Isaac Asimov (2 de Janeiro 1920 – 6 de Abril 1992) nasceu em um gueto (Petrovichi) da cidade russa de Smolensk, com 3 anos de idade sua família imigrou para os EUA, instalando-se no Brooklyn, Nova York. Entrou para a universidade aos 15 anos e aos 18 vendeu sua primeira história para a revista ´Amazing Stories´. Ainda muito jovem, aos 28 anos, descontados os anos em que serviu na Segunda Guerra, Asimov conseguiu seu Ph. D. em bioquímica. Ensinou a matéria entre 1949 e 1958 na Universidade de Boston. A partir de 1958 viveu exclusivamente de escrever, não só romances e contos como também livros de popularização científica, estudos sobre a Bíblia, sobre Shakespeare, humor, história etc, num total de mais de 400 livros.
Além das séries Fundação, Império e Robôs, escreveu uma série juvenil de caráter educativo, Lucky Starr, usando o pseudônimo 'Paul French'.
É considerado um dos três mestres da FC, junto com Robert A. Heinlein e Arthur Charles Clarke.
Asimov também elaborou as famosas Três Leis Fundamentais da Robótica:
Primeira Lei - Um robô não pode causar dano a um ser humano nem , por omissão, permitir que um ser humano sofra.
Segunda Lei - Um robô deve obedecer às ordens dadas por seres humanos, exceto quando essas ordens entrarem em conflito com a Primeira Lei.
Terceira Lei - Um robô deve proteger sua própria existência, desde que essa proteção não se choque com a Primeira nem com a Segunda Lei da robótica.
O 'bom doutor', como era conhecido, foi membro (ainda que relutante) da MENSA e possuia um Q.I. altíssimo, tem um um asteroíde batizado com seu nome e curiosamente tinha medo de voar (só o fez duas vezes) e portanto realizar grandes viagens era muito difícil para ele...nos últimos anos de vida, descobriu o conforto dos navios cruzeiros, onde inclusive realizou palestras científicas. Dizia lamentar não saber nadar ou andar de bicicleta e mal sabia dirigir.
Asimov morreu em 1992 e dez anos depois, foi revelado em sua biografia que morrera por consequência da AIDS contraída em uma transfusão de sangue, durante uma cirurgia de ponte de safena em 1983.
Mazel Tov Asimov !!
Asimov On Line
Asimov e a Mensa
Guia para ler Asimov
Fundação I, II e III [ Download ]
A Fundação e a Terra [ Download ]
As crônicas da Fundação [ Download ]
Os robôs [ Download ]
Eu robô [ Download ]
A Terra tem espaço [ Download ]
Júpiter à venda [ Download ]
Caça aos robôs [ Download ]
Os novos robôs [ Download ]
Os robôs do amanhecer [ Download ]
Sonhos de robô [ Download ]
Visões de robô [ Download ]
Império 1 - 827 Era Galática [ Download ]
Império 2 - Poeira de estrelas [ Download ]
Império 3 - As correntes do espaço [ Download ]
Nós os marcianos [ Download ]
O cair da noite [ Download ]
Mistérios [ Download ]
O despertar dos deuses [ Download ]
O homem bicentenário - coletânea [ Download ]
Lucky Starr - As cavernas de Marte [ Download ]
Lucky Starr - Os oceanos de Vênus [ Download ]
Lucky Starr - O vigilante das estrelas [ Download ]
Lucky Starr - O grande sol de Mercúrio [ Download ]
Lucky Starr - Os aneís de Saturno [ Download ]
Viagem Fantástica [ Download ]
Viagem Fantástica II [ Download ]
O futuro começou - os primeiros contos de Asimov [ Download ]
Sobre la Ciencia Ficction [ Download ]
sábado, 26 de janeiro de 2008
ISAAC ASIMOV
GEORGE ORWELL
Eric Arthur Blair (25 de Junho 1903 – 21 Janeiro 1950), era o nome de batismo do escritor britânico George Orwell nascido em Bengala, Índia. Reconhecido por ser seus ensaios sobre política e cultura, assim como seus romances, Orwell está entre os mais admirados ensaístas ingleses do século 20; mas ficou mais conhecido por dois livros escritos no final de sua curta vida, a alegoria política 'Animal Farm' e '1984'. Esta última descrevia uma distopia totalitarista tão bem que o adjetivo 'Orwelliano' é comumente usado para descrever mecanismos de controle do pensamento. Trabalhou também como oficial de polícia em Burma, professor, assistente de livraria em Londres, foi voluntário na Guerra Civil espanhola, segurança e vigia durante a Segunda Guerra Mundial, comentarista da BBC, editor literário e correspondente de guerra.
terça-feira, 22 de janeiro de 2008
FRANK BELKNAP LONG
Frank Belknap Long (27 Abril 1903 - 3 Janeiro 1994) foi um prolífico escritor americano de horror, fantasia, ficção científica, poesia, romance gótico e não-ficção, porém ficou mais conhecido pelos contos curtos de horror, incluindo sua contribuição ao mito Cthulhu. Recebeu os prêmios World Fantasy Award, Bram Stoker Award e o First Fandom Hall of Fame Award (1977).
EDWARD ELMER SMITH (E.E. 'DOC' SMITH)
domingo, 20 de janeiro de 2008
DAVID BRIN
O polêmico Glen David Brin (6 de Outubro 1950) ganhou os dois prêmios de Ficção Científica em língua inglesa mais respeitados, o Hugo e o Nebula. Atualmente mora no sudoeste da Califórnia onde trabalha como professor, além de servir como consultor da NASA eventualmente.
