quinta-feira, 25 de dezembro de 2008

Terra Incognita 3 - Revista online de Ficção Científica



O Fim das Grandes Narrativas

A literatura do século XXI não permite mais textos grandiloqüentes.
Já que está se falando tanto de reforma e novas regras gramaticais, vamos acabar, por exemplo, com o mais-que-perfeito? Vamos acabar com as narrativas pseudo-neo-românticas, por favor? E que tal os diálogos pessimamente escritos, que não convencem nem a quem escreveu?
Sim, claro, sabemos que você mostrou um conto a todos os seus amigos, sua namorada, seus pais, seu cachorro e o periquito, e todo mundo disse que era bom. Bem, lamentamos informar, mas Papai Noel e o coelhinho da páscoa não existem.
Escreveu, não leu, o pau comeu. Este é uma das nobres verdades da literatura de ficção científica. É o preço que paga aquele que não leu (e não lê, e acha que não precisa ler) o que tem sido escrito nos últimos quarenta anos lá fora. É muito, alguém perguntará? Sim, é muito, claro, mas tem que se começar por algum lugar, certo?

Pois nem só de Asimov, Bradbury e Clarke vive o homem.
Esta edição vem para demonstrar que é possível escrever de tudo um pouco e quase tudo bem. Vocês vão encontrar narrat ivas cinematográficas, filosóficas, estranhas. Vocês vão encontrar um autor estrangeiro (como quase sempre aqui) que provavelmente não só nunca leram antes como não devem ter sequer ouvido falar.
Um conselho: leiam (e muito) antes de escrever.

Não precisam nem nos agradecer pela dica (até porque vocês vão estar muito ocupados nos odiando): mas vocês vão agradecer a si mesmos um dia. Podem ter certeza disso.
Como escreveu o falecido mestre Arthur C. Clarke
em seu clássico Encontro com Rama, os ramaianos fazem tudo em três. Como dizia outro grande mestre, Jorge Luis Borges, três é um número importante demais para ser ignorado. Para nós, a edição 3 é apenas o começo.
Fábio Fernandes e Jacques Barcia
Editores

Terra Incógnita 3 [ Download ]

Samizdat Outubro 2008


Por que Samizdat?
Henry Alfred Bugalho
MICROCONTOS
Marcia Szajnbok
Carlos Alberto Barros
Henry Alfred Bugalho
RECOMENDAÇÕES DE LEITURA
O Chamado, de Kôji Suzuki
Henry Alfred Bugalho
Cemitério Maldito, de Stephen King
Henry Alfred Bugalho
A Estrada da Noite, de Joe Hill
Giselle Natsu Sato
CONTOS
Férias no Campo
Carlos Alberto Barros
Alguém Caminha no Corredor
Volmar Camargo Junior
Os Estranhos Habitantes de Soledad
Henry Alfred Bugalho
Imperfeição
José Espírito Santo
Confinado
Joaquim Bispo
A Mansão e seus Hóspedes
Guilherme Rodrigues
Olhar
Pedro Faria
Labirintos
Marcia Szajnbok
O Fio da Maldade
Giselle Natsu Sato
AUTOR CONVIDADO
A Última Estripulia
Maristela Scheuer Deves
Linea Nigra
Marcelo Galvão
Movido pela Fome
JRM Torres
TRADUÇÃO
O Gato Preto
Edgar Allan Poe
O Corvo (bilíngue)
Edgar Allan Poe
TEORIA LITERÁRIA
O Prazer do Terror
Henry Alfred Bugalho
CRÔNICA
Um Som no Escuro
Joaquim Bispo
Nativity in Black
Volmar Camargo Junior
POESIA
Laboratório Póetico - Poetrix
Volmar Camargo Junior
Soneto
Volmar Camargo Junior
SOBRE OS AUTORES DA SAMIZDAT

Samizdat Número 2 [ Download ]

RayGunRevival - Dezembro/2008


Saudoso das foguetes, das armas de raios e das cidades marcianas de antigamente? A Ficção Cientifica atual te aborrece? Então o seu lugar é o site RayGunRevival !

