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segunda-feira, 28 de novembro de 2011

sexta-feira, 26 de agosto de 2011

Psychedelic Machines


segunda-feira, 22 de agosto de 2011

quinta-feira, 21 de julho de 2011

The Japanese Devil Fish Girl and Other Unnatural Attractions - Robert Rankin



Robert Rankin vem flertando com o subgênero Steampunk faz tempo - invenções diabólicas da cultura vitoriana invadem seu trabalho de vez em quando.

Neste, os acontecimentos narrados em 'A Guerra dos Mundos' de H.G.Wells ocorreram na década passada e a Grã-Bretanha tem o comando da tecnologia dos marcianos. Nosso herói é George Fox, trabalhador em feiras intinerantes, com seu patrão Professor Coffin, que exibe um marciano em conserva que está se desintegrando lentamente em formaldeído. Mas o destino tem grandes planos para George, e logo ele, Coffin e Ada Lovelace encontram-se em busca da lendária garota peixe diabo japonês, que não é japonesa, nem peixe, nem um demônio (embora seja do sexo feminino).

Freakshows, dirigíveis, pigmeus canibais, Lemuria, deuses antigos e um macaco mordomo, entram e saem da história, um marca registrada de Rankin.



The Japanese Devil Fish Girl and Other Unnatural Attractions - Robert Rankin [ Download ]

sexta-feira, 29 de abril de 2011

Lançamento de Mortal Engines de Philip Reeve e debate




Algo de muito especial vai acontecer amanhã…

Estarão presentes na Livraria Saraiva do Morumbi Shopping, às 16 horas, entusiastas dos gêneros SteamPunk, DieselPunk, CyberPunk, amantes da Ficção Científica e de Fantasia em geral, atendendo ao lançamento de “Mortal Engines” (Site Oficial), de Philip Reeve.

Será uma tarde de diversidade cultural na Literatura Fantástica, ao redor de uma obra passada em um planeta Terra pós-apocalíptico, onde, toda a tecnologia humana fora perdida e, graças a instabilidade geológica decorrente de um holocausto nuclear, cidades se tornaram colossais veículos carregando dezenas de milhares de habitantes – eternamente em busca de outras cidades para caçar, consumir e pilhar.

A mistura de sofisticação e improviso, das tecnologias remanescentes e técnicas redescobertas… a amálgama embaralhada da História humana se transformou em uma caricatura de um passado distante que se infiltrou para o que chamávamos de presente dando origem a um futuro improvável, retrofuturista e anacrônico.

Em “Mortal Engines” o futuro é coisa do passado e esta diversidade vai se fazer sentir na presença do Conselho SteamPunk, de Goths, Head Bangers, Nerds, Geeks e de todos os amantes da boa literatura com a intenção de passarem juntos pelo portal temporal que vai nos levar ao universo alternativo criado por Philip Reeve.

Um verdadeiro mercado de artefatos, acessórios e vestimentas baseados na estética SteamPunk, DieselPunk, CyberPunk, Vitoriana e de diversas outras procedências, estarão disponíveis para compras no local além de outras fascinantes obras de Ficção Científica e Fantasia lançadas pela Novo Século Editora.

Para tanto, o evento contará com a presença de membros da Liga de Artífices SteamPunk, como Naná Hayne, Susie Hervatin, a marca Secret Garden e Lili Angelika, que vão expor suas peças e promover um desfile de trajes Vitorianos em meio aos presentes.

Os fundadores do Conselho SteamPunk aproveitarão a ocasião para formar uma mesa redonda sobre os sub-gêneros retrofuturistas, sobre a expressão multi-dimensional destes sub-gêneros e sobre a relevância da Literatura Fantástica para anunciar seu mais novo projeto: 2011: A Revolução RetroFuturista


Livraria Saraiva – Shopping Morumbi
Av. Roque Petroni Jr,  1.089 – Morumbi
São Paulo – SP – Cep: 04707-000
Tel: (11) 5181.7574
Horário: 16:00




link origem

terça-feira, 8 de fevereiro de 2011

1º Convescot Steampunk de 2011 e Steamcast 001

A Loja São Paulo do Conselho steampunk convida toda a sociedade neo-vitoriana para um passeio ao ar livre e um saboroso piquenique. Este encontro social ocorrera no dia 13 de fevereiro de 2011 a partir das 13:30 no Parque do Ipiranga, São Paulo. Após o piquenique os participantes estão convidados a conosco visitar o Museu Paulista.
Lady Bigby

Entrevista com Fábio Ori

Steamcast 001 do Conselho Steampunk

SteamPunk ~ SteamCast ~ Interview with Kevin Mowrer (Português/English) from Conselho SteamPunk on Vimeo.

sexta-feira, 2 de julho de 2010

RPGCon 2010



A RPGCon 2010 acontece nos dias 03 e 04 de JULHO, no Colégio Notre Dame, Sumaré, São Paulo.