C S LEWIS
Clive Staples Lewis (29 de Novembro 1898 – 22 de Novembro 1963) conhecido como C.S.Lewis nasceu em Belfast, Irlanda, mas viveu grande parte de sua vida na Inglaterra. Lewis é mais conhecido por seu trabalho com literatura medieval e pela sua série para crianças, chamada 'As crônicas de Narnia'. Lewis também escreveu Ficção Científica e sua trilogia 'Ransom' ( 'Out of the silent planet' é um dos volumes) foi fruto de uma conversa com o amigo J.R.Tolkien.
Site sobre C.S.Lewis
As crônicas de Narnia - Volume I - O sobrinho do mago [ Download ]
Out of the silent planet [ Download ]
BRUCE STERLING
O americano Bruce Sterling (14 de Abril 1954) foi o organizador da antologia Mirrorshades e junto com William Gibson, Tom Maddox, Rudy Rucker, John Shirley, Lewis Shiner e Pat Cadigan, é considerado um dos fundadores do subgênero da Ficção Científica, o distópico e depressivo Cyberpunk.
Bruce serviu como inspiração para diversos projetos, que contaram com a sua colaboração, como o 'Dead Media', uma coleção de textos científicos sobre invenções tecnológicas do passado;
( http://www.deadmedia.org/ )
e o Movimento Viridiano, uma tentativa de se criar uma preocupação ecológica, desvinculada do movimento verde ( http://www.viridiandesign.org/ ).
Hacker crackdown - La caza de Hackers [ Download ]
Mozart in mirrorshades [ Download ]
Artificial kid - El chico artificial [ Download ]
sábado, 19 de janeiro de 2008
ALDOUS HUXLEY
Aldous Leonard Huxley (26 de Julho 1894 – 22 de Novembro 1963) nasceu na Inglaterra e emigrou para os EUA. Sua família era conhecida por produzir brilhantes cientistas. Mais conhecido por seus romances e ensaios, também escreveu contos curtos, poesia, diários de viagem e roteiros para cinema.
Regresso ao Admirável Mundo Novo [ Download ]
HUGO GERNSBACK
Em 1926, o surgimento da revista 'AMAZING STORIES' coroava o nascimento da ficção científica moderna como gênero literário especializado e HUGO GERNSBACK (16 de Agosto 1884 - 19 de Agosto 1967), inventor, editor e escritor, nascido em Luxemburgo e emigrado para os EUA ainda jovem, se converteu no primeiro artífice deste movimento, merecendo ter recebido o título de 'Pai da Ficção Científica'.
Em sua homenagem foi criado o prêmio Hugo, um dos mais importantes e conhecidos prêmios do mundo e concedido pela World Science Fiction Society.
'The Most Amazing creatures' foi publicada no número de abril de 1927 da 'Amazing Stories' (ilustração de Virgil Finlay).
Site Oficial sobre Hugo Gernsback
LAS MAS EXTRAÑAS CRIATURAS - Hugo Gernsback [ Download ]
quarta-feira, 2 de janeiro de 2008
Fantasticon 2008
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Organizado por Sílvio Alexandre, o Evento “Fantasticon” é uma conferência sobre literatura fantástica, horror e ficção científica, que ocorre dentro do “Encontro Internacional de RPG”, de São Paulo, o maior evento sobre o assunto da América Latina.
A Fantasticon 2008 será realizado nos dias 5 e 6 de julho de 2008, junto com o XVI EIRPG, no Colégio Marista Arquidiocesano, Rua Domingos de Moraes, 2565 – Vila Mariana – São Paulo – SP.
terça-feira, 1 de janeiro de 2008
A Biblioteca Fantástica

Graças à parceria entre o CAPACITOR FANTÁSTICO e o Projeto Biblioteca Fantástica,
estaremos trazendo para vocês em 2008, o maior acervo existente de livros de Ficção Científica,
Terror, Fantasia, Mistério e Fantástico, com ênfase nos seus autores.
Outra novidade para 2008 é que estaremos recebendo por email, sugestões e pedidos.
Sabe aquele livro que você leu quando era garoto, e que nunca mais conseguiu encontrá-lo, pois mande um e-mail pra gente e o CAPACITOR FANTÁSTICO vai procurar para você!
FELIZ 2008 e boas leituras para todos!
segunda-feira, 31 de dezembro de 2007
domingo, 16 de dezembro de 2007
O Fantástico visionário e o Fantástico cotidiano - Organização de Ítalo Calvino
O FANTÁSTICO VISIONÁRIO
Jan Potocki - História do demoníaco Pacheco
Joseph von Eichendorff - Sortilégio de outono
E. T. A. Hoffmann - O Homem de Areia
Walter Scott - A história de Willie, o vagabundo
Honoré de Balzac - O elixir da longa vida
Philarète Chasles - O olho sem pálpebra
Gérard de Nerval - A mão encantada
Nathaniel Hawthorne - O jovem Goodman Brown
Nikolai V Gogol - O nariz
Théophile Gautier - A morte amorosa
Prosper Mérimée - A Vênus de Ille
Joseph Sheridan Le Fanu - O fantasma e o consertador de ossos
O FANTÁSTICO COTIDIANO
Edgar Allan Poe - O coração denunciador
Hans Christian Andersen - A sombra
Charles Dickens - 0 sinaleiro
Ivan S. Turguêniev - 0 sonho
Nikolai S. Leskov - 0 espanta-diabo
Auguste Villiers de I'Isle-Adam - É de confundir!
