quinta-feira, 12 de janeiro de 2012

Classics Illustrated - The War Of The Worlds





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quarta-feira, 11 de janeiro de 2012

Barbarella






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terça-feira, 10 de janeiro de 2012

Flash Gordon - Three against Ming






Alex Raymond - Flash Gordon (1935-1937) - Three against Ming [ Download ]

segunda-feira, 9 de janeiro de 2012

H.P. Lovecraft's Cthulhu - The Whisperer in Darkness






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domingo, 8 de janeiro de 2012

Aliens - Colonial Marines Technical Manual





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sábado, 7 de janeiro de 2012

O Oitavo Passageiro (Parte 22)





Ofegante, Ripley alcançou sua posição, no vestíbulo, junto à comporta de boreste. Um olhar de relance ao seu rastreador mostrou que não havia movimento na área. Apertou um botão vermelho na vizinhança. Um zumbido suave encheu aquela área do corredor e a porta maciça deslizou para o lado. Quando estava completamente aberta e o zumbido cessara, a moça ligou seu intercomunicador.

— Comporta de estibordo pronta.
Parker e Lambert alcançaram a seção do corredor especificada por Dallas e se detiveram. A boca do ventilador, com sua grade, ficava no terço superior da parede:
— É por onde ele sairá, se tentar este caminho — observou Parker. Lambert assentiu, e foi até o mais próximo pick-up embutido para informar que estavam em posição.
De volta ao depósito de mantimentos, Dallas ouviu com atenção o aviso de Lambert, que se seguiu ao de Ripley. Fez uma ou duas perguntas, acusou recebimento das respostas, e desligou. Ash deu-lhe o lança-chamas. Dallas ajustou o bocal da arma e deu duas rajadas curtas, como ensaio.
— Funciona. Parker é melhor para coisas de mecânica aplicada do que ele pensa — e como Ash tinha uma expressão curiosa: — O que foi?
— Você tomou sua decisão. Não cabe a mim comentá-la.
— Você é o meu oficial de ciência. Vamos, comente.
— Isso nada tem a ver com ciência.
— Não temos tempo para casuísmos. Diga o que quer dizer.
Ash olhava-o genuinamente intrigado.
— Por que vai você? Por que não Ripley? Ela estava disposta e tem competência bastante.
— Eu não devia ter jamais sugerido outra pessoa — conferia o nível do fluido no lança-chamas. — Foi um erro pedir voluntários. A responsabilidade é minha. Deixei que Kane investigasse a nave alienígena. Agora cabe a mim isto. Já deleguei bastante risco aos outros sem correr nenhum eu mesmo. Era tempo que o fizesse.
— Você é o capitão — disse Ash. — Tem de ser prático e não heróico. Fez bem em mandar Kane. Por que mudar agora?

Dallas sorriu-lhe. Não tinha muitas oportunidades de apanhar Ash em contradição.