RayGun Revival - Dezembro/2008 [ Download ]

Robotic Art






The Robot Sweatshop

quarta-feira, 24 de dezembro de 2008

Star Wars Barroco

Boba Fett


Han Solo, Chewbacca e uma tropa de Puritanos




A Estrela da morte



Um walker imperial



R2D2 e C3Po


Um soldado imperial estiloso


Star Wars baroque version -Mattias Inks

Phantastes Setembro 2008



ÍNDICE
Ficção
Mandando a Liberdade Para Longe, Rhys Hughes
Pores do sol e Hambúrgueres, Gareth Powell
O Salvador / Redenção, Frank Roger
Ilustração
Freedom, Peter Van Oostzanen
Sem Título, Woon Bing
Prophet, Ersin Ertürk
Biografias
Autores & Ilustradores
Púlpito
Luís Rodrigues

Phantastes Número 4 [ Download ]

Ezine Somnium 101


ÍNDICE
Conto Homo Habilis
Max Mallmann
Conto A Lagoa
Ana Cristina Luz
Artigo A Guerra que o Paraguai Venceu
Rodolfo Londero
Conto O Lamento de Suas Mulheres
Carlos Orsi
Resenha 'A Fantástica Viagem de Augusto Emílio Zaluar',
Edgar Smaniotto Ana Cristina Rodrigues
Conto Estação 607
Marco Bourguignon
Resenha 'Véu da Verdade', J. M.Beraldo
Fernando S.Trevisan
Conto As Duas Faces da Sorte
Alexandre Lancaster
Homenagem Arthur C. Clarke
Ana Cristina Rodrigues, Lúcio Manfredi e Wellington Amorim
DOSSIÊ ESPECIAL: OS NOVOS RUMOS DA FCB
Conto Filamentos Iridescentes,
como numa chuva de néon Tibor Moricz
Conto Colecionadora de Homens Jurandir Presença
Ping-Pong Alexandre Soares, Clinton Davisson, Tibor Moricz
Mesa Redonda Novos Rumos da FCB - Horácio Corral e outros

Somnium 101 [ Download ]

terça-feira, 23 de dezembro de 2008

Alpha Centauri - Outubro 2008


Zine Alpha Centauri - Outubro 2008 [ Download ]

1000 Tentacles






1000 Tentacles

segunda-feira, 22 de dezembro de 2008

Terrorzine - Suplemento Especial



Editorial
O intuito do TerrorZine, é buscar novos horizontes, dando espaço para novas idéias, em novos caminhos.
Criamos este Suplemento Especial para abranger estes projetos e iniciamos este número 01, com o conto coletivo 'Esquecidos de Réquiem',dos autores da obra 'Réquiem para o Natal' (Editora Andross), que será lançada em 07/12/08.
Não será apenas esta publicação.
Temos a intenção de dar continuidade neste projeto. Porém, não terá uma periodicidade como o TerrorZine, mas publicaremos sempre que houver necessidade.
“Natal. Época de paz, amor e fraternidade. Mas não para você. Esqueça-se de tudo que seus pais lhe contaram quando criança e prepare-se para conhecer o lado sombrio do Natal em 44 histórias sobrenaturais, de suspense e de terror. Nada de amor e fraternidade. A única paz que encontrará aqui é a paz eterna. Atreva-se a abrir este presente”. É o que encontramos na quarta capa desta coletânea organizada pelo escritor e editor Edson Rossatto.