Guy de Maupassant - A noite
Vernon Lee - Amour Dure
Ambrose Bierce - Chickamauga
Jean Lorrain - Os buracos da máscara
Robert Louis Stevenson - 0 demônio da garrafa
Henry James - Os amigos dos amigos
Rudyard Kipling - Os construtores de pontes
Herbert G. Wells - Em terra de cego
O Fantástico visionário e o Fantástico cotidiano [ Download ]
H.P. LOVECRAFT - 40 contos
SNOW CRASH - Neal Stephenson
quinta-feira, 13 de dezembro de 2007
The Origins of Beowulf: From Vergil to Wiglaf

O livro sugere que o épico inglês BEOWULF foi escrito no inverno de 826, como um requiem ao Rei Beornwulf. A cada capítulo, o autor pretende através de meticulosa análise literária, desvendar, os mistérios desta obra, de origem tão controversa quanto fascinante.
The origins of Beowulf: From Vergil to Wiglaf [ Download ]
Anatomy for fantasy artists
terça-feira, 11 de dezembro de 2007
EU SOU A LENDA (I am legend - Richard Matheson)
sábado, 8 de dezembro de 2007
Projeto Gutenberg
Postado por
Capacitor Fantástico
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10:59
Tag: Fantasia, Ficção Científica, Horror, livros, Mistério/Policial, Sites
O NECRONOMICON
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O livro-personagem do filme 'The Evil Dead' (A morte do Demônio - 1981), também conhecido como 'Book of the Dead', de Sam Raimi, realmente existe.
O Necronomicon (Livro de Nomes Mortos) também conhecido por Al Azif (Uivo dos Demônios Noturnos) foi escrito por Abdul Alhazred, em torno de 730 d.C, em Damasco.
Ao contrário do que se pensa, não se trata somente de um compilado de rituais e encantos, e sim de uma narrativa dividida em sete volumes, numa linguagem obscura e abstrata. Alguns trechos isolados descrevem rituais e fórmulas mágicas, de forma que o leitor tenha uma idéia mais clara dos métodos de evocações utilizados. Além de abordar também as civilizações antediluvianas e mitologia antiga, tendo sua provável base no Gênese, no Apocalipse de São João e no apócrifo Livro de Enoch.
Reúne um alfabeto de 21 letras, dezenove chaves (invocações) em linguagem enochiana, mais de 100 quadros mágicos compostos de até 240 caracteres, além de grande conhecimento oculto.
Segundo o Necronomicon, muitas espécies além do gênero humano habitaram a Terra.
Estes seres denominados Antigos, vieram de outras esferas semelhantes ao Sistema Solar.
São sobre-humanos detentores de poderes devastadores, e sua evocação só é possível através de rituais específicos descritos no Livro.
Até mesmo a palavra árabe para designar antigo, é derivado do verbo hebreu cair.
Portanto, seriam Anjos Caídos.
O autor do Necronomicon, Abdul Alhazred, nasceu em Sanna no Iêmen. Em busca de sabedoria, vagou de Alexandria ao Pundjab, passando muitos anos no deserto despovoado do sul da Arábia. Alhazred dominava vários idiomas e era um excelente tradutor. Possuía também habilidades como poeta, o que proporcionava um aspecto dispersivo em suas obras, incluindo o Necronomicon.
Abdul Alhazred era familiarizado com a filosofia do grego Proclos, além de matemática, astronomia, metafísica e cultura de povos pré-cristãos, como os egípcios e os caldeus. Durante suas sessões de estudo, o sábio acendia um incenso que combinava várias ervas, entre elas o ópio e o haxixe.
Alhazred adaptou a interpretação de alguns neoplatonistas sobre o Necronomicon. Nesta versão, um grupo de anjos enviado para proteger a Terra tomou as mulheres humanas como suas esposas, procriando e gerando uma raça de gigantes que se pôs a pecar contra a natureza, caçando aves, peixes, répteis e todos os animais da Terra, consumindo a carne e o sangue uns dos outros. Os anjos caídos lhes ensinaram a confeccionar jóias, armas de guerra e cosméticos; além de ensinar encantos, astrologia e outros segredos.
Existe uma grande semelhança dos personagens e enredos das narrações do Necronomicon em diversas culturas.
O mito escandinavo do apocalipse, chamado Ragnarok, é sugerido em certas passagens do Livro; além dos Djins Árabes e Anjos Hebraicos, que seriam versões dos deuses escandinavos citados. Este conceito também é análogo à tradição judaica dos Nephilins.
Uma tradução latina do Necronomicon foi feita em 1487 pelo padre alemão Olaus Wormius, que era secretário de Miguel Tomás de Torquemada, inquisidor-mor da Espanha. É provável que Wormius tenha obtido o manuscrito durante a perseguição aos mouros.
O Necronomicon deve ter exercido grande fascínio sobre Wormius, para levá-lo a arriscar-se em traduzi-lo numa época e lugar tão perigosos. Uma cópia do livro foi enviada ao abade João Tritêmius, acompanhada de uma carta que continha uma versão blasfema de certas passagens do Gênese.
