terça-feira, 23 de dezembro de 2008

1000 Tentacles






1000 Tentacles

segunda-feira, 22 de dezembro de 2008

Terrorzine - Suplemento Especial



Editorial
O intuito do TerrorZine, é buscar novos horizontes, dando espaço para novas idéias, em novos caminhos.
Criamos este Suplemento Especial para abranger estes projetos e iniciamos este número 01, com o conto coletivo 'Esquecidos de Réquiem',dos autores da obra 'Réquiem para o Natal' (Editora Andross), que será lançada em 07/12/08.
Não será apenas esta publicação.
Temos a intenção de dar continuidade neste projeto. Porém, não terá uma periodicidade como o TerrorZine, mas publicaremos sempre que houver necessidade.
“Natal. Época de paz, amor e fraternidade. Mas não para você. Esqueça-se de tudo que seus pais lhe contaram quando criança e prepare-se para conhecer o lado sombrio do Natal em 44 histórias sobrenaturais, de suspense e de terror. Nada de amor e fraternidade. A única paz que encontrará aqui é a paz eterna. Atreva-se a abrir este presente”. É o que encontramos na quarta capa desta coletânea organizada pelo escritor e editor Edson Rossatto.

Sobre o conto coletivo Esquecidos de Réquiem:
Alguns autores da antologia Réquiem para o Natal se propuseram um exercício de imaginação e colaboração: criar uma novela coletiva no melhor estilo mexicano.
Cada um contribuiu com um trecho e o próximo autor tentou dar continuidade ao que o anterior escreveu, construindo uma narrativa única.
A história se passa à oeste do lado mais escuro do Natal em um povoado chamado Réquiem e fala de muitas lutas, de vilões e heróis.
As reviravoltas, as tramas e os mistérios que envolvem cada personagem vão aos poucos contando o drama que envolve a cidade. Aqui ninguém é inocente e o próximo capitulo pode ser o último de sua vida.
Agradeço meu esposo e escritor Ademir Pascale pelo apoio na organização deste suplemento e ao empenho pessoal de Danny Marks e Ricardo Delfin, no processo de revisão do conto coletivo, assim como no seu trâmite final. Agradeço também aos autores que participaram deste Suplemento Especial e desejo-lhes muito sucesso em suas empreitadas literárias.
Uma ótima leitura, um feliz natal e um excelente 2009.
Elenir Alves - Editora e Organizadora


Terrorzine Suplemento Especial [ Download ]

Ezine Nova - Novembro 2008

Editorial

Quem escreve literatura fantástica sabe que não tem um mercado comprador por aí além.
É um facto que pagar pelo acto de escrever é só por si algo que ainda não faz parte de muitos dos usos e costumes do panorama editorial português. De modo que ter uma oportunidade e um veículo como o NOVA presente no horizonte, tornou-se importante. Tanto mais porque possibilita aos autores uma via de correcta compensação pelo seu trabalho, como também aponta para uma mais correcta postura editorial e de mercado.

Nos diversos géneros do fantástico isto é particularmente sentido. Quando fui convidado pelo Ricardo Loureiro para o trabalho editorial (e o que mais houvesse) na revista, na sequência da sua aceitação do meu conto O Animal que também podem ler neste número, senti que esse pequeno pormaior era um dos factores de distinção que urgia reclamar para um canto literário ainda a braços com bastantes dificuldades de expansão e implantação. Mas também outras coisas me fizeram aceitar alegremente a proposta: o trabalho de ler e avaliar textos e a prática no NOVA de fazer um trabalho editorial mais «à americana». Porque no nosso mercado não há uma tradição de análise e discussão dos textos com os autores de modo a produzir melhores produtos finais; infelizmente, ainda há algum estigma decorrente de muita gente pensar que a «sua» obra é intocável e/ou que um escritor tem o «direito absoluto» ao seu texto.

Ora, a realidade é que, primeiro, não existem textos perfeitos; segundo, que «mesmo no
melhor pano cai a nódoa»; e terceiro, be m importante, é que a literatura é uma arte de constante avaliação por outrém, ou seja, todos avaliam todos, desde críticos a editores, de autores a revisores, e acima de tudo, todos estes são avaliados pelos leitores.

E os leitores são a alma deste negócio. Sem ele s o escritor, o editor, e todos os outros, nada
são. A literatura fantástica é uma área especialmente vocacionada e alimentada pelos seus leitores e fãs, mais do que qualquer outro género (ou não-género) literário, de modo que agradar-lhes, ao mesmo tempo que se lhes proporciona uma garantia de qualidade, é algo que assume ou pode a ssumir um cariz de missão, coisa que o NOVA respira e transpira. Procurar traduzir bons autores, e publicar os valores nacionais é algo que faz parte da filosofia editorial deste produto que têm diante dos olhos.