Sobre o conto coletivo Esquecidos de Réquiem:
Alguns autores da antologia Réquiem para o Natal se propuseram um exercício de imaginação e colaboração: criar uma novela coletiva no melhor estilo mexicano.
Cada um contribuiu com um trecho e o próximo autor tentou dar continuidade ao que o anterior escreveu, construindo uma narrativa única.
A história se passa à oeste do lado mais escuro do Natal em um povoado chamado Réquiem e fala de muitas lutas, de vilões e heróis.
As reviravoltas, as tramas e os mistérios que envolvem cada personagem vão aos poucos contando o drama que envolve a cidade. Aqui ninguém é inocente e o próximo capitulo pode ser o último de sua vida.
Agradeço meu esposo e escritor Ademir Pascale pelo apoio na organização deste suplemento e ao empenho pessoal de Danny Marks e Ricardo Delfin, no processo de revisão do conto coletivo, assim como no seu trâmite final. Agradeço também aos autores que participaram deste Suplemento Especial e desejo-lhes muito sucesso em suas empreitadas literárias.
Uma ótima leitura, um feliz natal e um excelente 2009.
Elenir Alves - Editora e Organizadora


Terrorzine Suplemento Especial [ Download ]

Ezine Nova - Novembro 2008

Editorial

Quem escreve literatura fantástica sabe que não tem um mercado comprador por aí além.
É um facto que pagar pelo acto de escrever é só por si algo que ainda não faz parte de muitos dos usos e costumes do panorama editorial português. De modo que ter uma oportunidade e um veículo como o NOVA presente no horizonte, tornou-se importante. Tanto mais porque possibilita aos autores uma via de correcta compensação pelo seu trabalho, como também aponta para uma mais correcta postura editorial e de mercado.

Nos diversos géneros do fantástico isto é particularmente sentido. Quando fui convidado pelo Ricardo Loureiro para o trabalho editorial (e o que mais houvesse) na revista, na sequência da sua aceitação do meu conto O Animal que também podem ler neste número, senti que esse pequeno pormaior era um dos factores de distinção que urgia reclamar para um canto literário ainda a braços com bastantes dificuldades de expansão e implantação. Mas também outras coisas me fizeram aceitar alegremente a proposta: o trabalho de ler e avaliar textos e a prática no NOVA de fazer um trabalho editorial mais «à americana». Porque no nosso mercado não há uma tradição de análise e discussão dos textos com os autores de modo a produzir melhores produtos finais; infelizmente, ainda há algum estigma decorrente de muita gente pensar que a «sua» obra é intocável e/ou que um escritor tem o «direito absoluto» ao seu texto.

Ora, a realidade é que, primeiro, não existem textos perfeitos; segundo, que «mesmo no
melhor pano cai a nódoa»; e terceiro, be m importante, é que a literatura é uma arte de constante avaliação por outrém, ou seja, todos avaliam todos, desde críticos a editores, de autores a revisores, e acima de tudo, todos estes são avaliados pelos leitores.

E os leitores são a alma deste negócio. Sem ele s o escritor, o editor, e todos os outros, nada
são. A literatura fantástica é uma área especialmente vocacionada e alimentada pelos seus leitores e fãs, mais do que qualquer outro género (ou não-género) literário, de modo que agradar-lhes, ao mesmo tempo que se lhes proporciona uma garantia de qualidade, é algo que assume ou pode a ssumir um cariz de missão, coisa que o NOVA respira e transpira. Procurar traduzir bons autores, e publicar os valores nacionais é algo que faz parte da filosofia editorial deste produto que têm diante dos olhos.

E se esse trabalho deu frutos! João Barreiros, João Ventura, Douglas Smith e Richard Lovett. Um elenco de luxo para vosso gáudio e voraz consumo. Not bad indeed!
Nuno Fonseca, co-editor Outubro, 2008

Nova - Novembro 2008 [ Download ]

