domingo, 1 de abril de 2012

Flash Gordon Aventuras no Espaço



Flash Gordon Aventuras no Espaço (Nov.1951 a Out.1952) [ Download ]

sábado, 31 de março de 2012

Dark Horse Book of Witchcraft





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sexta-feira, 30 de março de 2012

Dark Horse Book of Hauntings





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quinta-feira, 29 de março de 2012

A narrativa mitológica de Joseph Campbell em Blade Runner




SUMÁRIO

Dedicatória       
Agradecimentos       
Epígrafe       
Resumo       
Abstract       
Sumário       

INTRODUÇÃO       
1 JUSTIFICATIVA/VALIDADE DO TRABALHO       
1.1 Ligação com a comunicação       
1.2 Ligação com o cinema       
1.3 A razão da escolha de Blade Runner como objeto       
1.4 Objetivo Geral       
1.5 Objetivos Específicos       
1.6 Hipótese       

2 REVISÃO BIBLIOGRÁFICA       
2.1 Narrativa       
2.1.1 Narrativa fílmica       
2.2 Mito       
2.2.1 Jung       
2.2.2 Campbell e Jung       
2.2.3 A linguagem simbólica       
2.2.4 O mito do herói em Campbell       
2.2.4.1 As etapas do mito do herói em Campbell       
2.2.4.1.1 Separação ou Partida       

A) O chamado à aventura       
B) A negativa ao chamado       
C) A ajuda sobrenatural       
D) A passagem pelo primeiro umbral       
E) O ventre da baleia       

2.2.4.1.2 Provas e vitórias da iniciação       

A) O caminho de provações       
B) O encontro com a deusa       
C) A mulher como tentação       
D) A reconciliação com o pai       
E) A apoteose       
F) A última graça ou o prêmio final       

2.2.4.1.3 O Regresso e a reintegração à sociedade       

A) A negativa ao regresso       
B) A fuga mágica       
C) O resgate do mundo exterior       
D) A passagem pelo umbral de regresso       
E) A posse dos dois mundos       
F) Liberdade para viver       

2.3 Homens e máquinas       
2.3.1 Limitações da reflexão pretendida       
2.3.2 Uma brevíssima história da máquina na narrativa       
2.3.3 O Teste de Turing       
2.3.4 O ELIZA       

3 METODOLOGIA       
3.1 O paradigma indiciário       
3.1.1 Morelli e Freud       
3.2 Análise textual       
3.3 A articulação de análise para Blade Runner       
3.3.1 Decupagem       
3.4 Limitações       

4 ANÁLISE DOS RESULTADOS       
4.1  Análise  do  filme  Blade  Runner  através  do  modelo  de  narrativa mitológica de mito do herói de Joseph Campbell       
4.1.1 Separação ou Partida       

A) O chamado à aventura       
B) A negativa ao chamado       
C) A ajuda sobrenatural       
D) A passagem pelo primeiro umbral       
E) O ventre da baleia       

4.1.2 Provas e vitórias da iniciação       
A) O caminho de provações       
B) O encontro com a deusa       
C) A mulher como tentação       
D) A reconciliação com o pai       
E) A apoteose       
F) A última graça ou o prêmio final       

4.1.3 O Regresso e a reintegração à sociedade       

A) A negativa ao regresso       

4.2 Reflexão sobre o significado de Blade Runner       
4.2.1 O Teste de Turing e Blade Runner       
4.2.2 O ELIZA e Blade Runner       

5 CONCLUSÃO       
BIBLIOGRAFIA CONSULTADA       
MEIOS ELETRÔNICOS CONSULTADOS       
VÍDEOS UTILIZADOS       
ANEXOS


A narrativa mitológica de Joseph Campbell em Blade Runner - Isaías Ribeiro [ Download ]

quarta-feira, 28 de março de 2012

A relação humano-maquinico no imaginário cinematográfico








INTRODUÇÃO   

CAP. 1 - SIGNOS DE CRIAÇÃO E DESTRUIÇÃO NA FICÇÃO CIENTÍFICA: NOVOS MUNDOS, NOVAS FORMAS DE VIDA.

