Mostrando postagens com marcador ciência. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador ciência. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 21 de março de 2012

Deuses, Espaçonaves e Terra - Erich von Däniken






Em tempos pré-históricos e primordiais, a Terra recebeu várias visitas de seres desconhecidos, procedentes do cosmo.
Esses seres desconhecidos criaram a inteligência humana, mediante uma mutação artificial, dirigida.

MINHA TEORIA

Os extraterrestres aprimoraram os hominídeos ''segundo a sua própria imagem".
Por esse motivo nós somos parecidos com eles, não eles conosco.
As visitas na Terra de seres alienígenas, procedentes do cosmo, ficaram registradas e foram transmitidas aos pósteros nos cultos, mitos e nas lendas folclóricas — em alguma parte depositaram os indícios de sua presença entre nós.

Deuses, Espaçonaves e Terra - Erich von Däniken [ Download ]

O suíço Erich Von Däniken é autor do best-seller "Eram os Deuses Astronautas?", de 1966, no qual lançou a hipótese da suposta vinda de alienígenas como sendo deuses do passado. Daniken escreveu mais de 30 livros, que alcançaram a marca de 62 milhões de exemplares vendidos.

sexta-feira, 16 de setembro de 2011

Como aprendi a parar de me preocupar com o futuro e passei a amar a Ficção Científica




Este artigo pretende ser tanto uma introdução ao conto 'Nebulous mechanisms' (Mecanismos nebulosos), quanto apresentar o conceito de prototipagem através da Ficção Científica (FC).

Na tradição do lendário Isaac Asimov, abordaremos a longa e simbiótica história entre o fato científico e FC.

Introdução

'Nebulous mechanisms', a história que acompanha esta introdução, é uma obra indiscutível de FC. Firmemente enraizado na rica história do gênero, está repleta do que você poderia esperar encontrar, estações espaciais, mineração de asteróides, viagens espaciais, robôs e uma boa e saudável dose de drama - todos os ingredientes para um bom e velho conto de FC. 'Nebulous mechanisms' contudo é um pouco mais do que apenas uma boa história, é um protótipo ficcional. A idéia fundamental do conto está baseada em um ensaio chamado 'Using Multiple personas in Service Robots to improve exploration strategies when mapping new Enviroments (Usando múltiplas personas em robótica para melhorar as estratégias de exploração quando mapeando novos ambientes) (Egerton, Callaghan, Clarke).

Usamos a história como um experimento intelectual para explorar a teoria e para examinar suas implicações no futuro imaginado. Pense nisso como uma realidade virtual no papel, projetado especificamente para testar as possíveis ramificações da teoria. 'Nebulous mechanisms' foi o primeiro de uma bem sucedida série de contos de FC baseada em teorias emergentes na pesquisa robótica, ciência da computação, artificial inteligência e na neurociência.

Nesta introdução eu queria falar um pouco da história da Prototipagem através da Ficção Científica, antes de você querer ir em frente e ler o conto. Eu não quero adiantar o final, mas você pode querer descobrir por que robôs no planeta anão Ceres 1 estão indo à igreja...

1) A ficção científica é a única e verdadeira literatura do século vinte (1).

A mistura de ficção científica e fato científico não é revolucionária, a relação simbiótica remonta centenas de anos atrás. Tem sido bem documentado que a FC inspirou gerações de cientistas, pesquisadores e até astronautas. O autor britânico de FC, inventor e futurista Arthur C. Clarke resumiu desta forma, em seu ensaio 'Aspects of Science Fiction' (Aspectos da ficção científica).

"Todos os pioneiros da astronáutica foram inspirados por Jules Verne, e vários (por exemplo, Goddard, Oberth, von Braun) escreveram ficção para popularizar suas idéias. E eu sei por experiência própria que muitos astronautas americanos e cosmonautas soviéticos foram inspirados para assumir suas carreiras por conta das histórias que leram quando crianças. (Uma de minhas posses que mais me orgulho é uma monografia, 'Wingless on Luna', com a dedicatória: "Para Arthur, que visualizava os nuances do vôo lunar antes de eu os ter experimentado! - Neil Armstrong”)” (2).

Como assinala Clark, o fato científico e a ficção tem sido mesclados explicitamente na maioria do século XX. Físicos e pioneiros de foguetes Robert Goddard, Hermann Oberth e Wernher von Braum usaram histórias como uma forma de divulgar os seus pensamentos, enquanto o astronauta Neil Armstrong foi inspirado e impulsionado pela ficção de Clark.

Na década de 1970 todo um subgênero de ficção científica surgiu em torno escritores alinhados com as chamadas "Hard sciences" (por exemplo, informática, astronomia, física, química, etc.) O autor norte-americano de FC, Alan Steele, definiu o subgênero como: "FC Hard é uma forma de literatura que utiliza tanto a ciência estabelecida ou cuidadosamente extrapolada como sua espinha dorsal." (3)
Muitos críticos vêem a FC Hard como a única e legitima ficção científica porque se baseia na ciência real, em oposição a FC Soft, ou mesmo pseudociência ou fantasia científica que aborda viagem no tempo, poderes extra-sensoriais e super-heróis. Independentemente como você se posiciona neste debate, é claro que a pesquisa, a teoria e a prática científica, têm um efeito considerável por vezes, polarizando a ficção científica.

O século XXI trouxe-nos algumas explorações fascinantes sobre a relação específica entre ficção científica e tecnologias que estão sendo criadas.

Genevieve Bell e Paul Dourish em seu artigo 'Resistance is Futile:Reading Science Fiction alongside Ubiquitious Computing ' (Resistir é inútil: A Leitura de Ficção Científica e  Computação Ubíqua) argumentam que o entendimento de ficção científica, no caso programas de TV populares britânicos e americanos como Dr. Who e Star Trek, são essenciais na concepção de novas tecnologias. Eles afirmam que a ficção científica pode ser utilizada como uma ferramenta para o design. O as visões futuristas da sci-fi expressas em programas de televisão podem ser usadas para entender a imaginação coletivo das pessoas quanto a como devem parecer as tecnologias do futuro, permitindo assim que os cientistas desenvolvam tecnologias e produtos que são facilmente compreendidas.

[Nota do tradutor: Computação ubíqua é definida como "máquinas que estão inseridas no ambiente humano sem forçar que nós entremos no ambiente delas".]

