segunda-feira, 10 de setembro de 2007

Jules Verne (Matéria sobre o Centenário da Morte)



O mundo mágico criado, atualmente, por escritores, roteiristas e diretores de filmes como "O senhor dos anéis", "Harry Potter" e "Guerra nas estrelas", certamente paga um tributo ao pai da ficção científica, cuja morte completa cem anos.
Escrita num mundo muito distante das possibilidades acenadas pela alta tecnologia de hoje, "Cinco semanas em um balão", obra inaugural do então desconhecido autor francês Jules Gabriel Verne, lançada em 31 de janeiro de 1863, propunha a primeira de uma série bem-sucedida de viagens literárias, mais tarde chamadas de ficção científica. O produtivo escritor Julio Verne, como ficou popularmente conhecido no idioma português, alimentaria a imaginação de seus leitores com histórias que dificilmente são superadas mesmo depois de passado um século de sua morte, em dia 24 de março de 1905. Seus personagens cruzaram os sete mares, o espaço aéreo terrestre, mergulharam nas águas e penetra-ram nas terras mais profundas, quentes e geladas, até atingir a Lua, ambientadas no presente, passado ou séculos à frente, em trajetórias descritas em mais de 70 obras. Verne nasceu em 8 de fevereiro de 1828 em Nantes, na França, com a vida planejada para seguir carreira de advogado, como o pai. Nessa direção, embarcou para Paris, mas o amor ao teatro promoveu um desvio de rota, ao acatar o conselho do amigo Ale­xandre Dumas (autor de Os três mosqueteiros) para escrever peças, enquanto ganhava a vida como corretor da bolsa de valores da cidade. Com o apoio do amigo e editor Pierre Jules Hetzel, que adequava seus escritos, produzidos com tal avidez que lhe garantia duas a três novas publicações ao ano, trilhou uma bem sucedida carreira. Sua obra constitui-se de ensaios, peças, poemas, contos e romances, mas foram as suas “Viagens Espetaculares” que o consagraram.

Muitas vezes descritas em mais de um volume, publicadas com alguns anos de diferença, as viagens foram material fértil que os estúdios de Hollywood popularizaram pelo mundo afora.

Ricas em detalhes e escritas em tom de diário de viagem, inclusive com notas de coordenadas geográficas, essas histórias maravilhosas nasciam inspiradas na leitura que Verne fazia de outros autores, como o norte-americano Edgar Allan Poe, de revistas como Le Tour du Monde Nouveau Journal de Voyages, e em conversas com amigos cientistas sobre as recentes descobertas e avanços, como Felix Nadar, interessado em navegação aérea e balonismo, tema recorrente em diferentes romances. O resultado é uma fascinante mescla de ficção e realidade, aventura e princípios científicos, que lhe renderam, inclusive, o título de profeta de feitos que a ciência produziria, pelo menos, seis décadas mais tarde, como em sua Da Terra à Lua (1865), com eventos que se assemelham ao programa espacial da Nasa.


O FANTÁSTICO NAS IMAGENS.


As mais de quatro mil imagens presentes nas Viagens Extraordinárias potencializavam a verossimilhança dos acontecimentos e contribuíam para tornar a leitura ainda mais saborosa, em tem­pos em que esforços para combater o analfabetismo na França ainda estavam em andamento.