E se esse trabalho deu frutos! João Barreiros, João Ventura, Douglas Smith e Richard Lovett. Um elenco de luxo para vosso gáudio e voraz consumo. Not bad indeed!
Nuno Fonseca, co-editor Outubro, 2008

Nova - Novembro 2008 [ Download ]

Fembots







Flickr Fembots

domingo, 21 de dezembro de 2008

A. Bertran Chandler

Arthur Bertram Chandler (28 de Março, 1912 - 6 de Junho, 1984), escritor de Ficção Científica, nascido em Aldershot, Inglaterra. Bertram Chandler também escreveu com os pseudônimos de George Whitley, George Whitely, Andrew Dunstan, e S.H.M.
Pela Marinha Inglesa, Chandler viajou por todo o mundo e em todo tipo de embarcação, de navios a vapor a veleiros. Em 1956 emigrou para Austrália, assumindo a nacionalidade australiana.
Até sua morte, já havia publicado mais de 40 livros de Ficção Científica e mais de 200 contos, muitos deles com temas nauticos ou elementos do mar transportados para o espaço, para o futuro.
Chandler foi por 4 vezes agraciado com o prêmio Ditmars de FC Australiana. Dois de seus contos, 'The Cage' e 'Giant Killer' são considerados entre os melhores escritos no gênero nos anos 50.
Chandler também era popular no Japão, tendo recebido o prestigiado prêmio SEIUN SHO, de Literatura Fantástica.


Os Melhores Contos de A.Bertram Chandler [ Download ]

( Alternate Orbits / Bad Patch / Big Black Mark / Clockwork Lemon / Contraband from otherspace / Dawn of nothing / Fall of the knigh / Familiar pattern / Firebrand / Forbidden Planet/ Giant Killer / Grimmes and odd gods / Jetsam /Last Day / Moonflowers and Mary /
Navel Engagement / One came back /One's man ambition / Reaping time / Sea change /
Spartan planet / Special knowledge / Stability / The aphrodite project / The cage / The dark Dimensions / The forest of knives / The golden journey / The half pair / The hard way up /
The inheritors / The principle / The rim of space / The ship from outside / The space mercenaries / The tides of time / The winds of If / Two can play )

sábado, 20 de dezembro de 2008

A mente alienígena - Philip K. Dick



Quieto, nas profundezas de sua câmara Theta, ouviu um som fraco e depois a sensivoz.
'CINCO MINUTOS'
-De acordo, disse e se esforçou para sair do sono profundo.
Tinha cinco minutos para ajustar o curso da nave, algo havia dado errado no sistema de autocontrole.
Um erro seu? Não era provável, nunca cometia erros. Jason Bedford cometer erros? Jamais!
Enquanto se dirigia cambaleante ao módulo de controle, viu que Norman, que havia sido enviado para divertí-lo, também estava acordado.
O gato flutuava lentamente em circulos, dando pequenos golpes com as patas em uma lapiseira que alguem havia esquecido solta.
Estranho, pensou Bedford. Achava que estaria inconsciente.
Reviu as leituras do curso da nave.
Impossível! Um quinto de parsec da direção de Sirio. Isso somaria uma semana na sua viagem.
Com precisão reajustou os controles, depois enviou um sinal de alerta a Meknos III, seu destino.
-Problemas? Perguntou o operador meknosiano. A voz era seca e fria, um som monótono que fazia Bedford pensar em serpentes.
Explicou sua situação.
-Precisamos da vacina, disse o meknosiano. Trate de manter seu curso.
Norman, o gato, que flutuava majestosamente junto ao módulo de controle, estendeu uma pata e tocou aleatoriamente o painel.
Os circuitos acionados soltaram tênues bips e a nave mudou de curso.
-Foi assim que você fez, disse Bedford. Me humilhou diante de um alienígena. Me reduziu a um imbecil.
Agarrou o gato e o apertou forte.
-O que foi este som estranho? Perguntou o meknosiano. Uma espécie de lamento.
Bedford respondeu sereno.
-Não foi nada. Esqueça o que ouviu.
Cortou o rádio, levou o corpo do gato para o compartimento de lixo e o ejetou no espaço.
No instante seguinte regressou a câmara theta e uma vez mais adormeceu.
Desta vez ninguem mexeria nos controles. Dormiu em paz.
Quando a nave pousou em Meknos III, o chefe da equipe médica alienigena o recebeu com um pedido curioso.
-Gostariamos de ver seu mascote.
-Não tenho mascote, disse Bedford. O que era verdade.
-Segundo a mensagem que nos enviaram…
-Realmente não é um problema seu, disse Bedford. Vocês já tem a vacina, vou partir agora.
-A segurança de qualquer forma de vida é assunto nosso, disse o meknosiano. Revistaremos sua nave.
-Em busca de um gato que não existe, falou Bedford.
A busca resultou inútil. Com impaciência Bedford observou como as criaturas alienigenas procuravam dentro de cada depósito de armazenamento e cada corredor da nave.
Por infelicidade, os meknosianos encontraram dez sacos de comida desidratada para gatos.
Em seu próprio idioma, iniciou-se uma prolongada discussão.
-Tenho permissão para voltar para a Terra? Perguntou Bedford áspero.Tenho um horário para cumprir.
O que diziam ou pensavam os alienigenas, pouco lhe importava, só desejava poder voltar para sua silenciosa câmara Theta e para o sono profundo.
-Terá que passar pelo procedimento de descontaminação, disse o chefe médico meknosiano. Para que nenhum virus…
-Sei disso, disse Bedford. Podem começar.
Mais tarde quando a descontaminação se completou e preparava para acionar a partida de volta à nave, ouviu o rádio.
Era um meknosiano, qualquer um, pois para Bedford eram todos iguais.
-Como se chamava o gato? Perguntou o meknosiano.
-Norman, disse Bedford e pressionou a partida. A nave disparou para cima e ele sorriu.
Não sorriu contudo ao descobrir que faltava seu gerador de energia para a câmara Theta.
Tão pouco sorriu quando não conseguiu localizar a unidade de reposição.
Teria esquecido de trazê-la? Não, não poderia. Eles haviam retirado-a.
Dois anos para voltar a Terra.
Dois anos de consciência plena, privado do sonho Theta, dois anos sentado ou flutuando ou - como havia visto em holofilmes militares de entretenimento - enroscado em um canto, totalmente louco.
Lançou um pedido de rádio solicitando retorno a Meknos III.
Nenhuma resposta.
Sentado no módulo de controle, golpeou com a mão o pequeno computador interno e disse:
-Minha câmara Theta não funciona, a sabotaram. O que me sugere fazer durante dois anos?
'FITAS DE VÍDEO ENTRETENIMENTO DE EMERGÊNCIA'.
-Certo. Tinha esquecido delas. Obrigado.
Apertou o botão indicado e o compartimento de fitas abriu deslizando.
Nenhuma fita. Apenas um brinquedo para gatos, uma bolsinha em miniatura para apertar, que haviam incluido para Norman e que nunca utilizara. Os outros compartimentos estavam vazios.
A mente alienígena era cruel, pensou Bedford. Misteriosa e cruel.
Pôs para funcionar o gravador de áudio da nave e com calma, disse com a maior convicção possível.
-O que farei será dedicar meus próximos dois anos a uma rotina diária. Primeiro serão as comidas. Passarei todo tempo possível planejando, preparando, comendo e desfrutando de pratos deliciosos. Durante o tempo que tenho daqui por diante, provarei toda combinação possível de viveres.
Dirigiu-se ao armário de alimentos.
Enquanto caia diante do armário completamente cheio, abarrotado, prateleira por prateleira, de embalagens idênticas, pensou. Por outro lado, não havia muito o que fazer com uma provisão de dois anos de comida para gatos. Em relação a variedade, seriam todos do mesmo sabor?
Eram todos do mesmo sabor.