1.1 O movimento cyberpunk   
1.2 A figura do ciborgue no imaginário de ficção científica   

CAP. 2 - O SIGNO METRÓPOLIS E SEU OBJETO: A OPOSIÇÃO ENTRE O HUMANO E O MAQUÍNICO NA REPÚBLICA DE WEIMAR

2.1 A ficção científica e o pós-guerra   
2.2 Expressionismo cinematográfico alemão   
2.3 A estética expressionista e as vanguardas modernas   
2.4 O signo arquitetônico em Metrópolis   
2.5 Representações do tempo em Metrópolis   
2.6 Maria: o ser humano ideal e a metáfora da Torre de Babel   
2.7 Robotrix   
2.8 O híbrido Robot-Maria: criação e destruição na República de Weimar
2.9 Os interpretantes de Metrópolis   

CAP.  3 - BLADE RUNNER E A FLUIDEZ NA RELAÇÃO HUMANO-MÁQUÍNICO

3.1 O desenvolvimento da Teoria Cibernética
3.2 Deckard: um observador no caos urbano   
3.3 O signo arquitetônico em Blade Runner: um precursor do     ciberespaço
3.4 Os interpretantes de Blade Runner   

CAP. 4 -     MATRIX E O ALTO NÍVEL DE INTERAÇÃO SIMBÓLICO ENTRE O HUMANO E O MAQUÍNICO

4.1 A cultura digital   
4.2 O advento do pós-humano   
4.3 O ciberespaço e o predomínio do legi-signo simbólico   
4.4 Causação final, mente e mediação em Matrix   
4.5 Os interpretantes de Matrix   

CONSIDERAÇÕES FINAIS   
REFERÊNCIAS


A relação humano-maquinico no imaginário cinematográfico -Maristela Sanches Bizarro [ Download ]

terça-feira, 27 de março de 2012

Cyberpunk 2.0 - Fiction and Contemporary




Contents
INTRODUCTION: THE MATRIX RELOADING (update) 
FOREWORD: WHAT DOES THE FUTURE RESERVES TO SUCH A PRESENT? (update) 

I
INTRODUCING THE CYBERPUNK IMAGINARY
CYBERPUNK – BETWEEN PUNKS AND CYBORGS
WHY CYBER?
AND WHY PUNK? 
THE RELEVANCY OF CYBERPUNK
ABOUT CYBERSPACE AND THE MATRIX
THE CYBERPUNK VISUAL ARTIFACTS
THE CYBERPUNK PREMISES

II
FAMOUS CYBERPUNK ICONS 
BLADE RUNNER: RIDLEY SCOTT’S 1982 MOVIE 
NEUROMANCER: WILLIAM GIBSON’S 1984 NOVEL

III
OTHER CYBERPUNK FICTION
COMICS
AKIRA 
DARK MINDS (update)
GHOST IN THE SHELL
MOVIES 
DARK ANGEL (update) 
ESCAPE FROM NEW YORK 
GHOST IN THE SHELL 2: INNOCENCE (update)
JOHNNY MNEMONIC 
MAX HEADROOM 
STRANGE DAYS 
TERMINATOR 2 3-D: BATTLE ACROSS TIME (update) 
TERMINATOR: THE SARAH CONNOR CHRONICLES (update) 
THE MATRIX TRILOGY (update) 
THE TERMINATOR 
TOTAL RECALL 
UNTIL THE END OF THE WORLD
SONGS 
NEUROMANCER (BILLY IDOL, 1993) 
SHOCK TO THE SYSTEM (BILLY IDOL, 1993) 
VIDEOGAMES 
ANOTHER WORLD
BENEATH A STEEL SKY
BLADE RUNNER
CYBERSPACE
DELTA V 
ENTER THE MATRIX (update) 
GHOST IN THE SHELL 
INTERPHASE 
MIRROR’S EDGE (update)
SKYNET (update) 
SYNDICATE/SYNDICATE WARS
THE MATRIX: ONLINE (update)
THE MATRIX: PATH OF NEO (update)
THE TERMINATOR: FUTURE SHOCK (update)

