quarta-feira, 28 de março de 2012

A relação humano-maquinico no imaginário cinematográfico








INTRODUÇÃO   

CAP. 1 - SIGNOS DE CRIAÇÃO E DESTRUIÇÃO NA FICÇÃO CIENTÍFICA: NOVOS MUNDOS, NOVAS FORMAS DE VIDA.

1.1 O movimento cyberpunk   
1.2 A figura do ciborgue no imaginário de ficção científica   

CAP. 2 - O SIGNO METRÓPOLIS E SEU OBJETO: A OPOSIÇÃO ENTRE O HUMANO E O MAQUÍNICO NA REPÚBLICA DE WEIMAR

2.1 A ficção científica e o pós-guerra   
2.2 Expressionismo cinematográfico alemão   
2.3 A estética expressionista e as vanguardas modernas   
2.4 O signo arquitetônico em Metrópolis   
2.5 Representações do tempo em Metrópolis   
2.6 Maria: o ser humano ideal e a metáfora da Torre de Babel   
2.7 Robotrix   
2.8 O híbrido Robot-Maria: criação e destruição na República de Weimar
2.9 Os interpretantes de Metrópolis   

CAP.  3 - BLADE RUNNER E A FLUIDEZ NA RELAÇÃO HUMANO-MÁQUÍNICO

3.1 O desenvolvimento da Teoria Cibernética
3.2 Deckard: um observador no caos urbano   
3.3 O signo arquitetônico em Blade Runner: um precursor do     ciberespaço
3.4 Os interpretantes de Blade Runner   

CAP. 4 -     MATRIX E O ALTO NÍVEL DE INTERAÇÃO SIMBÓLICO ENTRE O HUMANO E O MAQUÍNICO

4.1 A cultura digital   
4.2 O advento do pós-humano   
4.3 O ciberespaço e o predomínio do legi-signo simbólico   
4.4 Causação final, mente e mediação em Matrix   
4.5 Os interpretantes de Matrix   

CONSIDERAÇÕES FINAIS   
REFERÊNCIAS


A relação humano-maquinico no imaginário cinematográfico -Maristela Sanches Bizarro [ Download ]