— Você não pode falar em protocolo. Você abriu a porta e nos fez entrar, lembra-se?
O oficial de ciência não respondeu.
— Então não me venha a dar lições sobre o que é próprio ou impróprio.
— Será pior para nós se perdermos você. Sobretudo agora.
— Você acabou de dizer que Ripley é competente. Eu concordo. Ela é a primeira, na linha de sucessão. Se eu não voltar, não há coisa que saiba fazer que ela não saiba.
— Discordo.
Estavam perdendo tempo. Não se podia saber por onde andaria a criatura. Dallas estava cansado de discutir.
— Chega. A decisão é minha, está tomada, acabou-se — virou-se, pôs o pé direito dentro do cano, fez deslizar o lança-chamas à frente, cuidando para que não escorregasse. Havia um leve declive.
— Não — disse —, assim não vai. O espaço não é bastante para andar de gatinhas. Terei de rastejar — retirou a perna, passou a cabeça e, sacudindo-se, conseguiu meter o corpo todo. Havia menos espaço do que pensara. Como um ser do tamanho do que Parker e Ripley diziam ter visto, pudera enfiar-se por ali, não podia imaginar. Bem, talvez o duto até ficasse ainda mais estreito. Nesse caso, o alienígena, na ânsia de fugir, entalara-se. O que faria tudo infinitamente mais simples.
— Como vai indo?
— Não muito bem — respondeu a Ash. E sua voz reverberou em torno dele. Com esforço conseguiu firmar os cotovelos e colocar-se na posição militar de rastejar.
— É amplo o bastante para que a gente possa sentir-se bem desconfortável...
Acendeu seu bastão luminescente e teve alguma dificuldade em achar e ajustar o microfone que tinha prendido à gola do uniforme. A luz mostrava o espaço à frente, liso, igual, descendo um pouco. Sabia que esse declive seria mais sensível depois, antes de emergir por detrás da criatura na comporta de estibordo.
— Ripley, Parker, Lambert, vocês podem captar minha emissão? Estou nos dutos agora, e descendo.
Embaixo, Lambert falou no comunicador da parede:
— Podemos ouvir. Lambert aqui. Tentarei acompanhá-lo com o nosso rastreador, desde que entre no raio de ação dele.
Ao lado, Parker levantou o lança-chamas e olhou com raiva para a grade de ventilação.
— Parker — disse Dallas —, se ele tentar sair por aí, mande-o de volta. Eu o empurrarei daqui.
— Muito bem.
— Prontos aqui na comporta. A porta está aberta e à espera de companhia.
— Pois a companhia está a caminho — disse Dallas.
E começou a rastejar, de olhos no túnel à frente e mão no controle do incinerador. O duto tinha, naquela seção, menos de um metro de diâmetro. O metal lhe arranhava os joelhos e ele lamentou não ter posto um segundo macacão. Tarde demais para isso agora,  pensou. Todo mundo está pronto, impossível recuar.
— Que tal? — perguntou uma voz no seu microfone.
— OK, Ash — informou ao aflito oficial de ciência.
— Não se preocupe comigo. Mantenha os olhos naquela abertura, caso ele me escape de algum modo.

Dobrou sem incidentes sua primeira esquina, lutando para não perder a orientação, para saber onde estava no labirinto do sistema de ventilação da nave. Já a planta que estudara, parecia-lhe vaga e confusa na memória. Os ventiladores não estavam entre as partes importantes do Nostromo e não adiantava lamentar-se por não haver estudado minuciosamente sua rede. Havia outras bifurcações à frente. Deteve-se com a respiração difícil, e levantou a boca do lança-chamas. Nada indicava que houvesse algo de tocaia naquelas encruzilhadas, mas não custava ter cuidado. O nível do fluido era bom, o lança-chamas estava praticamente cheio. E não fazia mal nenhum anunciar à criatura quão perto ele se encontrava na sua esteira. Talvez isso a empurrasse à frente, sem que fosse preciso enfrentá-la.

Um toque no botão vermelho e o tubo cuspiu chama pelo cano abaixo. O rugido da labareda foi alto, naquele espaço apertado, e o calor voltou um pouco, machucando-lhe a pele. Foi em frente, embora o metal agora estivesse quente. Bastava não tocá-lo com as mãos sem luvas. O calor penetrava porém mesmo através do pano grosso das calças. Mas tão nervoso estava, tão tenso, que mal o sentia. Buscava perceber à frente os movimentos ou o cheiro do alienígena.

Na área de equipamento, Lambert observava com atenção a grade do ventilador. Ela moveu um controle na parede e o painel deslizou com um zumbido, deixando apenas um grande orifício negro no alto da parede.

— Você ficou louca? — perguntou Parker.
— Ele tem de sair por aqui, se abandonar o encanamento principal — explicou Lambert. — Será melhor deixá-la aberta. É muito escuro atrás da grade. Prefiro saber se alguma coisa vem vindo.

Parker pensou em discutir com ela, mas decidiu que seria melhor poupar energia, reservando-a para a guarda do buraco, com ou sem grade. De qualquer maneira, Lambert era mais graduada do que ele.
Dallas se detinha a cada momento para remover as gotas de suor que o cegavam. Mas elas voltavam, com a tenacidade de formigas. O sal lhe queimava os olhos, impedia-o de ver. À frente, o duto descia a pique. Ele antecipara isso, lembrando-se da planta. Mas o fato de ver confirmada sua previsão deu-lhe pouco prazer. Tinha, agora, de prestar ainda mais atenção. Não bastava vigiar o caminho, havia que cuidar também da velocidade e do equilíbrio.