IV
CONTEMPORARY CYBERPUNK FIGURES
ROMANTIC CYBORGS
FUTURE SHOCK: NO FUTURE VERSUS NEW FUTURE
THE END OR GENERALIZING CYBERPUNK?
GRAFFITER: THE INTERTEXTUALITY HIP-HOPPER
RHACKER: WHEN ROCKER AND HACKER ARE CYBORGED
RAVER: THE ACID POLYRHYTHM SURFER
FASHION PUNKS IN MATRIX STYLE (update) 
BANKSY: POSTCOMPUTER GRAFFITI (update)
TETSOO: MOTION DESIGN SHOCKWAVES (update) 
CULTURE JAMMING: REDESIGN CORPORATE LOGOS (update)
TECKTONIK: BRANDING DANCE CULTURE (update)

V
THE ACOUSTIC CYBERSPACES
OF PRESENT DAY’S ELECTROCULTURE
SOUNDSCAPES: THE SONIC LANDSCAPES 
TECHNO: THE CYBERDELIC MUSIC
RAVES: THE CONCENTRATION CAMPS OF THE 90’s 
AFTERWORD: SCANNING THE FUTURE (update) 
REFERENCES 
BOOKS
ONLINE DOCUMENTS (update) 
MUSIC (update)
FILMOGRAPHY
VIDEOGRAPHY (update) 
GLOSSARY (update)






Cyberpunk 2.0 - Fiction and Contemporary [ Download ]
Herlander Elias

segunda-feira, 26 de março de 2012

I am the monster's mother




["No nosso subconsciente cultural, estamos constantemente conscientes de que "o monstro sempre escapa" e que a sua descendência monstruosa vai voltar...Como Mary Shelley em sua introdução à edição de 1831 de Frankenstein, sua "descendência hedionda" significa "ir adiante e prosperar". Ao longo dos dois séculos seguintes, desde a criação original do monstro, ele apareceu e re-apareceu em várias adaptações para teatro, cinema e hipertexto. Inicialmente um monstro sem nome, que agora é freqüentemente identificado pelo nome do seu criador, no entanto, ele foi longe o bastante para tornar-se um mito cultural com direito próprio."]

Aesthetic strategies of monstrous creation in contemporary Gothic narrative [ Download ]
Anya Heise-von der Lippe

sábado, 24 de março de 2012

O papel do cientista na FC



Introdução       
I. Cinema    - Contexto Histórico-Social   

1.1. Um Olhar Especial para o Cinema Americano       
1.1.1. Panorama Cronológico do Cinema e da Ficção Científica Norte-Americana
1.2. Uma Questão de Gênero       
1.3. As Teorias do Cinema na Ficção Científica       
1.4. Linguagem e as Relações Sociais do Cinema       

II. Estereótipos Sociais, Ciência e Ficção   

2.1. A Prática da Estereotipização e os Estereótipos no Cinema       
2.2.  A  Crítica  à  Ficção  Científica  no  Cinema  sob  o  Olhar  da Comunicação       

III. O Cientista na Ficção Científica...   

3.1. Exposição do Conteúdo dos Filmes       
3.2. Tabelas de Categorização do Conteúdo dos Filmes       
3.3.1 Análise dos Dados de Categorização do Conteúdo dos Filmes   

IV. Considerações Finais

V.Referências Bibliográficas   

APÊNDICE A

(3.1.) Exposição do Conteúdo dos Filmes: Descrição Analítica
3.1.1. A Ilha do Dr. Moreau       
3.1.2. Projeto Brainstorm       
3.1.3. De volta para o Futuro I   
3.1.4. Limite da Loucura       
3.1.5. APEX       
3.1.6. O Falso Poder       
3.1.7. O Defensor do Futuro       
3.1.8. A Experiência       
3.1.9. 5ª Dimensão - o filme       
3.1.10. Esfera       
3.1.11. Do fundo do Mar


O papel do cientista na FC:  a  construção  de imagens sociais na linguagem do cinema norte-americano nas décadas de 70, 80 e 90.  - Sandra Lucia Botelho Rodrigues de Oliveira [ Download ]

sexta-feira, 23 de março de 2012

Philip K. Dick and Philosophy: Do Androids Have Kindred Spirits?