O encontro possui uma extensa programação:
  • II Encontro Nacional de Blogs de RPG
  • Área de Jogo Organizado coordenado pela RPGArautos.
  • Etapa seletiva do World Cosplay Sumit – o WCS – organizado pela editora JBC
  • Bazar Medieval com a presença da Taberna de Odin e o Clã Hednir, entre outros.
  • Espaço Cosplay e estúdio fotográfico para o público caracterizado
  • Feira de RPG Independente e espaço do fanzineiro
  • Exposições do Estúdio Melies e Hard Replic Esculturas
  • Palestras sobre o mercado editorial
  • Feira de Jogos Usados
  • Demonstração de jogos de tabuleiro
  • Campeonatos de Legend of the Five Rings, Magic: The Gathering e Pokémon
  • Torneio Nacional de Muchkin

Entre os diversos eventos programados, o Conselho Steampunk organizou uma mesa redonda sobre FC e especialmente steampunk, com autores nacionais, no sábado, dia 03/07, das 13 às 14h no mini-auditório.

sexta-feira, 14 de maio de 2010

Virada Cultural - São Paulo


Música, gastronomia, cinema, dança, teatro, literatura e muito mais!

A Virada Cultural, que acontece sábado e domingo em São Paulo, abre espaço também para o gênero fantástico.

O Conselho Steampunk estará no stand 18, DIMENSÃO NERD, na Praça Roosevelt.

10:00 as 11:00 hs – palestra sobre Historia Alternativa e Steampunk.
11:30 as 14:00 hs – sessão de venda e autógrafos com os autores presentes.
A partir das 14:30 – mesa de RPG multimídia de Castelo Falkenstein.

A programação completa do evento, está disponível no site da Virada Cultural.

sexta-feira, 2 de abril de 2010

The Clockwork Heart


For long years, the mechanus worked in perfect harmony with one another.


The Divine Forge decreed and its creations obeyed. But over time, the Divine Forge no longer spoke to the greater throng of mechanus, and chose more and more to give its counsel to a clerical order.


This order took the old mechanus name: the Disciples of the Divine Forge.


Many of these mechanus remained in direct communion with the will of the Divine Forge, passing their insight to their brethren via edicts and commandments of holy law.


This was the new way, and as before there were no questions.


Mechanopolis grew. The numbers of mechanus swelled, and for the first time there was division among them. Disagreement turned to conflict, and conflict into violence.

For the first time in their existence, the mechanus fought against each other.
Open warfare broke out in the streets of Mechanopolis and beyond.

Before long there was utter chaos.






The Clockwork Heart - RPG [ Download ]

quarta-feira, 27 de janeiro de 2010

Mechanical Mirage














segunda-feira, 21 de dezembro de 2009

Voyages Extraordinaires








Voyages Extraordinaires é um blog para pessoas que gostam de romances científicos Eduardianos, retro-futurismo, Neo-vitorianismo, romances de horror gótico, filmes silenciosos da Época de Ouro de Hollywood, e aventuras da vida real em lugares exóticos e históricos, segundo o próprio autor.

terça-feira, 17 de novembro de 2009

Steambook - A rede social brasileira Steampunk


  • Perfis Temáticos
  • Suporte a Mensagens Privadas
  • Busca e Adição de Amigos
  • Criação e Manutenção de Grupos
  • Mural de Mensagens
  • Listas de Atividades dos Perfis
  • Criação e Publicação de Blogs
  • Criação e Gestão de Fóruns
  • Criação e Publicação de Blogs 

domingo, 18 de outubro de 2009

Entrevista com Jeff VanderMeer sobre o lançamento da antologia Steampunk



Então, o que é "steampunk"?

"Algo cool, com uma linguagem elaborada. Ciência inventada - reinventada" disse James Blaylock, um pioneiro do steampunk e autor do livro Lord Kevlin's Machine.

"Steampunk (um sub-gênero da ficção científica) oferece em quantidade, aquilo que é mais visualmente excêntrico e aventureiro, sobre a época vitoriana e suas especulações científicas."

A antologia Steampunk editada por Ann e Jeff VanderMeer, faz barulho e cliques com engenhocas, dirigíveis e robôs a vapor de doze metros de altura.

As treze histórias contidas nesta coleção são reforçadas por um prefácio, uma introdução e dois ensaios. Os editores não são novatos neste tipo de ficção. Ann VanderMeer é editora da Weird Tales e Jeff VanderMeer é vencedor do prêmio World Fantasy, autor de Shriek: bem como de uma coleção de histórias conectadas, situadas no mundo imaginário de Ambergris.