Arrastando-se até a borda do declive, apontou para baixo o lança-chamas e soltou uma pequena rajada flamejante. Não houve urro nem o duto se encheu do odor de carne queimada. A criatura estaria ainda longe. Pensou se não estaria a rastejar, furiosa, ou temerosa mesmo, no rumo da saída. Talvez, porém, esperasse por ele, talvez se voltasse para enfrentá-lo, com recursos de defesa que lhe eram impossíveis de conceber.

Era quente, ali dentro, e ele começava a cansar-se. Havia outra possibilidade, pensou: e se a criatura houvesse descoberto outro caminho? Nesse caso teria feito toda essa tensa, agoniada perseguição em pura perda. Mas só havia um modo de sabê-lo: prosseguir. E iniciou a descida, de cabeça, com o lança-chamas em posição, para a frente, e tão bem equilibrado quanto possível naquelas aperturas.
Foi Lambert quem primeiro notou o movimento da agulha no rastreador. Teve um minuto de nervosismo até que um cálculo apressado confirmasse a leitura com uma quantidade conhecida.

—Começo a receber uma leitura que lhe diz respeito — informou a Dallas.

O duto fazia outro ângulo agudo. Não se lembrava de que houvesse tantos desvios e inclinações bruscas, mas estava seguro de encontrar-se ainda no tronco principal do sistema. Não passara ainda por um só túnel secundário que fosse bastante amplo para admitir bicho maior do que Jones, o gato.
A despeito de sua já demonstrada aptidão para enfiar- se em espaços exíguos, Dallas não acreditava que o alienígena fosse capaz de comprimir sua própria massa a ponto de caber num duto menor de ventilação, que tinha, quando muito, doze centímetros de diâmetro. A esquina à frente foi mais difícil de vencer do que as anteriores. A barra do lança-chamas era dura e inflexível, o que não facilitava as coisas. Ofegante, deixou-se ficar de bruços, considerando como devia prosseguir.

— Ripley.
Ela deu um salto ao ouvi-lo, tão cortante e abrupta era a voz dele.
— Sim, Dallas, estou aqui. Posso ouvi-lo perfeitamente. Algum problema? Você parece... — não terminou. Como poderia Dallas estar calmo ou falar com calma nas circunstâncias?
— Estou OK — disse ele. — Apenas cansado. Em mau estado físico. Muitas semanas em hipersono. Perde-se o tônus muscular, malgrado todo o bem que os congeladores façam à gente.
Contorceu-se um pouco até conseguir uma visão melhor do caminho à frente. Dessa nova posição, disse:
— Não creio que este duto vá muito adiante. Está ficando terrivelmente quente aqui — o que era de esperar, disse consigo. O efeito cumulativo dos vários disparos do lança-chamas acabaria por afetar a capacidade de resfriamento interno dos termostatos do sistema.
— Prosseguindo agora. Fique alerta. Desligo.

Qualquer observador poderia ter lido um grande alívio no rosto de Dallas quando ele emergiu, por fim, do apertado túnel. Abria num dos grandes túneis dos condutos de ar do Nostromo, que tinham dois níveis separados por uma passarela. Dallas deixou-se escorregar do tubo por onde viera para o passadiço, e ali distendeu os músculos com satisfação. Uma inspeção da passagem nada revelou. O único som que pôde ouvir foi o pulsar paciente da maquinaria da nave. Havia uma junção a meio caminho e ele caminhou até lá, repetindo a inspeção. Nada. Tanto quanto conseguia ver, a ampla câmara estava deserta.
Nada podia apanhá-lo de surpresa ali, enquanto se mantivesse de pé no centro da peça. Seria um bom lugar para descansar alguns minutos. E precisava disso. Sentou-se, então, examinando sem grande atenção o nível inferior, que podia ver perfeitamente. E falou no microfone preso à sua gola:

— Lambert, que espécie de leitura você recebe agora? Estou em uma das câmaras misturadoras centrais, na estação compensadora do meio. Não há nada aqui além de mim. A navegadora consultou seu rastreador e ficou intrigada. Olhou com susto para Parker. E botou-lhe o instrumento debaixo do nariz:
— Isso faz algum sentido para você?
Parker estudou agulha e leitura.
— Não. Esse brinquedo não é meu, é de Ash. Mas que está confuso, está!
— Lambert? — Era Dallas de novo.
— Ouça. Não tenho certeza, mas estou recebendo um sinal duplo — por mais que sacudisse o rastreador, a leitura era a mesma, tão incompreensível quanto antes.
— Não pode ser. Você recebe dois sinais, separados e distintos, de mim?
— Não. Só um, mas impossível.
— Pode haver interferência — disse ele. — O ar sopra forte por aqui e seria capaz de confundir até um aparelho mais bem feito do que esse, um de medir a densidade atmosférica. Vou continuar. Talvez o sinal fique mais claro, se me deslocar.
Ergueu-se, sem ver a grande mão armada em garra que se levantava devagar do nível inferior por uma das aberturas da passarela metálica. Tirou o pé esquerdo um segundo antes que ela o pegasse. E a mão se recolheu, tão silenciosamente como tinha aparecido.
Dallas andou até o meio da câmara e parou.

