sábado, 18 de outubro de 2008

A divulgação científica contida nos filmes de Ficção Científica




Um alienígena e um robô saem de um disco voador, pousado no centro de Washington em O dia em que a Terra parou (1951), de Robert Wise; um ônibus espacial chega a uma estação orbital, ao som da valsa Danúbio Azul em 2001: uma odisséia no espaço (1968), de Stanley Kubrick ; ou, ainda, cientistas ouvem a melodia emitida por imenso disco voador, suspenso a poucos metros de suas cabeças, na inesquecível cena de Contatos imediatos do terceiro grau (1977), de Steven Spielberg.

É difícil avaliar quanto da noção de ciência e tecnologia que as pessoas têm não foi adquirido de filmes de ficção científica como estes, integrantes de um gênero que já abordou, de forma visionária, temas tão diversos quanto a astronáutica ou a clonagem.

Embora não exista um consenso entre os pesquisadores da área sobre o potencial educativo e de divulgação de ciência, ele existe e não é nada desprezível. Algumas obras já foram mencionadas como fonte de inspiração para cientistas.

Em seu livro Fritz Lang: the nature of the beast (New York: St. Martin’s Press, 1997), Patrick McGilligan lembra que foi por causa de A mulher na Lua que, em 1968, nos EUA, o cineasta alemão foi convidado de honra de um Space-Science Seminar, realizado num centro governamental de pesquisa em Huntsville, Alabama.

fonte: Ciência e Cultura

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