















Capítulo 1

Esperei pelo vampiro durante anos, até que, um dia, ele entrou no bar.

Desde que os vampiros começaram a “sair do caixão” (como se dizia, por gozação) quatro anos atrás, eu tinha a esperança de que algum deles aparecesse em Bon Temps. Tínhamos todas as minorias em nossa cidadezinha — por que não teríamos a mais nova, os mortos-vivos agora legalmente reconhecidos? Mas o norte caipira da Louisiana, na verdade, não era muito sedutor para vampiros, ao que parecia; por outro lado, Nova Orleans era um centro legítimo para eles — por causa daquela coisa toda de Anne Rice, certo?

A distância entre Bon Temps e Nova Orleans não é assim tão grande, e todos que vinham ao bar diziam que, se você jogasse uma pedra numa esquina daqui, acertaria um lá.
Embora fosse mais sensato não fazer isso.

Mas eu esperava pelo meu próprio vampiro.

Pode-se notar que não saio muito. E não é porque eu não seja bonita. Eu sou. Sou loura, de olhos azuis, tenho 25 anos, minhas pernas são fortes e meu peito é volumoso, e tenho uma cinturinha de vespa. Eu fico bem no uniforme de verão de garçonete que Sam estabeleceu para nós: calções pretos, camiseta branca, meias brancas, Nikes pretos.
Mas eu tenho um inconveniente. É como eu tento definir esta coisa.
Os fregueses de bar afirmam que sou louca.

Em todo caso, o resultado é que eu quase nunca arranjo um namorado. Portanto, pequenas amabilidades fazem uma grande diferença para mim.
E ele sentou-se numa de minhas mesas — digo, o vampiro.

Saquei imediatamente o que ele era. Espantou-me que ninguém mais ao redor tivesse se virado para olhar. As pessoas não notavam! Mas, para mim, a pele dele tinha um pequeno brilho, e reconheci a sua condição no ato.

A alegria foi tanta que eu poderia dançar, e de fato ensaiei um passo caminhando pelo bar. Sam Merlotte, meu chefe, ergueu o olhar da bebida que estava preparando e deu-me um sorrisinho. Apanhei minha bandeja e a toalha e rumei na direção da mesa do vampiro. Tinha a esperança de que meu batom estivesse ainda firme e que meu rabo-de-cavalo não tivesse saído do lugar.
Eu sou meio ansiosa, e sentia meu sorriso puxando os cantos de minha boca para cima.
Ele parecia perdido em seus pensamentos, e eu tive oportunidade de dar uma boa olhada nele de alto a baixo antes que erguesse os olhos. Ele tinha pouco menos que l,82m, calculei.
Tinha cabelos castanho-escuros bem espessos, penteados diretamente para trás e chegando à gola de sua camisa, e suas longas costeletas pareciam curiosamente fora de moda.

Naturalmente, era pálido; claro, ora, pois estava morto, se você acredita naquelas velhas histórias. A teoria politicamente correta, aquela que os vampiros defendiam em público, é que a criatura era vítima de um vírus que a deixava aparentemente morta por alguns dias e, portanto, alérgica à luz do sol, prata e alho. Os detalhes variavam conforme os jornais que você lesse.
Eles andavam cheios de matérias sobre vampiros, ultimamente.

Morto até o amanhecer (Dead until dark) - Charlaine Harris [ Download]

sexta-feira, 28 de novembro de 2008

Black Rocket - número 02






















Black Rocket número 02 [ Download ]

Os prêmios na ficção científica



"...No caso do Brasil, para um Jabuti, existem dezenas de concursos de maior e menor prestígio, a maioria destinada ao escritor iniciante. Um desenvolvimento recente são concursos literários que não analisam obras completas, mas romances ou livros de conto em andamento, com o fim de fornecer uma bolsa para o término do projeto escolhido. É o caso do Programa Petrobrás Cultural

Há, enfim, prêmios outorgados - para o conjunto da obra ou para um feito literário em particular que os organizadores do prêmio consideram particularmente relevante. O mais famoso deles é certamente o Prêmio Nobel e suas variantes como o Prêmio Camões, para a língua portuguesa, ou o Prêmio Miguel de Cervantes, para a língua espanhola, o Goethe Prize da Alemanha.