 "Indiscutivelmente, uma gama de tecnologias contemporâneas - de PDAs a telefones celulares - adotaram as suas formas e funções da ficção científica. Tal como no famoso caso do escritor britânico de ficção científica Arthur C. Clark e sua invenção "especulativa' das comunicações via satélite, a FC não somente antecipou, mas deu forma ao futuro tecnológico ao afetar o imaginário coletivo. Ao mesmo tempo, a FC na cultura popular fornece um contexto em que novos desenvolvimentos tecnológicos são facilmente entendidos. Visões forjadas na ficção científica aparecem como protótipos para cenários tecnológicos (4)

Julian Bleecker expandiu essa noção em sua ficção recente 'Design Future; A Short essay on design, science, fact and fiction' (Design futuro: Um breve ensaio sobre design, ciência, fato e ficção). Bleecker vê a interação entre a FC e a ciência como um terreno fértil para a inspiração e criações de protótipos físicos. Estas ferramentas de design são tanto reais e falsas, operacionais e simbólicas, sério e irônico. Bleecker os descreve como uma conflação "de design, ciência e FC ... a amálgama de práticas que juntas dirigem as expectativas do que cada uma faz por conta própria e as funde em algo novo." (5)

Como 'Design Future' de Bleecker, protótipos de ficção científica como 'Nebulous Mechanisms', procuram um meio termo produtivo entre ciência e ficção. Eles são uma nova lente através da qual as teorias emergentes podem ser vistas de uma forma diferente, livremente exploradas e, finalmente desenvolvidas. Bleecker faz uma excelente observação: "produtivamente, embaraçar ciência e ficção científica pode ser o único caminho para a ciência de verdade alcançar algo além de si mesma e conseguir mais do que as formas costumeiras de inovação incremental ". (6)
É precisamente esta fusão produtiva e a união de ciência e ficção que pode desbloquear, ampliar e expandir as fronteiras do pensamento científico atual.

2) Uma boa história de FC, acima de tudo, apresenta uma ideia poderosa. (7)

A abordagem para 'Nebulous Mechanisms' e histórias que praticam a prototipagem através da ficção científica, deve ser simples como uma história bem contada e tão complexa quanto a teoria científica em que se baseou.
Para compreender o funcionamento da protótipo de ficção científica é útil separar  o funcionamento do conto em si para entender melhor como o experimento é conduzido.

Alan Moore, autor de Watchmen e 'V for Vendetta' (V de Vingança), fez um trabalho eficiente ao dissecar a estrutura da narrativa em seu ensaio 'Writing for Comics'

(Escrevendo para quadrinhos). Ele descreve os componentes essenciais de uma história como enredo, ambiente, personagens e ritmo, mas central para cada história deve haver uma idéia. Para Moore, a história é construída sobre a idéia, é a razão de ser da história, é o que impulsiona todos os outros componentes. Todos os outros componentes da história servem para facilitar a compreensão da idéia central.

Aplicando o exemplo de Moore, a idéia em  'Nebulous Mechanisms' foi originada pelo ensaio  'Using Multiple personas in Service Robots to improve exploration strategies when mapping new Enviroments (Usando de múltiplas personas em robótica para melhorar as estratégias de exploração quando mapeando novos ambientes). Mas para o protótipo ser bem sucedido não podemos parar em uma idéia atraente. Os leitores devem aceitar o futuro imaginado como real, plausível e aceitável. Eles devem ser atraídos para o drama, a história deve prender a atenção do leitor; Manter um nível adequado de suspensão de descrença. Este nível de descrença pode ser usado como um teste da validade do protótipo.

O leitor acredita naquele mundo? A ciência está invisível na ação escondida sob a capa da ficção?

Moore descreve a necessária suspensão da descrença desta forma:

"A meu ver, uma história de sucesso de qualquer tipo, deve ser quase como hipnose: Você fascina os leitores com sua primeira frase, atrai mais com a sua segunda frase e os coloca em um transe suave na terceira. Então, tomando cuidado para não acordá-los, você os carrega para os becos de sua narrativa e quando eles estão irremediavelmente absortos dentro da história,  rendidos a ela, você os pega violentamente com um bastão de softball, em seguida, levá-os choramingando até o fim na última página. Acredite em mim, eles vão te agradecer por isso. O importante é que o leitor não deve acordar até que você queira..." (8)

O sucesso do experimento está no equilíbrio tênue entre a credibilidade da história e da exploração da teoria científica. É dentro destes controles e balanços que podemos explorar a beleza da teoria científica amarrada ao drama realizável no mundo real.

3) Às vezes, um robô é apenas um robô

Nos últimos 50 as introduções das antologias sobre histórias de robôs dirão que a era deles chegou. Estamos rodeados de robôs que constroem nossos carros, pilotam nossos aviões, trabalham em nossas fábricas, em nossos elevadores e até mesmo bombardeiam nossos inimigos. Os robôs do mundo real evoluíram para além do "homem de metal" da ficção científica e tornaram-se ciborgues, IAs e outros agentes inteligentes. Thomas M. Disch na introdução para seu essencial exame da ficção científica, 'The  Dreams our stuff is made' diz que "o robô tem sido empregado para uma grande variedade de fins dramáticos (9).

Desde que Karel Capek cunhou o termo robô em sua peça de 1920, 'RUR' (Rossum's Universal Robots), os robôs têm sido largamente empregados por autores de ficção científica. Eles expressaram o nosso mais terrível temor sobre a desigualdade de gênero,  classe e raça. A partir dai se pensa que quando você vê um robô em qualquer história, então deve ser uma representação de algo mais.
Quem é o robô e o que faz deve significar alguma coisa.

Mas há alguns casos, como em 'Nebulous Mechanisms', um robô é concebido para ser apenas um robô. No início, havia basicamente dois tipos de histórias de robô.

O primeiro foi baseado no enredo básico faustiano de Frankenstein. Cientista cria robô.
Robô mata cientista. Muito simples. Isaac Asimov, no início de sua carreira reconheceu esta abordagem faustiana padrão.