Por sua ousadia, Wormius foi acusado de heresia e queimado juntamente com as cópias de sua tradução. Porém, especula-se que uma cópia teria sobrevivido à inquisição, conservada e guardada no Vaticano.
Site: Sprectrum - Portal brasileiro de cultura obscura
Necronomicon [ Download versão em inglês ] [ Download versão em espanhol ]
sábado, 1 de dezembro de 2007
25 anos de BLADE RUNNER - Holden/Hospital deleted scene
25 anos de BLADE RUNNER - 20 Ensaios
01- A incerteza do ser
02- An exploration of what it is to be human
03- At home with replicants: The architecture od Blade Runner
04- Tee-ve or not tee-ve
05- A retrospective
06- Decoding Perversety
07- Do humans dream in negative strips
08- Eye disbelieve
09- Eyes in Blade Runner
10- Identities and differences
11- Image is everything
12- Is Blade Runner a misogenist text
13- No alternatives: Technology spontaneously approching 'humanity'
14- Post-humanism and ecocide in William Gibson's Neuromancer and Ridley Scott's Blade Runner
15- Technology and Control - A dystopian vision of the future in Blade Runner
16- The Blade Runner screenwriter's
17- The future of our discontents
18- The least scary option - Blade Runner and the future city
19- Thresholds of splendor - Mythic and Symbolic subtexts in Blade Runner
20- Who are the toymakers
(and a selective bibliography of Blade Runner materials in the UC Berkeley libraries)
Sites: BLADEZONE , Blade Runner PHOTOS , Blade Runner Warner Movie , 2018 - Off-World
25 anos de BLADE RUNNER - FAQ
25 anos de BLADE RUNNER - The official comics adaptation (Marvel)

The official comics adaptation [ Download ]
25 anos de BLADE RUNNER - 'The Long Tomorrow - Moebius'
25 anos de BLADE RUNNER - Curiosidades sobre o filme
A origem do nome BLADE RUNNER
Apesar de vagamente baseado no livro de Philip K.Dick, o nome Blade Runner foi retirado de uma história de Alan E.Nourse, chamada ‘The Bladerunner’, que William S.Burroughts comprou os direitos para realizar um filme em 1979.
Parte do visual do filme, foi inspirado em uma história de Dan O’Banon e Moebius (Jean Giraud) chamada ‘The Long Tomorrow’ que fazia parte da edição francesa de ‘Wonders of The Universe’. Giraud já havia feito a concepção dos trajes de ‘Tron’, o um filme dos estúdios Walt Disney.
Ao deixar seu apartamento com Rachael, ao fim do filme, ela encontra um origami de um unicórnio. O unicórnio foi a última das figuras criadas por Gaff.
Quando Gaff e Deckard estão no escritório de Bryant e Deckard insiste em permanecer fora da força policial, Gaff faz um origami de galinha. ‘You’re afraid to do this”.
Mais tarde, Gaff faria um homem com uma ereção. ‘You’re attracted to her”, e finalmente o unicórnio “You’re dreaming, you cant run away with her, but she wont live”.
O unicórnio costuma ser associado a pureza, à virgindade. Lendas dizem que só uma virgem (Rachael) pode capturar um unicórnio.
Uma das explicações para a retirada da seqüência do sonho com o unicórnio, seria a de Scott admitir que deixaria muito obvio, ser Deckard outro replicante.
Apesar disto, a unicórnio é mantido na versão de 1982 (Theatrical) , mas os produtores vetaram por considerá-la “muito artística”.
Scott inicialmente filmou sem a narração de Harrison Ford , e esta foi a versão inicial exibida nas premieres em Dallas e San Diego.
Porém, a idéia do estúdio era de recriar o estilo do filme noir, imortalizado pelo ‘The Malteses Falcon’ ( O Falcão Maltes) .
As cenas aéreas utilizadas na versão de 1982 foram restos de filmagens do filme de Kubrick, ‘The Shinning’ (O iluminado).
Mary
Mary era o nome da quinta replicante. Supostamente um modelo de dona-de-casa. Algumas referências à ela se encontram no script reescrito às pressas.
Problemas e mais problemas
Porque Holden precisava aplicar o teste VK em Leon, se ele possuía uma foto e sabia como se parecia ?
Bryant diz a Deckard que existem 6 replicantes, 3 machos e 3 fêmeas. Obviamente Roy e Leon, são dois dos machos e Pris e Zhora, duas das fêmeas. Bryant também diz que um outro replicante foi “fritado” tentando entrar no prédio de Tyrell, mas não especifica quem, se macho ou fêmea. No primeiro roteiro, Mary era a quinta replicante e Hodge era o sexto.
Na primeira versão do script, Tyrell era um replicante e Roy descobre a verdade devido a uma chave que ele e Sebastian possuíam.
Depois de Tyrell ser morto por Roy, este obrigava Sebastian a mostrar-lhe a cripta onde jazia Tyrell, vítima de um acidente de laboratório.
Quando a mulher cambodiana põe a escama de cobra no microscópio eletrônico, ela não a retira do saco plástico. Nós devíamos então estar vendo a foto ampliada de um plástico.
A imagem ampliada utilizada não foi a de uma escama de cobra, mas da folha de marijuana.
Quando Zhora voa através dos vidros, distingue-se claramente ser um duble, que em nada se parece com a atriz. Além disto, usa botas pequenas, diferentes daquelas calcadas por Zhora no vestiário.