— Melhor, Lambert? Caminhei um pouco. O registro clareou?
— É claro, Dallas, mas ainda é duplo. São dois sinais distintos. Não posso saber qual é o seu.

Dallas fez meia volta e seus olhos varreram o túnel, teto, piso, muros, e o grande duto por onde viera. Só então olhou para baixo e seu olhar caiu no lugar onde estivera sentado até há pouco. Baixou então o nariz do lança-chamas. Se era ele o sinal da frente, tendo andado pelo passadiço, então a causa do duplo sinal só podia ser...
Nesse momento, em que começava a apertar o botão do incinerador, a mão surgiu à sua retaguarda e estendeu-se para seu tornozelo.
Ripley estava sozinha junto à boca aberta do grande dueto de ventilação. Observava-o pensando na comporta próxima, cujas 'mandíbulas' esperavam o intruso. Percebia agora um som indistinto, remoto, como de campainhas. Primeiro pensou que fosse dentro da própria cabeça, onde muito som esquisito se vinha originando ultimamente. Mas depois ouviu-o, repetido e mais alto, seguido de eco também. Parecia provir do interior do sistema. Suas mãos se apertaram no disparador do lança-chamas.
O ruído cessou. Imprudentemente, ela se aproximou do orifício, embora de lança-chamas apontado.
Ouviu, então, um som identificável. Um grito lancinante. E reconheceu a voz.
Esquecendo, então, todos os planos, tudo que lhe cumpria fazer, correu até a boca do cano.

—Dallas! Dallas!

Não houve outros gritos depois do primeiro. Só um ruído macio, de feltro, longínquo, que logo desapareceu lá dentro. Conferiu o rastreador. Mostrava um sinal apenas. A cor vermelha começava a apagar-se também, como se apagara aquele grito.

— Oh, meu Deus! Parker, Lambert! — correu para o pick-up e berrou na sua grade.
— Sim, Ripley. Aqui, Lambert. O que houve? Acabo de perder meu sinal.

Ela quis responder, mas a voz lhe faltou. E deixou que morresse na garganta o que tinha querido dizer. Lembrou-se das suas novas responsabilidades e endireitou-se, embora não houvesse ali ninguém para vê-la.

— Perdemos Dallas...





O Oitavo Passageiro (Parte 22) [ Download ]

sexta-feira, 6 de janeiro de 2012

Hey Oscar Wilde! It's Clobberin Time


Diversos artistas interpretando seus personagens literários favoritos.

 



























quinta-feira, 5 de janeiro de 2012

Welcome to Belated Nerd

Welcome to Belated Nerd, ficção Científica, quadrinhos e cultura pop...de 50 anos atrás.

















quarta-feira, 4 de janeiro de 2012

Notas quanto a escrever Ficção Fantástica - Lovecraft




A razão que encontro para escrever histórias é dar a mim mesmo a satisfação de visualizar mais clara, detalhada e estavelmente as vagas, fugidias, fragmentárias impressões de espanto, beleza e aventurosa expectativa que me vêm de certas visões (cênicas, arquitetônicas, atmosféricas, etc.), idéias, ocorrências e imagens encontradas na arte e na literatura.

Escolho as histórias fantásticas porque melhor se enquadram com minha inclinação - sendo que um de meus desejos mais fortes e persistentes é alcançar, nem que por um instante, a ilusão de uma estranha suspensão ou violação das irritantes limitações do tempo, do espaço e das leis naturais que eternamente nos aprisionam e frustram nossa curiosidade acerca dos infinitos espaços cósmicos que jazem para além do alcance de nossa vista e poder de análise.