"... Uma dos enredos mais comuns na ficção científica é o da invenção de um robô, geralmente retratado como uma criatura de metal, sem alma ou emoção. Sob a influência do destino final de Frankenstein ... parecia haver apenas um enredo. Robô é criado e destrói seu criador, robô é criado e destrói seu criador, robô é criado e destrói seu criador  ..." (10)

O segundo tipo de história de robô surgiu nos Estados Unidos em meados do século XX. Sam Moskowitz em sua introdução 'The Coming of the Robots' assinala que "Psicologicamente o tempo estava maduro para o assalto contra o preconceitos dos leitores sobre robôs. " (11)

Ele passa a descrever duas histórias semelhantes publicadas dentro de algumas semanas uma da outra em 1938. 'I Robot' por Eando Binder inverte o enredo de Frankenstein e 'Helen O'Loy' de Lester Del Rey, que apresenta um mundo onde os robôs progrediram tanto que são indistinguíveis dos seres humanos. Na história, dois amigos depois de comprar um robô, acham que o robô está amando um dos proprietários, Dave. Ambos são histórias pungentes e para pré-adolescentes. Helen O'Loy é descrita como "um sonho em plástico e metal." (12)

Em última análise, Helen que é incapaz de envelhecer, cuida de seu amor até o final, colocando linhas de idade em seu rosto e tingindo os cabelos de grisalho para pensar que está envelhecendo com ele.

Eu explorei temas similares em meu romance 'Fake plastic love' (Amor plástico de mentira), expandindo o conceito de Del Rey do robô doméstico na bela Ann-Mar, que se parece com a estrela do cinema americano Ann Margaret com o vocabulário de uma revista de fofocas. "Ela era basicamente uma garota dos sonhos... seu cabelo vermelho sintético era perfeito demais. Seus lábios também, com o permanente batom vermelho." (13) Ambos os robôs possuem interesses amorosos e ambos são descaradamente robôs, porem enquanto Helen se esforça para ser humana, Ann-Mar continua a ser inequivocamente um robô.

É neste ponto que chegamos a 'Nebulous Mechanisms'. Os robôs da história são realistas ou pelo menos representações realistas de robôs que se esforçam para ser mais do que o que são. Eles não aspiram a participar nos assassinatos de vingança de seus mestres Frankenstein nem se esforçam para "passar" ou tornar-se humano. Os robôs de 'Nebulous Mechanisms' são robôs e apenas isso,.

4) Como amar a Ficção Científica

Se você ainda não adivinhou, vou ser honesto com você, eu amo a Ficção Científica.
Dois dos meus maiores afetos são o rigor intelectual da investigação científica e o desenvolvimento de tecnologia, bem como uma boa e desafiadora história de FC.

A ficção científica é o playground do intelecto. Muitas pessoas se enganam quando pensam que o objetivo do gênero é o de prever o futuro. Se isso fosse verdade, então o a FC teria uma péssima reputação dado seus muitos enganos.
Não, a ficção científica cria não apenas um futuro único, mas vários futuros; uma grande variedade de Terras e inúmeras variações sobre a humanidade e a tecnologia. Se você olhar para trás, você verá que escritores de ficção científica se mantiveram por quase cem anos. Eles têm escrito sobre a era espacial, muito antes assim como após o ocorrido. Eles sonharam sobre os canais de Marte e as realidades desse planeta fascinante vermelho. Toda esta especulação e energia produziram um efeito interessante sobre você e eu.

Andy Sawyer capturou este efeito em seu ensaio 'Tales of Future Passed: A Kipling Continuum and other lost World of Science Fiction' (Contos do Futuro passado: O Continnuum de Kipling e outro Mundo Perdido da Ficção Científica).
Ele escreveu:

"Nós lemos muitas histórias envolvendo as primeiras viagens à Lua, colônias lunares e a exploração do espaço, agora que temos internalizado um conjunto virtual de histórias de viagens espaciais como resultado, não conseguimos entender completamente que de fato isso não aconteceu." (14)

Estes futuros que Sawyer descreve estão alojados em nossa história cultural coletiva.

O futuro e a ficção científica se misturaram em nossa educação e na imaginação a tal ponto que não há meio melhor para usar como uma plataforma para prototipagem de ficção. Prototipagem através da ficção científica nos permite criar múltiplo mundos e uma grande variedade de futuros para que possamos estudar e explorar os meandros da ciência moderna. São uma ferramenta poderosa destinada a melhorar as práticas tradicionais de pesquisa e design. As descobertas que fazemos com esses protótipos podem ser usados para questionar e explorar o pensamento atual em um nível jamais abordado no passado; ou seja, usando múltiplas realidades e futuros para testar as implicações e complexidades da teoria. Além disso, a resposta dada pode fornecer uma arquitetura de tecnologia da experiência do consumidor, investigação e formação como um usuário pode encontrar, explorar e, finalmente, usar essa tecnologia.

A Ficção Científica nos permite ver sob uma nova luz, à luz de um futuro novo, que não é nosso, mas reflete diretamente quem somos e para onde podemos estar indo e sob esta mesma lente quanto à ciência, permite-nos ver os múltiplos futuros a partir da teoria que estamos formulando hoje.

por Brian David Johnson


Mecanismos Nebulosos - Brian David Johnson [ Download ]




[1] J. G Ballard, Literary Review, 2001.
[2] A. C. Clark, Greetings, Carbon-Based Bipeds!, St Martin’s Press, 1999.
[3] A. Steel, Hard Again, New York Review of Science Fiction, 1992.
[4] P. Dourish, G. Bell, Resistance is Futile: Reading Science Fiction and Ubiquitous Computing. 2009.
[5] J. Bleecker, Design Fiction: A short essay on design, science, fact and fiction, 2009.
[6] J. Bleecker, Design Fiction: A short essay on design, science, fact and fiction, 2009.
[7] J.G. Ballard, Sunday Times, 1985.
[8] A. Moore, Alan Moore’s Writing for Comics, Avatar Press, 2008.
[9] T. M. Disch, The DREAMS OUR STUFF IS MADE OF: How Science Fiction Conquered the World, Free Press, 2000.
[10] I. Asimov, Introduction. The Rest of the Robots, Doubleday, 1964.
[11] S. Moskowitz, Introduction, The Coming of the Robots, Crowell-Collier Publishing Company, 1963.
[12] L.D. Rey, Helen O’Loy, Street and Smith Publications, 1938
[13] B. D. Johnson, Fake Plastic Love, iUniverse, 2007
[14] A. Sawyer, Tales of Futures Passed: The Kipling Continuum and other lost World of Science Fiction,
World Weavers: Globalization, Science Fiction and the Cybernetic Revolution (2006), p126

quarta-feira, 31 de agosto de 2011

Prototipagem, FC e o Projeto Amanhã

Science Fiction Prototyping (SFP) é uma metodologia emergente que utiliza o processo de escrita baseada em ficção científica para explorar como as descobertas científicas e tecnologias podem afetar a vida de seres humanos no futuro.