Fembots







Flickr Fembots

domingo, 21 de dezembro de 2008

A. Bertran Chandler

Arthur Bertram Chandler (28 de Março, 1912 - 6 de Junho, 1984), escritor de Ficção Científica, nascido em Aldershot, Inglaterra. Bertram Chandler também escreveu com os pseudônimos de George Whitley, George Whitely, Andrew Dunstan, e S.H.M.
Pela Marinha Inglesa, Chandler viajou por todo o mundo e em todo tipo de embarcação, de navios a vapor a veleiros. Em 1956 emigrou para Austrália, assumindo a nacionalidade australiana.
Até sua morte, já havia publicado mais de 40 livros de Ficção Científica e mais de 200 contos, muitos deles com temas nauticos ou elementos do mar transportados para o espaço, para o futuro.
Chandler foi por 4 vezes agraciado com o prêmio Ditmars de FC Australiana. Dois de seus contos, 'The Cage' e 'Giant Killer' são considerados entre os melhores escritos no gênero nos anos 50.
Chandler também era popular no Japão, tendo recebido o prestigiado prêmio SEIUN SHO, de Literatura Fantástica.


Os Melhores Contos de A.Bertram Chandler [ Download ]

( Alternate Orbits / Bad Patch / Big Black Mark / Clockwork Lemon / Contraband from otherspace / Dawn of nothing / Fall of the knigh / Familiar pattern / Firebrand / Forbidden Planet/ Giant Killer / Grimmes and odd gods / Jetsam /Last Day / Moonflowers and Mary /
Navel Engagement / One came back /One's man ambition / Reaping time / Sea change /
Spartan planet / Special knowledge / Stability / The aphrodite project / The cage / The dark Dimensions / The forest of knives / The golden journey / The half pair / The hard way up /
The inheritors / The principle / The rim of space / The ship from outside / The space mercenaries / The tides of time / The winds of If / Two can play )