Essas histórias freqüentemente enfatizam o elemento do horror, já que o medo é nossa emoção mais profunda e forte e uma das que melhor se prestam à criação de ilusões desafiadoras da natureza.
O horror e o desconhecido ou estranho estão sempre intimamente conectados, a tal ponto que é difícil criar um quadro convincente de esfacelamento da lei natural ou alienação cósmica ou “exterioridade” sem acentuar a emoção do medo. A razão por que o tempo é tão fundamental em muitas de minhas narrativas reside em que esse elemento me aparece como a coisa mais profundamente dramática e terrível do universo. O conflito com o tempo me parece ser o tema mais potente e frutífero de toda a expressão humana.

Enquanto a forma que escolho para escrever histórias é, obviamente, especial e quem sabe estreita, continua sendo porém um tipo persistente e permanente de expressão, tão velho quanto a própria literatura.

Sempre haverá uma pequena parcela de pessoas que sentirão uma ardente curiosidade sobre o espaço desconhecido e exterior e um ardente desejo de escapar da prisão do conhecido e do real em direção a essas terras encantadas de aventuras incríveis e possibilidades infinitas, que os sonhos nos franqueiam e que coisas como matas profundas, fantásticas torres urbanas e pores-de-sol flamejantes sugerem freqüentemente. Essas pessoas incluem tanto grandes autores quanto amadores insignificantes como eu mesmo - Dunsany, Poe, Arthur Machen, M. R. James, Algernon Blackwood e Walter de la Mare constituindo-se em típicos mestres do gênero.

Quanto ao modo como escrevo um conto, não há um somente. Cada uma de minhas narrativas tem uma história específica. Vez ou outra transcrevi literalmente um sonho; mas usualmente começo com um estado de espírito ou uma idéia ou uma imagem que pretendo expressar e a revolvo em minha cabeça até que chegue a pensar numa boa maneira de lhe dar corpo numa cadeia de ocorrências dramáticas, capazes de serem registradas em termos concretos.

Tendo a repassar mentalmente uma lista das condições básicas ou situações que melhor se adaptem a esse estado de espírito ou idéia ou imagem, e então começo a especular acerca de explanações lógicas e naturalmente motivadas do referido estado de ânimo ou idéia ou imagem, em termos da condição básica ou da situação escolhida. O processo real de escrever é, com certeza, tão variado quanto a escolha do tema e da concepção inicial; mas, se a história de todas as minhas narrativas fosse analisada, é bem possível que o seguinte conjunto de regras pudesse ser deduzido do procedimento ordinário:






Leia o texto completo em O Arquivo de Renato Suttana

terça-feira, 3 de janeiro de 2012

Prometheus Trailer

Já é o filme mais aguardado do ano que mal começou. E agora, tem seu primeiro trailler entre os mais vistos de toda história...


segunda-feira, 2 de janeiro de 2012

Frases, diálogos, citações...



"Este é o espaço. É chamado às vezes de 'A Fronteira Final'. (Só que, é claro,  não existe uma fronteira 'final', porque a fronteira avança, ela é sempre a penúltima...)"
        - Terry Pratchett


"Posso imaginar um mundo sem guerras, um mundo sem ódio. Posso nos imaginar atacando esse mundo, porque eles nunca esperariam por isso."
        - Jack Handey 


"Se nos envolvermos em uma guerra nuclear, os pulsos eletromagnéticos das bombas explodindo danificarão minhas fitas de vídeo?"
        - Anon






"Para mim a ficção científica é um modo de pensar, uma forma de lógica que ignora um monte de besteiras. Ela permite que as pessoas se preocupem com assuntos mais importantes."
        - Gene Roddenberry, criador de Jornada nas Estrelas


"Não há nenhuma objeção ao escapismo, desde que no lugar certo... Nós todos queremos fugir ocasionalmente. Mas a ficção científica quase sempre passa longe do escapismo, na verdade você poderia dizer que a ficção científica é a fuga PARA a realidade... É uma ficção que se preocupa com questões reais: a origem do homem, nosso futuro. Na verdade eu não posso pensar em outra forma de literatura mais preocupado com questões reais, com a realidade."
        - Arthur C Clarke


"A fantasia é o impossível feito provável. Ficção Científica é o improvável tornado possível".
        - Rod Serling, criador de 'The Twilight Zone'


"A realidade científica é que se leva 40 anos para chegar a Júpiter, e que é um espetáculo muito tedioso."
        - Glen Morgan, produtor da série 'Space: Above and Beyond'