FIM.


A mente alienígena (Alien mind 1981)
Philip K. Dick

sexta-feira, 19 de dezembro de 2008

Blood Noir - Laurell K. Hamilton


Shit.
I wasn’t used to being faster than a speeding bullet.
Okay, not that fast, but I was almost as quick as a real lycanthrope.
My reaction times had become bloody spectacular.
I had spent most of my life struggling with the best I could offer being barely good enough physically, and now…now just catching one drunk woman had startled a room full of armed men. Crap.
Jason kissed me on the cheek, softly. “It’s okay,” he whispered. J. J. let go of Lisa’s arm and gave me full wide eyes. “That was like magic. One second she was falling, and then you just had her in your arms. Are you that fast, or did you fuck with my mind?”


Blood Noir - Anita Blake vampire hunter - Laurell K. Hamilton [ Download ]

quinta-feira, 18 de dezembro de 2008

Bilbo Hobbit em quadrinhos




Bilbo Hobbit - J.R.Tolkien (arte de David Wenzel) [ Download ]

American Detective Stories - Tony Hillerman


Edgar Allan Poe's "Murders in the Rue Morgue" launched the detective story in 1841. The genre began as a highbrow form of entertainment, a puzzle to be solved by a rational sifting of clues. In Britain, the stories became decidedly upper crust: the crime often committed in a world of manor homes and formal gardens, the blood on the Persian carpet usually blue. But from the beginning, American writers worked important changes on Poe's basic formula, especially in use of language and locale.

In The Oxford Book of American Detective Stories, Tony Hillerman and Rosemary Herbert bring together thirty-three tales that illuminate both the evolution of crime fiction in the United States and America's unique contribution to this highly popular genre. From elegant "locked room" mysteries, to the hard-boiled realism of the '30s and '40s, to the great range of styles seen today, this superb collection includes the finest crime writers, including Erle Stanley Gardner, Raymond Chandler, Ross Macdonald, Rex Stout, Ellery Queen, Ed McBain, Sue Grafton, and Hillerman, a best-selling crime writer himself. And we sample a wide variety of styles, from tales with a strongly regional flavor, to hard-edged pulp fiction, to stories with a feminist perspective.

Throughout, the editors provide highly knowledgeable introductions to each piece, written from the perspective of fellow writers and reflecting a life-long interest--not to say love--of this quintessentially American genre. Hillerman and Herbert bring us a gold mine of glorious stories that can be read for sheer pleasure, but that also illuminate how the crime story evolved from the drawing room to the back alley, and how it came to explore every corner of our nation and every facet of our lives.