Um exemplo de SFP é o Projeto Amanhã (Tomorrow Project), uma iniciativa patrocinada pela Intel, para investigar as implicações do avanço tecnológico sobre nossas vidas e o planeta.

"Este é um momento único na história. Ciência e tecnologia progrediram a um ponto que o que construímos é apenas restringido pelos limites de nossa própria imaginação. O futuro não é somente um ponto fixo na frente de nós, impotentes para alterá-lo. O futuro é construído todos os dias pelas ações das pessoas. Cabe a todos nós sermos participantes ativos no futuro." é o que prega o futurista Brian David Johnson da Intel.

O Projeto Amanhã fomenta discussões com artistas da música, filósofos, escritores e cientistas, para obter suas visões para o mundo que está vindo e o mundo que eles gostariam de construir.

Um dos frutos desta iniciativa foi o livro 'The Tomorrow Project'. Quatro autores best-sellers da ficção científica, Douglas Rushkoff, Ray Hammond, Scarlett Thomas e Markus Heitz, criaram contos sobre a tecnologia de amanhã.

O livro está disponível para download, incluindo uma introdução escrita por Brian David Johnson.




Todas as quatro histórias nesta coleção são baseadas em tecnologias que Intel está atualmente desenvolvendo em seus laboratórios.

Cada história é única em sua própria visão e interpretação da vida no futuro, mas cada uma delas capta o drama humano futuro. A tecnologia é simplesmente uma parte do drama.

Scarlett Thomas nos dá um retrato de uma família em um mundo que é familiar ainda que engenhoso em suas conexões tecnológicas.
Markus Heitz traz um conto fascinante de alerta, sobre colocar nossos desejos humanos e a nossa capacidade de construir um futuro em que não vamos querer viver.
Douglas Rushkoff nos fala sobre último dia de trabalho do Dr.Spiegel de Leon, literalmente, o último dia de trabalho do homem. Um desafio do que significa ser humano.
E finalmente Ray Hammond nos coloca em uma corrida para salvar a vida de um ente querido. É uma corrida que é auxiliada e prejudicada por uma complexidade de dispositivos, sensores e conexões.

Estas histórias mostram-nos que, em última análise as histórias do nosso futuro não são sobre tecnologia, megatendências ou previsões, mas que o futuro é sobre as pessoas.



sexta-feira, 5 de agosto de 2011

Playing with Planets




Preface 

1 Countdown
2 Take Off 
3 Inside 
4 Computers 
5 Paper 
6 Robots 
7 Victoriamaris 
8 A Malleable Earth 
9 Flying Kites 
10 The Stars 
11 The Colonists 
12 The Cambots 
13 The Neumannbots 
14 The Genes 
15 Pulling Hard 
16 Aliens 
17 Playing with Planets 
18 Idiocracy 

Websites 
Illustrations




Playing with Planets [ Download ]

sexta-feira, 8 de julho de 2011

Archaeology as science fiction




Contents
1. Introduction
A ‘deep-sociological’ approach to prehistoric social formations
Individuals, social practice and social formations
The outline of the text

2. Social theory and archaeology
Social theory in archaeology
Different levels of study: the individual and the society
The archaeology of Foucault: mediating micro–macro perspectives
The dualities of structure and agency: Bourdieu and Giddens
Operationalising dualities: Structuration theory in practice
Towards a multi-methodological approach
Summary: Theory, operations and data

3. Social practice and social formations
The need for ‘exotic’ ontologies
Interpreting burials without tricorder?
Finding the past in the present? Tradition and colonial inference
The relevance of time and space: Prehistoric world-systems? 37
Comparing apples and oranges?
Towards a general concept of prehistoric social formations
Framing social formations: boundaries and levels of study
Spatial aspects of social practice
Towards an archaeology of locales?
The environment, objects and social practice
Sociocultural aspects of the physical environment
Different approaches to archaeological environments
The phenomenological approach: experiencing landscapes
The social landscape
The structuration of locales: expanding structuration theory
Operative strategies: embodied maps
Objects, material culture and social practice
Archaeological approaches: style, function and symbolism
Reading material culture?
Social approaches to material culture
Summary: Materialities and social practice

4. The social individual and the Other(s)
Who is the social agent?
The social individual: between roles, identity and institutions?
Cultural dopes or knowledgeable agents?
Social identity: individual experience or external appropriation?
Biological and corporeal aspects of the individual
An emerging paradigm of biosociology?
Hormones and the sexing of the brain
Human nature – animal nature: The individual as a primate
Embodiment theory: Corporeal materialism or sociobiology ‘light’?
Social aspects of corporealities and physiognomy
The body as metaphor
Psychological aspects of the individual: the Ego and the Other(s)
Three little agents and the big bad Freud
Me, myself and I: The sociopsychology of George Herbert Mead
Jean-Paul Sartre: The temporality of the conscious
The Other point of view: Lacan on the imaginary and the symbolic
The symbolic order: A final frontier of social practice?
Merging social and psychological theory
The constitution of the social subject
On the constitution and initiation of social practice
Charisma and initiators of discursive practice
Motivational effects: Desire, ontological trust and a will to know
Summary: Individuals, discourse and the Other(s)
 
5. Summary and suggestions of further studies
Suggestions of empirical studies
Bibliography 


Archaeology as science fiction - A microarchaeology of the unknown [ Download ]

quarta-feira, 23 de março de 2011

Natural-Born Cyborgs: Minds, Technologies, and the Future of Human Intelligence




The Naked Cyborg

My body is an electronic virgin. I incorporate no silicon chips, no retinal or cochlear implants, no pacemaker. I don’t even wear glasses (though I do wear clothes), but I am slowly becoming more and more a cyborg. So are you. Pretty soon, and still without the need for wires, surgery, or bodily alterations, we shall all be kin to the Terminator, to Eve 8, to Cable... just fill in your favorite fictional cyborg. Perhaps we already are. For we shall be cyborgs not in the merely superficial sense of combining flesh and wires but in the more profound sense of being human-technology symbionts: thinking and reasoning systems whose minds and selves are spread across
biological brain and nonbiological circuitry. This book is the story of that transition and of its roots in some of the most basic and characteristic facts about human nature. For human beings, I want to convince you, are naturalborn cyborgs.