No Brasil, e no campo da ficção científica, nosso primeiro prêmio provavelmente pertenceu a essa última categoria - o troféu Monólito Negro, entregue a Arthur C. Clarke durante o Festival Internacional do Cinema e o Simpósio de FC no Rio de Janeiro em 1969. O Simpósio aconteceu embutido dentro do Festival e foi idéia do fã, tradutor e editor de FC José Sanz. Consta que Sanz pretendia que o troféu fosse entregue anualmente a um grande realizador da FC mundial, mas isso acabou não acontecendo. Não era, evidentemente, um prêmio destinado ao melhor gênero no Brasil. Clarke ficou com a peça única, obra em hematita criada pelo escultor Caio Mourão.

O editor baiano Gumercindo Rocha Dorea, que quase sozinho foi responsável pela Primeira Onda da Ficção Científica Brasileira na década de 60, chegou a anunciar na quarta capa de sua edição de Os Senhores do Sonho (Unearthly Neighbors; 1964), de Chad Oliver, um concurso literário para romance inédito de FC, o "Prêmio Bartolomeu de Gusmão". A proposta era de um concurso anual, mantido por Dorea e pelo livreiro Adonias Filho, pagando Cr$ 300.000,00. Mas ele não se realizou - aparentemente por falta de concorrentes.

Dessa forma, o primeiro concurso brasileiro de FC de que se tem notícia acabou sendo o Prêmio Fausto Cunha, de contos, promovido pelo Clube de Ficção Científica Antares de Porto Alegre, com duas ou três edições na primeira metade da década de 80. Homenageava o autor da Geração GRD Fausto Cunha (1923-2004), e dele participaram autores que se tornariam relativamente conhecidos, nos anos seguintes: Jorge Luiz Calife, Gerson Lodi-Ribeiro, Miguel Carqueija.

O Clube de Leitores de FC, na gestão de Dorea, teve seu concurso de contos, com apenas uma edição, em meados da década de 90.

O primeiro concurso de âmbito verdadeiramente nacional, porém, foi o Prêmio Jerônimo Monteiro, realizado pela Editora Record e pela Isaac Asimov Magazine em 1990. Recebeu 444 contos de 17 estados brasileiros. Os três classificados foram Roberto Schima (em primeiro com "Como a Neve de Maio"), Cid Fernandez (em segundo, com "Lost") e Roberto de Sousa Causo (em terceiro, com "Patrulha para o Desconhecido"). Além de prêmio em dinheiro, os três foram publicados na revista.

A revista semi-profissional Scarium MegaZine, de Marco Bourguignon, mantém um concurso de contos - e a edição N.º 23, recém-lançada, traz os contos vencedores da terceira edição do concurso. Recentemente, o concurso FC do B, da BHB Eventos, uma empresa extra-fandom, movimentou as coisas com esse concurso de contos, com os classificados reunidos no volume

FC do B: Ficção Científica Brasileira: Panorama 2006/2007.

O primeiro prêmio do tipo melhores do ano foi criado por mim em 1988, o Prêmio Nova de Ficção Científica. Na época, votavam os colaboradores do meu fanzine, Anuário Brasileiro de Ficção Científica, e as categorias eram poucas: conto, livro e fanzine. Conforme a FC evoluía no Brasil, as categorias se alteravam para acompanhar essa evolução. Em 1990 ele foi dividido em dois campos: profissional e amador, definidos da maneira mais simples possível - é "profissional" o que fosse publicado em veículos ou por editoras profissionais, e amador o que fosse publicado em fanzine ou em edição do autor..."

Roberto de Sousa Causo
Leia o texto completo

Conheça também o Anuário Brasileiro de Literatura Fantástica 2007

quarta-feira, 26 de novembro de 2008

Before the golden age - Isaac Asimov


Before the Golden Age é uma antologia composta por 25 histórias de Ficção científica, inicialmente publicadas nos anos 30, em revistas populares (pulp magazines).