Arthur Evans, editor do periódico Science Fiction Studies e professor da Universidade
DePauw, dos EUA, analisou as ilustracoes das obras de Julio Verne e concluiu que, para cada seis ou oito páginas, há uma imagem que ilustra os protagonistas, locais visitados, documentos (como mapas e cartas náuticas) e acontecimentos, geralmente antecedendo os fatos narrados, como uma forma de motivar a leitura. Para Evans, as ilustra­cões teriam mais um valor pedagógico do que propriamente o de reproduzir momentos cruciais da história. Entre os principals ilustradores de Julio Verne estavam George Roux e León Benett, cujo trabalho era minuciosamente acompanhado e muitas vezes até modificado pelo próprio autor das histórias. Certa vez, o editor Hetzel se viu obrigado a intervir em um aparente desentendimeto entre Verne e Benett sobre a representacao de um dos protagonistas. Embora Julio Verne nunca tenha visitado o Brasil, ambientou uma de suas Viagens Extraordinárias em solo nacional. Em A jangada – 800 léguas pelo Amazonas, publicada em 1881, conta a trajetória de uma família em uma espécie de casa flutuante até o destino final, Belém, para realizar o casamento da filha. Há também mencões ao descobrimento oficial do Brasil, em uma publicacao de 1873.

VISÃO FUTURISTA

Seus últimos trabalhos tratavam dos impactos da tecnologia no ambiente, como em "Propeller Island" (1896), onde populações nativas de ilhas da Polinésia são destruídas, ou em "The sphinx of the ice fields" (1897), onde prevê a dizimação de baleias. A última obra foi "A invasão do mar" (1905), onde um projeto de criação de um mar através de canais de comunicação com o Mediterrâneo, é mal recebido pela população local que vê seu estilo de vida ameaçado. A mudança do tom, inicialmente otimista em relação aos benefícios que a tecnologia poderia trazer à humanidade, acontece, principalmente, depois da morte de Hetzel, em 1886 e é um dos motivos do livro "Paris no século XX" (1863) só ter sido publicado em 1989, pelo bisneto de Verne. Temendo a repercussão negativa que teria na carreira do escritor, seu editor preferiu censurar a história de um jovem que vive em um mundo de arranha-céus, trens de alta velocidade, carros movidos a gás e rede mundial de comunicação, que não encontra a felicidade diante de um ambiente altamente materialista, resultando em um fim trágico.

CENTENÁRIO

As comemorações são coordenadas pelo Centro Internacional Jules Verne, na França que iniciou o Congresso Mundial de Ju­les Verne, de 19 a 27 de março, com uma série de debates, encontros e visitas que transcorreram em várias cidades francesas como Picardie, Loire e Paris. As Viagens Extraordinárias também serão recontadas ao público de Picardie até novembro deste ano e a Casa de Jules Verne, localizada em Amiens (cidade onde morreu), deverá ser inaugurada em dezembro de 2005 com a proposta de ser um espaço de encontro com a vida e obra do autor francês. Em 16 de outubro de 2004 os estudantes Gilles Savy e Nicolas Pimbaud refizeram a famosa Viagem ao redor do mundo em 80 dias, monitorada por satélite e que produ-ziu fotos, vídeo e material que será divulgado durante o ano todo nas escolas de Picardie. A editora Actes Sud e a cidade de Nantes reeditarão títulos pouco conhecidos e esquecidos, na coleção "Os mundos conhecidos e desconhecidos", em 9 volumes. Até o início do ano, não havia eventos
programados no Brasil. Uma série de edições em português e filmes inspirados nas "Viagens Extraordinárias" está acessível em bibliotecas, livrarias, sebos e locadoras.

Obras mais populares de Julio Verne:
■ Cinco semanas em um balão, 1863
■ Paris no século XX, 1863
■ Viagem ao centro da terra, 1864
■ Da terra a lua, 1865
■ Vinte mil léguas submarinas, 1870
■ A volta ao mundo em oitenta dias, 1872
■ A ilha misteriosa, 1874
■ Robur, o conguistador, 1886

Germana Barata.

sábado, 25 de agosto de 2007

Revista SCIFI - Jan-Jun/2007



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Revista SCIFIWORLD

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Revista Sci Fi especial Galactica



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Revista SciFi Especial - Babylon 5



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Ideomancer - Speculative Fiction - Junho/2007



Ideomancer - Speculative Fiction - Junho/2007 ( Download )

Asimov's Science Fiction - Jan-Jul-2007


Asimov's Science Fiction - Janeiro a Julho de 2007 ( Download )

quinta-feira, 16 de agosto de 2007

Babes in space



http://a23.com/babesinspace/contents.html

Logan's run - Roteiro de David Zelag Goodman (1975)



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Aliens (Graphic Novel) - Série Nostromo



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Darwinia - Robert Charles Wilson



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Charlie Stross - entrevista I



"Escrevo Ficção Científica como meio de vida.