Quando Leon joga Deckard contra o pára-brisa do carro, este já estava quebrado, pois a cena foi refilmada sem um novo pára-brisa.
Nos filmes exibidos, a seqüência é:
Deckard mata Zhora e compra uma garrafa de saque Tsing Tao. Gaff aparece e o informa de Bryant.
Deckard então vê Rachael e tenta alcançá-la, mas Leon o acerta.
Na versão com Mary, a seqüência é a seguinte:
Deckard mata Zhora e então vê Rachael olhando para ele. Ele a persegue mas é atacado por Leon, Rachael mata Leon, Deckard compra uma garrafa de Tsing Tao e tenta abraçá-la, quando surge Gaff, que o leva até Bryant que diz faltarem 4 (Roy, Pris, Mary e Rachael)
Quando Mary foi eliminada do script, criou-se um problema. Bryant deveria dizer “3”.
Naquele momento que compra a garrafa, ele parte atrás de Rachael e se envolve numa briga com Leon e a garrafa não aparece mais, só indo reaparecer então no apartamento, miraculosamente.
Quando Pris entra no elevador de Sebastian, seus cabelos estão secos. Ao entrar no apartamento estão molhados de novo.
A filmagem da cena de amor entre Rachael e Deckard foi filmada entre um intervalo de 3 semanas, entre o inicio e o fim, devido a atriz (Sean Young) ter sido internada por problemas com drogas. É perceptível a mudança da maquiagem de Rachael.
Um buraco de bala é visível em Pris, antes dela receber o primeiro tiro.
Quando Deckard se confronta com Roy e este lhe devolve a arma apos quebrar-lhe alguns dedos, é possível ver a sombra na parede do cameraman, da câmera e do assistente do microfone.
Uma frase de Roy Batty “ I want more life, fucker !” aparece em algumas versões como “I want more life father !”
A cena preferida da atriz Sean Young não foi a da famosa frase “kiss me, kiss me”, pois ela reclamou com Harrison por jogá-la contra a parede com força demais. Sua cena predileta é quando Harrison explica que ela seria um replicante e portanto seria um robô só que com emoções. A atriz chorou de verdade.
Harrison Ford declarou logo apos o filme que não havia gostado de ser um detetive que não investiga coisa alguma. “Eu apenas tinha que estar no ‘plot’, e prestar atenção nas marcações feitas por Scott”.
25 anos de BLADE RUNNER - Roteiros
LEON: What one?
HOLDEN: What?
LEON: What desert?
Screenplay by HAMPTON FANCHER July 24, 1980 [ Download ]
He ducks back behind the wall.
Suddenly a hand comes tearing through the wall, and pulls Deckard's hand through.
Systematically, Batty breaks two of Deckard's fingers.
BATTY: For Pris... for Zhora... Proud of yourself little man...
Screenplay by HAMPTON FANCHER and DAVID PEOPLES February 23, 1981 [Download ]
Replicants were used Off-World as slave labor, in the hazardous exploration and colonization of other planets. After a bloody mutiny by a NEXUS 6combat team in an Off-World colony, Replicants were declared illegal on earth - under penalty of death.
This was not called execution.
It was called retirement."
Hampton Fancher trabalhou por anos no seu roteiro, porém, antes mesmo que Ridley Scott aceitasse dirigir, o processo de reescrever o roteiro já acontecia. As duas versões acima foram combinadas para dar origem ao roteiro final e, mesmo durante a filmagem, houve alguma divergência sobre eles, o que fez com que o filme se tornasse consideravelmente diferente deles.
Por este motivo, foram feitas inúmeras tentativas de se criar um roteiro mais próximo do filme como conhecemos, aplicando algo como em 'engenharia-reversa' , transcrevendo o filme em si.
Este é um multi-script, resultado do trabalho de diversos colaboradores, com as ações e diálogos mais significativos das três versões (Workprint, Theatrical e Director's Cut.)
BR_Multi-script [ Download ]
Fonte: http://www.brmovie.com/
25 anos de BLADE RUNNER
DVD 1 - Uma nova versão do diretor Ridley Scott's (New "Final Cut") - Restaurada e remasterizada com adição de cenas extras, diálogos, novos efeitos especiais e audio 5.1 Dolby Digital Audio. Também inclui comentários de Ridley Scott e de pessoas que trabalharam atrás das câmeras.
DVD 2 - Documentário - "Dangerous Days: Making of Blade Runner" .
DVD 3 - O filme nas versões:
- "1982 Theatrical Version" - A versão com a narração de Deckard e o final feliz.
- "1982 International Version" - Distribuida nos EUA para o mercado de home video, laserdisc e cable em 1992. Esta versão possui algumas cenas que não se encontram na versão "Theatrical".
-"1992 Director's Cut" - Sem a narração de Deckard, sem o final feliz, mas com a famosa cena do unicórnio, sugerindo que Deckard seja um replicante.
DVD 4 - BONUS Disc "Enhancement Archive" - 80 minutos de cenas que não foram utilizadas, galerias de imagens, entrevistas e testes para os personagens (incluindo o teste p/ Rachael).
DVD 5 - O filme na versão "Workprint Version" - Esta rara versão do filme é considerada por alguns como a mais radical e diferente das versões de BLADE RUNNER. Uma sequência de abertura totalmente diferente, sem a narração de Deckard, sem a sequência do unicórnio, sem final feliz e um diálogo diferente, entre Roy Batty (Rutger Hauer) e seu criador, Tyrrel (Joe Turkell) e uma música tema alternativa. Também inclui comentários de Paul M.Sammon, autor de 'Future Noir: The making of Blade Runner'.