Estas histórias, selecionadas por Asimov, tem por principal critério de escolha, terem sido responsáveis por influenciá-lo em seu início de carreira.
A antologia inclui também o conto 'BIG GAME', escrita por Asimov e que nunca foi vendida.

A qualidade da antologia, devido a sua abrangência, vai de embaraçosa à excelente, contudo, fornece uma retrospectiva histórica única do gênero em seu início.


1931

* "The Man Who Evolved" by Edmond Hamilton
* "The Jameson Satellite" by Neil R. Jones
* "Submicroscopic" by Capt. S.P. Meek
* "Awlo of Ulm" by Capt. S.P. Meek
* "Tetrahedra of Space" by P. Schuyler Miller
* "The World of the Red Sun" by Clifford D. Simak

1932

* "Tumithak of the Corridors" by Charles R. Tanner
* "The Moon Era" by Jack Williamson

1933

* "The Man Who Awoke" by Laurence Manning
* "Tumithak in Shawm" by Charles R. Tanner

1934

* "Colossus" by Donald Wandrei
* "Born of the Sun" by Jack Williamson
* "Sidewise in Time" by Murray Leinster
* "Old Faithful" by Raymond Z. Gallun

1935

* "Parasite Planet" by Stanley G. Weinbaum
* "Proxima Centauri" by Murray Leinster
* "The Accursed Galaxy" by Edmond Hamilton

1936

* "He Who Shrank" by Henry Hasse
* "The Human Pets of Mars" by Leslie Frances Stone
* "The Brain Stealers of Mars" by John W. Campbell
* "Devolution" by Edmond Hamilton
* "Big Game" by Isaac Asimov

1937

* "Other Eyes Watching" by John W. Campbell
* "Minus Planet" by John D. Clark
* "Past, Present, and Future" by Nat Schachner

1938

* "The Men and the Mirror" by Ross Rocklynne


Before the golden age - A sci-fi anthology of the 1930s - Editado por Isaac Asimov [ Download ]

H.G. Wells - Complete works


English novelist, journalist, sociologist, and historian, whose science-fiction stories have been filmed many times. Wells's best known books are THE TIME MACHINE (1895), THE
INVISIBLE MAN (1897), and THE WAR OF THE WORLDS (1898).

Wells wrote over a hundred of books, about fifty of them novels.

"No one would have believed, in the last years of the nineteenth century, that human affairs were being watched keenly and closely by intelligences greater than man's and yet as mortal as his own; that as men busied themselves about their affairs they were scrutinized and studied, parhaps almost as narrowly as a man with a microscope might scrutinize the transient creatures that swarm and multiply in a drop of water." (from War of the Worlds)

Along with George Orwell's Nineteen-Eighty-Four and Aldous Huxley's Brave New World, which was an pessimistic answer to scientific optimism, Wells's novels are among the classical works
of science-fiction, but his romantic and enthusiastic conception of technology later turned more doubtfull. His bitter side is seen early in the novel BOON (1915), which was a parody of Henry James.

H.G. Wells was born in Bromley, Kent. His father was a shopkeeper and a professional cricketer, and his mother served from time to time as a housekeeper at the nearby estate of Uppark.
His father's business failed and to elevate the family to middle-class status, Wells was apprenticed like his brothers to a draper, spending the years between 1880 and 1883 in Windsor and Southsea. Later he recorded these years in KIPPS (1905). In the story Arthur Kipps is raised by his aunt and uncle. Kipps is also apprenticed to a draper. After learning that he has been left a fortune, Kipps enters the upper-class society, which Wells describes with sharp social criticism.

In 1883 Wells became a teacher/pupil at Midhurst Grammar Scool.
He obtained a scholarship to the Normal School of Science in London and studied there biology under T.H. Huxley. However, his interest faltered and in 1887 he left without a degree.
He taught in private schools for four years, not taking his B.S. degree until 1890.
Next year he settled in London, married his cousin Isabel and continued his career as a teacher in a correspondence college. From 1893 Wells became a full-time writer.
After some years Wells left Isabel for one of his brightest students, Amy Catherine, whom he married in 1895. As a novelist Wells made his debut with The Time Machine, a parody of English class division and a satirical warning that human progress is not inevitable.