Possivelmente, por causa disso, as pessoas acreditam que eu devo ser um entusiasta da exploração espacial e da colonização do espaço. Exploração espacial? Está bem, sou a favor do avanço dos empreendimentos científicos, mas a atual colonização do espaço é outra questão e aquelas pessoas sensíveis (ou otimistas), devem parar de ler este artigo por aqui..."

http://www.antipope.org/charlie/blog-static/2007/06/the_high_frontier_redux.html

IDORU - William Gibson



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The last hero (graphic novel) - Terry Pratchett



The last hero (graphic novel) - Terry Pratchett ( Download )

domingo, 12 de agosto de 2007

‘O presidente negro’ - Monteiro Lobato




O DESASTRE

Achava-me um dia diante dos guichês do London Bank á espera de que o pagador gritasse a minha chapa, quando vi a cochilar num banco ao fundo certo corretor de negócios meu conhecido. Fui-me a ele, alegre da oportunidade de iludir o fastio da espera com uns dedos de prosa amiga.
— Esperando sua horinha, hein? disse-lhe com um tapa amigável no ombro, enquanto me sentava ao seu lado.
— É verdade. Espero pacientemente que me cantem o numero, e enquanto espero filosofo sobre os males que traz á vida a deshonestidade dos homens.
— ?
— Sim, porque se não fosse a deshonestidade dos homens tudo se simplificaria grandemente. Esta demora no pagamento do mais simples cheque, donde provém? Da necessidade de controle em vista dos artifícios da deshonestidade. Fossem todos os homens sérios, não houvesse hipotese de falsificações ou abusos, e o recebimento de um dinheiro far-se-ia instantaneo. Ponho-me ás vezes a imaginar como seriam as coisas cá na terra se um sabio eugenismo désse combate á deshonestidade por meio da completa eliminação dos deshonestos.

Que paraíso!

— Tem razão, concordei eu, com os olhos parados de quem pela primeira vez reflete uma ideia. A vida é complicada, existem leis, polícia, embaraços de toda especie, burocracia e mil peia?, tudo porque a deshonestidade nas relações humanas constitue, como dizes, um elemento constante. Mas é mal sem remedio...

E por aí fomos, no filosofar vadio de quem não possue coisa melhor a fazer e apenas procura matar o tempo. Passamos depois a analisar varios tipos ali presentes, ou que entravam e saíam, na azafama peculiar aos negocios bancarios. O meu amigo, frequentador que era dos bancos, conhecia muitos deles e foi-me enumerando particularidades curiosas relativas a cada qual. Nisto entrou um velho de aparencia distinta, já um tanto dobrado pelos anos.