This may sound like futuristic mumbo-jumbo, and I happily confess that I wrote the preceding paragraph with an eye to catching your attention, even if only by the somewhat dangerous route of courting your immediate disapproval! But I do believe that it is the plain and literal truth. I believe, to be clear, that it is above all a SCIENTIFIC truth, a reflection of some deep and important facts about (a whiff of paradox here?) our special, and distinctively HUMAN, nature.

Certainly I don’t think this tendency toward cognitive hybridization is a modern development. Rather, it is an aspect of our humanity, which is as basic and ancient as the use of speech and which has been extending its territory ever since. We see some of the “cognitive fossil trail” of the cyborg trait in the historical procession of potent cognitive technologies that begins with speech and counting, morphs first into written text and numerals, then into early printing (without moveable typefaces), on to the revolutions of moveable typefaces and the printing press, and most recently to the digital encodings that bring text, sound, and image into a uniform and widely transmissible format. Such technologies, once up and running in the various appliances and institutions that surround us, do far more than merely allow for the external storage and transmission of ideas. They constitute, I want to say, a cascade of “mindware upgrades”: cognitive upheavals in which the effective architecture of the human mind is altered and transformed.

[...]


Introduction
CHAPTER 1 Cyborgs Unplugged
CHAPTER 2 Technologies to Bond With 
CHAPTER 3 Plastic Brains, Hybrid Minds 
CHAPTER 4 Where Are We? 
CHAPTER 5 What Are We? 
CHAPTER 6 Global Swarming 
CHAPTER 7 Bad Borgs? 
CHAPTER 8 Conclusions: Post-Human, Moi? 
Notes 
Index


Natural-Born Cyborgs: Minds, Technologies, and the Future of Human Intelligence [ Download ]
Andy Clark

quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011

Ficção científica e ensino de ciências



Tem sido comum a proposta de empregar filmes de ficção científica — FC — para introduzir conceitos de ciência em sala de aula (Southworth, 1987; Martin-Diaz et al., 1992; Dubeck et al., 1990; 1993; 1998; Freudenrich, 2000; Dark, 2005).

No entanto, muitas vezes, o potencial didático de uma obra é associado à precisão científica das situações retratadas. Assim, filmes que exibem cenas fantasiosas ou mesmo flagrantemente contrárias ao conhecimento científico seriam didaticamente menos relevantes do que as que trazem situações realistas.

Nas pesquisas em ensino de ciências, no entanto, a noção de “erro” conceitual tem sido examinada com critérios menos valorativos, seja por aquelas baseadas no desenvolvimento cognitivo, derivadas dos trabalhos pioneiros de Viennot (1979) e de Saltiel e Viennot (1985), seja pelas ligadas à história e à natureza do conhecimento científico, que mostram como o desenvolvimento do conhecimento no plano individual está sujeito a indefinições e obstáculos similares aos da construção do conhecimento social da ciência, aspecto já destacado nos anos 1980 por Gilbert e Zylbersztajn (1985).

Além disso, também não é possível ignorar que a obra ficcional segue suas próprias leis: aquilo que um cientista consideraria um erro pode constituir uma estratégia narrativa fundamental para que a história atinja o efeito pretendido pelo autor.

Nessas duas vertentes do erro — etapa do conhecimento e estratégia narrativa — há um aspecto em comum: a apreensão do real a partir de conceitos para representar o mundo por meio da linguagem. As pesquisas em ensino mencionadas baseiam-se, sobretudo, em dados da expressão verbal dos estudantes sobre fenômenos e situações. São narrativas sobre o mundo, calcadas em experiências que embora possuam referências na vivência direta com o mundo, são predominantemente representações culturais coletivas da ciência. A FC, por outro lado, destrincha essas experiências culturais a partir de ideias científicas e colocam-nas sob a perspectiva das questões humanas a elas subjacentes.humanas a elas subjacentes.

Interessa verificar se tais aspectos do erro (etapa de aprendizagem e procedimento narrativo) são epistemologicamente conciliáveis, de forma a ser possível estabelecer entre eles uma relação de necessidade. Se não, a ficção será quando muito um simples recurso para estimular o estudante e facilitar o ensino.

Entretanto, se há uma relação intrínseca entre a questão conceitual da ciência e a lógica ficcional, talvez seja possível encontrar nas obras de ficção algo mais profundo do que uma simples estratégia agradável de ensino.

(...)


Ficção científica e ensino de ciências: para além do método de ‘encontrar erros em filmes’ [ Download ]
Luís Paulo Piassi e Maurício Pietrocola

quinta-feira, 2 de dezembro de 2010

Dreams of Space - Books and Ephemera



No blog Dreams of Space o professor americano John Sisson exibe sua deliciosa coleção de livros e todo tipo de material educacional dos anos 30 aos 70, sobre a Corrida Espacial.

Mesmo para aqueles que não se interessam pelo assunto, é possível divertir-se com a ingenuidade das ilustrações e identificar, a partir desta doutrinação (lavagem cerebral?), os motivos pelos quais a ficção científica americana é tão bem sucedida.

sexta-feira, 22 de outubro de 2010

Como Construir um Dinossauro - A Extinção não tem que ser para sempre



 Nothing is too wonderful to be true if it be consistent with
the laws of nature, and in such things as these, experiment
is the best test of such consistency.
—Michael Faraday

Let’s suppose you wanted to pick a moment in the history of life and play it over again, backward and forward, like a football play on a highlights DVD, so you could see exactly how it happened. Rewind. Stop. Play. Rewind frame by frame. Stop. Play frame by frame.

Stephen Jay Gould, one of the best-known evolutionary biologists of his time, wrote in Wonderful Life, his book on the weird and wonderful fossils of a rock formation known as the Burgess Shale, that you can’t go home again, evolutionarily, unless you want to risk not being here when you come back. What he was saying was that evolution is a chance business, contingent on many influences and events. You can’t rewind it and run it over and hope to get the same result. The second time through Homo sapiens might not appear. Primates might not appear.