O CAPACITOR FANTÁSTISCO presta uma homenagem ao maior filme de Ficção Científica de todos os tempos.
quinta-feira, 22 de novembro de 2007
Ciclo Terramar - Tetralogia completa - Ursula K. Le Guin


1 - O Feiticeiro e a sombra [ Download ]segunda-feira, 19 de novembro de 2007
Citações - Philip K. Dick
"A ferramenta básica para se manipular a realidade é a manipulação das palavras. Se você puder controlar o significado das palavras, você pode controlar as pessoas que precisam delas."
Philip K. Dick, How To Build A Universe That Doesn't Fall Apart Two Days Later (1978)
Citações - Philip K.Dick
Exegesis - Jorge M.Rosa
And loneliness is cleanliness
And cleanliness is godliness
And God is empty
Just like me»
Smashing Pumpkins, «Zero», Mellon Collie and the Infinite Sadness
«The woods of Arcady are dead,
And over is their antique joy;
Of old the world on dreaming fed;
Grey Truth is now her painted toy;
Yet still she turns her restless head
[...]
But ah! she dreams not now; dream thou!
For fair are poppies on the brow:
Dream, dream, for this is also sooth.»
W. B. Yeats, «The Song of the Happy Shepherd»
«GOD IS NOWHERE
GOD IS NOW HERE»
Philip K. Dick, VALIS
Entre Philip K. Dick e os mundos que criou poder-se-ia dizer que parecem concretizar, mesmo que no plano da ficção, a conhecida sugestão de Descartes acerca do demónio maligno que se compraz em iludir os seres que, aliás, criou com esse fito perverso. A realidade é aí ilusória; é um tapete que desliza por debaixo dos pés para revelar que nada há sob eles (porventura nem mesmo os pés). As personagens descobrem que não são seres humanos e sim andróides [«Impostor» e «The Electric Ant»], o mundo objectivo revela-se uma encenação [Time out of Joint], um acto volitivo [«The World she Wanted»] ou um delírio de outra mente [The Three Stigmata of Palmer Eldritch] ou de uma mente colectiva [A Maze of Death]; o próprio estatuto da realidade deriva muito rapidamente para a possibilidade de não ser mais do que um mero sonho ou alucinação alheios [Eye in the Sky, Flow my Tears, the Policeman Said]. Por vezes - pensamos essencialmente na sua produção da década de 50 e início da de 60, apesar das muitas excepções - o desenlace é um regresso a terreno firme; em casos mais tardios e mais problemáticos esta solução é deliberadamente evitada.
Fantástica margem - Fabiana Camara
Este livro traça a trajetória da produção e da crítica a literatura de ficção científica no Brasil, de meados do século XIX até hoje. O objetivo é investigar o processo de marginalização do gênero na perspectiva da constituição dos cânones da literatura brasileira, divididos, de uma maneira genérica, em duas vertentes: a erudita, que legitima a intelectualidade nacional relacionando-a à alta cultura européia; e a popular, mediada pela mesma elite intelectual, na qual os mitos da brasilidade são afirmados ideologicamente. A análise dos discursos críticos sobre a ficção científica revela esta dualidade, além de alguns dos valores, pressupostos e práticas discursivas que regulam o processo de estabelecimento do cânone no Brasil. A problematização destes parâmetros é uma das chaves para compreender a não-assimilação do gênero pelo cânone oficial que constrói politicamente a idéia de "Literatura Brasileira".
quarta-feira, 10 de outubro de 2007
30 anos de Star Wars - Scripts e Sinopses

quarta-feira, 3 de outubro de 2007
William Gibson explica porquê a Ficção Científica tem a ver com o presente
Los superjuguetes duran todo el verano - Brian Aldiss

"TEDDY? TEDDY?"
(Super-Toys Last All Summer Long-Brian Aldiss.)
O “WOWWEE Robopanda Robot” é um robô companheiro para crianças, ele canta, conta histórias e é controlado diretamente por toque e som.
O Robopanda anda nas quatro patas, senta e dá abraços. O robô tem 8 sensores de toque e um sensor sônico, toque sua cabeça e ele responde, pegue ele no colo, ele ri e pede para ser carregado. A inteligência artificial do Robopanda permite que ele aprenda novos truques e o urso robô vem com dois cartuchos de atividades e histórias com personalidades diferentes.
Você não precisa se preocupar quando deixa o Robopanda sozinho, pois ele vem com seu próprio ursinho de pelúcia, que ele reconhece e com quem fala. O urso robô também é capaz de reconhecer objetos e evitar obstáculos usando seus olhos iluminados.
O Robopanda Robot custa US$149,99 na Amazon
blogdebrinquedo.com
Super-Toys Last All Summer Long - Brian Aldiss
Though Brian Aldiss bristles at being pigeonholed as a sci-fi writer, the British author has won every major science fiction award. He has also sparked director Stanley Kubrick's imagination with the short story "Super-Toys Last All Summer Long." First published in Harper's Bazaar in 1969 and later anthologized, this tale of humanity in an age of intelligent machines and of the aching loneliness endemic in an overpopulated future is the inspiration behind Kubrick's ongoing AI project. Aldiss's story offers richly suggestive details that one hopes will make the cinematic cut. But just in case they don't, read the original.