"Em Steampunk", escrevem os VanderMeers em seu prefácio, "nós tentamos fornecer uma mistura do tradicional e do idiossincrático, o novo e o velho, mantendo-se fiel à idéia de steampunk como uma diversão pseudo-vitoriana sombria. Você vai encontrar histórias sobre golens mecânicos, máquinas infernais, os personagens de Júlio Verne e é claro, dirigíveis."

A antologia resultante é tanto prazeirosa como um alívio, já que os VanderMeers encontraram uma maneira de reforçar o gênero sem sugerir (ou impor) um conjunto restrito de parâmetros.

"Steampunk", diz Magpie Killjoy, editor da SteamPunk Magazine, "é uma forma filosófica de reanalisar nossas interações com as máquinas. Para este fim, encontramos na era dos motores a vapor, as promessas, verdadeiras e falsas, que nos foram oferecidas por volta do século 19. Assim steampunk é uma estética, um gênero, uma subcultura, e uma filosofia que gira em torno deste entendimento. "

No coração do steampunk, como um ethos, diz Paul DiFilippo, autor dos romances Joe's Liver e Fuzzy Dice, existe o desejo de "voltar a uma época em que a tecnologia e o artesanal ainda não tinham sido separados, quando partes do nosso mundo permaneciam inexploradas, onde o heroísmo individual vinha antes de tudo, quando a linha entre o bem e o mal era clara, e você poderia vestir-se bem. "



Pergunta: Você tem uma estratégia como antologista?

Jeff VanderMeer: Procuramos [Ann e eu] trabalhar como uma equipe, a partilhar tarefas e dividi-las conforme nossas outras atividades de trabalho permitam. Temos uma abordagem consistente contudo, de querer que nossas antologias sejam bem organizadas, abrangentes e não apenas profundas, mas também surpreendentes de alguma forma. Se um leitor ao ler nossas antologias, não encontrar algo de muito diferente e maravilhoso, talvez então não estejamos fazendo bem nosso trabalho.

Pergunta: Que desafios você enfrenta como um antologista em geral e em particular com o steampunk?

JV: Não é só escolher a combinação certa de material, mas ser capaz de adquiri-la para a reedição nas antologias. Para as antologias originais, certificamos de torná-las as mais abertas possíveis aos novos escritores.

Pergunta: Quais são os prós e os contras de trabalhar em conjunto?

JV: Eu não escuto muito bem às vezes. Mas nós raramente discutimos. Acho que em geral, trabalhar juntos nos aproxima.

Pergunta: Houve algo engraçado e/ou frustrante durante este processo?

JV: Em Steampunk não. Em New Weird tivemos Clive Barker que nos telefonou para dizer que seu conto fora publicado com erros tipográficos. Realmente não é o que se espera para a primeira conversa por telefone com alguém. Mas ele disse que gostou muito da antologia e era um erro de digitação que o perseguia por dezoito anos.

Pergunta: Num programa de rádio recentemente você falou sobre "tecnologia verde" em relação ao steampunk. Pode explicar melhor?

JV: Embora possa não ser verdade para a indústria da era vitoriana, eu sinto que um segmento da cultura moderna steampunk vê a re-mecanização da tecnologia, como uma maneira de nos mover em direção ao pensamento ecológico. No sentido de que poderiamos ser capazes de consertar as coisas (quem realmente pode, hoje em dia, consertar seu próprio carro, já que está tudo computadorizado?), o primeiro passo para ser verdadeiramente independente, plantar sua própria comida, etc. Um futuro de sustentabilidade exige que tomemos esta medida em um nível individual.

Pergunta: Nas duas últimas décadas você produziu uma grande variedade de trabalhos de edição, blogs para a Amazon.com, jornalismo para lugares como o The Washington Post e Publisher's Weekly e, claro, escreveu contos e romances. Será que aquilo que você escreve, que não é ficção, inspira você para escrever ficção?

JV: Não-ficção sob a forma de entrevistas e opiniões me expõe a outras formas de pensar a escrita. Eu também, muitas vezes, uso da não-ficção na minha ficção, para soar irônico ou absurdo.

Pergunta: O que você mais gosta em escrever?

JV: O ato físico da escrita - à mão ou teclando, perder-se neste processo. Envolver-se numa situação e com o personagem. Escrever um livro é um ato de imersão.

Pergunta: Onde uma história começa para você?

JV: No final. Até que eu saiba onde termina uma história ou um romance, na minha cabeça, eu não consigo começar. Até lá não posso colocar nada no papel. O fim geralmente muda quando eu chego nele, mas deve ter algum sentido antes de eu começar.

Pergunta: Você surpreendeu - e espantou - um bom número de fãs seus, por ter escrito Predator: South China Seas.