Contents:

  • The Murders in the Rue Morgue (1841) by Edgar Allan Poe
  • The Stolen Cigar Case (1900) by Bret Harte
  • The Problem of Cell 13 (1905) by Jacques Futrelle
  • The Doomdorf Mystery (1914) by Melville Davisson Post
  • Missing: Page Thirteen (1915) by Anna Katharine Green
  • The Beauty Mask (1917) by Arthur B. Reeve
  • A Jury of Her Peers (1917) by Susan Glaspell
  • The False Burton Combs (1922) by Carroll John Daly
  • The Keyboard of Silence (1923) by Clinton H. Stagg
  • A Nose for News (1934) by Richard Sale
  • Spider (1934) by Mignon G. Eberhart
  • Leg Man (1938) by Erle Stanley Gardner
  • I’ll Be Waiting (1939) by Raymond Chandler
  • The Footprint in the Sky (“Clue in the Snow”, 1940) by John Dickson Carr, writing as Carter Dickson
  • Rear Window (“It Had to Be Murder”, 1942) by Cornell Woolrich, writing as William Irish
  • The Lipstick (1942) by Mary Roberts Rinehart
  • Homicide Highball (1943) by Robert Leslie Bellem
  • An Error in Chemistry (1946) by William Faulkner
  • From Another World (1948) by Clayton Rawson
  • A Daylight Adventure (1950) by T.S. Stribling
  • See No Evil (“See No Murder”, 1950) by William Campbell Gault
  • Crime Must Have a Stop (1951) by Anthony Boucher
  • Small Homicide (1953) by Ed McBain
  • Guilt-Edged Blonde (1954) by Ross Macdonald, writing as John Ross Macdonald
  • Christmas Party (“The Christmas Party Murder”, 1957) by Rex Stout
  • A Matter of Public Notice (1957) by Dorothy Salisbury Davis
  • The Adventure of Abraham Lincoln’s Clue (1965) by Ellery Queen
  • Words Do Not a Book Make (1968) by Bill Pronzini
  • Christmas Is for Cops (1970) by Edward D. Hoch
  • Lucky Penny (1985) by Linda Barnes
  • The Parker Shotgun (1986) by Sue Grafton
  • Chee’s Witch (1986) by Tony Hillerman
  • Benny’s Space (1991) by Marcia Muller
The Oxford Book of American Detective Stories - Tony Hillerman [ Download ]

Sci-Fi Poetry ?


If you are a bad child in Japan
on Christmas day all you get
is a twenty-four inch replica of me
during an alcoholic blackout.

The toy of me
does not run on batteries or solar power
but on lunar power
at night it turns itself on
and won't stop talking.
It knows a lot
but remembers nothing.

The toy of me is
the second least popular robot toy in Japan.
The least popular robot toy
has a name that translates to
"The Low Self Esteemed Robot Turkey
Who Needs Lots Of Hugs
and Whose Feathers Are Made from
Jagged Metal Bits."

(Wiskey&Robots-BuckSinister)

quarta-feira, 17 de dezembro de 2008

Vampire academy - Richelle Mead



Primeiro livro da série que está cogitada para se tornar a sucessora de 'Buffy, a caça vampiro'.

Lissa Dragomir is a Moroi princess: a mortal vampire with an unbreakable bond to the earth's magic. She must be protected at all times from Strigoi; the fiercest and most dangerous vampires--the ones who never die.

The powerful blend of human and vampire blood that flows through Rose Hathaway, Lissa's best friend, makes her a Dhampir; she is dedicated to a dangerous life of protecting Lissa from the Strigoi, who are hell-bent on making her one of them.

After two years of illicit freedom, Rose and Lissa are caught and dragged back to St. Vladimir's Academy, hidden in the deep forests of Montana. Rose will continue her Dhampir education. Lissa will go back to being Queen of the elite Moroi social scene. And both girls will resume breaking hearts.

Fear made Lissa and Rose run away from St. Vladimir's--but their world is fraught with danger both inside and out of the Academy's iron gates. Here, the cutthroat ranks of the Moroi perform unspeakable rituals and their secretive nature and love of the night creates an enigmatic world full of social complexities. Rose and Lissa must navigate through this dangerous world, confront the temptation of forbidden romance, and never once let their guard down, lest the Strigoi make Lissa one of them forever...


Vampire academy (livro 1) - Richelle Mead [ Download ]

terça-feira, 16 de dezembro de 2008

Pulp - 100 capas fantásticas











100 Capas [ Download ]

A cidade inteira dorme e outros contos breves - Ray Bradbury


'A cidade inteira dorme e outros contos breves' traz 13 contos do mestre da Ficção Científica(FC) Ray Bradbury, autor dos clássicos 'Fahrenheit 451' e 'As crônicas mercianas'.

Ray Bradbury é um escritor que usa as convenções do gênero fantástico para tornar nosso fantasmas mais reais.
O ficcionista norte-americano oscila entre o terror psicológico, as alegorias mágicas e a invenção de mundos alternativos - às vezes fundindo-se num único relato, mas sempre fazendo com que a imaginação seja um elemento inerente à realidade.

Sumário

Prefácio
Uma pequena viagem
O lixeiro
O visitante
O messias
A autêntica múmia egípcia feita em casa
A cidade inteira dorme
O homem ilustrado
O homem em chamas
As frutas no fundo da fruteira
O dragão
O pedestre
O alçapão
A hora zero

A cidade inteira dorme e outros contos breves - Ray Bradbury [ Download ]

segunda-feira, 15 de dezembro de 2008

Burning Chrome - William Gibson


'Burning Chrome'(1986) é uma coleção de contos escritos por William Gibson.
A maioria das histórias se passa no universo da trilogia Sprawl.