In Mrs. Swinton's garden, it was always summer. The lovely almond trees stood about it in perpetual leaf. Monica Swinton plucked a saffron-colored rose and showed it to David.
"Isn't it lovely?" she said.
David looked up at her and grinned without replying. Seizing the flower, he ran with it across the lawn and disappeared behind the kennel where the mowervator crouched, ready to cut or sweep or roll when the moment dictated. She stood alone on her impeccable plastic gravel path.
She had tried to love him.
When she made up her mind to follow the boy, she found him in the courtyard floating the rose in his paddling pool. He stood in the pool engrossed, still wearing his sandals.
"David, darling, do you have to be so awful? Come in at once and change your shoes and socks."
He went with her without protest into the house, his dark head bobbing at the level of her waist. At the age of three, he showed no fear of the ultrasonic dryer in the kitchen. But before his mother could reach for a pair of slippers, he wriggled away and was gone into the silence of the house.
He would probably be looking for Teddy.
Monica Swinton, twenty-nine, of graceful shape and lambent eye, went and sat in her living room, arranging her limbs with taste. She began by sitting and thinking; soon she was just sitting. Time waited on her shoulder with the maniac slowth it reserves for children, the insane, and wives whose husbands are away improving the world. Almost by reflex, she reached out and changed the wavelength of her windows. The garden faded; in its place, the city center rose by her left hand, full of crowding people, blowboats, and buildings (but she kept the sound down). She remained alone. An overcrowded world is the ideal place in which to be lonely.
The directors of Synthank were eating an enormous luncheon to celebrate the launching of their new product. Some of them wore the plastic face-masks popular at the time. All were elegantly slender, despite the rich food and drink they were putting away. Their wives were elegantly slender, despite the food and drink they too were putting away. An earlier and less sophisti- cated generation would have regarded them as beautiful people, apart from their eyes.
Henry Swinton, Managing Director of Synthank, was about to make a speech.
"I'm sorry your wife couldn't be with us to hear you," his neighbor said.
"Monica prefers to stay at home thinking beautiful thoughts," said Swinton, maintaining a smile.
"One would expect such a beautiful woman to have beautiful thoughts," said the neighbor.
Take your mind off my wife, you bastard, thought Swinton, still smiling.
He rose to make his speech amid applause.
After a couple of jokes, he said, "Today marks a real breakthrough for the company. It is now almost ten years since we put our first synthetic life-forms on the world market. You all know what a success they have been, particularly the miniature dinosaurs. But none of them had intelligence.
"It seems like a paradox that in this day and age we can create life but not intelligence. Our first selling line, the Crosswell Tape, sells best of all, and is the most stupid of all." Everyone laughed.
"Though three-quarters of the overcrowded world are starving, we are lucky here to have more than enough, thanks to population control. Obesity's our problem, not malnutrition. I guess there's nobody round this table who doesn't have a Crosswell working for him in the small intestine, a perfectly safe parasite tape-worm that enables its host to eat up to fifty percent more food and still keep his or her figure. Right?" General nods of agreement.
"Our miniature dinosaurs are almost equally stupid. Today, we launch an intelligent synthetic life-form - a full-size serving-man.
"Not only does he have intelligence, he has a controlled amount of intelligence. We believe people would be afraid of a being with a human brain. Our serving-man has a small computer in his cranium.
"There have been mechanicals on the market with mini-computers for brains - plastic things without life, super-toys - but we have at last found a way to link computer circuitry with synthetic flesh."
David sat by the long window of his nursery, wrestling with paper and pencil. Finally, he stopped writing and began to roll the pencil up and down the slope of the desk-lid."Teddy!" he said.
Teddy lay on the bed against the wall, under a book with moving pictures and a giant plastic soldier. The speech-pattern of his master's voice activated him and he sat up.
"Teddy, I can't think what to say!"
Climbing off the bed, the bear walked stiffly over to cling to the boy's leg. David lifted him and set him on the desk.
"What have you said so far?"
"I've said -" He picked up his letter and stared hard at it. "I've said, 'Dear Mummy, I hope you're well just now. I love you....'"
There was a long silence, until the bear said, "That sounds fine. Go downstairs and give it to her."
Another long silence.
"It isn't quite right. She won't understand."
Inside the bear, a small computer worked through its program of possibilities. "Why not do it again in crayon?"
When David did not answer, the bear repeated his suggestion. "Why not do it again in crayon?"
David was staring out of the window. "Teddy, you know what I was thinking? How do you tell what are real things from what aren't real things?"
The bear shuffled its alternatives. "Real things are good."
"I wonder if time is good.
I don't think Mummy likes time very much. The other day, lots of days ago, she said that time went by her. Is time real, Teddy?"
"Clocks tell the time. Clocks are real. Mummy has clocks so she must like them. She has a clock on her wrist next to her dial."
David started to draw a jumbo jet on the back of his letter. "You and I are real, Teddy, aren't we?"
The bear's eyes regarded the boy unflinchingly. "You and I are real, David." It specialized in comfort.
Monica walked slowly about the house. It was almost time for the afternoon post to come over the wire. She punched the Post Office number on the dial on her wrist but nothing came through. A few minutes more.
She could take up her painting. Or she could dial her friends. Or she could wait till Henry came home. Or she could go up and play with David....
She walked out into the hall and to the bottom of the stairs.
"David!"
No answer. She called again and a third time.
"Teddy!" she called, in sharper tones.