sábado, 20 de dezembro de 2008

A mente alienígena - Philip K. Dick



Quieto, nas profundezas de sua câmara Theta, ouviu um som fraco e depois a sensivoz.
'CINCO MINUTOS'
-De acordo, disse e se esforçou para sair do sono profundo.
Tinha cinco minutos para ajustar o curso da nave, algo havia dado errado no sistema de autocontrole.
Um erro seu? Não era provável, nunca cometia erros. Jason Bedford cometer erros? Jamais!
Enquanto se dirigia cambaleante ao módulo de controle, viu que Norman, que havia sido enviado para divertí-lo, também estava acordado.
O gato flutuava lentamente em circulos, dando pequenos golpes com as patas em uma lapiseira que alguem havia esquecido solta.
Estranho, pensou Bedford. Achava que estaria inconsciente.
Reviu as leituras do curso da nave.
Impossível! Um quinto de parsec da direção de Sirio. Isso somaria uma semana na sua viagem.
Com precisão reajustou os controles, depois enviou um sinal de alerta a Meknos III, seu destino.
-Problemas? Perguntou o operador meknosiano. A voz era seca e fria, um som monótono que fazia Bedford pensar em serpentes.
Explicou sua situação.
-Precisamos da vacina, disse o meknosiano. Trate de manter seu curso.
Norman, o gato, que flutuava majestosamente junto ao módulo de controle, estendeu uma pata e tocou aleatoriamente o painel.
Os circuitos acionados soltaram tênues bips e a nave mudou de curso.
-Foi assim que você fez, disse Bedford. Me humilhou diante de um alienígena. Me reduziu a um imbecil.
Agarrou o gato e o apertou forte.
-O que foi este som estranho? Perguntou o meknosiano. Uma espécie de lamento.
Bedford respondeu sereno.
-Não foi nada. Esqueça o que ouviu.
Cortou o rádio, levou o corpo do gato para o compartimento de lixo e o ejetou no espaço.
No instante seguinte regressou a câmara theta e uma vez mais adormeceu.
Desta vez ninguem mexeria nos controles. Dormiu em paz.
Quando a nave pousou em Meknos III, o chefe da equipe médica alienigena o recebeu com um pedido curioso.
-Gostariamos de ver seu mascote.
-Não tenho mascote, disse Bedford. O que era verdade.
-Segundo a mensagem que nos enviaram…
-Realmente não é um problema seu, disse Bedford. Vocês já tem a vacina, vou partir agora.
-A segurança de qualquer forma de vida é assunto nosso, disse o meknosiano. Revistaremos sua nave.
-Em busca de um gato que não existe, falou Bedford.
A busca resultou inútil. Com impaciência Bedford observou como as criaturas alienigenas procuravam dentro de cada depósito de armazenamento e cada corredor da nave.
Por infelicidade, os meknosianos encontraram dez sacos de comida desidratada para gatos.
Em seu próprio idioma, iniciou-se uma prolongada discussão.
-Tenho permissão para voltar para a Terra? Perguntou Bedford áspero.Tenho um horário para cumprir.
O que diziam ou pensavam os alienigenas, pouco lhe importava, só desejava poder voltar para sua silenciosa câmara Theta e para o sono profundo.
-Terá que passar pelo procedimento de descontaminação, disse o chefe médico meknosiano. Para que nenhum virus…
-Sei disso, disse Bedford. Podem começar.
Mais tarde quando a descontaminação se completou e preparava para acionar a partida de volta à nave, ouviu o rádio.
Era um meknosiano, qualquer um, pois para Bedford eram todos iguais.
-Como se chamava o gato? Perguntou o meknosiano.
-Norman, disse Bedford e pressionou a partida. A nave disparou para cima e ele sorriu.
Não sorriu contudo ao descobrir que faltava seu gerador de energia para a câmara Theta.
Tão pouco sorriu quando não conseguiu localizar a unidade de reposição.
Teria esquecido de trazê-la? Não, não poderia. Eles haviam retirado-a.
Dois anos para voltar a Terra.
Dois anos de consciência plena, privado do sonho Theta, dois anos sentado ou flutuando ou - como havia visto em holofilmes militares de entretenimento - enroscado em um canto, totalmente louco.
Lançou um pedido de rádio solicitando retorno a Meknos III.
Nenhuma resposta.
Sentado no módulo de controle, golpeou com a mão o pequeno computador interno e disse:
-Minha câmara Theta não funciona, a sabotaram. O que me sugere fazer durante dois anos?
'FITAS DE VÍDEO ENTRETENIMENTO DE EMERGÊNCIA'.
-Certo. Tinha esquecido delas. Obrigado.
Apertou o botão indicado e o compartimento de fitas abriu deslizando.
Nenhuma fita. Apenas um brinquedo para gatos, uma bolsinha em miniatura para apertar, que haviam incluido para Norman e que nunca utilizara. Os outros compartimentos estavam vazios.
A mente alienígena era cruel, pensou Bedford. Misteriosa e cruel.
Pôs para funcionar o gravador de áudio da nave e com calma, disse com a maior convicção possível.
-O que farei será dedicar meus próximos dois anos a uma rotina diária. Primeiro serão as comidas. Passarei todo tempo possível planejando, preparando, comendo e desfrutando de pratos deliciosos. Durante o tempo que tenho daqui por diante, provarei toda combinação possível de viveres.
Dirigiu-se ao armário de alimentos.
Enquanto caia diante do armário completamente cheio, abarrotado, prateleira por prateleira, de embalagens idênticas, pensou. Por outro lado, não havia muito o que fazer com uma provisão de dois anos de comida para gatos. Em relação a variedade, seriam todos do mesmo sabor?
Eram todos do mesmo sabor.


FIM.


A mente alienígena (Alien mind 1981)
Philip K. Dick

sexta-feira, 19 de dezembro de 2008

Blood Noir - Laurell K. Hamilton


Shit.
I wasn’t used to being faster than a speeding bullet.
Okay, not that fast, but I was almost as quick as a real lycanthrope.
My reaction times had become bloody spectacular.
I had spent most of my life struggling with the best I could offer being barely good enough physically, and now…now just catching one drunk woman had startled a room full of armed men. Crap.
Jason kissed me on the cheek, softly. “It’s okay,” he whispered. J. J. let go of Lisa’s arm and gave me full wide eyes. “That was like magic. One second she was falling, and then you just had her in your arms. Are you that fast, or did you fuck with my mind?”