Philip K. Dick and Philosophy: Do Androids Have Kindred Spirits? (EPUB) [ Download ]

quinta-feira, 22 de março de 2012

Dossier Negro



Dossier Negro [ Download ]

quarta-feira, 21 de março de 2012

Deuses, Espaçonaves e Terra - Erich von Däniken






Em tempos pré-históricos e primordiais, a Terra recebeu várias visitas de seres desconhecidos, procedentes do cosmo.
Esses seres desconhecidos criaram a inteligência humana, mediante uma mutação artificial, dirigida.

MINHA TEORIA

Os extraterrestres aprimoraram os hominídeos ''segundo a sua própria imagem".
Por esse motivo nós somos parecidos com eles, não eles conosco.
As visitas na Terra de seres alienígenas, procedentes do cosmo, ficaram registradas e foram transmitidas aos pósteros nos cultos, mitos e nas lendas folclóricas — em alguma parte depositaram os indícios de sua presença entre nós.

Deuses, Espaçonaves e Terra - Erich von Däniken [ Download ]

O suíço Erich Von Däniken é autor do best-seller "Eram os Deuses Astronautas?", de 1966, no qual lançou a hipótese da suposta vinda de alienígenas como sendo deuses do passado. Daniken escreveu mais de 30 livros, que alcançaram a marca de 62 milhões de exemplares vendidos.

terça-feira, 20 de março de 2012

Nostromo Project

A Prop Store é especializada em restauração de objetos cenográficos e neste projeto que levou três anos para ser concluído, foi a vez do rebocador espacial NOSTROMO, de ALIEN.






segunda-feira, 19 de março de 2012

Future Science Fiction






Future Science Fiction - Setembro 1952 [ Download ]

sexta-feira, 16 de março de 2012

The Long Tomorrow - Moebius







The Long Tomorrow - Moebius [ Download ]

quinta-feira, 15 de março de 2012

El universo es un panuelo





El universo es un panuelo  - Moebius [ Download ]

quarta-feira, 14 de março de 2012

Airtight Garage 2 - Moebius






Airtight Garage 2 - Moebius [ Download ]

terça-feira, 13 de março de 2012

Airtight Garage - Moebius






Airtight Garage - Moebius [ Download ]

segunda-feira, 12 de março de 2012

The Early Moebius







The Early Moebius [ Download ]

domingo, 11 de março de 2012

Adeus ao mestre


  Jean Henri Gaston Giraud ("Moebius")
(8 de Maio de 1939 - 10 de Março de 2012


  


Moebius.Giraud - 37 Artbooks [ Download ]

sábado, 10 de março de 2012

"1"



Para sua estréia no cinema, o diretor húngaro Pater Sparrow utilizou-se como inspiração de um quase desconhecido conto do escritor polonês de FC, Stanislaw Lem, chamado 'One Human Minute' (Um minuto humano).

A história não poderia ser mais característica das obras de Lem, cheia de preocupações filosóficas sobre comunicação, arte e percepção da realidade, mas ao mesmo tempo sarcástica e que resume as atividades de cada pessoa na Terra durante um único minuto.

O filme intitulado "1" recebeu boas críticas nos festivais de cinema em que foi exibido.

Sinopse

... É o fim de mais um dia de trabalho em uma livraria famosa por sua vasta coleção de obras raras. A administradora Maya Satin está fechando-a quando um cliente misterioso de repente aparece na forma de um peregrino chamado Tamel. Ele alega ter viajado pelo mundo em busca de um livro que ele sonhara estar na loja e pede para ser levado ao estoque. Lá eles ficam surpresos ao descobrir que todos os livros foram substituídos por milhares de cópias de uma mesma obra desconhecida e quando voltam para a loja, vêem que o mesmo aconteceu com todos os livros em exposição.

Todos foram substituídos por um livro branco, sem autor ou editora, com o simples título "1".






Stanislaw Lem - One Human Minute [ Download ]