"Yes, Mummy!" After a moment's pause, Teddy's head of golden fur appeared at the top of the stairs.
"Is David in his room, Teddy?"
"David went into the garden, Mummy."
"Come down here, Teddy!"
She stood impassively, watching the little furry figure as it climbed down from step to step on its stubby limbs. When it reached the bottom, she picked it up and carried it into the living room. It lay unmoving in her arms, staring up at her. She could feel just the slightest vibration from its motor.
"Stand there, Teddy. I want to talk to you." She set him down on a tabletop, and he stood as she requested, arms set forward and open in the eternal gesture of embrace.
"Teddy, did David tell you to tell me he had gone into the garden?"
The circuits of the bear's brain were too simple for artifice. "Yes, Mummy."
"So you lied to me."
"Yes, Mummy."
"Stop calling me Mummy! Why is David avoiding me? He's not afraid of me, is he?"
"No. He loves you."
"Why can't we communicate?"
"David's upstairs."
The answer stopped her dead. Why waste time talking to this machine? Why not simply go upstairs and scoop David into her arms and talk to him, as a loving mother should to a loving son? She heard the sheer weight of silence in the house, with a different quality of silence pouring out of every room. On the upper landing, something was moving very silently - David, trying to hide away from her....
He was nearing the end of his speech now. The guests were attentive; so was the Press, lining two walls of the banqueting chamber, recording Henry's words and occasionally photographing him.
"Our serving-man will be, in many senses, a product of the computer. Without computers, we could never have worked through the sophisticated biochemics that go into synthetic flesh. The serving-man will also be an extension of the computer - for he will contain a computer in his own head, a microminiaturized computer capable of dealing with almost any situation he may encounter in the home. With reservations, of course." Laughter at this; many of those present knew the heated debate that had engulfed the Synthank boardroom before the decision had finally been taken to leave the serving-man neuter under his flawless uniform.
"Amid all the triumphs of our civilization - yes, and amid the crushing problems of overpopulation too - it is sad to reflect how many millions of people suffer from increasing loneliness and isolation. Our serving-man will be a boon to them; he will always answer, and the most vapid conversation cannot bore him.
"For the future, we plan more models, male and female - some of them without the limitations of this first one, I promise you! - of more advanced design, true bio-electronic beings.
"Not only will they possess their own computer, capable of individual programming; they will be linked to the World Data Network. Thus everyone will be able to enjoy the equivalent of an Einstein in their own homes. Personal isolation will then be banished forever!"
He sat down to enthusiastic applause. Even the synthetic serving-man, sitting at the table dressed in an unostentatious suit, applauded with gusto.
Dragging his satchel, David crept round the side of the house. He climbed on to the ornamental seat under the living-room window and peeped cautiously in.
His mother stood in the middle of the room. Her face was blank; its lack of expression scared him. He watched fascinated. He did not move; she did not move. Time might have stopped, as it had stopped in the garden.
At last she turned and left the room. After waiting a moment, David tapped on the window. Teddy looked round, saw him, tumbled off the table, and came over to the window. Fumbling with his paws, he eventually got it open.
They looked at each other.
"I'm no good, Teddy. Let's run away!"
"You're a very good boy. Your Mummy loves you."
Slowly, he shook his head. "If she loved me, then why can't I talk to her?"
"You're being silly, David. Mummy's lonely. That's why she had you."
"She's got Daddy. I've got nobody 'cept you, and I'm lonely."
Teddy gave him a friendly cuff over the head. "If you feel so bad, you'd better go to the psychiatrist again."
"I hate that old psychiatrist - he makes me feel I'm not real." He started to run across the lawn. The bear toppled out of the window and followed as fast as its stubby legs would allow.
Monica Swinton was up in the nursery. She called to her son once and then stood there, undecided. All was silent.
Crayons lay on his desk. Obeying a sudden impulse, she went over to the desk and opened it. Dozens of pieces of paper lay inside. Many of them were written in crayon in David's clumsy writing, with each letter picked out in a color different from the letter preceding it. None of the messages was finished.
"My dear Mummy, How are you really, do you love me as much -"
"Dear Mummy, I love you and Daddy and the sun is shining -"
"Dear dear Mummy, Teddy's helping me write to you. I love you and Teddy -"
"Darling Mummy, I'm your one and only son and I love you so much that some times -"
"Dear Mummy, you're really my Mummy and I hate Teddy -"
"Darling Mummy, guess how much I love -"
"Dear Mummy, I'm your little boy not Teddy and I love you but Teddy -"
"Dear Mummy, this is a letter to you just to say how much how ever so much -"
Monica dropped the pieces of paper and burst out crying. In their gay inaccurate colors, the letters fanned out and settled on the floor.
Henry Swinton caught the express home in high spirits, and occasionally said a word to the synthetic serving-man he was taking home with him. The serving-man answered politely and punctually, although his answers were not always entirely relevant by human standards.
The Swintons lived in one of the ritziest city-blocks, half a kilometer above the ground. Embedded in other apartments, their apartment had no windows to the outside; nobody wanted to see the overcrowded external world. Henry unlocked the door with his retina pattern-scanner and walked in, followed by the serving-man.
At once, Henry was sur-rounded by the friendly illusion of gardens set in eternal summer. It was amazing what Whologram could do to create huge mirages in small spaces. Behind its roses and wisteria stood their house; the deception was complete: a Georgian mansion appeared to welcome him.
(...)
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