"Um planeta não explode por si mesmo, disse o astrônomo marciano: Se eles foram capazes de fazer isso, é uma prova de que deve ter existido seres inteligentes por lá."
        - Earth de John Hall Wheelcock






"A Terra? Oh, a Terra terá desaparecido em poucos segundos... eu vou explodi-la. Está obstruindo minha visão de Vênus."
        - Marvin, o Marciano


"Seu intelecto superior não é páreo para as nossas armas insignificantes."
        - Homer - Os Simpsons


"A paz através da potência de fogo superior. Nós colocamos espécies em perigo."
        - Divisas dos fuzileiros navais em 'Aliens'


"Se sangra, podemos matá-lo."
        - Predator






"A luz que queima duas vezes mais rápido se extingue na metade do seu tempo... e você tem brilhado muito, muito mesmo, Roy."
        - Tyrell - O Caçador de androides


"Somente quando temos de lutar para permanecer humanos é que entendemos o quão precioso isso é. O quanto nos custa."
        - Doutor Miles Bennell - Invasores de corpos


"Eu não sou a pessoa que me lembro ser."
        - Rheya - Solaris


"Qualquer veículo que você tem que aprender a dirigir, consome um bom tempo seu, um novo conjunto de reflexos, uma maneira diferente e artificial de pensar. Mesmo andar de bicicleta exige uma habilidade a ser adquirida, muito diferente de simplesmente caminhar... agora, uma nave espacial. Cara! Eu não vou viver tanto tempo assim para isso. Espaçonaves são para acrobatas que são matemáticos também.
        - Juan Rico - Tropas Estelares de Robert A. Heinlein


"Vingança e destruição não são pensamentos cristãos. Além disso, não pagam muito bem, já que é difícil vender qualquer coisa para um cadáver. O problema é encontrar meios dentro de nossos recursos para tornar rentável para que nos invadam. Não sendo estúpidos, eles vão parar de nos atacar e então poderemos, talvez mais tarde, fazer negócios."
       - 'Margin of profit' (Margem de lucro) de Poul Anderson 






"Uma fria noite de fevereiro nos dias atuais. Ordem dos acontecimentos: Um telefonema de uma mulher assustada alertando sobre o pouso de um objeto voador não identificado. Dois policiais verificando o ocorrido não encontram nenhuma evidência a não ser por algumas marcas indo da rodovia até a lanchonete de beira de estrada. Você já ouviu falar de tentar encontrar uma agulha em um palheiro? Bem, fique com a gente e você vai ser parte da investigação cuja missão não é encontrar a agulha do provérbio, não, a tarefa é ainda mais difícil. Terão que encontrar um marciano em uma lanchonete... porque você acaba de desembarcar além da imaginação."
        - 'Twilight Zone', episódio 'Will the real Martian please stand up?' (O verdadeiro marciano, poderia por favor se levantar?)


"Será que já não vivera o bastante? Quando nasceu, poucas mulheres passavam dos vinte. Genevieve tinha vivido muito além disso. O quanto poderia durar? Desde o Sputnik, muitas crianças queriam ser astronautas quando crescessem. Era provável que, se a Terra sobrevivesse aos próximos cem anos sem a auto-imolação-nuclear, a humanidade se espalhasse pelas estrelas. Poderia ser uma opção para ela, uma maravilhosa viagem para Júpiter. Ela tinha lido um artigo de Arthur C Clarke na revista Times, sugerindo que vampiros como ela, antigos o suficiente para serem estáveis, seriam ideais para voos de longa distância no espaço, mais resistentes do que uma pessoa normal, mais apropriados para empreender viagens que poderiam durar várias gerações humanas. Havia até mesmo como se contornar o problema da alimentação."
        - Genevieve - Anno Dracula de Kim Newman





"Não é algo que algum dia eu esperava ter que dizer no rádio...Arranquem a cabeça ou destruam o cérebro!"
       - Jeremy Thompson, âncora do noticiário Sky News em Todo mundo quase morto


"Você tem apenas 90 anos. Você nunca foi perseguido por uma multidão carregando tochas."
        - Josef, vampiro de 500 anos - Moonlight


"O que acontecerá conosco se eles invadirem nossa nave?"
"Eles vão nos estuprar até a morte, comer nossa carne, e usar nossas peles para fazer suas roupas. Se tivermos muita, mas muita sorte, eles vão fazê-lo nessa ordem".
        - Simon e Zoe - Firefly