Conteúdo:

* "Johnny Mnemonic"
* "The Gernsback Continuum"
* "Fragments of a Hologram Rose"
* "The Belonging Kind," com John Shirley
* "Hinterlands"
* "Red Star, Winter Orbit," com Bruce Sterling
* "New Rose Hotel"
* "The Winter Market"
* "Dogfight," com Michael Swanwick
* "Burning Chrome"

Burning Chrome - William Gibson [ Download ]

domingo, 14 de dezembro de 2008

William Gibson


William Ford Gibson (17 de Março de 1948), escritor, nasceu na Carolina do Sul.
Aos seis anos de idade perdeu o pai, e seis anos depois a mãe. Em sua biografia, Gibson declarou que a perda dos pais o fez sentir-se 'exilado', e o fato fez com que se aproximasse mais dos livros , tornando-se um ávido leitor de Ficção Científica (FC).

Seu primeiro livro 'Neuromancer' (1984), foi um marco, ao antecipar tecnologias e criar conceitos como o ciberespaço. O livro inaugura uma nova tendência, que foi além da literatura e influenciou toda uma geração, nas mais diversas áreas de atividade.

Além de 'Neuromancer', mais outros dois livros, 'Count Zero'(1986) e 'Mona Lisa Overdrive' (1988), compõe a sua primeira trilogia, chamada 'Sprawl Trilogy'.

Gibson foi chamado de 'Raymond Chandler da era digital', pela forma de construir um background onde circulam seus estranhos e ricos personagens, fazendo referência ao romance 'noir'.

Na sua segunda trilogia (Bridge Trilogy), as histórias se passam numa San Francisco em um futuro próximo. São eles 'Virtual Light'(1993), 'Idoru'(1996) e 'All Tomorrow's Parties'(1999).

De uma de suas coletâneas, 'Burning Chrome', foram adaptados dois contos para o cinema, 'Johnny Mnemonic' (1995), com Keanu Reeves no papel principal e 'New Rose Hotel' (1998), estrelando Christopher Walken e Willem Dafoe.

Gibson trabalhou em um roteiro (não filmado) para a franquia Alien e também escreveu episódios para a série de tv Arquivo-X ('Kill Switch' e 'First Person Shooter').

Mais recentemente Gibson passou a praticar um estilo mais tradicional, abandonando as distopias que o tornaram famoso. O sombrio 'Pattern Recognition'(2003) foi o primeiro desta nova fase, e mais recentemente 'Spook Country'(2007).

Neuromancer [ Download ]
Count Zero [ Download ]
Monalisa Overdrive [ Download ]
The bridge trilogy (Virtual Light, Idoru e All Tomorrow's Parties) [ Download ]
Pattern Recognition [ Download ]
Spook Country [ Download ]

Alien 3 (roteiro não filmado) [ Download ]

Curiosidades sobre WG:
A palavra 'DOWNLOAD' aparece pela primeira vez, com o significado que conhecemos, no livro Neuromancer.
O nome 'Matrix', do filme dos irmãos Wachowski, foi tirado da obra de Gibson.
Por conta de ter escrito 'Neuromancer' e a maioria dos seus primeiros trabalhos, em uma velha máquina de escrever, ele frequentemente desmente o boato de que não utiliza computadores.

Blog de William Gibson

DAILYLIT


Que tal ao invés de passar horas por semana lendo emails, usar este tempo para ler um livro ?
Esta é a proposta do site DAILYLIT.
Você escolhe um livro (em inglês) e todo dia o site te envia um pequeno trecho do livro, algo que leve mais ou menos, cinco minutos para ler.

Não somente no seu computador, mas também no seu PDA, Treo, Blackberry, Sidekick ou Iphone, e ainda é possível escolher receber por RSS.

É uma ideía legal para quem não tem tempo para se dedicar inteiramente, ou pra quem tem aquele tempo ocioso no ônibus, no metro, no caminho de volta pra casa ou no intervalo do almoço, etc.

O registro é gratuito e a maioria dos livros também.

Entre as várias opções, você encontra:

Future Imperfect - Keith Laumer
Little Brother - Cory Doctorow
1632 - Eric Flint
There Will be Dragons - John Ringo
Overclocked - Cory Doctorow
The Mysterious Island - Jules Verne
Star Soldiers - Andre Norton
Time Traders - Andre Norton
Interstellar Patrol - Anvil and Flint
Roo'd - Joshua Klein
The Night Land - William Hope
Dracula - Bram Stoker
Frankenstein - Mary Wollstonecraft Shelley
The Masque of the Red Death - Edgar Allan Poe
The Legend of Sleepy Hollow - Washington Irving

Dailylit

sábado, 13 de dezembro de 2008

Encyclopedia of Science Fiction


Welcome to the world of science fiction, sometimes known familiarly as “SF,” but rarely
“Sci-Fi,” which is generally considered to be pejorative by aficionados of the genre, and more appropriate for films than literature.

Science fiction is one of the three subdivisions of fantastic literature, the other two being fantasy fiction and supernatural horror. Although definitions vary and some individual works may blur the distinction between one branch and another, most fantastic or speculative stories and novels can—by general consensusbe placed in one of the three categories. Science fiction is the youngest of the three, but since the late 1940s it has been by far the most popular, and the total number of science fiction titles published in book form presently exceeds that of fantasy and supernatural fiction combined.

That dominance has been challenged during the last few years by the increasing popularity of fantasy fiction.

This book provides a broad overview of the field, its major authors and works.