That’s evolution on a grand scale, major trends in the history of life that involved mass extinctions and numerous species jockeying for evolutionary position. We can’t rewind that tape without a planet to toy with. But I’m thinking about a time machine with a somewhat closer focus, an evolutionary microscope that could target, say, the first appearance of feathers on dinosaurs, or the evolution of dinosaurs into birds.

This time machine/microscope could zero in on one body part. For birds we might start small, with a much maligned body part—the tail. We don’t think about tails much, not at the high levels of modern evolutionary biology, but they are more intriguing than you might imagine. They appear and disappear in evolution. They appear and disappear in the growth of a tadpole. Most primates have tails. Humans and great apes are exceptions.

The dinosaurs had tails, some quite remarkable. Birds, the descendants of dinosaurs, now almost universally described by scientists as avian dinosaurs, do not have tails. They have tail feathers but not an extended muscular tail complete with vertebrae and nerves. Some of the first birds had long tails, and some later birds had short tails. But there is no modern bird with a tail.
How did that change occur? Is there a way to re-create that evolutionary change and see how it happened, right down to the molecules involved in directing, or stopping, tail growth?...



INTRODUCTION

HELL CREEK
TIME, SPACE, AND DIGGING TO THE PAST 

IT’S A GIRL!
A PREGNANCY TEST FOR T. R E X 

MOLECULES ARE FOSSILS TOO
BIOLOGICAL SECRETS IN ANCIENT BONES 

DINOSAURS AMONG US
CHICKENS AND OTHER COUSINS OF T. R E X 

WHERE BABIES COME FROM
ANCESTORS IN THE EGG 

WAG THE BIRD
THE SHRINKING BACKBONE

REVERSE EVOLUTION
EXPERIMENTING WITH EXTINCTION 
APPENDIX: CHICKENOSAURUS SKELETON 
BIBLIOGRAPHY 
ACKNOWLEDGMENTS 
INDEX



HOW TO BUILD A DINOSAUR - EXTINCTION DOESN’T HAVE TO BE FOREVER [ Download ]

quarta-feira, 14 de julho de 2010

Ciência à mão - Portal de ensino de ciências - Ficção Científica



No portal Ciência à mão da USP, é possível encontrar vasto material sobre ficção científica, voltado para o ensino de ciências através da discussão da literatura e do cinema de FC.

 

segunda-feira, 3 de maio de 2010

Space The Beyond


















segunda-feira, 29 de março de 2010

Nano Trek



Nano Space - A Fronteira Final.

A espaçonave Enterprise NCC-1701D de Jornada nas Estrelas (Star Trek) foi fabricada pelo Himeji Institute of Technology, medindo 8.8 micrômetros (micrometro = milésima parte de um centímetro).

quarta-feira, 24 de março de 2010

The Atomic Revolution (1957)







The Atomic Revolution (1957) [ Download ]

quarta-feira, 17 de março de 2010

Technophobia! Science Fictions Visions of Posthuman Technology


Techno-heaven awaits you. You will be resurrected into posthuman immortality when you discard your body, digitize your mind, and download your identity into the artificial brain of a computer.

Cyberexisting in virtual reality, you will live forever in a perfect simulation of divine bliss.

This techno-heaven is envisioned by a cult of techno-priests—scientists and their apostles—who profess a religious faith that the god Technology will eliminate the pain and suffering of humans by eliminating humans. These techno-utopians fervently believe that technological progresswill lead to perfection and immortality for the posthuman, cyborg descendants of a flawed, inevitably extinct humanity.

Is this a happy dream or a dismal nightmare?

In contrast to this bright vision of a pain-free, posthuman technoheaven, science fiction frequently paints a dark picture of technology. From the destructive robot-witch of Metropolis (1926) to the parasitic squid machines of The Matrix Revolutions (2003), the technologized creatures of science fiction often seek to destroy or enslave humanity.

Science fiction shows the transformation into the posthuman as the horrific harbinger of the long twilight and decline of the human species.

In its obsession with mad scientists, rampaging robots, killer clones, cutthroat cyborgs, humanhating androids, satanic supercomputers, flesh-eating viruses, and genetically mutated monsters, science fiction expresses a technophobic fear of losing our human identity, our freedom, our emotions, our values, and our lives to machines.

Like a virus, technology autonomously insinuates itself into human life and, to ensure its survival and dominance, malignantly manipulates the minds and behavior of humans.

This book explains the dramatic conflict between the techno-utopia promised by real-world scientists and the techno-dystopia predicted by science fiction.

Such technophobic science fiction serves as a warning for the future, countering cyber-hype and reflecting the realworld ofweaponized, religiously rationalized, and profit-fueled technology.



Introduction: Dreams of Techno-Heaven, Nightmares of Techno-Hell

o n e
Technology Is God: Machine Transcendence

t w o
Haunted Utopias: Artificial Humans and Mad Scientists

t h r e e
Cybernetic Slaves: Robotics

f o u r
Machines Out of Control: Artificial Intelligence and Androids

f i v e
Rampaging Cyborgs: Bionics

s i x
Infinite Cyberspace Cages: The Internet and Virtual Reality

s e v e n
Engineered Flesh: Biotechnology

e i g h t
Malevolent Molecular Machines: Nanotechnology

n i n e
Technology Is a Virus: Machine Plague

t e n
Epilogue: Technophobia

Notes
Bibliography
Index


Technophobia! Science Fictions Visions of Posthuman Technology [ Download ]

sexta-feira, 5 de março de 2010

Sci Fi Science - Physics of the Impossible


Physics of the Impossible é uma série que explora o universo do que é aparentemente impossível.
A apresentação é do conhecido físico, Doutor Michio Kaku, co-autor da Teoria de Campos de Cordas, um ramo da Teoria das Cordas. 

Ispirado no livro de Kaku, 'Física do Impossível', a série confronta a Ficção Científica com o fato científico, e investiga tópicos do livro, como Teleportação, Viagens no tempo e Superpoderes.

terça-feira, 2 de março de 2010

Terminator and Philosophy



INTRODUCTION
The Rise of the Philosophers

Judgment Day, as they say, is inevitable. Though when exactly it happens is debatable.