"Você já percebeu que na Bíblia, sempre quando Deus quer punir alguém, ou fazer dele um exemplo, ou sempre que Deus precisa assassinar alguém, ele envia um anjo? Você já se perguntou como deve ser uma criatura como essa? A existência inteira louvando seu Deus, mas sempre com uma asa mergulhada no sangue. Será que você realmente quer ver um anjo?"
        - Thomas e Catherine - A Profecia


"Eu sou um anjo. Eu mato primogênitos diante de suas mães Transformo cidades em sal ... E de hoje até o final dos tempos, a única coisa que você pode contar em sua existência é nunca entender o porque disso."
        - Gabriel  - A Profecia





"O que nunca muda em todas as férias que você tira?"
"Não sei."
"Você. Você é o mesmo. Não importa onde você vá, lá está você. Sempre o mesmo velho você. Deixe-me sugerir que tire férias de si mesmo. Eu sei que soa estranho, mas é a última moda em viagens. Nós o chamamos de uma 'Ego Trip'."
        - Quaid McClane - Total Recal


"Na minha terra, as mulheres se dedicam a aprimorar a raça, não a lutar as batalhas dos homens."
        - Eros - Plan 9 from Outer Space


"Não há nenhum bom Plano B, Tim. Se fossem bons, eles seriam o Plano A!"
        - Wanda - The Magic School Bus


"Não se julga a gazela pelos leões que a atacam."
       - Tarzan  - O Retorno de Tarzan






"Você sabia Lois, que no futuro você será reverenciada no mesmo nível que o Super-Homem? Existirão livros sobre você, estátuas, um jogo interativo e até mesmo um cereal para o café da manhã com seu nome... Mas, apesar de todo o mundo te amar, há uma pergunta que continua sem resposta. O quão burra é Lois Lane? Aqui, eu vou te mostrar o que quero dizer. Olhe; (com óculos) Eu sou Clark Kent! (sem óculos) Não, espere, eu sou o Super-Homem! (com óculos) Reporterzinho educado! (sem óculos) Super-herói! ... Olááááá! Clark Kent é o Super-Homem! Bem, só isso já valeu toda a viagem, conhecer a mulher mais burra desta galáxia!"
        - Tempus - As novas aventuras do Superhomem'


"Deixe-me ver a sua identificação."
"Você não precisa ver a minha identificação."
"Nós não precisamos ver a sua identificação."
"Estes não são os droids que você está procurando."
"Estes não são os droids que estamos procurando."
"Vocês podem ir tratar de seus negócios."
"Podem ir tratar de seus negócios."
"Vão em frente".
"Vão em frente ..."
      - Guerra nas Estrelas


"O que você sabe, Ray?"
"Tudo Você não ouviu sobre eu e meu irmão, nós sabemos tudo?"
"Qual é a capital da Austrália?"
"Isso meu irmão é que sabe."
      - Robbie, Ray e Rachel - Guerra dos mundos






"Minhas anotações. Pistas."
"Que tipo de pistas?"
"Um exército secreto chamado de Exército dos Doze Macacos eu te falei sobre eles Eles espalharam o vírus É por isso que temos que chegar....
Filadefia Eu tenho que encontrá-los. É minha atribuição."
"E o que você vai fazer ... quando você encontrar este ... exército secreto?"
"Eu só tenho que encontrar o vírus em sua forma original, antes que se transforme.Assim, os cientistas podem estudá-lo e encontrar uma cura Aqueles de nós que sobreviveram poderão voltar para a superfície da Terra."
         - Cole e Railly - Os Doze Macacos


"Ei, Russ, quando te levaram para a nave espacial, eles fizeram aquelas coisas sexuais com você?"
        - Independence Day


"O leite fotônico atua como nutriente e um condutor líquido. Faz as imagens que cada um deles recebe ainda mais forte."
"Chamamos a fêmea de Agatha. Os gêmeos são Arthur e Dashiell. Nós escaneamos suas mentes por meio da tomografia óptica. Em outras palavras, vemos o que eles vêem. Eles não sentem qualquer dor. Nós os mantemos assim com dopamina e endorfinas Além disso, mantemos um controle cuidadoso sobre seus níveis de seratonina -. não queremos que durmam, mas não podem ser mantidos muito despertos também."
"Ajuda se você não pensar neles como seres humanos."
"Não... eles são muito mais do que isso. A ciência tem roubado a maioria dos nossos milagres De certa forma ... eles nos dão esperança ... esperança da existência do divino."
         - Witwer, Wally e Anderton - Minority Report