With more than 18,000 identified books and countless short stories,it obviously would be impossible to cover the field exhaustively in a single volume. Included here are profiles of most of the more significant writers, describing the highlights of their careers, their selected works, and their places in the overall spectrum of science fiction. Additionally, there are entries on specific stories, novels, or series.

The works chosen for individual treatment are either of extraordinary quality or historical significance, including many that have proven popular in high school and college classrooms, or are included as examples of a subset of the field not sufficiently described elsewhere in the book. Keep in mind that the most “important” work is not necessarily the best written, although that is often the case as well.

Sometimes, less important authors happened to produce a story whose significance is unrelated to the quality of the writing. Such authors might have suggested a concept that spawned superior imitations or involved an idea too unique to be repeated.


CONTENTS

Introduction
Entries A–Z
Glossary
Nebula and Hugo Award Winners
Bibliography of Science Fiction Works
Selected Bibliography of Secondary Sources
Index


Encyclopedia of Science Fiction - Don D'Ammassa - 545 páginas [ Download ]

sexta-feira, 12 de dezembro de 2008

Jumper - Steven Gould



I felt like celebrating.

At eleven, Central Standard Time, I jumped to Millie's bedroom. I was dressed in white slacks and the turquoise Hawaiian shirt I'd bought. Her dress was waiting in Texas, but I carried an orchid lei with me, to put around her neck.

The bedside light, one of those gooseneck things with a metal shade, was pushed to one side, casting the bed in shadow. I took a step forward, thinking she'd fallen asleep, when something gleamed in the shadowed bed.

I twisted to the side and something struck me a glancing blow on my leg. Bang, I thought, and jumped to an alcove at Adams Cowley Shock Trauma in Baltimore.

I looked down at my leg. A silver tube, six inches long, one inch in diameter, hung from my leg. At one end, a wire-thin antenna projected. From the other, a stainless-steel rod, perhaps a quarter-inch thick, stuck in my pants, then out again, two inches later, ending in a barbed point, like a harpoon of some kind. There was a clear fluid accumulating at the tip and I bent forward. The point was hollow.

Well, Cox hadn't lied. It was a tranquilizer. But Christ, if that barbed point had struck straight on, it would be buried in my leg and I wouldn't be able to pull it out.
There was some blood, too, but it looked like it had just grazed me, snagging in the pants.
And the antenna meant it was some kind of homing device.

The picture was chilling. The harpoon would bury itself in my leg and I would jump away.
Before I could get the harpoon out, the tranquilizer would put me under.
And the homing device would do the rest. Could they track it by satellite?

How long before they would get here? Also, did they develop this simply for me, or were they using an existing technology for an ongoing problem, i.e., were there more teleports that they'd hunted down?

I jumped to Central Park, dark, cold, inadequately dressed in my short-sleeved Hawaiian shirt and sandals. My pocketknife cut the harpoon free. I considered smashing it.
What have they done with Millie?

I waited five minutes, then jumped again, to the truck stop in Minnesota. A large gravel truck, empty, was pulling out of the lot. I jumped across the gap and threw the harpoon into the back. I heard it clang hollowly; then the truck accelerated down the access road toward the on ramp.

I wondered where it was going.

Jumper - Steven Gould [ Download ]

Ficção Científica filosófica ?



Viagem para Arcturus (Voyage to Arcturus) é considerado uma obra prima do escritor escocês David Lindsay. Publicado pela primeira vez em 1920, é uma combinação de fantasia, filosofia e ficção científica(FC), uma exploração da natureza do bem e do mal, e de seu relacionamento com a existência.
Viagem para Arcturus é tido por muitos como um dos melhores romance de FC do século 20 e que influenciou diversos escritores na época de sua publicação, como C.S.Lewis.

A Voyage to Arcturus - David Lindsay [ Download ]

Ficção Científica, Direito e Ética

Introdução

É muito provável que, numa primeira análise, o primeiro elemento do título que
escolhemos para o presente artigo pareça praticamente irreconciliável com os demais,
descontada que seja qualquer tentativa fantasiosa de criar uma ponte discursiva entre
realidades só artificialmente relacionáveis. Esperamos todavia que, chegados à última
linha, possamos já ter adiantado pelo menos um vislumbre da efectiva e frutuosa ligação
entre o género literário comummente denominado ficção científica e aquelas duas áreas
do conhecimento e da reflexão humanas.

Introdução
I - Uma aproximação à própria noção de ficção científica
II - A ficção científica como meio privilegiado para abordagem das
questões filosóficas em geral e dos problemas legais e éticos em particular
III - Alguns dos temas mais frequentemente explorados pelos autores
IV - Ficção Científica e Política. A ficção científica como futurologia?
Conclusão
Bibliografia

Ficção Científica, Direito e Ética - Sandra Mónica Martins Reis Pinto [ Download ]

quarta-feira, 10 de dezembro de 2008

A Cyborg Manifesto : Donna Haraway


A Cyborg Manifesto : Donna Haraway [ Download ]
Science, Technology, and Socialist-Feminism in the Late Twentieth Century

terça-feira, 9 de dezembro de 2008

Site Sombrias Escrituras


Sombrias Escrituras

Filmes de FC como recurso didático e como um meio de sensibilização para a ética planetária


Possibilidades dos filmes de FC como recurso didático

O uso da ficção científica como recurso didático em aulas de física e outras disciplinas
vem sendo proposto por diversos autores e implementado por diversos professores. Porém,
ainda faltam estudos sistemáticos que fundamentem essa prática e permitam a análise de seus
desdobramentos. Neste trabalho apresentaremos algumas fundamentações básicas a respeito
do uso da ficção científica em sala de aula no ensino médio procurando construir os
instrumentos de análise dessa proposta de inovação, e mostrar, a partir da análise de exemplos
concretos, as possibilidades e desdobramentos possíveis dessa prática.