— E aquele velho que ali vem? perguntei.
— Oh! Aquele é um caso sério. O professor Benson, nunca ouviu falar?
— Benson... Esse nome me é desconhecido.
— Pois o professor Benson é um homem misterioso que passa a vida no fundo dos laboratorios, talvez á procura da pedra filosofal. Sabio em ciencias naturais e sabio ainda em finanças, coisa ao meu ver muito mais importante. E tão sabio que jamais perde. Dou-me com esses rapazes todos que trabalham nas seções de cambio e por eles sei deste homem coisas impressionantes. Benson joga no cambio, mas com tal segurança que não perde.
— Sorte!
— Não é bem sorte. A sorte caracteriza-se por um afluxo de paradas felizes, por uma media mais alta de lucro do que de perda. Mas Benson não perde nunca.
—Será possível?
— É mais que possível, é fato. Deve possuir hoje enorme fortuna. Mora em um complicado castelo lá dos lados de Friburgo, mas não cultiva relações sociais. Não tem amigos, ninguem ainda viu o interior do casarão onde vive em companhia de uma filha, servido por criados mudos, ao que dizem. Você sabe que depois da guerra o mundo inteiro jogou no marco alemão.
—Sei, sim, e fui uma das vitimas...
—Pois o mundo inteiro perdeu, menos ele.
—Absurdo! Só se fabricava marcos para vender.
—Ao contrario, comprava e revendia marcos já feitos. O marco, talvez você se lembre, teve em certo periodo uma oscilação de alta.
Renasceram as esperanças dos jogadores e o movimento de compras foi enorme. Benson vendeu nessa ocasião. Logo em seguida começou o marco desandar até zero e para nunca mais se erguer.
—Vendeu no momento exato, como quem sabe qual o momento exato de vender...
—Isso mesmo. Com o franco fez coisa identica. Comprou exatamente nos dias de maior baixa e vendeu exatamente nos dias de maior alta. Tem ganho o que quer ganhar, o raio do homenzinho...
—E para que necessita de tanto dinheiro?
—Ignoro. Não leva a vida comum dos nossos ricaços, não dá festas, não consta que seja explorado por mulheres. É positivamente misterioso o professor Benson — um verdadeiro magico que vê através do futuro.
Ri-me da expressão do meu amigo e qual filosofo barato murmurei com superioridade:
— Como pode ver através do que não existe? O futuro não existe...

O corretor respondeu-me com uma frase que naquele momento não compreendi:

— Não existe, sim, mas vai existir necessariamente.
— Dois mais dois — é o presente. A soma quatro é o futuro. Um futuro previsível...
— "Vinte e dois!" gritou uma voz da pagadoria.
Era o meu numero.
— Dois mais dois tambem podem ser vinte e dois, gracejei eu, despedindo-me do filosofo. Adeus, meu caro. Na proxima oportunidade você continuará com a demonstração.

Recebi o dinheiro e saí para o torvelinho das ruas, onde breve se me apagou do cerebro a impressão do professor Benson e das palavras do meu amigo.

Mas dá a vida misteriosas voltas e um belo dia, ao despertar de um sono letargico, quem vi eu diante dos meus olhos, qual um espetro?
O professor Benson!...
Não antecipemos, porém; e antes de mais nada permitam-me que fale um bocado da minha pessoa.
Era eu um pobre diabo para toda gente, exceto para mim mesmo. Para mim tinha-me na conta de centro do universo. Penso e sou,
dizia comigo, repetindo certo filosofo francês. Tudo gira em redor do meu ser. No dia em que eu deixar de pensar, o mundo acaba-se.
Mas isto parece que não tinha grande originalidade, pois todos os meus conhecidos se julgavam da mesma forma.

Eu vivia do meu trabalho, recebendo dele, não o produto, mas uma pequena quota, o necessario para pagar o quarto onde morava, a pensão onde comia e a roupa que vestia. Quem propriamente se gozava do meu trabalho era a dupla Sá, Pato & Cia., gordos e solidos negociantes que me enterneciam a alma nas epocas de balanço ao concederem-me a pequena gratificação constituidora do meu lucro. Com eles trabalhei varios anos, conseguindo reunir o modesto peculio que transformei em marcos e, com grande dor d'alma, vi se reduzirem a zero absoluto, apesar da teoria de que tudo é relativo.

Continuei no trabalho por mais quatro anos, daí por diante já curado de jogatinas e megalomanias.
Mas todos nós possuímos um ideal na vida. Meu amigo corretor sonha dirigir a carteira cambial de um banco. Aquele pobre que ali passa, tocando o realejo que herdou do pai e ao qual faltam tres notas, sonha com um realejo novo em que não falte nota nenhuma.
Eu sonhava... com um automovel. Meu Deus! As noites que passei pensando nisso, vendo-me no volante, de olhar firme para a frente,
fazendo, a berros de klaxon, disparar do meu caminho os pobres e assustadiços pedestres! Como tal sonho me enchia a imaginação!