The Time Traveller lands in the year 802701 and finds two people: the Eloi, weak and little, who live above ground, and the Morlocks, carnivorous creatures that live below ground. Much of the realism of the story was achieved by carefully studied technical details.

The basic principles of the machine contained materials regarding time as the fourth dimension - years later Albert Einstein published his theory of the four dimensional continuum of space-time. The work was followed by such science-fiction classics as THE ISLAND OF DR. MOREAU (1896), in which a mad scientist transforms animals into human creatures, The Invisible Man (1897), a Faustian story of a scientist who has tampered with nature in pursuit of superhuman powers, and The War of the Worlds (1898), a novel of an invasion of Martians.

The story appeared at a time when Percival Lowell's "observations" of "canals" on Mars arose speculations that there could be life on the Red Planet. Inspite of the technological superiority of the Martians, their plan fails - they start to die off because they have no immunity to the bacteria of Earth. THE FIRST MEN ON THE MOON (1901) was prophetic description of the methodology of space flight, and THE WAR IN THE AIR (1908) was a hybrid that places Kipps-like Cockney hero in the context of a catastrophic aerial war.

Altough Wells's novels were highly entertaining, he also tried to pave way for a wiser attitude about the future of the mankind.

Dissatisfied with his literary work, Wells moved into the novel genre, with LOVE AND MR. LEWISHAM (1900). He strenghtened his reputation as a serous writer with Kipps, TONO-
BUNGAY (1909), and THE HISTORY OF MR. POLLY (1909), an ode to vanished England.

He also published critical pamphlets attacking the Victorian social order, among them
ANTICIPATIONS (1901), MANKIND IN THE MAKING (1903), and A MODERN UTOPIA (1905).

Passionate concern for society led Wells to join in 1903 the socialist Fabian Society in London, but he soon quarreled with the society's leaders, among them George Bernard Shaw.

This experience was basis for his novel THE NEW MACHIAVELLI (1911), where he drew portraits of the noted Fabians. At the outbreak of war in 1914, Wells was involved in a love affair with the young English author Rebecca West, which influenced his work and life deeply.

"Nothing could have been more obvious to the people of the early twentieth century than the rapidity with which war was becoming impossible.
And as certainly they did not see it. They did not see it until the atomic bombs burst in their fumbling hands." (from The World Set Free, 1914)

After WW I Wells published several non-fiction works, among them THE OUTLINE OF HISTORY (1920), THE SCIENCE OF LIFE (1929-39), written in collaboration with Sir Julian Huxley and George Philip Wells, and EXPERIMENT IN AUTOBIOGRAPHY (1934).
At this time Wells had gained the status as a popular celebrity, and he continued to write prolifically.

In 1917 he was a member of Reserch Committee for the League of Nations and published several books about the world organization. In the early 1920s he was a labour candidate for Parliament.
Between the years 1924 and 1933 Wells livend mainly in France.

From 1934 to 1946 he was the International president of PEN. In 1934 he had discussions with both Stalin and Roosevelt, trying to recruit them to his world-saving schemes.
However, he despaired of the whole business when the global war broke the peace for the second time.

"The professional military mind is by necessity an inferior and unimaginative mind; no man of high intellectual quality would willingly imprison his gifts in such calling." (from The Outline of History, 1920)

In THE HOLY TERROR (1939) Wells studied the psychological development of a modern dictator based on the careers of Stalin, Mussolini, and Hitler.

In 1938 Orson Welles' Mercury Theater radio broadcast, based on The War of the Worlds, caused a panic which spread across the United States. Wells lived through World War II in his house on Regent's Park, refusing to let the blitz drive him out of London.

His last book, MIND AT THE END OF ITS TETHER (1945), expressed pessimism about mankind's future prospects. Wells died in London on August 13. 1946.


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