Blood Noir - Anita Blake vampire hunter - Laurell K. Hamilton [ Download ]

quinta-feira, 18 de dezembro de 2008

Bilbo Hobbit em quadrinhos




Bilbo Hobbit - J.R.Tolkien (arte de David Wenzel) [ Download ]

American Detective Stories - Tony Hillerman


Edgar Allan Poe's "Murders in the Rue Morgue" launched the detective story in 1841. The genre began as a highbrow form of entertainment, a puzzle to be solved by a rational sifting of clues. In Britain, the stories became decidedly upper crust: the crime often committed in a world of manor homes and formal gardens, the blood on the Persian carpet usually blue. But from the beginning, American writers worked important changes on Poe's basic formula, especially in use of language and locale.

In The Oxford Book of American Detective Stories, Tony Hillerman and Rosemary Herbert bring together thirty-three tales that illuminate both the evolution of crime fiction in the United States and America's unique contribution to this highly popular genre. From elegant "locked room" mysteries, to the hard-boiled realism of the '30s and '40s, to the great range of styles seen today, this superb collection includes the finest crime writers, including Erle Stanley Gardner, Raymond Chandler, Ross Macdonald, Rex Stout, Ellery Queen, Ed McBain, Sue Grafton, and Hillerman, a best-selling crime writer himself. And we sample a wide variety of styles, from tales with a strongly regional flavor, to hard-edged pulp fiction, to stories with a feminist perspective.

Throughout, the editors provide highly knowledgeable introductions to each piece, written from the perspective of fellow writers and reflecting a life-long interest--not to say love--of this quintessentially American genre. Hillerman and Herbert bring us a gold mine of glorious stories that can be read for sheer pleasure, but that also illuminate how the crime story evolved from the drawing room to the back alley, and how it came to explore every corner of our nation and every facet of our lives.

Contents:

  • The Murders in the Rue Morgue (1841) by Edgar Allan Poe
  • The Stolen Cigar Case (1900) by Bret Harte
  • The Problem of Cell 13 (1905) by Jacques Futrelle
  • The Doomdorf Mystery (1914) by Melville Davisson Post
  • Missing: Page Thirteen (1915) by Anna Katharine Green
  • The Beauty Mask (1917) by Arthur B. Reeve
  • A Jury of Her Peers (1917) by Susan Glaspell
  • The False Burton Combs (1922) by Carroll John Daly
  • The Keyboard of Silence (1923) by Clinton H. Stagg
  • A Nose for News (1934) by Richard Sale
  • Spider (1934) by Mignon G. Eberhart
  • Leg Man (1938) by Erle Stanley Gardner
  • I’ll Be Waiting (1939) by Raymond Chandler
  • The Footprint in the Sky (“Clue in the Snow”, 1940) by John Dickson Carr, writing as Carter Dickson
  • Rear Window (“It Had to Be Murder”, 1942) by Cornell Woolrich, writing as William Irish
  • The Lipstick (1942) by Mary Roberts Rinehart
  • Homicide Highball (1943) by Robert Leslie Bellem
  • An Error in Chemistry (1946) by William Faulkner
  • From Another World (1948) by Clayton Rawson
  • A Daylight Adventure (1950) by T.S. Stribling
  • See No Evil (“See No Murder”, 1950) by William Campbell Gault
  • Crime Must Have a Stop (1951) by Anthony Boucher
  • Small Homicide (1953) by Ed McBain
  • Guilt-Edged Blonde (1954) by Ross Macdonald, writing as John Ross Macdonald
  • Christmas Party (“The Christmas Party Murder”, 1957) by Rex Stout
  • A Matter of Public Notice (1957) by Dorothy Salisbury Davis
  • The Adventure of Abraham Lincoln’s Clue (1965) by Ellery Queen
  • Words Do Not a Book Make (1968) by Bill Pronzini
  • Christmas Is for Cops (1970) by Edward D. Hoch
  • Lucky Penny (1985) by Linda Barnes
  • The Parker Shotgun (1986) by Sue Grafton
  • Chee’s Witch (1986) by Tony Hillerman
  • Benny’s Space (1991) by Marcia Muller
The Oxford Book of American Detective Stories - Tony Hillerman [ Download ]

Sci-Fi Poetry ?