Meu serviço na casa era todo de rua, recebimentos, pagamentos, comissões de toda especie. De modo que posso dizer que morava na rua, e o mundo para mim não passava de uma rua a dar uma porção de voltas em torno da terra. Ora, na rua eu via a humanidade dividida em duas castas, pedestres e rodantes, como os batizei aos homens comuns e aos que circulavam sobre quatro pneus. O pedestre, casta em que nasci e em que vivi até aos 26 anos, era um ser inquieto, de pouco rendimento, forçado a gastar a sola das botinas, a suar em bicas nos dias quentes, a molhar-se nos dias de chuva e a operar prodígios para não ser amarrotado pelo orgulhoso e impassível rodante, o homem superior que não anda, mas desliza veloz. Quantas vezes não parei nas calçadas para gozar o espetaculo do formigamento dos meus irmãos pedestres, a abrirem alas inquietas á Cadillac arrogante que por eles se metia, a reluzir esmaltes e metais! O ronco de porco do klaxon parecia-me dizer — "Arreda canalha!"

Sonhei, portanto, mudar de casta e por minha vez levar os pedestres a abrirem-me alas, sob pena de esmagamento. E o novo peculio, com tanto esforço acumulado depois do desastre germanico, não visava outra coisa. Foi, pois, com o maior enlevo d'alma que entrei certa manhã numa agencia e comprei a maquina que me mudaria a situação social. Um Ford.

Os efeitos dessa compra foram decisivos na minha vida. Ao veremme chegar ao escritorio fonfonando, os patrões abriram as maiores bocas que ainda lhes vi e vacilaram entre porem-me no olho da rua ou dobrarem--me o ordenado. Por fim dobraram-me o ordenado, quando demonstrei o quanto lhes aumentaria o renome da firma o terem um auxiliar possuidor de automovel proprio. E tudo correria pelo melhor, no melhor dos mundos possíveis, se eu me não excedesse na furia de fordizar a todo o transe com o fito de embasbacar pedestres. A paixão da carreira grelara em mim e, depois de um mês, já não contente com a velocidade desenvolvida por aquele carro, pus-me a sonhar a aquisição de outro, que chispasse cem quilometros por hora. O aumento de ordenado permitiu-me varias excursões de maluco, nas quais me embriagava aos domingos da delicia de devorar quilometros.

Paguei diversas multas, matei meia duzia de cães e cheguei a atropelar um pobre surdo que não atendera ao meu insolente "Arreda!"

Tornou-se-me o pedestre uma criatura odiosa, embaraçadora do meu direito á rapidez e á linha reta. Pensei até em representar ao governo, sugerindo uma lei que proibisse a semelhantes trambolhos semoventes o transito pelas vias asfaltadas. Adquiri, em suma, a mentalidade dos rodantes, passando a desprezar o pedestre como coisa vil e de somenos importancia na vida.

[...]


O Presidente Negro ou O Choque das Raças (Romance americano do ano 2228) - Monteiro Lobato ( Download )

‘O feitiço de Áquila’ - Joan D. Vinge


'O feitiço de Áquila' - Joan D.Vinge ( Download )

‘Fahrenheit 451′ - Ray Bradbury


'Fahrenheit 451' - Ray Bradbury ( Download )

‘Laranja mecânica’ - Anthony Burgess


'Laranja Mecânica' - Anthony Burgess ( Download )

‘Alice no país das maravilhas’ - Lewis Carroll


'Alice no país das maravilhas' - Lewis Carroll ( Download )

‘Os salgueiros’ - Algernon Blackwood



'Os salgueiros' - Algernon Blackwood