quinta-feira, 23 de outubro de 2008

Cyberpunk, Feitiçaria e Paranóia - Universo RPG

"Podemos traçar algumas diferenças entre a literatura cyberpunk e as outras formas de ficção científica realizadas até então: a tecnologia aparecia não como uma projeção de como vai ser o futuro - como no caso de The Shape of Things to Come (Os Ventos da Mudança), de H. G. Wells, mas para criar um cenário capaz de gerar uma alegoria crítica da sociedade atual. O próprio futuro não é mais o longínquo – como em A Fundação, de Isaac Asimov, que fala sobre um império do ano 5000 –; mas as décadas de 2010 e 2020, do ponto de vista da década de 1980. Os protagonistas não são heróis virtuosos escolhidos para uma missão a Júpiter – como 2001, de Arthur Clark. São pessoas comuns, integrantes do povo, com os vícios e defeitos humanos. (Lemos e Pérsio, 2002)"

Cyberpunk, Feitiçaria e Paranóia - Novas Tecnologias e Subjetividade no RPG
Claudio Faria Marques [ Download ]