"Para terminar por hoje, por favor, identifiquem as partes bucais, os órgãos abdominais, e para o crédito extra, o cordão dos nervos e contem os gânglios. Podem começar!"
"Eeuch!"
"Ah, vamos lá, é apenas um inseto."
"Apenas um inseto. Nós, humanos, gostamos de pensar que somos as melhores realizações da Natureza Receio que não é verdade Este besouro de areia Arkelliano é superior em muitos aspectos. Ele tem menos peças móveis, pode se reproduzir em grande número, e não tem preocupações com o ego e e mortalidade, o perfeito membro altruísta da sociedade."
          - Carmen, Johnny e o professor de biologia - Tropas estelares


"Major Dallas, se nossos cálculos estiverem corretos você ainda deve 57 horas ao Exército Federal, que é mais do que você vai necessitar para esta missão da maior importância."
"Que missão?"
"Salvar o mundo."
"Onde eu já ouvi isso antes?"
"Você irá imediatamente para Fhloston Paradise, onde recebera quatro pedras de Diva Plavalaguna, e irá trazê-las com o máximo de discrição possível. Alguma pergunta?"
"Apenas uma... porque eu?"
"Três razões. Uma: Como parte da unidade de elite das Forças Especiais do Exército, você é um especialista no uso de todas as armas e da nave espacial necessária para esta missão Dois:. De todos os membros de sua unidade você foi o mais condecorado."
"E a terceira?"
"Você é o único que restou vivo."
                - Munro e Korben - O Quinto Elemento






"Se tomar a pílula azul a história termina Você acorda em sua cama e vai acreditar no que quiser acreditar. Tome a pílula vermelha e você fica no País das Maravilhas, e eu irei te mostrar o quão profunda é a toca do coelho."
         - Morpheus - Matrix


"Ivy, você sabe onde está agora?"
"No antigo galpão que não é utilizado."
"Ivy..."
"Sim, pai?"
"Tente não gritar."
          - Edward e Ivy - A Vila


"Tinha sido uma noite maravilhosa e o que eu precisava agora, para um final perfeito, era um pouco de Ludwig Van."
    - Laranja Mecânica


"Filmes não criam psicopatas. Filmes apenas fazem psicopatas mais criativos."
      - Pânico






"Todos os grandes parques de diversão sofreram atrasos. Quando inauguraram a Disneylândia em 1956, nada funcionava!"
"Sim, mas quando o 'Piratas do Caribe' quebra, os piratas não comem os turistas."
            -  John Hammond e Doutor Ian Malcolm - O Parque dos Dinosauros


"Você, Ming o Cruel, Governante do Universo, aceita esta terráquea, Dale Arden, como sua imperatriz?
"Por hora ... sim.
"E você promete usá-la como você desejar?"
'Certamente."
"E você promete que não irá atirá-la no espaço? Uh... até que você se canse dela?"
"Eu aceito."
"Eu não!"
        - Sacerdote, Ming e Dale - Flash Gordon


"Há uma razão para separar militares da polícia. Um luta contra os inimigos do Estado, o outro serve e protege o povo. Quando o militar torna-se ambos, os inimigos do Estado tendem a se tornar o povo."
       - Bill Adama - Battlestar Galactica


"Qual é o parasita mais resistente A bactéria? Um vírus? Um verme intestinal?"
"O que o Sr. Cobb está tentando dizer..."
"...Uma ideia. Uma ideia é algo altamente resiliente e contagiosa. Uma vez que chega ao cérebro é quase impossível erradicá-la. Uma pessoa pode encobri-la, ignorá-la, mas ela permanece lá."
      - Cobb e Arthur - A Origem






"Você está me dizendo que construiu uma máquina do tempo... em um Delorean?"
       - Marty McFly - De volta para o futuro


"Minha mãe sempre me disse que não há monstros, não de verdade, mas eles existem..."
          - Alien Ressureição


 "Desculpe Dave, temo que não possa fazer isso."
         - HAL 9000 - 2001: Uma Odisséia no Espaço





domingo, 1 de janeiro de 2012

Aliens The Official Movie Magazine







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