If you are a bad child in Japan
on Christmas day all you get
is a twenty-four inch replica of me
during an alcoholic blackout.

The toy of me
does not run on batteries or solar power
but on lunar power
at night it turns itself on
and won't stop talking.
It knows a lot
but remembers nothing.

The toy of me is
the second least popular robot toy in Japan.
The least popular robot toy
has a name that translates to
"The Low Self Esteemed Robot Turkey
Who Needs Lots Of Hugs
and Whose Feathers Are Made from
Jagged Metal Bits."

(Wiskey&Robots-BuckSinister)

quarta-feira, 17 de dezembro de 2008

Vampire academy - Richelle Mead



Primeiro livro da série que está cogitada para se tornar a sucessora de 'Buffy, a caça vampiro'.

Lissa Dragomir is a Moroi princess: a mortal vampire with an unbreakable bond to the earth's magic. She must be protected at all times from Strigoi; the fiercest and most dangerous vampires--the ones who never die.

The powerful blend of human and vampire blood that flows through Rose Hathaway, Lissa's best friend, makes her a Dhampir; she is dedicated to a dangerous life of protecting Lissa from the Strigoi, who are hell-bent on making her one of them.

After two years of illicit freedom, Rose and Lissa are caught and dragged back to St. Vladimir's Academy, hidden in the deep forests of Montana. Rose will continue her Dhampir education. Lissa will go back to being Queen of the elite Moroi social scene. And both girls will resume breaking hearts.

Fear made Lissa and Rose run away from St. Vladimir's--but their world is fraught with danger both inside and out of the Academy's iron gates. Here, the cutthroat ranks of the Moroi perform unspeakable rituals and their secretive nature and love of the night creates an enigmatic world full of social complexities. Rose and Lissa must navigate through this dangerous world, confront the temptation of forbidden romance, and never once let their guard down, lest the Strigoi make Lissa one of them forever...


Vampire academy (livro 1) - Richelle Mead [ Download ]

terça-feira, 16 de dezembro de 2008

Pulp - 100 capas fantásticas











100 Capas [ Download ]

A cidade inteira dorme e outros contos breves - Ray Bradbury


'A cidade inteira dorme e outros contos breves' traz 13 contos do mestre da Ficção Científica(FC) Ray Bradbury, autor dos clássicos 'Fahrenheit 451' e 'As crônicas mercianas'.

Ray Bradbury é um escritor que usa as convenções do gênero fantástico para tornar nosso fantasmas mais reais.
O ficcionista norte-americano oscila entre o terror psicológico, as alegorias mágicas e a invenção de mundos alternativos - às vezes fundindo-se num único relato, mas sempre fazendo com que a imaginação seja um elemento inerente à realidade.

Sumário

Prefácio
Uma pequena viagem
O lixeiro
O visitante
O messias
A autêntica múmia egípcia feita em casa
A cidade inteira dorme
O homem ilustrado
O homem em chamas
As frutas no fundo da fruteira
O dragão
O pedestre
O alçapão
A hora zero

A cidade inteira dorme e outros contos breves - Ray Bradbury [ Download ]

segunda-feira, 15 de dezembro de 2008

Burning Chrome - William Gibson


'Burning Chrome'(1986) é uma coleção de contos escritos por William Gibson.
A maioria das histórias se passa no universo da trilogia Sprawl.

Conteúdo:

* "Johnny Mnemonic"
* "The Gernsback Continuum"
* "Fragments of a Hologram Rose"
* "The Belonging Kind," com John Shirley
* "Hinterlands"
* "Red Star, Winter Orbit," com Bruce Sterling
* "New Rose Hotel"
* "The Winter Market"
* "Dogfight," com Michael Swanwick
* "Burning Chrome"

Burning Chrome - William Gibson [ Download ]