It was originally supposed to happen on August 29, 1997, but the efforts of Sarah Connor, her son, John, and the model T - 101 Terminator postponed it until 2004. We see it actually happen in the less - than - spectacular Terminator 3: Rise of the Machines .

But in the new television series The Sarah Connor Chronicles , we fi nd out that it has been postponed until 2011, and apparently, from the details we can glean so far as to the plot of Terminator: Salvation , it actually occurs in 2018. This kind of temporal confusion can make you as dizzy as Kyle Reese going through the time - travel process in The Terminator .

Along the way, however, James Cameron’s Terminator saga has given us gripping plots and great action.
Clearly, Judgment Day makes for great movies. But if you’re wondering why Judgment Day might inspire the work of deep thinkers, consider that philosophy, war, and catastrophe have been strange bedfellows, especially in modern times.

At the dawn of the eighteenth century, the optimistic German philosopher Gottfried Leibniz (1646 – 1716) declared that he lived in “ the best of all possible worlds, ” a view that was shaken — literally — by a massive earthquake in Lisbon, Portugal, in 1755. After Leibniz, no European philosopher took his “ glass half full ” worldview quite so seriously again.

One hundred years after Leibniz wrote these perhaps regrettable words, Napoleon was taking over most of Europe. Another German, Georg W. F. Hegel (1770 – 1831), braved the shelling of the city of Jena to deliver the manuscript for his best - known book, the Phenomenology of Spirit . Again, Hegel had occasion for regret, as he had considered at an earlier point dedicating the book to the Emperor Bonaparte himself! More than a hundred years later, critical theorist Theodor Adorno (1903 – 1969) fled Germany in the shadow of the Nazi rise. His work as a philosopher of culture in England, then America, centered on the idea that philosophy could never be the same after the tragedy of Auschwitz and other concentration camps.

Despite war and catastrophe, these philosophers persevered in asking deep and diffi cult questions; they resisted a retreat to the irrational and animalistic, despite the most horrifying events. In this respect, philosophy in diffi cult times is a lot like the human resistance to Skynet and the Terminators: it calls upon the best of what we are in order to stave off the sometimes disastrous effects of the darker side of our nature.

Besides the questions raised about the moral status of the Terminator robots and its temporal paradoxes, the Terminator saga is founded on an apparent paradox in human nature itself — that we humans have begun to create our own worst nightmares. How will we cope when the enemy is of our own making?

To address this question and many others, we’ve enlisted the most brilliant minds in the human resistance against the machines. When the T - 101 explains that Skynet has his CPU factory preset to “ read - only, ” Sarah quips, “ Doesn ’ t want you to do too much thinking, huh? ” The Terminator agrees. Well, you ’ re not a Terminator (we hope!) and we ’ re not Skynet; we want you to think.

But we understand why Skynet would want to limit the T - 101 ’ s desire to learn and think new thoughts.

Thinking is hard work, often uncomfortable, and sometimes it leads you in unexpected directions. Terminators are not the only ones who are factory preset against thinking. As the philosopher Bertrand Russell (1872 – 1970) once famously remarked,“ Many people would rather die than think; in fact, most do.” We want to help switch your CPU from read - only to learning mode, so that when Judgment Day comes, you can help lead the resistance, as Leibniz, Hegel, and Adorno did in their day. But it ’ s not all hard work and dangerous missions. The issues may be profound and puzzling, but we want your journey into the philosophy of the Terminator to be entertaining as well as edifying.

Hasta la vista, ignorance!



CONTENTS
Introduction: The Rise of the Philosophers 

PART ONE
LIFE AFTER HUMANITY AND ARTIFICIAL INTELLIGENCE
1 The Terminator Wins: Is the Extinction of the Human Race the End of People, or Just the Beginning?
Greg Littmann
2 True Man or Tin Man? How Descartes and Sarah Connor Tell a Man from a Machine
George A. Dunn
3 It Stands to Reason: Skynet and Self-Preservation
Josh Weisberg
4 Un-Terminated: The Integration of the Machines
Jesse W. Butler

PART TWO
WOMEN AND REVOLUTIONARIES
5 “I Know Now Why You Cry”: Terminator 2, Moral Philosophy, and Feminism
Harry Chotiner
6 Sarah Connor’s Stain
Jennifer Culver
7 James Cameron’s Marxist Revolution
Jeffrey Ewing

PART THREE
CHANGING WHAT’S ALREADY HAPPENED
8 Bad Timing: The Metaphysics of the Terminator
Robert A. Delfi no and Kenneth Sheahan
9 Time for the Terminator: Philosophical Themes of the Resistance
Justin Leiber
10 Changing the Future: Fate and the Terminator
Kristie Lynn Miller
11 Judgment Day Is Inevitable: Hegel and the Futility of Trying to Change History
Jason P. Blahuta

PART FOUR
THE ETHICS OF TERMINATION
12 What’s So Terrible about Judgment Day?
Wayne Yuen
13 The War to End All Wars? Killing Your Defense System
Phillip Seng
14 Self-Termination: Suicide, Self-Sacrifice, and the Terminator
Daniel P. Malloy
15 What’s So Bad about Being Terminated?
Jason T. Eberl
16 Should John Connor Save the World?
Peter S. Fosl

PART FIVE
BEYOND THE NEURAL NET
17 “You Gotta Listen to How People Talk”: Machines and Natural Language
Jacob Berger and Kyle Ferguson
18 Terminating Ambiguity: The Perplexing Case of “The”
Richard Brown
19 Wittgenstein and What’s Inside the Terminator’s Head
Antti Kuusela

CONTRIBUTORS: Future Leaders of the Resistance
INDEX: Skynet’s Database



Terminator and Philosophy [ Download ]

sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010

Alice no País do Quantum - A física quântica ao alcance de todos



Na primeira metade do século XX, nossa compreensão do Universo foi virada de pernas para o ar.

As antigas teorias clássicas da física foram substituídas por uma nova maneira de olhar o mundo — a mecânica quântica.

Esta estava em desacordo, sob vários aspectos, com as idéias da antiga mecânica newtoniana; na verdade, sob vários aspectos, estava em desacordo com nosso senso comum.
Entretanto, a coisa mais estranha sobre essas teorias é seu extraordinário sucesso em prever o comportamento observado dos sistemas físicos.