Possibilidades dos filmes de FC como recurso didático [ Download ]
Piassi, Luís P. C. Pietrocola, Maurício Faculdade de Educação da USP.


Filmes de FC como um meio de sensibilização para a ética planetária

Neste trabalho, discorre-se sobre a urgência de uma formação ética aos herdam um planeta cada vez mais globalizado. Parte-se do princípio de que, se a globalização faz vislumbrar uma época de nos vermos como uma única família humana, ela também apresenta os perigos regidos pela mesquinhez e falta de consciência relacionada com a sustentabilidade ambiental. Discorre-se também sobre a grave realidade constatada nas salas de aula do Ensino Médio da escola pública. Buscou-se verificar se a ficção científica sob a forma fílmica pode ser um recurso didático nas salas de aula por meio de dois filmes. A proposta é atender a demanda de um ensino interdisciplinar e contextualizado, favorecer discussões sobre ética planetária e resgatar a emoção e a imaginação nas aulas por meio de dois filmes de ficção científica, Contato e Corrida Silenciosa.

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Eduardo Yoshikazu Nishitani - Mestrando em Educação, Arte e História da Cultura Pra. Dra. Petra Sanchez Sanchez – Doutorado em Ciências pela USP Universidade Presbiteriana Mackenzie

segunda-feira, 8 de dezembro de 2008

Antología de la ciencia ficción española 1982 - 2002


  • Agradecimientos
  • Ciencia ficción española: un análisis en perspectiva, por Julián Díez
  • Mein Führer, por Rafael Marín
  • La estrella, por Eliá Barceló
  • El rebaño, por César Mallorquí
  • El centro muerto, por León Arsenal
  • El bosque de hielo, por Juan Miguel Aguilera
  • Otro día sin noticias tuyas, por Juan Carles Planells
  • Un jinete solitario, por Rodolfo Martínez
  • Nada personal, por Armando Boix
  • Los herederos, por Daniel Mares
  • Días de tormenta, por Ramón Muñoz
  • Una esfera perfecta, por Eduardo Vaquerizo
  • Entre líneas, por José Antonio Cotrina
  • Recomendaciones
  • Bibliografía
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COMPILACIÓN Y PRÓLOGO DE JULIÁN DÍEZ

domingo, 7 de dezembro de 2008

Arena Sensible




(...La ciencia-ficción, la vida artificial, y la inteligencia artificial tienen algo en común: buscan respuestas a las grandes preguntas que siem-pre han planteado los filósofos utilizando analogías entre los elemen-tos “reales” que se pretenden analizar (el Universo, la vida y la inteli-gencia) y otros ficticios, simulados o imaginados...)

(...A pesar de que la acción de la mayoría de los relatos de la ficción científica se sitúa en el futuro, no se puede definir ésta como una lite-ratura de anticipación en el sentido estricto de predicción del porve-nir. En ciencia-ficción, especular con lo que podría suceder si se di-eran determinadas condiciones es, entre otras cosas, un modo privile-giado de analizar el presente a la luz de sus posibilidades implícitas. La finalidad básica de la ciencia-ficción es ampliar nuestra perspecti-va, ofreciendo una visión más distanciada, más libre de prejuicios circunstanciales, en definitiva, más objetiva.

El distanciamiento de la realidad que se obtiene con la ciencia-ficción nada tiene que ver con una “evasión” de la realidad. Al igual que el pintor que se aleja del cuadro para lograr una visión de conjun-to, y tal como en la literatura se recurre a la metáfora a la hora de expresar una idea, el alejamiento de la ciencia-ficción produce una disminución de los efectos anestésicos propios de la rutina. Gracias a esto, se consigue un análisis más lúcido y objetivo de la realidad.
La ciencia-ficción no es predicción: es especulación. Por lo gene-ral no pretende adivinar el futuro a partir de un presente conocido, sino especular con lo que podría suceder si se dieran determinadas condiciones....)


Arena Sensible - Manuel de la Herrán Gascón [ Download ]

A.E.Van Vogt


Alfred Elton Van Vogt (26 de Abril, 1912 - 26 de Janeiro, 2000), renomado escritor nascido no Canadá, reconhecido como um dos mais prolíficos escritores da Ficção Científica Americana.
Depois de um início de carreira, onde seu estilo se identificava com aquele encontrado em revistas populares ('pulp magazines'), Van Vogt decidiu se dedicar ao gênero que adotaria a partir dai, a Ficção Científica (FC).
Logo em sua primeira história publicada, 'Black Destroyer' (Astounding Science Fiction, 1939), sobre alienígenas que capturam a tripulação de uma nave exploratória, ele definiu com seu estilo aventuresco e imaginativo, o que seria mais tarde definido como a Época de Ouro da Ficção Científica americana.