JV: Trabalhando em um mundo compartilhado, como o universo de Predator, eu tinha muita preocupação com o público. Eu estava interessado em escrever um romance que iria satisfazer o público de Predator primeiro, e se pudesse satisfazer também meus leitores, tudo bem. Mas esse não era o objetivo.

Eu acho que com mundos compartilhados você tem que respeitar o público específico dele, enquanto que para os meus romances, a melhor maneira de servir ao meu público é ignorá-lo. Satisfazer-me em primeiro lugar. Isso significa, claro, que o livro Predador é muito menos pessoal e também muito diferente do meu trabalho habitual. Estou feliz com os resultados, mas não tenho ideia do que o meu público vai pensar. Eu só espero que os fãs de Predator gostem.

Pergunta: E onde se inicia uma antologia para você?

JV: Isso realmente depende da antologia. Primeiro, qualquer antologia que eu faço é uma colaboração com minha esposa Ann, que atua como co-editora. Depende do projeto e de outras limitações de tempo. Às vezes uma editora nos procura, como foi o caso de New Weird e de Steampunk. Em outros casos temos uma idéia e buscamos uma editora.

A chave, no início, é tentar certificar-se do projeto da editora e do formato (capa dura ou não) se adequa corretamente. É também um desafio inicial de pensar a antologia em termos de restrição e oportunidade. O que significa dizer que você pretende explorar a idéia da forma mais completa e profunda possível, mantendo um foco que vai dar a forma da antologia.

Pergunta: Que história da antologia Steampunk realmente te ganhou?

JV: Eu amo "The Minutes of the last Meeting' de Stephan Chapman. Ela tem uma bela estrutura experimental e acessível. Eu também amo a maneira perversa que só Joe R.Lansdale dá ao gênero steampunk, como uma espécie de Deus impaciente.


Texto original

segunda-feira, 21 de setembro de 2009

domingo, 26 de julho de 2009

Lançamento do Livro Steampunk

quinta-feira, 22 de janeiro de 2009

Steampunk Musha - Victoriental adventures (RPG)

The Tale of Yu
ALL THESE THINGS TOOK PLACE IN A TIME BEFORE TIME WAS MEASURED, BEFORE THE GODS KNEW THEIR OWN NAMES.

THE GREAT CELESTIAL DRAGONS, WHOSE NAMES MAN MAY NOT SPEAK, EXISTED IN A PLACE THAT HAD NO FORM, A PLACE SO SHAPELESS THAT NO THOUGHTS COULD CONTAIN IT, AND NOT EVEN THE DRAGONS CONSIDERED ITS EXISTENCE. ITISSAID THEY WENT ON FOR UNCOUNTABLE MOMENTS IN THEIR WAY, KNOWING THE THINGS THAT THE DRAGONS KNOW, DOING THINGS THAT THE DRAGONS DO.

PERHAPS EONS PASSED, BUT THE TRUTH OF THIS IS LOST TO MEN. WHAT IS KNOWN IS THIS: THE GREAT CELESTIAL DRAGONS DECIDED THAT THE FORMLESS PLACE SHOULD HAVE SOME FORM, THAT ITS LIFELESSNESS SHOULD BE FILLED WITH BREATH. SO THEY BREATHED IN THE SHAPELESS PLACE AND BREATHED OUT THE ONE CALLED YU.



Steampunk Mucha (RPG) [ Download ]

domingo, 11 de janeiro de 2009

A Steampunk's guide to the apocalipse

Então você decidiu sobreviver ao Apocalipse! Parabéns!

Sua força de vontade e determinação já colocam você na frente da competição. E seu aprendizado das tecnologias do amanhã, irão levá-lo ainda mais longe. Centenas de metros acima, na verdade, se você conseguir um dirigível.

Considere este livro como sua companhia pelos tempos difíceis que terá pela frente.

Não apenas um companheiro, mas este pequeno guia poderá ajudar a mantê-lo alimentado, aquecido, hidratado, vestido e protegido contra a miríade de perigos e ameaças, como o clima, humanos e feras.

O Futuro dos corajosos está na nossa frente. Vamos dar adeus para o mundo cibernético.
Nosso futuro está na tecnologia simples, dentro de nossos domínios,uma tecnologia que não nos abandonou e que não requer o Óleo Negro das profundezas.

Se você está em dúvida se vai passar das primeiras páginas, então vai aqui um pensamento: 'Aquele que se junta à modernidade, irá desaparecer com ela. Mas aquele que escolher construir um refrigerador à vapor, irá saborear os frutos de verão.'


A Steampunk guide to the apocalipse [ Download ]

terça-feira, 6 de janeiro de 2009

Steampunk Magazine 1-4

Steampunk Magazine - 1 [ Download ]

Steampunk Magazine - 2 [ Download ]


Steampunk Magazine - 3 [ Download ]

Steampunk Magazine - 4 [ Download ]