Por mais absurda que a mecânica quântica possa nos parecer, esse parece ser o caminho que a Natureza escolheu — logo, temos que nos conformar.

Este livro é uma alegoria da física quântica, no sentido dicionarizado de "uma narrativa que descreve um assunto sob o disfarce de outro." O modo pelo qual as coisas se comportam na mecânica quântica parece muito estranho para nossa maneira habitual de pensar e torna-se mais aceitável quando fazemos analogias com situações com as quais estamos mais familiarizados, mesmo quando essas analogias possam ser inexatas.

Tais analogias não podem nunca ser uma representação verdadeira da realidade, na medida em que os processos quânticos são de fato bastante diferentes de nossa experiência ordinária.

Uma alegoria é uma analogia expandida, ou uma série de analogias.
Como tal, este livro segue mais os passos de Pilgrim s Progress ou As viagens de Gulliver do que Alice no País das Maravilhas. Alice parece o modelo mais conveniente, no entanto, quando examinamos o mundo que habitamos. O País do Quantum por onde Alice viaja se parece mais com um parque temático no qual Alice é às vezes uma observadora, ao passo que algumas vezes se comporta como uma espécie de partícula cuja carga elétrica pode variar.

Esse País do Quantum mostra os aspectos essenciais do mundo quântico: o mundo que todos nós habitamos...


SUMÁRIO
Prefácio
No País do Quantum
O Banco Heisenberg
O Instituto de Mecânica
A Escola de Copenhague
A Academia Fermi-Bose
Realidade Virtual
Átomos no Vácuo
O Castelo Rutherford
O Baile de Massacarados das Partículas
A Piteira Phantástica da Física Experimental



Alice no País do Quantum - A física quântica ao alcance de todos - Robert Gilmore  [ Download ]




segunda-feira, 15 de fevereiro de 2010

Em Órbita


Em Órbita talvez seja o melhor site (em português), para quem deseja acompanhar o atual estágio da exploração espacial, ou se informar sobre detalhes técnicos científicos, podendo até seguir os lançamentos espaciais programados para este ano.

No site você encontra o calendário das missões para 2010, glossário de termos técnicos, o dia-a-dia da Estação Espacial Internacional, música, imagens impressionantes e pode também baixar o excelente boletim informativo em formato pdf.

terça-feira, 22 de dezembro de 2009

The World without us






Alan Weisman oferece uma visão do que aconteceria ao planeta com a nossa ausência, o que aconteceria ao mundo, se todos desaparecessemos de um segundo para outro.

Como se daria o colapso das cidades, o desaparecimento dos sinais da humanidade por completo, e que itens do nosso dia-a-dia, se tornariam imortalizados como fósseis. Plástico, bronze, ondas de rádio e algumas moléculas manufaturadas pelo homem, seriam nossos presentes à eternidade do universo?

The World Without Us revela como, apenas alguns dias depois que os humanos desaparecem, as inundações nos metrôs de Nova York iriam começar a minar a cidade e suas fundações, a selva de asfalto daria lugar a selva de verdade. Fábricas antes poluentes se converteriam em santuários silvestres e bilhões de aves surgiriam, e as baratas, em cidades não aquecidas, pereceriam.

Com base na experiência de engenheiros, cientistas atmosféricos, artistas, zoólogos, engenheiros de petróleo,  biólogos marinhos, astrofísicos, líderes religiosos de rabinos ao Dalai Lama, e paleontólogos que descrevem o mundo pre-humano da megafauna, com preguiças gigantes que eram mais altas que mamutes, Weisman ilustra o que o planeta pode vir a se tornar, revelando a tremenda capacidade da Terra para se curar sozinha.

C O N T E N T S
Prelude: A Monkey Koan

P A R T I
1 A Lingering Scent of Eden 
2 Unbuilding Our Home 
3 The City Without Us 
4 The World Just Before Us 
5 The Lost Menagerie 
6 The African Paradox 

P A R T II
7 What Falls Apart 
8 What Lasts 
9 Polymers Are Forever 
10 The Petro Patch 
11 The World Without Farms 

P A R T III
12 The Fate of Ancient and Modern Wonders of the World 
13 The World Without War
14 Wings Without Us
15 Hot Legacy
16 Our Geologic Record

P A R T IV
17 Where Do We Go from Here?
18 Art Beyond Us
19 The Sea Cradle

Coda: Our Earth, Our Souls
Acknowledgments
Select Bibliography
Index

The world without us - Alan Weisman [ Download ]

terça-feira, 15 de dezembro de 2009

Mysterious Creatures - A Guide to Cryptozoology



Preface

(“Why are so few students interested in science?”
This commonly posed question reflects a continuing worry among educators and cultural pundits. Here is a slight paraphrase: “Why do so few youngsters want to become biologists, when so many are interested in cryptozoology?”

The purpose of my paraphrase is to suggest that such matters as Loch Ness monsters—or unidentified flying objects (UFOs) or psychic phenomena—offer a way of getting students interested in science. These topics are mysteries, and human beings are naturally curious about mysteries. In trying to get to the bottom of them, we find ourselves learning about science along the way. Moreover, we learn about it in a way that shows science not to be a boring, cutand-dried subject as it is sometimes portrayed in popular culture.

One doesn’t need to be a formal student, of course. I was already a teacher when I became curious about whether Loch Ness monsters could be real, and my curiosity led me to learn about—among other things—biology and geology and the history, philosophy, and sociology of science. The latter interests eventually led to fruitful changes of career and intellectual activity, for which I have long been grateful. So one value of cryptozoology lies in its ability to stimulate curiosity and the good things that tend to follow on that.

Cryptozoology also has value for science itself. Though most cryptozoological claims may never be validated, the few that are vindicated are likely to be of exceptional interest, as is the case with the now accepted Giant squid (Architeuthis) that was long regarded as a purely mythical creature (the KRAKEN) or the almost certainly existing GIGANTIC OCTOPUS for which we have only historical evidence and a few bits
of preserved tissue...)



Preface, Henry Bauer 
How to Use This Book 
Introduction: If We Don’t Search, We Shall Never Discover, Loren Coleman 
Native and Western Eyewitness Testimony in Cryptozoology, Jack Rabbit 
Geologic Timescale 
Defining the Field 



Mysterious Creatures - A Guide to Cryptozoology - George M.Eberhart [ Download ]