Para muitos, Van Vogt, junto com Robert A.Heinlein e Isaac Asimov, seriam os 3 maiores escritores de FC de toda história.

Black Destroyer/Destructor Negro [ Download ]

Coleção A.E.Van Vogt [ Download ]
( 'Asylum', 'Concealment', 'Empire of the Atom', 'Enchanted Village', 'Moonbeast',
'More than Superhuman', 'Recrutation Station', 'Rogue Ship', 'Slan', 'Supermind',
'The battle of forever', 'The book of Ptah', 'The players of Null-A', 'The rat,the snake and others stories', 'The rull', 'The silkie', 'The voyage of Space Beagle', 'The weapon makers',
'The weapon shops of Isher', 'The witch', 'The wizard of Linn', 'The world of Null-A',
'Transfinite the essential', 'Transgalactic', 'Vault of the beast')

sábado, 6 de dezembro de 2008

Espaço: 1999, Neuromancer e Flesh



A data... 13 de setembro.
O ano... 1999.
O desastre... a Lua é lançada fora de sua órbita por uma explosão extensiva dos poços do armazenamento de lixo nuclear, assim fazendo com que ficasse vagando no espaço.


Espaço: 1999 [ Download ]





Neuromancer é a história de Henry Dorsett Case, um hacker do futuro que usa sofisticado equipamento para penetrar no ciberespaço e roubar dados valiosos. O cyberspace gibsoniano é uma região virtual tridimensional onde praticamente toda a informação do planeta está reunida, à disposição de quem souber encontrá-la e conseguir ultrapassar as barreiras de segurança.

Neuromancer [ Download ]






No século 23 D.C, quase todos os animais da Terra haviam desaparecido, e o homem alimentava-se quase que exclusivamente de carne de insetos. Todavia o homem continuava a desejar alimentar-se de verdadeira carne. Com a descoberta da viagem no tempo, homem foi capaz de arranjar carne pelo seu regresso no tempo que foi até 65 milhões de anos, voltando assim à época dos dinossauros...

Flesh [ Download ]

Aliens R Us - The Other in Science Fiction Cinema


Science fiction explores space – ‘in a galaxy far, far away’, The Outer Limits, Space: Above and Beyond. It projects us into imagined futures – ‘Beam me up, Scottie.’ Yet as a genre the space that science fiction most intimately explores is interior and human; to tell future stories
it recycles the structure and tropes of ancient narrative tradition and to devise dramatic tension it deploys issues and angst that are immediately present.

The fiction in science fiction is the fiction of space, outer space, and time, future time. Far from being the essential object of its concern the devices of space and time are window dressing,
landscape and backdrop. The ‘science’ offered by science fiction is populist dissection of the psyche of Western civilisation, its history, preoccupations and project of future domination – past, present and future.

Science fiction is a time machine that goes nowhere, for wherever its goes it materialises the same conjunctions of the spacetime continuum: the conundrums of Western civilisation. Science fiction shows us not the plasticity but the paucity of the human imagination that has become quagmired in the scientist industrial technological, culturo-socio-psycho babble of a single civilisational paradigm. Science fiction is the fiction of mortgaged futures.

As a genre it makes it harder to imagine other futures, futures not beholden to the complexes, neuroses and reflexes of Western civilisation as we know it. ‘Houston, we have a problem.’

Introduction
Ziauddin Sardar

1. Delicatessen: Eco-Apocalypse in the New French Science Fiction Cinema
Sean Cubitt
2. Rewriting the ‘American Dream’: Postmodernism and Otherness in Independence Day
Jan Mair
3. Displacements of Gender and Race in Space: Above and Beyond
Nickianne Moody
4. Star Trek: First Contact: The Hybrid, the Whore and the Machine
Christine Wertheim
5. Japanimation: Techno-Orientalism, Media Tribes and Rave Culture
Toshiya Ueno
6. Wicked Cities: The Other in Hong Kong Science Fiction
Gregory B Lee and Sunny S K Lam
7. Saying ‘Yours’ and ‘Mine’ in Deep Space Nine
Kirk W Junker and Robert Duffy
8. False and Double Consciousness: Race, Virtual Reality
and the Assimilation of Hong Kong Action Cinema in The Matrix
Peter X Feng
9. Global Visions and European Perspectives
Dimitris Eleftheriotis

Notes on Contributors
Index

Aliens R Us - The Other in Science Fiction Cinema
Edited by Ziauddin Sardar and Sean Cubitt [ Download ]

quarta-feira, 3 de dezembro de 2008

Orientalism in U. S. Cinema from Blade Runner to The Matrix


Table of Contents
INTRODUCTION
PART 1: HOLLYWOOD, CYBERPUNK, AND THE "ORIENT"
Chapter One The Hollywood Orient
Chapter Two The Cyberpunk Orient
PART 2: MULTICULTURAL NIGHTMARES
Chapter Three Blade Runner and the Beginnings of Hollywood Cyberpunk
Chapter Four The Orientalized City
PART 3: MULTIRACIAL DREAMS
Chapter Five Cinematic Asiaphilia: Martial Arts, Anime, and The Matrix
Chapter Six The Orient Disembodied
CONCLUSION
Filmography
References
Vita

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Chi Hyun Park, Ph.D. -The University of Texas at Austin, 2004